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quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

HOJE!!! PPV na RTP1: dia 26 de Dezembro, entre as 19h45 e as 20h00, mais um tempo de antena para Ver, Pensar e Agir!

Caros amigos,
Caro povo pro Vida,


«Como o mandamento de 'não matar' põe um limite claro para assegurar o valor da vida humana,
hoje temos que dizer não a uma economia da exclusão e da desigualdade. Essa economia mata!»,
Papa Francisco


O PPV convida todos os cidadãos, especialmente os "homens e mulheres de boa vontade" e todos os cristãos, a assistir ao tempo de antena televisivo, esta noite na RTP1 entre as 19h45 e as 20h00.
Este não é "mais um" vídeo de propaganda pro-Vida. É uma verdadeira "chamada à acção", um toque a reunir de todos quantos querem uma mudança política em Portugal, uma verdadeira transformação da face da governação, voltando-a para as pessoas, subordinando a acção governativa e legislativa a valores e direitos humanos, a critérios de bem comum.

Ao longo dos ultimos 4 anos o PPV assumiu-se como uma voz independente e corajosa que não alinha pelo diapasão politicamente correcto dos partidos
do "arco da governação". Neste momento a aliança PSD-CDS, com maioria absoluta no parlamento, é a grande responsável pela manutenção da lei do aborto liberalizado tal como
a deixou José Sócrates. É dever e responsabilidade de todos os verdadeiros defensores da dignidade da Vida, a começar pelas próprias Igrejas, não ficar em
silêncio, exigir uma mudança, apoiar um novo referendo contra o aborto tornado já método contraceptivo e contra a implantação da eutanásia.

E há que exigir respeito pelos direitos das crianças, impedindo a sua adopção por casais homossexuais. Já têm tentado  e voltarão à carga em breve...

NO DIA 16 DE JANEIRO ESTEJAMOS ATENTOS AO QUE SE VAI PASSAR NO PARLAMENTO. SE QUEREM REFERENDO, QUE O FAÇAM AO ABORTO-LIVRE, À DESTRUIÇÃO DE EMBRIÕES HUMANOS E À EUTANÁSIA!!!

O PPV estará, como sempre, na linha da frente deste combate a desafiar os partidos da "situação" e da "capitulação ao "lobby gay": PS-PSD-CDS-BE.

ESTÁ NA HORA DE OS CRISTÃOS CONSCIENTES DEIXAREM DE APOIAR OS PARTIDOS DA TRAIÇÃO AOS VALORES DA VIDA E DA FAMÍLIA, DANDO FORÇA AO PPV.


E hoje é o primeiro dia do resto da nossa Vida!


PPV - Portugal pro Vida

quarta-feira, 24 de abril de 2013

PS contra o experimentalismo social?

Caro Dr. António José Seguro,
Dig.mº Secretário-Geral do Partido Socialista,

Cordiais cumprimentos em meu nome pessoal e em nome do PPV - Portugal pro Vida.

Acusou V. Ex.ª há dias o Governo de "experimentalismo social". Não estamos em condições de discutir a justiça do epíteto, embora nos pareça que se trata de uma acusação muito grave. É fácil reconhecer que qualquer medida governativa está sujeita àquele grau de incerteza que levava Salazar a confessar "pondero com dúvida, mas decido com esperança" (cit. de memória). Daí um certo carácter experimental inerente à decisão política.

Mas quem ouviu a sua declaração do "experimentalismo social", compreendeu uma intenção que vai muito além - a acusação de insensibilidade social elevada à máxima potência, de algum modo suportada no famoso "custe o que custar". Quem o ouviu e creu, pensará que o Governo como que "se diverte" a usar o seu povo como cobaia de experiências, independentemente dos benefícios que possam resultar - pior! - independentemente dos danos e sofrimento que possam vir a infligir às pessoas e às famílias.

Mas não é exactamente esta postura de "experimentalismo social" que o Partido Socialista tem vindo a seguir ao longo dos últimos anos, especialmente durante o consulado de José Sócrates, apadrinhando todas as "rupturas fracturantes" que iam ocorrendo ao Bloco de Esquerda?

