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sexta-feira, 3 de junho de 2011

petição online em defesa do património do Hospital de D. Estefânia (LX)


http://www0.rtp.pt/noticias/?t=Campanha-eleitoral-dos-mais-pequenos.rtp&headline=20&visual=9&article=448395&tm=87Para assinar clicar na seguinte ligação:
http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=P2011N10809

Petição 3ª Petição da Plataforma Cívica em Defesa do Património do Hospital de Dona Estefânia e um novo Hospital Pediátrico em Lisboa Para:Exmº Sr. Presidente da Assembleia da República,Exmº Sr Primeiro-Ministro,Exmº Sr Presidente da Assembleia Municipal de Lisboa 3ª PETIÇÃO da Plataforma Cívica em Defesa do Património do Hospital de Dona Estefânia e de um novo Hospital Pediátrico em Lisboa
Exmº Sr. Presidente da Assembleia da República
Exmº Sr Primeiro-Ministro
(eleitos em resultado do escrutínio de 5 de Junho de 2011)
Exmº Sr Presidente da Assembleia Municipal de Lisboa
Os abaixo assinados não concordam com a extinção do hospital pediátrico de Lisboa programada pelo Governo anterior, considerando que essa opção constituiria um grave retrocesso civilizacional com sérias consequências para os cuidados diferenciados às crianças de Lisboa e do País. A confirmar-se a extinção do hospital especializado em doenças das crianças, nomeadamente as de maior gravidade, seria caso único em países civilizados e Lisboa a única Capital a fazê-lo.

[...] (texto completo no sítio da petição acima)

ver video

domingo, 13 de junho de 2010

pelas crianças, tudo


Caros Amigos, cidadãos e cidadãs,

As crianças de Lisboa e do Sul do País não podem ficar sem um Hospital Pediátrico autónomo e tecnologicamente evoluído.

O Ministério da Saúde pretende que as crianças que hoje acorrem ao Hospital de Dona Estefânia passem a ser tratadas num "Hospital Geral de Adultos".

Isto representa um retrocesso técnico, ético e civilizacional sem paralelo no Mundo.

Os Responsáveis do País e de Lisboa devem evitar este erro, exigindo a construção de um novo Hospital para as Crianças de Lisboa e Sul do País, perto do futuro hospital geral de adultos (Hospital de Todos os Santos-Marvila/Chelas), mas totalmente pediátrico, autónomo e servido por profissionais inteiramente dedicados à criança doente, ao contrário do que pretende o Ministério.

Alertamos também para que não se sacrifique o actual espaço do Hospital Dona Estefânia aos interesses imobiliários mas que este se mantenha dedicado à criança e às instituições que a apoiam, conforme o desejo da Rainha fundadora que há 150 anos o doou à Cidade.

Alguns políticos terminarão os mandatos, mas os seus erros continuarão a penalizar as crianças doentes de hoje e das futuras gerações.

Nós, cidadãos, pais, avós, familiares, âmago da sociedade civil, não desistiremos desta causa:
"A defesa intransigente dos superiores interesses da criança"

Plataforma Cívica em Defesa de um Novo Hospital Pediátrico para Lisboa

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

pelo superior interesse das crianças

Alinhar ao centro(identificar cada concelho clicando aqui)

11 DE NOVEMBRO - mapa actual da adesão à campanha nacional de pronunciamento das freguesias e concelhos relativamente à Declaração a favor do «Direito das Crianças a um pai e uma mãe» (após c. de 46.500 emails enviados)

Legenda:
AZUL - mais de 50% das Assembleias aderiram
azul claro - mais adesões do que rejeições (menos de 50%)
VERDE - mais de 50% dos presidentes COMPROMETEU-SE a agendar p/ discussão
verde claro -
maioria prometeu agendar (menos de 50%)
amarelo – cartas deram entrada – nenhuma indicação quanto ao agendamento
VERMELHO - deram entrada da carta mas decidiram não agendar
rosa -
maioria decidiu não agendar (menos de 50%)
PRETO - mais de 50% das Assembleias votaram contra a Declaração
cinzento - maioria votou contra (menos de 50%)
notas:
  • a cor usada no preenchimento de cada concelho identifica o seu estado segundo a legenda acima;
  • os bordos concelhios têm uma coloração indicativa do distrito
  • a atribuição a um concelho de uma cor clara indica o estado de uma maioria de freguesias ainda inferior a 50% do total nesse concelho
  • a atribuição a um concelho de uma cor carregada indica o estado de uma maioria de freguesias já superior a 50% do total no concelho
  • qualquer dúvida na identificação de concelhos pode ser dissipada graficamente no sítio da ANMP

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

casamento homossexual? A voz ao povo!

