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terça-feira, 3 de abril de 2012

PPV - pelos portugueses, pelo futuro de Portugal

Aos cidadãos pro-vida de Portugal,         

(em particular, aos filiados no PS, PSD, CDS e MEP)
Nos últimos tempos, antigos filiados do PSD e do PS, do CDS e do MEP nos têm procurado para com o PPV desenvolver acção em prol de valores comuns, chegando ao ponto da adesão formal. Cada vez mais pessoas sentem que este é o momento de arregaçar as mangas e agir em prol da causa da Vida mas apercebem-se de que a cidadania pro-Vida  se encontra bloqueada no PSD (vd. estratégia aprovada no último congresso) e vexada no CDS, onde acaba de ser chumbada no Conselho Nacional de 30.03.2012 uma proposta de posição comum contra as iniciativas fracturantes do Bloco de Esquerda / ILGA, na sequência da iniciativa da carta, subscrita em Fevereiro por 12 Conselheiros Nacionais.
A demissão da vida política, designadamente por parte dos católicos, não é uma opção, tendo o Vaticano vindo a exortar sucessivamente os fiéis leigos a envolver-se activamente no terreno da política, advertindo-os para os perigos do seu abandono a pessoas sem qualquer respeito por critérios promotores do bem comum e valores constituintes da matriz cristã de Portugal e da Europa.
Sabemos que a opinião pública sobre a militância partidária cai frequentemente numa generalização abusiva em moldes negativos e injustos para quantos tentam intervir construtivamente na Polis. Reconhecemos igualmente que,independentemente da firmeza das suas convicções e valores éticos, apenas uma pequena parte dos cidadãos sente vocação para a acção política directa.  Embora seja teoricamente possível desenvolver fora do enquadramento partidário alguma acção cívica a favor da Causa, a nossa experiência dos últimos anos vem demonstrando que, particularmente desde a criação do PPV em 2009, só a acção organizada e concertada pode atingir o grau de eficácia necessário para atingir os nossos objectivos.
Por isso, lançamos um forte apelo a todos os cidadãos de boa vontade que vêem a dimensão do combate civilizacional que se trava e compreendem a necessidade de uma nova humanização da sociedade portuguesa. No PPV defendemos Valores inegociáveis; não andamos sem rumo nem perdemos tempo com «política de corredor»; norteia-nos e inspira-nos a Doutrina Social da Igreja; elegemos a dignidade da Vida e da Família como pilar da nossa acção política.
Aderir ao PPV significa defender a Vida, a dignidade do homem e da família, promover o bem-comum, defender Portugal.
O PPV tem a porta aberta para todos os que desejam levantar o estandarte da Causa da Vida em Portugal.

Junte-se a nós! Adira ao PPV!

Cidadãos pro-Vida de Portugal, uni-vos!

Portugal pro Vida - Direcção Política Nacional
Guimarães, 31 de Março de 2012

sexta-feira, 3 de junho de 2011

petição online em defesa do património do Hospital de D. Estefânia (LX)


http://www0.rtp.pt/noticias/?t=Campanha-eleitoral-dos-mais-pequenos.rtp&headline=20&visual=9&article=448395&tm=87Para assinar clicar na seguinte ligação:
http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=P2011N10809

Petição 3ª Petição da Plataforma Cívica em Defesa do Património do Hospital de Dona Estefânia e um novo Hospital Pediátrico em Lisboa Para:Exmº Sr. Presidente da Assembleia da República,Exmº Sr Primeiro-Ministro,Exmº Sr Presidente da Assembleia Municipal de Lisboa 3ª PETIÇÃO da Plataforma Cívica em Defesa do Património do Hospital de Dona Estefânia e de um novo Hospital Pediátrico em Lisboa
Exmº Sr. Presidente da Assembleia da República
Exmº Sr Primeiro-Ministro
(eleitos em resultado do escrutínio de 5 de Junho de 2011)
Exmº Sr Presidente da Assembleia Municipal de Lisboa
Os abaixo assinados não concordam com a extinção do hospital pediátrico de Lisboa programada pelo Governo anterior, considerando que essa opção constituiria um grave retrocesso civilizacional com sérias consequências para os cuidados diferenciados às crianças de Lisboa e do País. A confirmar-se a extinção do hospital especializado em doenças das crianças, nomeadamente as de maior gravidade, seria caso único em países civilizados e Lisboa a única Capital a fazê-lo.

[...] (texto completo no sítio da petição acima)

ver video

terça-feira, 31 de maio de 2011

solidariedade com as vítimas...

... do portal das finanças

O PPV acompanha com preocupação a situação criada pelas recentes e aparentemente mal planeadas alterações na articulação via portal do Ministério das Finanças com os Técnicos Oficiais de Contas. A situação criada tem tido repercussões muito negativas até no ambiente familiar destes profissionais, obrigados a tentar aproveitar "horas mortas", em casa, para submeter documentação necessária.

Como regra, o PPV defende que quaisquer alterações a sistemas críticos sejam sempre antecedidas de um processo participado por todos os interessados, precedidas por uma completa distribuição de informação, preparadas por adequado período experimental e, finalmente, introduzidas de modo gradual, sustentado e reversível, na medida em que a emergência de "problemas de escala" pode sempre obrigar a um redimensionamento global da solução.

PPV - Direcção Política

quinta-feira, 26 de maio de 2011

dispensamos os mornos


Por estes dias, o "povo pro vida" tem sido bombardeado com apelos negativos com um destinatário mais ou menos comum - o PS de José Sócrates. Longe de mim defendê-lo, está bem de ver. O problema do "cidadão pro vida" diante do boletim de voto, no entanto, mantém-se. É que da "exclusão de partes" donde só conseguimos retirar o PS, ainda sobram uns 15 ou 16 quadrados onde pode ser legítimo a um bom cristão colocar a "cruzinha". E é disso que se trata agora. Quem quiser falar ou escrever para o "voto cristão em consciência" - não pode ficar-se por um confortável "neste(s) não", há-de ser consequente e comprometer-se com um "naquele(s) sim".