  • Não foi assim com a banalização total do aborto até às 10 semanas, independentemente de este vir a tornar-se de facto um método contraceptivo?
  • Não foi assim com o "casamento homossexual", primeiro sem adopção e logo a seguir com "apadrinhamento civil", independentemente de tal vir a relativizar e enfraquecer ainda mais a instituição familiar, concentrando a atenção dos governantes sobre supostos "direitos das minorias" mas deixando pelas ruas da amargura os "direitos das maiorias"? Onde está o direito à educação tendencialmente gratuita? O direito à saúde? O direito à reforma? O direito à segurança? O direito à propriedade legitimamente adquirida?
  • Não foi assim também com o "divórcio simplex" que tem vindo a deixar o "elo mais fraco" das famílias sempre mais vulnerável?
Caro Dr. António José Seguro, que melhor classificação poderíamos nós encontrar para o fio condutor de todas estas "políticas modernas" senão aquela que V. Exª em boa hora trouxe para a reflexão e debate político em Portugal? Puro (e duro) Experimentalismo Social! Quero, portanto, concluir esta breve mensagem com um aplauso e uma exortação.

O aplauso para a coragem e lucidez demonstrada, identificando um dos mecanismos que têm efectivamente contribuído para a insustentabilidade do modelo de governação que vem sendo seguido pelos vários governos de Portugal.

A exortação para que seja consequente com a posição assumida, renunciando e demarcando-se publicamente das dimensões acima identificadas da agenda do «experimentalismo social» internacional que o Partido Socialista tem vindo a patrocinar em Portugal, especialmente sob o precedente consulado de José Sócrates.

Saudações democráticas,
Luís Botelho
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Portugal pro Vida
 ...ser ou não ser, eis a questão.

terça-feira, 3 de abril de 2012

Subsídios: «Mais uma penalização sobre as famílias»

texto integral aqui TVI24

Conf. Nacional das Associações de Família critica alterações aos subsídios de maternidade, paternidade e adopção

A Confederação Nacional das Associações de Família defende que as alterações propostas pelo Governo ao cálculo dos subsídios de maternidade, paternidade e adopção são penalizadoras e aconselhou o Executivo a deixar ver as famílias «como alvo a abater».

De acordo com a proposta apresentada segunda-feira aos parceiros sociais, o Governo de Pedro Passos Coelho pretende harmonizar a forma de cálculo dos subsídios de maternidade, paternidade e adopção com o subsídio de doença, deixando de ser considerados para tal os subsídios de férias e de Natal.

«Isso é mais uma penalização sobre as famílias, porque diminui a percentagem de comparticipação e essa diminuição é sobretudo penalizadora para as pessoas que têm menos recursos, porque isso afecta a sua qualidade de vida», disse à Lusa Amândio Alves, da Confederação Nacional das Associações de Família (CNAF).

Por outro lado, a CNAF entende que estas medidas poderão ter como consequência a diminuição do número de filhos por agregado familiar, salvaguardando que ter um filho é «um investimento muito grande por parte das famílias» e que, quantos menos incentivos o Estado der, maior será a quebra demográfica.

«Penso que já é altura de o Governo e de os políticos deixarem de tratar a família como um alvo a abater e passarem a acarinhar a família», disse à Lusa Amândio Alves, da Confederação Nacional das Associações de Família (CNAF).

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Infelizmente, não são essas as prioridades do governo PSD - CDS.

domingo, 5 de junho de 2011

Mt 25, 40



‘Em verdade vos digo: Sempre que fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, a mim mesmo o fizestes.’

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

in memoriam Bernard Nathanson

Faleceu no passado dia 21 o Dr. Bernard Nathanson, convertido de abortófilo em grande activista pro-Vida nos anos 70, após ter observado (via ultra-sons) um bebé a tentar escapar ao dispositivo abortivo.

Foi esta sua experiência pessoal que deu origem ao famoso filme "silent scream", de que o PPV apresentou um extracto no seu tempo de antena exibido na RTP em Outubro, o que nos "valeu" uma denúncia e um processo tendente ao seu silenciamento, ainda em curso na ERC.

Por tudo isto, a Direcção Nacional do PPV presta a sua homenagem ao Dr. Bernard Nathanson e apresenta condolências à sua família e a todo o movimento pro-Vida nos Estados Unidos.


sábado, 5 de fevereiro de 2011

civilização da morte... até quando, Portugal?



