quarta-feira, 24 de novembro de 2010
mil pessoas na missa de exéquias de 17 crianças vítimas do aborto
“Hoje choramos como Raquel pelos seus filhos; choramos ao ver que alguns procuram destruir Jesus nestes seus pequenos irmãos e irmãs" pregou o Bispo Bishop Earl Boyea. “No entanto, não sofremos apenas com a dor de Nosso Senhor, sofremos pelas próprias crianças, cujas vidas foram queridas por Deus, cuja dignidade foi concedida por Deus e cuja missão e destino apenas Deus conhecia”
Fontes:
terça-feira, 27 de abril de 2010
Hildebrand sobre a letargia dos nossos Bispos
citando o blogue Jesus-logosDietrich von Hildebrand* declarou em 1973: "Uma das doenças mais terríveis e generalizadas na Igreja de hoje é a letargia dos guardiões da Fé da Igreja. ...
Refiro-me [aqui] a ... numerosos bispos ... que não fazem qualquer uso da sua autoridade quando se trata de intervir contra os teólogos ou padres heréticos, ou contra blasfémias em actos de adoração pública...
A situação torna-se especialmente revoltante, quando alguns bispos que mostram esta letargia para com os hereges, assumem uma atitude rigorosamente autoritária para com os fiéis que defendem a pureza da Doutrina da Fé, e que estão, assim, a fazer aquilo que deveriam ser os bispos a fazer por si mesmos! ...
A peçonha dos hereges, sacerdotes e leigos, é tolerada; os bispos dão a sua anuência tácita ao envenenamento dos fiéis.
Mas eles querem, ao mesmo tempo, calar os crentes que assumam a causa da ortodoxia, aquelas exactas pessoas que deveriam, por direito, ser a alegria dos corações dos bispos, a sua consolação, uma fonte de força para superar a sua própria letargia.
Em vez disso, essas pessoas são considerados como perturbadores da paz...
Mas o insulto a Deus, que uma heresia normalmente encerra, não parece ser para eles um tão grave e irritante acto público de rebelião contra a sua autoridade. "
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* Filósofo D. V. Hildebrand, elogiado por 3 Papas (Bento XVI, João Paulo II, Pio XII), sobre a Negligência Episcopal (cf. vídeo)
quinta-feira, 26 de março de 2009
Carta aos Bispos portugueses

Ex.cias Rev.mas:
Respeitosas saudações
Após a aprovação, em 19 de Fevereiro passado, do Projecto-lei que “impôe a obrigatoriedade da educação sexual nas escolas”, um grupo já grande de famílias tem feito esforços para fazer chegar à Comissão de Educação e Ciência, que discute esta lei na especialidade, a expressão da sua repugnância por uma lei que vai contra a liberdade de educação, ideológica e religiosa de muitas famílias. Temos ainda tentado alertar a opinião pública através da internet, já que o acesso à comunicação social em assuntos como este nem sempre é bem-vindo (mesmo na que se intitula ‘católica’)!
Todos nós sabemos que os deputados do Parlamento não se atreveriam a passar nenhuma lei deste género (ou do aborto, casamento dos homossexuais, etc) se não estivessem convencidos de que a maioria das pessoas, mesmo católicas, não tem formação moral católica sólida sobre estes assuntos. Sabem que a reacção é quase nenhuma!
Em relação à lei da educação sexual, sabemos de fonte segura, que tem sido um real incómodo para a referida Comissão e para os grupos parlamentares a chegada de um não esperado número de cartas de descontentamento sobre este assunto.
Para nós pais, o problema é grave e é real, já a partir de Setembro, que se aproxima. Não nos passa pela cabeça deixar que os nossos filhos, crianças e jovens, sejam confrontados com aulas de uma verdadeira deseducação sexual, sem moral e sem princípios, que deixará inevitavelmente marcas, e contrária ao esforço que fazemos em casa de uma educação no Amor, integral, voltada para o dom que é a Vida e o dom de Deus mesmo! Educação sexual, sim, dada por nós, com critério, em casa, ou com ajudas que nós elejamos, adaptadas à unicidade de cada criança.
POR tudo isto, pelos nossos filhos, e mais, por todas as crianças de Portugal, PEDIMOS AJUDA!
COMO SE PODERÁ DEIXAR O REBANHO ENTREGUE AOS LOBOS OU AO SEU PRÓPRIO ERRO, que o levará à sua própria infelicidade e destruição (destruição do Amor, destruição de famílias, crime, ...)?
Nesta hora em que, lei após lei, numa precipitação imensa, se formaliza a hostilidade de Portugal
Sabemos que os cristãos não vão a cursos de formação nem a catequeses à noite se lhas propusermos, mas muitos ainda participam na Missa Dominical e ouvem a homilia... Se os cristãos não acreditam nas verdades básicas do seu catecismo, não seria fundamental usar as homilias para os formar, em vez de se dirigirem a voos mais altos, que, sem essas bases, ficam estéreis?
Tomo a liberdade, de seguida, de enviar outro mail aos Senhores Bispos com o material que gostaríamos de fazer chegar aos Párocos e grupos paroquiais, assim como outros artigos de interesse. Com certeza que estamos disponíveis para receber as correcções, sugestões e conselhos que tornem toda esta acção mais eficaz. Pelo triunfo de Cristo e Maria nas nossas famílias e corações!
Sempre grata e com a expressão do meu máximo respeito por V/s Ex.cias Rev.mas,