O problema é que, para isso, pode ser levado a reconhecer que não será muito cristão aconselhar um eleitor de Lisboa a votar em Teresa Caeiro - que aprova a Lei da IVG - ou aconselhar um eleitor de Aveiro a votar em Paulo Portas - que no debate do casamento gay se esgueirou para as últimas filas do parlamento... Também não será muito fácil aconselhar um "voto cristão" no PSD-Lisboa de Fernando Nobre que, além de concordar com a lei do aborto, também parece seguir aquela ideia de que "o que hoje é mentira, amanhã já pode ser verdade", no PS-Leiria de... Basílio Horta, já para não falar do PS-Lisboa de Ferro Rodrigues, "el solidário"...


Basta, pois, de indicações vagas, de evasivas, de sugestões. Exige-se coragem, clareza, poder de discernimento a quem se propõe influenciar. (Não é o meu caso, não escrevo para influenciar mas para lutar pelo PPV, para pedir o voto cristão no PPV; estou comprometido "até ao pescoço" no combate o PPV; não invoco qualquer estatuto de independência em abono da minha "opinião"). Não estou aqui para influenciar, mas claramente para pedir o voto dos cristãos que querem deveras acabar - e já! - com o aborto liberalizado em Portugal, e não esperar mais quatro anos, mais 80.000 bebés sacrificados e todo o rasto de irreparável dor que eles deixarão se não os salvarmos... com o nosso voto!


A partir de agora, à laia de quem diz "se querem o nosso voto..." também nós vos dizemos: "se querem a nossa atenção..." então indiquem-nos, justificando, em quem pode, sem contradição, ser depositada a confiança do "voto cristão". Não por acaso, convidámos há vários meses várias "personalidades" para gravar depoimentos nos nossos tempos de antena. "Apenas" o Prof. Daniel Serrão acedeu a dar-nos o seu testemunho, tal como já o dera generosamente em 2009, correndo o risco de, embora independente, ser "conotado" com o PPV. Felizmente, há pessoas tão grandes que não se atrapalham diante de obstáculos tão pequenos...


A terminar, uma palavra à Rádio Renascença, a Emissora Católica Portuguesa. Em relação ao PPV, tem mantido a posição politicamente correcta da equidistância, do tratamento "igual a todos os outros", embora sabendo que em 1975, se cá deste lado os portugueses tivessem adoptado a mesma atitude que tiverem "em relação a todos os outros" órgãos de comunicação social ocupados... ela teria ficado nas mãos do "inimigo". Talvez tenha chegado o momento de separarmos as águas, de conhecermos e reconhecermos (também com o voto, também com a antena) quem assume o combate entre a "civilização da Vida" e a "cultura de morte" no terreno da política, como insistentemente nos pede o Papa Bento XVI. Homenagear o Beato João Paulo II implica escolher um campo e não se ficar como os mornos (Ap 3, 16).

O tempo presente dispensa os mornos*.




* dispensa os mornos e, naturalmente, também as mornas, excepto as de Cabo Verde... sempre bem-vindas, tal como as coladeiras... :-)

sexta-feira, 6 de maio de 2011

participação do PPV à Comissão Nacional de Eleições


Ex.mº Senhor Presidente da Comissão Nacional de Eleições,
Nos últimos dias, depois de uma ronda inicial de entrevistas televisivas com os lideres de cinco partidos já sem representação parlamentar, uma vez que o próprio parlamento foi dissolvido, tem sido anunciado um ciclo de debates entre as mesmas figuras, sem que outros lideres de partidos como o «PPV – Portugal pro Vida» possam também apresentar aos portugueses o seu pensamento e propostas.
Contra esta postura se manifestaram já diversos partidos e também o PPV em cujo nome apresentamos esta participação para a qual, em virtude do assunto, se requer uma análise célere e com efeitos imediatos.
Esperamos confiadamente que a Comissão Nacional de Eleições tome as medidas necessárias ao cumprimento da Lei que, segundo o ponto 1.2 do calendário que a CNE teve a gentileza de nos enviar, escorado nos art.ºs 1º e 2º da Lei 26/99, de 3 de Maio, impõe a todas as Entidades públicas e privadas a «Obrigatoriedade de proporcionar igualdade de oportunidades e de tratamento das candidaturas» desde 07-04-2011 e até 05-06-2011, o que inclui o momento presente.
Requeremos, pois, que a CNE intervenha prontamente no sentido de obrigar à reprogramação deste ciclo de debates televisivos em termos justos, não-discriminatórios, no pleno respeito pelas Leis Eleitorais e da Televisão e, necessariamente, pela Lei Fundamental que é a Constituição da República Portuguesa.
Exigimos igualdade de oportunidades e de tratamento das candidaturas. O julgamento deve ser dos cidadãos portugueses no dia das eleições. Não antes disso. Não pervertido, não subvertido, não manipulado pelas direcções de informação das televisões.

Pelo PPV,
Luís Botelho

post scriptum:
Tendo surgido entretanto a notícia* de que as televisões se propõem realizar um debate com todos os "pequenos" (à "molhada" como em 2009?), deve ter-se presente o seguinte:
1) o debate realizado em 2009 nestes moldes foi um simulacro de "pluralismo" com a jornalista Fátima Campos Ferreira a distribuir o tempo de forma arbitrária e tendenciosa;
2) os debates entre os lideres dos cinco partidos ex-parlamentares observam um princípio de princípio de igualdade, ao não levar em conta o seu peso relativo na composição da A.R. cessante; assim também não há qualquer razão para que esse mesmo princípio de igualdade não se estenda, usando as palavras das televisões, a todos os outros «os sete partidos que concorrem a um número significativo de círculos eleitorais»

* http://www.ionline.pt/conteudo/121340-televisoes-vao-fazer-debates-e-entrevistas-com-partidos-sem-assento-parlamentar

quinta-feira, 3 de março de 2011

Petição pelo direito à vida... dos pequenos partidos

MPT – PCTP-MRPP – PDA – PH – PNR – POUS – PPM – PPV


Inicia-se hoje a campanha pública a favor da democracia representativa em Portugal, contra o estrangulamento financeiro e legal que limita os partidos políticos não representados na Assembleia da República. Os partidos políticos MPT – PCTP-MRPP – PDA – PH – PNR – POUS – PPM – PPV, reunidos numa Plataforma destinada a exigir a revisão da Lei do Financiamento dos Partidos e das Campanhas Eleitorais, dão hoje início ao arranque público de uma Petição dirigida ao Presidente da Assembleia da República acerca do Financiamento dos partidos políticos.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Desburocratizar a Vida

Quantos de nós gastam boa parte do seu tempo com relatórios, mapas, planificações, inquéritos, enfim, a ser controlados por alguém sem tempo, sem compreensão, sem cara para nos vir procurar pessoalmente e saber como vão as coisas?