AS PRIORIDADES DO ABORTO E DE QUEM O PRATICA

Vou contar-vos uma história muito triste. Era uma vez, na Primavera de 2010, uma jovem de 35 anos, casada, com dois filhos, Sandra Pontes Kaizeler, que foi fazer exames clínicos ao Hospital de Setúbal, o mais perto que há nas cercanias de Palmela, onde reside, e ficou a saber que tinha um problema oncológico no colo do útero, pelo que teria de se submeter a uma cirurgia para o resolver. Operada em Junho, com sucesso, segundo lhe disseram no hospital, teve alta, o vírus que causou a malignidade da doença fora neutralizado, pelo que lhe foi dito que fizesse exames daí a três meses, recomendação que seguiu em finais de Outubro. Face aos resultados, conhecidos em Novembro, decidiram então fazer-lhe uma biopsia por terem detectado a persistência do vírus que originou a ferida no colo do útero, o que prefigurava uma recidiva. Em consequência, o cirurgião, Dr. Sacramento, marcou-lhe segunda intervenção para daí a dois meses, mais precisamente no dia 25 de Janeiro de 2011, e a Sandra entrou de véspera no mesmo Hospital de Setúbal para os preparativos. Acordou na manhã do dia seguinte decidida a atravessar mais essa provação, que teria lugar cerca das treze horas, conforme lhe foi dito. Porém, ao meio-dia e meia hora, efectuados os preparos pré-operatórios, pronta para seguir para o bloco, comunicaram-lhe que afinal a intervenção fora cancelada, em virtude de terem surgido outras pacientes no serviço de cirurgia ginecológica daquela unidade hospitalar, cujo atendimento era prioritário sobre as restantes.

O Dr. Sacramento, o mesmo que sempre acompanhou o seu caso, insurgiu-se prontamente, dizendo da sua indignação, já que não fora para fazer abortos que andara tantos anos a cursar Medicina, nem aceitava passar à frente de doentes com problemas do foro oncológico algumas mulheres descuidadas nas suas relações sexuais, chegando ao ponto de não se apresentar junto da jovem em questão, filha de uma senhora que me é próxima há mais de quarenta anos, para lhe dar a respectiva alta, por se encontrar profundamente envergonhado, tarefa que acabou por caber à directora do hospital, Dra. Teresa Matos, que explicou à protagonista deste tristíssimo episódio nada poder fazer, por o sucedido decorrer do que a lei estipula de acordo com as indicações do Ministério da Saúde.

Na sequência desta aberrante situação foi-lhe marcada uma outra data, 15 de Fevereiro, para a cirurgia que lhe haviam dito ser urgente. No entanto inesperada e surpreendentemente, através de um telefonema recebido no dia 3 de Fevereiro, ficou a saber, não sem alguma estupefacção, que a mesma fora adiada para o dia 8 de Março. Justificadamente revoltada, Sandra Kaizeler dirigiu-se à sua médica de família, Dra. Suzete Polónia, que se quedou igualmente indignada com o sucedido, tanto mais que, segundo disse, os custos decorrentes de todo este imbróglio comportam, não um, mas dois internamentos, não um, mas dois preparativos pré-operatórios, tudo traduzido num aumento dos custos para o estado, quando o assunto poderia e deveria ter ficado resolvido na data certa, não fora a inqualificável prioridade concedida a mulheres descuidadas, chegando mesmo a Dra. Suzete Polónia a ironizar, por meio de uma sugestão para que ela engravidasse e se apresentasse no dito hospital para abortar -- talvez assim passasse a ser merecedora de atendimento urgente!

E assim termina, para já, esta história, impensável numa sociedade que se pretende democrática e civilizada, num hospital português, no começo da segunda década do século XXI, em que mulheres que sofrem de problemas oncológicos, resolúveis apenas por meio de cirurgia, são secundarizadas por outras que de nada padecem e não podem aguardar que as safem das consequências do seu desleixo no que toca a essa apreciadíssima decisão que é terem relações sexuais sem tomarem as devidas precauções. Que desgraça de país este em que transformaram Portugal e que desgraçadas são algumas das suas mulheres!"

*by João Braga on Friday, February 4, 2011 at 3:20pm

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

nova petição anti-Aborto - Vemos, ouvimos e lemos - Não podemos ignorar!

ABORTO – Vemos, ouvimos e lemos – não podemos ignorar

1. Portugal tem desde há 4 anos uma lei que permite o aborto livre a pedido, até às 10 semanas de gestação.

2. Quando, por altura do referendo o País se confrontou com tal mancha histórica, foi prometida uma lei que protegesse as mulheres e conferisse melhores condições para o exercício da maternidade.

3. Volvidos 4 anos assistimos a uma realidade dramática que deixa mulheres e homens cada vez mais sós e abandonados à sua sorte.
Aos mais carenciados é oferecido o aborto para “colmatar” as dificuldades que apresentam.
Milhares de mulheres foram vítimas de pressões e constrangimentos vários, e arrastados ao horror do aborto.

4. Em 4 anos, só por via do aborto legal mais de 60.000 crianças deixaram de nascer. É como se uma cidade (como Aveiro), de repente, ficasse totalmente despovoada e os edifícios e monumentos nela existentes não tivessem quem os habitasse. Apenas o silêncio nas ruas e nas praças e as folhas arrastadas pelo vento.