O Bloco de Esquerda apressou-se a apresentar no Parlamento um projecto de degradação do casamento. E a par de movimentações de «socialistas católicos» no sentido de se realizar um referendo, Francisco Louçã - que no caso do Tratado de Lisboa era a favor de uma aprovação por referendo - pronuncia-se agora contra um referendo alegando que a vontade da maioria poderia esmagar a da minoria. Seria difícil imaginar uma declaração mais anti-democrática. Ficou patente o receio de que, levada ao povo, esta questão viesse a ter um desfecho diferente daquele que estará já a ser «cozinhado» no parlamento.

O nosso dever democrático, portanto, só pode ser o de trabalhar para conseguir que seja ouvida e respeitada a voz e a vontade do povo, expressa por si ou pelos seus representantes mais próximos - os autarcas, recentemente legitimados.

No PPV estamos convictos de que a democracia portuguesa, onde a vox populi se sente dia a dia mais abafada, possui potencialidades ainda não exploradas e ao alcance até de um movimento de cidadãos sem representação parlamentar. Eis, pois, o sentido da interpelação aos cidadãos que, por email e no blogue portugalprovida.blogspot.com, o PPV vem lançando nos últimos dias, apelando em especial ao forte sentido de participação cívica do «povo pro Vida» e pro família.

Conhecemos bem o sentimento de profunda repulsa que aquela proposta do Bloco de Esquerda está a gerar na larga maioria dos portugueses. Contamos com o seu sentido de responsabilidade e de defesa do bem comum para em conjunto encontrarmos formas eficazes e porventura inovadoras de influenciar a decisão política no bom sentido.

E temos de apelar ao sentido patriótico de todas as instituições, ONGs, jornais e blogues que, pela sua orientação e lucidez, percebem que este projecto de Lei visa facilitar o acesso de parelhas homossexuais à adopção de crianças. É agora o tempo propício - não mais tarde – para estas instituições darem o corajoso passo em frente. Não podem abandonar à sua sorte milhões de portugueses que nelas confiam.

Luís Botelho Ribeiro

28-10-2009

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

E você? Conforma-se?





NÃO


...primeiro o «casamento homossexual»
...segue-se a adopção de crianças

e você conforma-se???

Vai chegar a hora, e já se aproxima...
Levantai-vos, vamos!
Se está pelo «SUPERIOR INTERESSE DAS CRIANÇAS» e disposto a fazer alguma coisa, por favor escreva-nos expondo a sua ideia PARA ACÇÃO IMEDIATA!


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Breve história duma tragédia anunciada:

Fevereiro 2006:
O socialista João Cravinho considera que o casamento entre homossexuais deve ser uma prioridade na agenda política. "É urgente e é prioritário, porque se trata de liberdades, direitos e garantias", declarações no programa "Falar Claro" da Rádio Renascença

Setembro 2008:
«Tenho pena que a juventude socialista fale destas coisas ditas fracturantes e que estão na moda e não fale das grandes questões sociais», Manuel Alegre ao TVI24

Janeiro 2009:
«Opus Gay quer casamento primeiro e adopção mais tarde», in Diário IOL, 20.01.2009

Fevereiro 2009:
A Conferência Episcopal Portuguesa pronunciou-se com toda a clareza:

"Em favor do verdadeiro casamento"

Redefinir os conceitos de casamento e família "constituíria fonte de perturbação para adolescentes e jovens, com a sua identidade em estruturação, e enfraqueceria a instituição da família, célula base de todas as sociedades".

"A família, fundada no casamento entre um homem e uma mulher, tem o direito a ver reconhecida a sua identidade única, inconfundível e incomparável, sem misturas nem confusões com outras formas de convivência", lê-se na nota pastoral.

Os bispos criticam também a possibilidade de adopção de crianças por casais do mesmo sexo. Na nota, a Conferência Episcopal Portuguesa diz que "uma lei que permita a adopção de crianças por homossexuais" seria "uma alteração grave das bases antropológicas da família e com ela de toda a sociedade".

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«vai ser seguida a belíssima regra da democracia portuguesa, a qual tem sido a de não confundir filiação religiosa e voto político», Augusto Santos Silva à agência Lusa


Outubro 2009:

Bloco de Esquerda apresenta novo projecto de «casamento homossexual», RTP online, 16.10.2009

PS dispõe-se a aprovar ressalvando (para já) a adopção de crianças enquanto «socialistas católicos consideram "aberrante" o casamento homossexual» e lançam petição pro referendo, RTP online 26.10.2009

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«as organizações da Igreja movimentar-se-ão» para passar a mensagem defendida pelo episcopado português, «não contra ninguém, mas em favor de uma causa», P.e Manuel Morujão - porta-voz da Conf. Episcopal Portuguesa - ao canal TVI24