Tudo isso para quê? Para seguir directamente para o lixo ou ir tudo parar a uma resma de papéis que ninguém lerá (a não ser que ande à procura de algum pretexto para...). Que o verdadeiro controlo nem o Banco de Portugal o faz como devia - é coisa que todos sabemos. Caso contrário nem o BPP nem o BPN teriam andado em roda livre e chegado ao ponto a que chegaram... e ao bolso de todos nós.

Por isso, se não é verdadeiramente para ajudar as coisas a correr melhor, senhores burocratas e complicocratas, dêem-nos a todos um pouco de paz, deixem-nos trabalhar.

E se não nos atrapalharem tanto, até somos capazes de apresentar um pouco mais de produtividade. Aí uns 10 a 15%, tranquilamente - o tempo que hoje nos obrigais a perder com tarefas da treta...

Luís Botelho

sábado, 12 de fevereiro de 2011

mais cidadania

No mesmo dia em que o povo do Egipto conquistava a sua Liberdade, o povo de Portugal volta a tentar reconquistar a sua, exigindo ao poder político...

mais cidadania

Os cidadãos abaixo-assinados dirigem-se à Assembleia da República, enquanto órgão constitucional representativo dos portugueses, considerando que:

- uma verdadeira democracia se constrói mediante a abertura de canais de participação aos cidadãos individualmente ou agregados em grupos e partidos constituidos segundo um conjunto de Valores partilhados;
- a história das sociedades humanas tem demonstrado que a qualidade da democracia tem um forte impacto nos níveis de desenvolvimento dos povos, donde ressalta a importância do investimento na melhoria da legislação reguladora da participação cívica em Portugal e na Europa, em ordem à elevação a prazo dos nossos padrões de desenvolvimento;
- sendo obrigação geral do Estado «reformar e melhorar a legislação» segundo critérios de «bem comum», de sustentabilidade ambiental e social, de respeito pela Declaração Universal dos Direitos Humanos, a crescente consciência global - potenciada pela democratização do acesso à internet – levará os povos a reclamar na rua os direitos sonegados por instituições incapazes de os representar, como prova a onda democrática que tem varrido a Tunísia, o Egipto e outros povos, a sul e a norte do mar Mediterrâneo;

Solicitam que a Assembleia da República legisle no sentido de:
1. limitar o número de mandatos executivos consecutivos a um máximo de dois, à semelhança do que a lei prevê para o cargo do Presidente da República;
2. assumir em definitivo o combate ao binómio corrupção – burocracia, enquanto elementos desmoralizadores da sociedade e bloqueadores do desenvolvimento;
3. ser criada a figura do «provedor do cidadão» ou «observatório da democracia» com a missão de atender, analisar e acompanhar as propostas dos cidadãos no sentido da melhoria da qualidade da democracia portuguesa e europeia, promovendo a reaproximação entre os cidadãos e as instituições;
4. permitir o voto aos jovens a partir dos 16 anos;
5. adoptar o «voto electrónico», permitindo aos cidadãos votar em qualquer concelho, mediante a apresentação do cartão de cidadão;
6. garantir o respeito efectivo dos preceitos de “igualdade de tratamento” das candidaturas pela comunicação social de “serviço público”;
7. obrigar ao depósito junto do Presidente da República dos programas eleitorais em eleições legislativas (nacionais/regionais) para verificação do respectivo cumprimentos pelo governo eleito em vista do “normal funcionamento das instituições”;
8. melhorar a representatividade dos pequenos partidos através de um sistema de recolecção dos votos obtidos dos círculos em que não elegem para os círculos onde possam eleger algum deputado ou, em alternativa, criando um grande círculo eleitoral nacional;
9. garantir a liberdade de organização dos cidadãos em pequenos partidos, com um mínimo de 1000 militantes, aos quais, se não atingirem as condições para obter financiamento público ou dele voluntariamente prescindirem, seja permitido i) um regime contabilístico simplificado, ii) um regime de isenção de IVA semelhante ao dos outros partidos, iii) que a primeira instância de controlo dos órgãos dirigentes seja confiada aos seus filiados reunidos em Assembleia Geral, como em qualquer associação, não ao Tribunal Constitucional, à Entidade de Contas ou à Entidade Reguladora para a Comunicação Social;
10. permitir aos cidadãos apresentar candidaturas individualmente ou em listas sem incorrer em quaisquer custas com certidões (p. ex. certidão de cidadania portuguesa originária, registo criminal, certidão de nascimento, etc.) e correspondência postal – devidamente identificada - para tal efeito trocada com quaisquer entidades públicas, combatendo-se assim a discriminação de base geográfica e assegurando melhor a igualdade de oportunidades;
11. permitir aos cidadãos ver certificada a sua capacidade eleitoral através da simples declaração do número de eleitor, freguesia e concelho, podendo as autoridades administrativas ou judiciais verificá-la através dos meios de consulta - normais e/ou especiais – ao seu dispor, como já sucede com a “certidão electrónica”;
12. garantir o acesso por qualquer cidadão aos relatórios dos auditores e às declarações de prestação de contas de qualquer partido político ou candidatura, incluindo a lista de todos os doadores e montantes doados, permitindo-se assim formar o seu próprio juízo e analisar criticamente os reportes da comunicação social;

Para subscrever esta petição clique nesta ligação ou imprima, preencha e remeta-nos as folhas a seguir.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

QUEREM SILENCIAR O PPV - acorda Portugal


COMUNICADO

Alguém apresentou na ERC - Entidade Reguladora para a Comunicação Social - uma participação contra o PPV. Em causa está uma sequência de cerca de 7 segundos durante o nosso tempo de antena anual, emitido na RTP em 22/10/2010. Excedendo mesmo a prática corrente nos telejornais, que se limitam a uma advertência prévia por parte do locutor - nós fizemos anteceder de uma advertência áudio e vídeo «as imagens reais que se seguem, de fetos abortados em diferentes etapas de gestação, são extremamente chocantes e não devem ser vistas por crianças ou pessoas mais sensíveis». A acusação que nos fazem, enquadrando-a (abusivamente?) no art.º 77 da Lei n. 27/2007 (contra-ordenações muito graves) é punível com coima entre 75.000€ e 375.000€, passível de acumular com uma inibição do Direito de Antena por um período de 3 a 12 meses (1ª sanção), «sem prejuízo de outras sanções previstas na lei», conforme notificação anexa.