5. Muitas das “vozes autorizadas” que no referendo defenderam o sim têm agora tomado posição pública contra a regulação e prática do aborto que vigora.

6. O País confronta-se com um dramático pedido às famílias de redução de salários e prestações sociais. Por outro lado o Estado continua a pagar e oferecer gratuitamente o aborto, o avião, o táxi, o hotel e o subsídio de maternidade a quem voluntariamente (ou coagida, uma vez que o Estado não sabe) põe fim a uma gravidez.

7. Uma mulher em baixa por doença recebe 65% do ordenado; já se abortar fica de licença de maternidade e recebe 100% do ordenado.

8. Milhares de mulheres deixaram de receber algumas dezenas de euros do abono de família para os filhos que tiveram, mas o Estado paga-lhes centenas de euros no caso de decidirem abortar.
Assim,

Peticiona-se à Assembleia da República que

A) Reconheça o flagelo do aborto que de norte a sul, varre o País desde há 4 anos destruindo crianças, mulheres, famílias, e a economia gerando desemprego e depressão.

B) Que tome medidas legislativas no sentido de:

a) Proteger a vida humana desde a concepção, a maternidade e os mais carenciados na verdadeira solidariedade social.
b) Rever para já a regulamentação da prática do aborto por forma a saber se o consentimento foi realmente informado e a garantir planos de apoio alternativos ao aborto.
c) Permitir que todos os profissionais de saúde (independentemente da objecção de consciência) possam intervir no processo de aconselhamento a grávidas.
d) Apoiar as Instituições que no terreno ajudam mulheres e crianças em risco, de uma forma criteriosa e realista.
e) Fazer cumprir os Direitos Humanos nomeadamente no que tange com o inviolável Direito à Vida e o eminente direito ao reconhecimento da dignidade de cada ser humano.
f) Gerir com critérios de “bem comum” os escassos recursos do País e por isso, deixe de “cobrir de dinheiro” o aborto.


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quarta-feira, 24 de novembro de 2010

mil pessoas na missa de exéquias de 17 crianças vítimas do aborto

Mais de 1000 pessoas assistiram na catedral de Lansing, no passado dia 20, a uma missa celebrada pelo Bispo por intenção de 17 crianças vítimas de aborto, achadas no lixo por um activista pro Vida. A seguir, os restos mortais foram a enterrar num cemitério católico.


“Hoje choramos como Raquel pelos seus filhos; choramos ao ver que alguns procuram destruir Jesus nestes seus pequenos irmãos e irmãs" pregou o Bispo Bishop Earl Boyea. “No entanto, não sofremos apenas com a dor de Nosso Senhor, sofremos pelas próprias crianças, cujas vidas foram queridas por Deus, cuja dignidade foi concedida por Deus e cuja missão e destino apenas Deus conhecia”


Fontes:

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus!

(artigo censurado e confiscado pela Polícia Federal brasileira - só por isso merece a mais ampla divulgação pelo PPV: somos pela vida, somos pela verdadeira Liberdade!)

por D. Luiz Gonzaga Bergonzini, Bispo de Guarulhos - Brasil

Com esta frase Jesus definiu bem a autonomia e o respeito, que deve haver entre a política (César) e a religião (Deus). Por isto a Igreja não se posiciona nem faz campanha a favor de nenhum partido ou candidato, mas faz parte da sua missão zelar para que o que é de “Deus” não seja manipulado ou usurpado por “César” e vice-versa.

Quando acontece essa usurpação ou manipulação é dever da Igreja intervir convidando a não votar em partido ou candidato que torne perigosa a liberdade religiosa e de consciência ou desrespeito à vida humana e aos valores da família, pois tudo isso é de Deus e não de César. Vice-versa extrapola da missão da Igreja querer dominar ou substituir-se ao estado, pois neste caso ela estaria usurpando o que é de César e não de Deus.

Já na campanha eleitoral de 1996, denunciei um candidato que ofendeu pública e comprovadamente a Igreja, pois esta atitude foi uma usurpação por parte de César daquilo que é de Deus, ou seja o respeito à liberdade religiosa.

Na atual conjuntura política o Partido dos Trabalhadores (PT) através de seu IIIº e IVº Congressos Nacionais (2007 e 2010 respectivamente), ratificando o 3º Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH3) através da punição dos deputados Luiz Bassuma e Henrique Afonso, por serem defensores da vida, se posicionou pública e abertamente a favor da legalização do aborto, contra os valores da família e contra a liberdade de consciência.

Na condição de Bispo Diocesano, como r e s p o n s á v e l pela defesa da fé, da moral e dos princípios fundamentais da lei natural que – por serem naturais procedem do próprio Deus e por isso atingem a todos os homens -, denunciamos e condenamos como contrárias às leis de Deus todas as formas de atentado contra a vida, dom de Deus,como o suicídio, o homicídio assim como o aborto pelo qual, criminosa e covardemente, tira-se a vida de um ser humano, completamente incapaz de se defender. A liberação do aborto que vem sendo discutida e aprovada por alguns políticos não pode ser aceita por quem se diz cristão ou católico. Já afirmamos muitas vezes e agora repetimos: não temos partido político, mas não podemos deixar de condenar a legalização do aborto. (confira-se Ex. 20,13; MT 5,21).

Isto posto, recomendamos a todos verdadeiros cristãos e verdadeiros católicos a que não dêem seu voto à Senhora Dilma Rousseff e demais candidatos que aprovam tais “liberações”, independentemente do partido a que pertençam.

Evangelizar é nossa responsabilidade, o que implica anunciar a verdade e denunciar o erro, procurando, dentro desses princípios, o melhor para o Brasil e nossos irmãos brasileiros e não é contrariando o Evangelho que podemos contar com as bênçãos de Deus e proteção de nossa Mãe e Padroeira, a Imaculada Conceição.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

o ensurdecedor grito silencioso - 22 de Outubro, 19h55 na RTP1

Certo dia, alguém pediu: espalhem imagens dessas [mostrando rostos e restos mortais de bebés abortados] com a frase: “aqueles que ninguém quis amar”. Sempre que, na história, o homem explorou, escravizou ou eliminou o seu irmão, preparou-se para o crime convencendo-se e procurando convencer os outros da não-humanidade da sua vítima. Também assim acontece hoje com os bebés ainda não nascidos. Impôs-se uma espécie de «censura prévia» o todo aquele que pretender levantar o véu e denunciar a maior injustiça do nosso tempo, a maior violência jamais praticada sobre um grupo humano sem voz própria.

Para não enfrentar o coro da indignação cúmplice com os interesses abortistas, os próprios movimentos pro Vida caem amiúde numa auto-amputação discursiva, renunciando ao argumento mais forte em sua posse: um argumento que vai direito ao sentimento inato da solidariedade humana residente nos corações ainda não empedernedidos, mas de carne.

Não podemos continuar a ocultar dos portugueses a luta desesperada pela sobrevivência, o grito silencioso de um bebé abortado nos Estados Unidos, registado por um ecógrafo de ultrassons. Não podemos continuar a não mostrar os rostos humilhados de seres humanos sacrificados inapelavelmente pelo egoísmo totalitário vigente. Por isso, após profunda reflexão e conscientes da onda que contra nós se levantará, no tempo de antena a que, por lei, temos direito, o PPV vai mostrar tudo - mostrar o que é o aborto; mostrar o coração palpitante, o desespero e, finalmente, o rosto humilhado das suas vítimas - os bebés não nascidos.

Aos abortófilos indignados, mas que alegam tratar-se de "um monte de células" perguntaremos: que diferença faz mostrar estas "células mortas" e outras células manipuladas em laboratório e que a televisão frequentemente nos mostra? Se o que mostraremos não é humano, porque se revoltam? Se é humano, porque não havemos de o mostrar ao mundo, como amiúde nos mostram as vítimas dos campos de extermínio nazis - para que a história daquelas monstruosidades não se repita?

Há que mostrar estas imagens, finalmente, por duas grandes razões: primeiro, porque elas nos mostram a Verdade, a verdade mais inconveniente dos tempos que vivemos. E a segunda razão é esta: para que a Verdade nos liberte a todos do maior demónio do nosso tempo; para que os nossos corações de pedra se transformem em corações de carne e, pela via da Justiça, demos finalmente as mãos a toda a Humanidade.

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De acordo com a agenda já oficialmente marcada e confirmada pela RTP, no dia 22 de Outubro, sexta-feira, pelas 19h55, será emitido pela RTP1 um excerto do filme "The silent scream" durante o tempo de antena do PPV. Na RDP - Antena1, a versão radiofónica do mesmo tempo de antena radiofónico irá para o ar pelas 13h55 do dia 25 de Outubro, 2ª feira.

Passe palavra e assista - ao vídeo e à onda contrária que se adivinha. Advertimos as pessoas mais susceptíveis para a parte mais chocante do vídeo, devidamente identificada por um círculo vermelho e antecedida por uma mensagem de advertência.