É todo o peso da Lei que ameaça abater-se sobre o pequeno e "pobre" PPV (que nem quotas exige). E é, sobretudo, uma clara tentativa de procurar condicionar o modo como nos apresentamos aos portugueses para, com a Verdade, só a Verdade mas Toda a Verdade - defendermos a causa da Vida. Tal como a Wikileaks no plano internacional, também o PPV se bate pela transparência e verdade informativa no plano nacional. E não abdicamos do direito de continuar a desenvolver a nossa acção cívica em total Liberdade! Com caridade na verdade.

A ERC é uma autoridade autónoma e pública, a quem o Estado, pela chamada Lei "Augusto Santos Silva", confiou a regulação do sector da Comunicação Social, dotando-a de um mecanismo de auto-financiamento - no mínimo - questionável. Parece-nos que o facto de a própria ERC cativar 40% das receitas das coimas por si aplicadas (vd n.3 do artº93 da Lei nº 27/2007 de 30.07) pode ferir gravemente a isenção nos seus julgamentos. É, no fundo, a mesma lógica dos mecanismos de incentivo (via "objectivos") dos agentes policiais para a "caça à multa" que recorrentemente reaparecem nos títulos dos jornais.

No passado recente, tanto o PPV como o candidato presidencial pro-Vida Luis Botelho intentaram apresentar participações/reclamações ou pedido audiências e esclarecimentos a entidades públicas tão diversas como a Comissão Nacional de Eleições, o senhor Provedor de Justiça*, o senhor Procurador-Geral da República, o senhor Presidente do Conselho de administração da RTP e até mesmo o senhor Presidente da República. Nunca se obteve qualquer resposta ou notícia de diligências promovidas. Será bom que os cidadãos registem a evidente duplicidade - para não ir mais longe - da eficiência da "máquina trituradora" do Estado quando se trata dos nos defender ou de nos atacar a nós que somos a voz dos que realmente não têm qualquer voz que os defenda, ou câmara de vídeo que mostre o nível da violência letal a que são sujeitos, perante o silêncio de quase todos.

Apelamos a todos os democratas portugueses para que se mantenham atentos ao desenrolar deste caso e a quaisquer novas tentativas para silenciar o PPV, cortando-nos o Direito de Antena ou aplicando-nos coimas injustas e desproporcionadas, por assumirmos de forma consequente o combate político em nome do qual nos constituímos e fomos reconhecidos pelo Tribunal Constitucional em Julho de 2010. Se a ERC passar a deter autoridade para nos determinar outros limites que não os da Lei (que integralmente respeitámos), então a ERC deixará de ser uma simples entidade reguladora para se constituir como um verdadeiro órgão de censura, anti-democrático por definição.

Na sexta-feira, 21 de Janeiro, ao final da manhã apresentar-nos-emos na sede da ERC na Av. 24 de Julho, nº em Lisboa para apresentar a nossa defesa. Convidamos a associar-se a este acto - de cidadania e defesa da Liberdade - todos os verdadeiros democratas, a comunicação social e até algum candidato presidencial com brios de democrata.

Let's hunt some ERC!



Guimarães, 18 de Janeiro de 2011
PPV - Direcção Política Nacional

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Notificação da E.R.C., tendo em anexo a participação do denunciante (Daniel Carvalho ou Daniel Oliveira?)
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Eis o tempo de antena do PPV emitido pela RTP a 22.10.2010.
As imagens da polémica situam-se entre os 4'00" e os 4'07".

Ajuíze por si mesmo...



* que efectivamente nos chegou a responder (foi o único!) no dia 18.01.2011

terça-feira, 6 de julho de 2010

uma candidatura pro-Vida nas presidenciais


Alguns ainda pensam que a Família não é um tema nobre de discussão política... e só falam de défices, orçamentos, índices e "ratings".

Alguns ainda acham que a Vida Humana, da concepção à morte natural, só interessa à política... se convenientemente "arrumada" em categorias etárias: em que umas podem viver e as outras podem descartar-se.

Alguns ainda teimam que «este país não é para os novos»... e empurram muitos jovens portugueses para a emigração, para uma "família adiada" com bolsas, subsídios, recibos verdes e...
desemprego qualificado.


Neste difícil momento histórico, o movimento Portugal pro Vida (PPV) nasceu no norte e tem vindo a conquistar a simpatia de cada vez mais portugueses, que já não confiam na "versão oficial" dos políticos instalados. O PPV, pelo contrário, tem convidado os portugueses a considerar à luz dos Valores da Vida e da Família as verdadeiras causas dos nossos maiores problemas colectivos:

- O inverno demográfico tem vindo a tornar-se um factor determinante da crise instalada: tem de ser encarado e superado com políticas de promoção da Família, não da sua degradação;

- Com o aumento dos dependentes de prestações sociais, a população activa tem cada vez mais dificuldade em sustentar a "Segurança Social": as famílias assumem-se como a verdadeira "Segurança Social" perante o crescente flagelo do desemprego;

- A liberalização do aborto, a degradação do casamento(divórcio unilateral, casamento homossexual) e a deseducação sexual obrigatória nas escolas - são alguns exemplos de
políticas experimentais de reengenharia social, fracturantes e, de certo modo, terroristas, impostas por dirigentes irresponsáveis, indiferentes ao agravamento da situação social;

- O despesismo governamental e a alta-corrupção do Estado continuam a ser pagos com o empobrecimento das famílias;

- Uma visão centralista do Estado e da Sociedade portuguesa continua a drenar as energias demográficas e criativas do interior do país, comprometendo o desenvolvimento das regiões onde ainda há condições para uma maior «qualidade de vida»,
enfraquecendo a Sociedade Civil;

- Uma visão complexada da história portuguesa continua a dificultar as vias de cooperação social e económica com o mundo da lusofonia;


Como é sabido, nos últimos meses, o PPV promoveu uma série de reflexões e consultas tendentes a garantir a presença de uma voz pro-Vida e pro-Família no debate político que se avizinha, com a campanha para a Presidência da República. Porquê?