Dom Beni - os bispos brasileiros que não calam

sábado, 3 de julho de 2010

aborto, lei e factos

por MARIA JOSÉ NOGUEIRA PINTO
in Diário de Notícias 2010-07-01

A nossa prática tem sido a de discutir os efeitos e as consequências dos fenómenos que vão ocorrendo nas sociedades sem qualquer valoração das respectivas causas, que permanecem ocultas ou num limbo. Como é da nossa natureza acreditar que compete ao legislador resolver essas questões. Liberalizar tornou- -se uma palavra de ordem e a invenção de uma agenda fracturante permitiu remeter para a via legislativa problemas incómodos e transformá-los em delirantes bandeiras ideológicas. Uma receita culturalmente manhosa para a dimensão das questões.

Eram já conhecidos indicadores preocupantes no que se refere ao aborto após a aprovação da lei, mas ficámos agora a saber, pela voz do presidente do Conselho Nacional de Ética, que os resultados vão no sentido oposto do que foi propagado pelos que promoveram a liberalização e viabilizaram a lei: 50% das mulheres que fazem aborto faltam à consulta de planeamento familiar obrigatória 15 dias depois; há mulheres que fazem, no Serviço Nacional de Saúde, dois ou três abortos por ano; o número de abortos aumentou de 12 mil para 18 mil em 2008 e para 19 mil em 2009.

São os riscos de legislar num clima de contenda ideológica sobre questões que têm a ver com a vida e a morte, com o respeito e a dignidade, com a responsabilidade individual e colectiva, com princípios básicos de civilização. Este núcleo duro foi e é o âmago da questão e não devia ser varrido por argumentários que parecem ignorar o essencial da condição humana e o valor das vítimas, de todas as vítimas do aborto.

É também um exemplo de má fé legislativa: os adeptos do "sim" sabiam que esta lei não iria resolver nada e, pelo contrário, agravaria a situação. Ninguém com um mínimo de conhecimento da realidade, das causas que estão na origem do aborto, da heterogeneidade das situações, da desigualdade das condições podia, de boa-fé, acreditar na bondade da lei. Aceitaram-se como bons dados forjados, ouviram-se peritos escolhidos à la carte, criou-se um discurso ditatorial, explorou-se a compaixão das pessoas e apagou--se o histórico.

Volto por isso ao ponto onde sempre estive, com as mesmas preocupações que sempre senti e que agora parecem ser partilhadas pelo presidente da Comissão Nacional de Ética. Uma lei que liberaliza, que consagra o aborto a pedido sem necessidade de qualquer justificação, é uma lei que institui a violência pela consagração de medidas desproporcionais e banaliza um acto que, em qualquer circunstância, é sempre de extrema gravidade. Criou-se nesta, como em outras questões éticas, uma cultura desumana assente na exaltação do egoísmo e da irresponsabilidade: da mulher em relação a si própria, em relação a um terceiro cujo direito a nascer é preterido ao menor capricho, em relação à sociedade em geral que não se revê num desmazelo militante cuja factura não quer pagar, em relação aos profissionais de saúde que abraçaram uma vocação assente em valores que estes actos violentam, e que estão na primeira linha de um SNS de recursos escassos e necessidades crescentes.

E, tal como então previmos, confirma-se agora uma perversidade adicional desta lei que funcionou como analgésico das más consciências públicas e privadas quanto às causas do aborto que merecem ponderação: o combate à pobreza das mulheres, a criação de meios efectivos para orientar, informar e criar alternativas, apoios à maternidade, um planeamento familiar eficaz e acessível.

De acordo com o presidente da Comissão Nacional de Ética é preciso coragem para rever aspectos negativos da actual lei. Que coragem e para quê? Para pôr de lado hipocrisias e oportunismos políticos e corrigir uma lei profundamente atingida por equívocos? Ou bastará a pequena coragem do remendo legislativo que dissolva a incomodidade das evidências e devolva a todos uma benévola sonolência?

domingo, 23 de maio de 2010

a população é uma riqueza, não um factor de pobreza

«O extermínio de milhões de nascituros, em nome da luta à pobreza, constitui na realidade a eliminação dos mais pobres dentre os seres humanos.

Contra tal presunção, fala o dado seguinte: enquanto, em 1981, cerca de 40% da população mundial vivia abaixo da linha de pobreza absoluta, hoje tal percentagem aparece substancialmente reduzida a metade, tendo saído da pobreza populações caracterizadas precisamente por um incremento demográfico notável. O dado agora assinalado põe em evidência que existiriam os recursos para se resolver o problema da pobreza, mesmo no caso de um crescimento da população.

E não se há-de esquecer que, desde o fim da segunda guerra mundial até hoje, a população da terra cresceu quatro mil milhões e tal fenómeno diz respeito, em larga medida, a países que surgiram recentemente na cena internacional como novas potências económicas e conheceram um rápido desenvolvimento graças precisamente ao elevado número dos seus habitantes. Além disso, dentre as nações que mais se desenvolveram, aquelas que detêm maiores índices de natalidade gozam de melhores potencialidades de progresso.

Por outras palavras, a população confirma-se como uma riqueza e não como um factor de pobreza.»

excerto da mensagem do Papa Bento XVI, para o Dia Mundial da Paz, 1 de Janeiro de 2009

sábado, 15 de maio de 2010

Bento XVI pela Vida, para a civilização do amor

Exprimo profundo apreço a todas aquelas iniciativas sociais e pastorais que procuram lutar contra os mecanismos sócio-económicos e culturais que levam ao aborto e que têm em vista a defesa da vida e a reconciliação e cura das pessoas feridas pelo drama do aborto.

As iniciativas que visam tutelar os valores essenciais e primários da vida, desde a sua concepção, e da família, fundada sobre o matrimónio indissolúvel de um homem com uma mulher, ajudam a responder a alguns dos mais insidiosos e perigosos desafios que hoje se colocam ao bem comum.

Tais iniciativas constituem, juntamente com muitas outras formas de compromisso, elementos essenciais para a construção da civilização do amor.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Hildebrand sobre a letargia dos nossos Bispos

citando o blogue Jesus-logos



Dietrich von Hildebrand
* declarou em 1973: "Uma das doenças mais terríveis e generalizadas na Igreja de hoje é a letargia dos guardiões da Fé da Igreja.
...

Refiro-me [aqui] a ... numerosos bispos ... que não fazem qualquer uso da sua autoridade quando se trata de intervir contra os teólogos ou padres
heréticos, ou contra blasfémias em actos de adoração pública...
A situação torna-se especialmente revoltante
, quando alguns bispos que mostram esta letargia para com os hereges, assumem uma atitude rigorosamente autoritária para com os fiéis que defendem a pureza da Doutrina da Fé, e que estão, assim, a fazer aquilo que deveriam ser os bispos a fazer por si mesmos! ...

A peçonha dos hereges, sacerdotes e leigos, é tolerada; os bispos dão a sua anuência tácita ao envenenamento dos fiéis.

Mas eles querem, ao mesmo tempo, calar os crentes que assumam a causa da ortodoxia, aquelas exactas pessoas que deveriam, por direito, ser a alegria dos corações dos bispos, a sua consolação, uma fonte de força para superar a sua própria letargia.

Em vez disso, essas pessoas são considerados como perturbadores da paz...

Mas o insulto a Deus, que uma heresia
normalmente encerra, não parece ser para eles um tão grave e irritante acto público de rebelião contra a sua autoridade. "

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* Filósofo D. V. Hildebrand, elogiado por 3 Papas (Bento XVI, João Paulo II, Pio XII), sobre a Negligência Episcopal (cf. vídeo)

terça-feira, 20 de abril de 2010

tu e o meu bolo de chocolate

por Henrique Salles da Fonseca

Quando é que já se viu eu comer um bolo de chocolate e não lamber os dedos? Sim, quando? NUNCA! Era o que faltava eu deixar aqueles bocadinhos de gula desperdiçados num qualquer pano de resguardo de sebências ou afogá-los num frio lavatório e mandá-los pelo cano a baixo como se faz aos abortos. ERA O QUE FALTAVA! Os guardanapos são para limpar cerimónias; os lavatórios para excomungar porcarias. Chocolate não… esse merece lambidela.

Mas diz a Tia Alzira que é feio lamber os dedos. Ah! E eu ralado. Feio é desperdiçar. Isso, sim, é que é muito feio! - Pois fique a Tia sabendo: eu lambo o chocolate dos dedos! E se for uma Bola de Berlim, também lambo o açúcar dos dedos!

- Olha, Caramelo! Tu sabes que o chocolate te faz mal, não sabes? E o Caramelo dá ao rabo porque eu estou a falar com ele. E porque vê o chocolate nos meus dedos e concorda comigo que tal preciosidade não deve ir pelo cano a baixo como alguém fez aos irmãos dele quando nasceram. E esses não eram abortos: eram cãezinhos completos e sãos… Então, sem os adultos verem, deixo a minha mão descair até à altura da boca do Caramelo e logo sinto a língua gulosa a lamber o chocolate…

Mas cão não tem rabo discreto e logo se põe a abanar o apêndice a pedir mais. E os adultos reparam que o Caramelo pede mais porque alguém o iniciou na lambarice. E esse alguém só posso ser eu. E então é a mim que zurzem… Porque isto e porque aquilo!!!, não têm mais nada que fazer do que chatear criança e cão por causa duns restos de chocolate nos dedos de um guloso amigo de um cão tão guloso como o dono dos dedos.