  1. Porque acreditamos em Portugal
  2. Porque acreditamos na Família
  3. Porque acreditamos nos portugueses

Perante o não avanço de qualquer das personalidades escolhidas pelo "povo pro Vida" em consulta aberta no nosso blogue oficial, a direcção nacional do PPV, em reunião de 29 de Junho, decidiu avançar com uma campanha nacional tendo em vista a candidatura do seu responsável-geral, o Prof. Luís Botelho Ribeiro.

Assim, vimos por este meio convidar todos os cidadãos de boa vontade a que, identificando-se com os nossos Valores, nos ajudem a reunir o mais rapidamente possível as assinaturas necessárias para o efeito, imprimindo e preenchendo a proposta de candidatura. Em cada folha podem inscrever-se até três proponentes da candidatura, cidadãos devidamente recenseados. Pretendemos, deste modo, reduzir gastos e o consumo de papel. Os campos a sombreado devem ser preenchidos pelo próprio punho de cada proponente, podendo os restantes ser preenchidos pela pessoa angariadora.


A seu tempo será apresentado o programa completo da candidatura. Em resumo, eis os principais objectivos da campanha presidencial pro-Vida LuisBotelho2011:

  1. Representar o pensamento e propostas políticas da Doutrina Social da Igreja no debate dos caminhos de futuro para Portugal que estas eleições proporcionam

  2. Defender uma interpretação constitucional plenamente conforme aos sentimentos, valores e anseios mais profundos dos portugueses: dignidade, solidariedade, liberdade.

  3. Dar a todos os que defendem na teoria e na prática os Valores da Vida e da Família uma possibilidade de voto de acordo com a sua consciência

  4. Questionar o modelo de desenvolvimento do nosso país, propondo um sistema mais inclusivo para as novas gerações, para todas as regiões, para as famílias que querem ter filhos mas vêem no Estado mais um obstáculo que um amigo


Para despertar consciências adormecidas,

para conseguir tempo de antena para os nossos Valores e ideias... .. a sua colaboração é importante.

Por favor, imprima duas, cinco ou dez folhas - as que quiser.
Depois de as dar a assinar a familiares, amigos ou colegas, que comunguem desta Causa, por favor envie-nos por correio para a morada no respectivo rodapé.

a Causa da Vida agradece... .. e Portugal engrandece.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

DEFENDA A SUA FAMÍLIA, DEFENDA A SUA CASA

Portugueses,

Hoje, 10 de Junho, é dia de Portugal, dia dos portugueses espalhados por todo o mundo. É o dia de um grande povo, portanto.
Hoje vivemos tempos difíceis. Mas também estas dificuldades do presente serão ultrapassadas se conseguirmos unir-nos.
Unidos, já conseguimos em oito séculos e meio de história vencer crises porventura maiores.

Há hoje um pequeno grupo de dirigentes do nosso país que se aproveita dum certo estado de
anemia cívica para fazer avançar a sua agenda, para proteger os seus interesses que pouco ou nada têm que ver com o superior interesse nacional. De pouco adiantam os nossos legítimos sentimentos de reprovação se não conseguirmos demonstrar que estamos atentos, determinados e organizados para encontrar e apresentar alternativas que valorizem a vida humana em Portugal e defendam a família, condição de continuidade deste grandioso projecto político, cultural e espiritual, sempre renovado a cada geração, chamado PORTUGAL.

É preciso afirmar:

- A quebra da natalidade e o ataque à Família são as principais causas do envelhecimento populacional, do inverno demográfico que enfrentamos e da crise que se instalou no ocidente;

- Com o aumento do numero de dependentes de prestações sociais, a população activa terá cada vez mais dificuldade em arcar com os custos da "Segurança Social";

- As famílias portuguesas são a verdadeira "Segurança Social" perante o crescente flagelo do desemprego;

- A situação social tenderá a agravar-se com as políticas impostas por dirigentes irresponsáveis: liberalização do aborto, degradação do casamento civil (divórcio unilateral, casamento homossexual), deseducação sexual obrigatória nas escolas;

- Pelo PEC, a irresponsabilidade despesista do Estado vai ser paga com o empobrecimento das famílias;

- Uma política centralista continuará a drenar as energias demográficas e criativas do interior do país para as duas metrópoles litorais (caso do spill-over effect, portagens nas SCUT, TGV...)


Se está inconformado e quer ter uma intervenção consequente, afirmando os valores da Vida e da Família, afirmando sem complexos a matriz cristã da Europa e de Portugal, colabore neste campanha singela. Ao longo das próximas semanas, coloque uma bandeira num local de sua casa (ou do carro) bem visível da rua.

Esta bandeira poderá ser impressa a cores (ficheiro anexo), ou - melhor ainda - pintada manualmente em família sobre a base em anexo. Desta forma procuraremos envolver directamente nesta jornada de mobilização cívica e patriótica aqueles mais novos que, dentro de poucos anos, arcarão com as mais duras consequências dos erros de hoje.

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1ª Semana

AFIXAMOS A BANDEIRA DO CONDADO PORTUCALENSE - cruz azul sobre fundo branco.
Esta bandeira representará o princípio fundacional de Portugal, Terra de Santa Maria, alargando-se para sul e mar fora, a partir da primeira capital em Guimarães.

Diante dos perigos dos campos de batalha, os primeiros portugueses não hesitaram em colocar-se sob a protecção da Cruz. Ainda hoje os jogadores da selecção nacional de futebol a ostentam sob o escudo das quinas.

Afirmemos Portugal naquilo que temos de melhor: humanismo cristão, sentido de família, abertura ao outro.

sábado, 24 de abril de 2010

um em cada seis portugueses...


Não diremos - ainda - que um em cada seis portugueses se encontra desempregado.
Infelizmente, é bem pior do que isso!


Na verdade, um sexto
dos portugueses...


.. são 1.775.462 vidas[1] - é muita gente!

... criam um sexto do Produto Interno Bruto - 21.993 milhões de euros ao ano (superior até ao tristemente famoso défice público em 2009, cerca de 15 425 milhões de euros)

... correspondem a 3.306 efectivos das forças armadas, 717 praças, 1.657 sargentos, 918 oficiais superiores, 14 oficiais-generais

.. correspondem a 44.359 alunos no ensino pré-escolar... e 2.947 vagas de professores

... correspondem a 83.098 alunos do 1º ciclo... e 5.871 vagas de professores

... correspondem a 173.011 alunos do 2º, 3º ciclo e nível secundário... e 20.501 vagas de professores

... correspondem a 62.819 alunos no ensino superior... e 5.897 vagas de professores

... representam muito consumo das famílias a animar a economia - 17.078 milhões de euros ao ano (mais de cinco vezes os 3.300 milhões da 1ª fase do novo aeroporto de Alcochete)

... representam muitas pensões de reforma - 570.657 beneficiários deixarão de ser apoiados (ao os apoios diminuirão 17%).