E sabem que mais? O Caramelo dá ao rabo de satisfação e eu não faço isso porque não tenho rabo mas também o faria se o tivesse e fosse cão.

Uma pergunta: como fazem os cães que não têm rabo? Deve ser muito triste. Acho que deve ser como a gargalhada que o mudo não dá.

Lamber os dedos é feio… E fazer abortos e deitar cãezinhos pelo cano a baixo é bonito?

Lisboa, 17 de Março de 2010

quinta-feira, 11 de março de 2010

petição sobre Orçamento de Estado pro Vida

A todos os mais de mil cidadãos e cidadãs que assinaram esta petição (defendendo o fim do pagamento do aborto múltiplo pelo S.N.S.), o nosso muito obrigado. A posição do PPV é conhecida - somos igualmente contra o 1º aborto. Mas deparando-se-nos a oportunidade de reduzir o âmbito da actual lei, apoiados em declarações de directores de serviços de obstetrícia e no relativo consenso da opinião pública no sentido de não se continuar a promover a total irresponsabilidade.

O processo de aprovação do Orçamento para 2010 está muito atrasado e entretanto surgiu também a necessidade de discussão do Pacto de Estabilidade e Crescimento (PEC). Neste momento, já demos conhecimento desta proposta de medida orçamental (com impacto positivo na Vida, mas também no défice) ao Governo, aos diferentes Grupos Parlamentares, ao Sr. Presidente da A.R. e ao Sr. Presidente da República.

Contamos com todos vós para promover junto da sociedade a anuência com esta medida. Pela nossa parte, a Direcção do PPV continuará a insistir na defesa desta e de outras propostas com impacto positivo nas famílias portuguesas, presentemente tão atingidas pelo desemprego e dificuldades económicas de toda a ordem.

E não nos cansaremos de demonstrar o carácter socialmente suicida de variadas medidas legislativas contra a estabilidade da Família, aprovadas por este governo e pela Assembleia da República, ignorando que tem sido a Família a grande e verdadeira reserva de "segurança social" que tem impedido que a crise económica e social no nosso país atinja níveis ainda mais graves.

Atacar a Família, facilitando o divórcio, degradando o casamento ou liberalizando o aborto, não tem outro efeito a prazo senão o de desproteger os cidadãos mais débeis, particularmente a mulher, diante das incertezas da situação económica.

Da mesma forma, pagar abortos repetidos, significa aprofundar o inverno demográfico que já hoje atravessamos e destruir o nosso futuro como Povo.

O PPV defende, ao contrário, uma política orçamental que reconheça o esforço das famílias, das mães que querem ter os seus filhos e que hoje asseguram com sacrifício próprio o futuro de Portugal.

quarta-feira, 10 de março de 2010

DGS - nem caridade nem verdade

De pior memória que a antiga DGS, a nova DGS* não deporta mas dá subsídios à morte de bebés por nascer, do futuro de Portugal.

E também esconde...

- esconde das mães a ecografia do seu filho prestes a ser morto.

- ainda esconde dos cidadãos o número de abortos pagos pelo estado em 2009**...


Desta DGS, nada - nem caridade, nem verdade!


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notas:

* É sintomático que na página oficial da Direcção-Geral de Saúde, a última entrada (last but not least?) seja consagrada à "interrupção da gravidez", mas não exista qualquer referência à necessidade de ajuda (aliás inexistente) aos casais(hetero) que se debatem com problemas de infertilidade. Virão estas ajudas em breve... para a procriação de "casais" homossexuais?

** Em 2009, esta informação - a que todos temos direito - foi divulgada em 14 de Janeiro, quando entregávamos a nossa petição no Parlamento. Em 2010, porém, provavelmente temendo o efeito negativo sobre a consciência pública, vamos já em 10 de Março e nada - está por atender este ponto já explicitamente peticionado à Assembleia da República:

« pronta divulgação dos números oficiais dos abortos "a pedido" (I.V.G.s) praticados em 2009 pelo Serviço Nacional de Saúde - em Hospitais públicos e clínicas privadas que se dedicam à "morte planeada"; »

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recomendamos vivamente a leitura do
post «do Portugal Profundo» questionando mais uma vez a política do aborto, infeliz contraponto ao aborto da Política a que somos forçados a assistir, com o vergonhoso caso «face oculta».