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Na verdade, com quase 20.000 abortos/ano realizados pelo Estado num país onde já não chegam a nascer 100.000 bebés por ano...
lançamos fora um sexto do nosso futuro!

Pode não ser fácil perceber no imediato a extensão do drama humano, social e mesmo económico que estamos a preparar.
Como vai a segurança social aguentar se nada fizermos?
Como irá a economia recuperar com a sociedade a envelhecer, as escolas a esvaziar-se e o estado a viver acima das suas posses?

Que Portugal nos reservam as políticas suicidas de hoje, a um prazo de 10 a 15 anos?

Até quando vai o povo português tolerar isto?

Até quando vai a Igreja contemporizar com isto?
Quando vai a Universidade esclarecer a sociedade sobre isto?
Quando vai o Tribunal Constitucional ler no artº 24 da Constituição... o que lá está?
Que pensam os militares e forças de segurança de tudo isto?

Até quando aceitaremos que, em nome da Democracia de Abril, alguns drenem com proveito próprio as energias colectivas, tão necessárias à construção do nosso Futuro?

Num momento em que o Bloco de Esquerda fala de «estado de final de regime» e, à direita, Marques Mendes questiona publicamente se ainda vivemos em democracia...
também nós temos o «direito à indignação activa» perante a "situação" de um regime político que se mantém no poder à custa da manipulação da comunicação social (caso PT/TVI), à viciação das regras do jogo democrático (Legislativas2009), à delapidação do futuro do país por via do facilitismo demagógico (aborto, degradação do ensino, agenda gay).



Por isso aqui vimos lançar um apelo à sociedade portuguesa:

Precisamos de Cidadãos, de Instituições, de uma Constituição, de Políticos respeitadores da Vida, da Cultura Humanista, do projecto de Felicidade que cada português alimenta no seu coração...
... e que se vai esfumando diante do triste espectáculo da política nacional, do Governo, das empresas públicas, de uma sociedade como que manietada por uma máfia obscura [2].

Precisamos, sobretudo, que o Estado reconheça na letra e na prática alguns valores fundamentais, como a Vida e a Família, e tenha a visão e sabedoria necessárias para, no que ao Estado compete, promover um quadro favorável à felicidade e fecundidade das famílias portuguesas, condição básica para a renovação das gerações, e para a sustentabilidade do capital social secularmente acumulado por este "nobre povo".

Os dados estão lançados - a nossa mensagem já chega até si.
As nossas convicções são fortes: inspiramo-nos na doutrina social da Igreja
e defendemos a mais nobre das causas: a Causa da Vida.

Prescindimos de quaisquer financiamentos particulares:
mas não prescindimos do seu apoio cívico para, juntos,
fazermos ouvir a voz dos que hoje ainda não têm voz própria

Dê-nos mais força.
Junte-se a nós! Escreva-nos. Ajude a criar uma secção local do PPV
Tome parte na Convenção Nacional, dia 8 de Maio em Fátima[4].

pela Vida
pelas Famílias
pelo Futuro

Portugal pro Vida


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notas:


[1] cf. estatísticas Pordata


[2] «vivemos sob o domínio da Máfia», manchete do “Primeiro de Janeiro” de 21.01.2008, sobre o «caso casa Pia» com desenvolvimento na pág.24

[3] Na nossa longa história militar, alguma vez um inimigo nos inflingiu 50.000 baixas? Mas é este o número aproximado de abortos praticados pelo estado português até hoje. E algum inimigo causou a Portugal prejuízos da ordem de um sexto do P.I.B., como os que temos sofrido por clínicas espanholas, responsáveis por cerca de metade abortos já realizados? Vamos ficar de braços cruzados? Até quando vamos tolerar esta carnificina?

[4] mais informações no blogue http://portugalprovida.blogspot.com

domingo, 21 de março de 2010

COMUNICADO PPV - contra-senso no IRS

O Portugal pro Vida tem vindo a convidar os seus filiados e cidadãos em geral a manifestar ao Governo a sua discordância face à persistente desvalorização das políticas pro Família.

Não se compreende que o limite para as despesas de educação a abater ao imposto seja de 720 euros, enquanto para a aquisição de um equip. de "energias renováveis" o limite seja de 796 euros?

Será mais importante ajudar uma família a educar os seus filhos, ou incentivá-la a adquirir painéis solares?


Deploramos a indisponibilidade do Governo para acolher as nossas propostas no sentido de que i) a política fiscal passe a respeitar a "objecção de consciência fiscal" para os cidadãos impedidos de dar a sua colaboração material à política de aborto; e ainda ii) a proposta visando que o S.N.S. deixasse imediatamente de suportar os custos de quaisquer abortos após o primeiro (embora, para nós, nem o primeiro devesse ser pago pelo Estado).


Estando em curso a apresentação de declarações de rendimentos de pessoas singulares pela internet, à semelhança do que temos vindo a fazer, recomendamos algumas entidades amigas da Vida para os nossos amigos que queiram consignar uma parte do valor do seu imposto para organizações cuja actividade respeita e, mais do que isso, concretiza a Caridade cristã:

PONTO DE APOIO A VIDA ASSOCIAÇÃO DE SOLIDARIEDADE SOCIAL - NIPC 504706942
Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome - NIPC 504 335 642
OIKOS COOPERAÇÃO E DESENVOLVIMENTO - nipc 502002859
FUNDAÇÃO D. BOSCO PROJECTO VIDA - NIPC 507389565
BEM ME QUERES - ASSOCIAÇÃO DE APOIO À ADOPÇÃO DE CRIANÇAS - 507705050

D.P.N. - Guimarães, 19 de Março de 2010

quinta-feira, 18 de março de 2010

limpar Portugal no dia 20 de Março


Uma excelente iniciativa de sociedade civil que o «Portugal pro Vida» saúda e ajuda a divulgar, embora a "limpeza" não fique completa sem uma regeneração que passasse também por algumas das mais altas instâncias do Estado.

Yes, we can.

ONTEM E HOJE: Espanha contra a eutanásia na Andaluzia


HOJE
En menos de 24 horas, Javier Arenas ha recibido 11.000 mensajes por email enviados por 11.000 ciudadanos a través de HazteOir.org, para que votase en contra del proyecto de la mal llamada Ley andaluza de Muerte Digna.

Como sabes, este miércoles 17 de marzo se ha votado en el Parlamento andaluz una ley que introduce la sedación terminal a la carta y abre la puerta a la eutanasia en España.

La próxima meta del inexorable programa ideológico de Zapatero es disponer de la vida y la muerte de todos: nacidos y no nacidos.

Es probable que tú hayas sido uno de esos 11.000 ciudadanos que, en menos de un día, han enviado un mensaje al presidente del PP de Andalucía para que votase NO a esta ley contra la dignidad de la vida humana y contra la libertad de conciencia de los profesionales sanitarios.

Hasta hoy, el PP había aceptado sin rechistar toda la ley.

* La había aceptado, enterita y sin enmienda, al pasar por la Comisión correspondiente del Parlamento andaluz.
* La había aceptado, enterita y sin enmienda, en las declaraciones públicas de sus portavoces.

Sin embargo, algo ha cambiado en apenas 24 horas.

* Esta tarde, el PP ha votado en contra de tres artículos: dos de ellos, para que se reconociera el derecho a objetar a las sedaciones a la carta, y uno, para que los comités de ética de los hospitales garantizasen la libertad de conciencia del personal sanitario.

El PP iba a “comerse con patatas” la ley y ha tenido que improvisar un tibio gesto de claridad moral ante la avalancha de 11.000 mensajes que han inundado en menos de 24 horas el buzón de Javier Arenas.

La actitud del PP es una muestra de cómo en esta organización que puede llegar a dirigir el Gobierno de España conviven dos tendencias:

* Una apuesta claramente por defender el derecho a la vida desde la concepción hasta la muerte natural, así como la libertad de conciencia de médicos y enfermeros
* Otra contemporiza con los proyectos de ingeniería social diseñados por el PSOE.

La votación de este miércoles en el Parlamento andaluz nos permite extraer una valiosa lección: los políticos sólo entienden un lenguaje, el lenguaje de la presión sobre el voto.

Algo se mueve (si bien, muy despacio aún) cuando ciudadanos conscientes de su libertad se movilizan.

Ciudadanos activos como tú.

Muchas gracias por tu compromiso con los valores de la dignidad humana.

Ignacio Arsuaga y todo el equipo HO

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ONTEM

Después del aborto, llega el turno de la eutanasia en la inexorable pesadilla de ingeniería social que Zapatero está decidido a infligir al pueblo español, cueste lo que cueste.

El Parlamento andaluz vota este miércoles 17 de marzo, a las 17 horas, a iniciativa del Gobierno autonómico socialista, una ley que introducirá la sedación terminal a la carta y abrirá la puerta a una regulación del suicidio asistido, que es la próxima meta de la ideología de la muerte liderada por el presidente Zapatero.

Pide ahora al Grupo parlamentario Popular en el Parlamento andaluz que vote NO al proyecto de la mal llamada Ley de Muerte Digna.

  • ¿Sabías que, si esta ley andaluza entra en vigor, la familia de un paciente terminal inconsciente (por ejemplo, un anciano) o un médico (por ejemplo, el tenebroso Doctor Muerte) podrán decidir si le administran una dosis letal de sedante para “no prolongar su agonía”?
  • ¿Sabías que, con esta ley, una niña de 16 años tendrá derecho a su propia sedación terminal sin consultar con sus padres?

En la actualidad, la sedación paliativa se aplica sólo en casos de síntomas refractarios a otros tratamientos.

  • Con la nueva ley, desaparecen los límites a la voluntad del paciente o de sus familiares.
  • Con esta ley, médicos y auxiliares sanitarios se convierten en meros funcionarios ejecutores de decisiones arbitrarias sobre la vida de sus pacientes.
  • Con esta ley, llega la muerte a la carta.

Un Gobierno obsesionado con legislar sobre la vida y la muerte es una de las peores amenazas a la libertad individual.

El PP debe plantarse ante este nuevo ataque a la dignidad de la vida humana.

Pídeselo ahora a Javier Arenas, presidente del Grupo Popular en el Parlamento de Andalucía:

http://www.hazteoir.org/node/28883

La votación será este miércoles, dentro de unas pocas horas, y tenemos muy poco tiempo para llevar al Grupo Popular una petición clamorosa para que se posicione inequívocamente en defensa de la dignidad de la vida, la calidad de los cuidados al paciente y la libertad de conciencia del personal sanitario.

Firma, a continuación, tu petición para que el Grupo Popular vote NO a esta nueva ley contra la vida humana:

http://www.hazteoir.org/node/28883

Gracias, como siempre, por tu compromiso activo con la dignidad y la libertad personal.




PARABÉNS ao Ignacio Arsuaga e à equipa HO - Hazte Oir (Faz-te ouvir)

quinta-feira, 11 de março de 2010

petição sobre Orçamento de Estado pro Vida

A todos os mais de mil cidadãos e cidadãs que assinaram esta petição (defendendo o fim do pagamento do aborto múltiplo pelo S.N.S.), o nosso muito obrigado. A posição do PPV é conhecida - somos igualmente contra o 1º aborto. Mas deparando-se-nos a oportunidade de reduzir o âmbito da actual lei, apoiados em declarações de directores de serviços de obstetrícia e no relativo consenso da opinião pública no sentido de não se continuar a promover a total irresponsabilidade.

O processo de aprovação do Orçamento para 2010 está muito atrasado e entretanto surgiu também a necessidade de discussão do Pacto de Estabilidade e Crescimento (PEC). Neste momento, já demos conhecimento desta proposta de medida orçamental (com impacto positivo na Vida, mas também no défice) ao Governo, aos diferentes Grupos Parlamentares, ao Sr. Presidente da A.R. e ao Sr. Presidente da República.

Contamos com todos vós para promover junto da sociedade a anuência com esta medida. Pela nossa parte, a Direcção do PPV continuará a insistir na defesa desta e de outras propostas com impacto positivo nas famílias portuguesas, presentemente tão atingidas pelo desemprego e dificuldades económicas de toda a ordem.

E não nos cansaremos de demonstrar o carácter socialmente suicida de variadas medidas legislativas contra a estabilidade da Família, aprovadas por este governo e pela Assembleia da República, ignorando que tem sido a Família a grande e verdadeira reserva de "segurança social" que tem impedido que a crise económica e social no nosso país atinja níveis ainda mais graves.

Atacar a Família, facilitando o divórcio, degradando o casamento ou liberalizando o aborto, não tem outro efeito a prazo senão o de desproteger os cidadãos mais débeis, particularmente a mulher, diante das incertezas da situação económica.

Da mesma forma, pagar abortos repetidos, significa aprofundar o inverno demográfico que já hoje atravessamos e destruir o nosso futuro como Povo.

O PPV defende, ao contrário, uma política orçamental que reconheça o esforço das famílias, das mães que querem ter os seus filhos e que hoje asseguram com sacrifício próprio o futuro de Portugal.

quarta-feira, 10 de março de 2010

DGS - nem caridade nem verdade

De pior memória que a antiga DGS, a nova DGS* não deporta mas dá subsídios à morte de bebés por nascer, do futuro de Portugal.

E também esconde...

- esconde das mães a ecografia do seu filho prestes a ser morto.

- ainda esconde dos cidadãos o número de abortos pagos pelo estado em 2009**...


Desta DGS, nada - nem caridade, nem verdade!


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notas:

* É sintomático que na página oficial da Direcção-Geral de Saúde, a última entrada (last but not least?) seja consagrada à "interrupção da gravidez", mas não exista qualquer referência à necessidade de ajuda (aliás inexistente) aos casais(hetero) que se debatem com problemas de infertilidade. Virão estas ajudas em breve... para a procriação de "casais" homossexuais?

** Em 2009, esta informação - a que todos temos direito - foi divulgada em 14 de Janeiro, quando entregávamos a nossa petição no Parlamento. Em 2010, porém, provavelmente temendo o efeito negativo sobre a consciência pública, vamos já em 10 de Março e nada - está por atender este ponto já explicitamente peticionado à Assembleia da República:

« pronta divulgação dos números oficiais dos abortos "a pedido" (I.V.G.s) praticados em 2009 pelo Serviço Nacional de Saúde - em Hospitais públicos e clínicas privadas que se dedicam à "morte planeada"; »

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recomendamos vivamente a leitura do
post «do Portugal Profundo» questionando mais uma vez a política do aborto, infeliz contraponto ao aborto da Política a que somos forçados a assistir, com o vergonhoso caso «face oculta».

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

mensagem de apoio à manifestação pelo Casamento, pela Família

Amigos,

Em Guimarães nos fizemos PORTUGAL!
Em Aljubarrota fomos uns PROs outros!
De Sagres nos fizemos ao mar, à VIDA!

em 2004 fomos duzentos e tal mil "mais vida e mais família"
em 2005, fomos oitenta mil a pedir um referendo à procriação medicamente assistida...
em 2007, um milhão e meio disse que não queria o aborto livre
... e, com a sua abstenção, cinco milhões porventura disseram que aquilo nem era pergunta que se fizesse!
em 2009, cinco mil de nós escreveram ao parlamento pedindo a suspensa da iníqua lei...
em 2010 fomos 92.000 a pedir um referendo ao casamento homossexual...

Tudo em vão...
... este parlamento há-de sempre responder-nos «não»!

Nos últimos meses o PPV propôs a centenas de autarquias do nosso país que se pronunciassem contra a Lei do Casamento Homossexual com possibilidade de adopção de crianças e acesso á P.M.A. - muitos concelhos e freguesias aprovaram moções neste sentido, registadas nos
respectivos livros de actas. Perguntamos - podem o governo e a Assembleia da República, depois de terem chumbado o pedido do referendo pelos cidadãos, desprezar também a vontade expressa de tantos órgãos do poder local, tão democraticamente eleitos como eles próprios?

Citando Gabriel, o pensador, perguntamos ainda:
«Até quando a gente vai ficar levando porrada, porrada? Até quando vamos ficar sem fazer nada?»

Acreditamos que a resposta do povo português será: «até dia 20 de Fevereiro de 2010»!

Estamos unidos, aqui e hoje, no preciso dia e lugar em que milhares de cidadãos manifestam o que não deveria ser preciso manifestar: que só de famílias fortes se faz uma sociedade forte e não aceitaremos nunca a degradação do casamento nem a possibilidade de adopção de crianças por
"casais" homossexuais.

Há políticos, hoje, que apostam tudo no fim deste "nobre povo", desta "nação valente"; e que nada mais procuram do que torná-la de "imortal", como a cantámos, em mortal... e morta.

Por isso é tão importante esta manifestação, que o «Portugal pro Vida» convictamente apoia, e que constitui um aviso sério ao Governo, advertindo-o de que o povo não aceitará uma Lei que, além de um violento ataque à estrutura da Família, e porque o programa do PS às legislativas
de 2009 claramente rejeitava o casamento com direito de adopção, constituiria também um grave abuso do mandato eleitoral.

Em Maio, o Santo Padre visitará Portugal.
Queremos convidar todos a subscrever a carta de boas-vindas que a partir da próxima semana será divulgada na internet. Vamos receber o Santo Padre como povo amigo da família!

«não tenhamos medo!» Estamos juntos!

Portugal pro Vida
17 de Fevereiro de 2010

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

comunicado da Direcção Política Nacional

A Direcção Política Nacional do PPV vem declarar publica e oficialmente a quebra da confiança no Sr. Procurador-Geral da República, por indícios graves de incapacidade para assegurar a autonomia do Ministério Público, perante a sucessão de factos por explicar no âmbito do caso Face Oculta.

A confirmar-se a interferência governamental em rádios, jornais e televisões em vésperas das eleições legislativas 2009, a que concorremos, o «Portugal pro Vida» declara-se prejudicado no acesso a um processo eleitoral livre, transparente, justo.

Portugal está a braços com um problema de liberdade de imprensa que deve ser imediatamente enfrentado pelas autoridades competentes, uma vez que está em causa o normal funcionamento das instituições democráticas que deve ser garantido pelo Presidente da República.

11.02.2010, dia do 3º aniversário do 2º referendo ao aborto (como o 1º) não-vinculativo.