Eles não desistem de mudar a nossa "percepção" sobre as "famílias arco-íris".
Ninguém se surpreenda se daqui a algumas semanas recomeçar nova campanha de "sensibilização"...
http://familias.ilga-portugal.pt/o-pessoal-e-politico-aparece
[...] projeto fotográfico que pretende dar visibilidade à parentalidade das pessoas LGBT.
[...] mudar o ponto de partida na discussão sobre o superior interesse das crianças e os direitos de parentalidade das pessoas LGBT.
[...] grande visibilidade que gostaríamos que o projeto adquirisse
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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
terça-feira, 9 de novembro de 2010
casais gay podem aceder ao apadrinhamento civil?
Segundo notícia hoje divulgada na rádio, na interpretação do Ministério do Trabalho e Segurança social os casais gay não poderão candidatar-se ao "apadrinhamento civil". Esta possibilidade seria uma variante a figura da adopção para a qual aqui em devido tempo alertámos e conseguimos "incomodar" os representantes de mais de 3 milhões de cidadãos com propostas de moções, bastantes das quais chegaram a ser aprovadas.
No entanto, alguns juristas são de opinião que a letra da lei abre a porta àquela possibilidade, a qual não deixará de ser aproveitada. Por esta via - cientes da força do argumento económico - deixará de haver ocasião para novos processos "Casa Pia" para os pedófilos que continuam à solta. Tudo se passará paredes-adentro e com a concordância comprada de muitos "apadrinhados", explorada sem escrúpulos a fragilidade da sua situação emocional e familiar.
Esquisito é que em alguma imprensa escrita esse dado sensível seja deixado completamente de lado... poe exemplo no JN. Felizmente o diário IOL e outros não deixam escapar este aspecto.
No entanto, alguns juristas são de opinião que a letra da lei abre a porta àquela possibilidade, a qual não deixará de ser aproveitada. Por esta via - cientes da força do argumento económico - deixará de haver ocasião para novos processos "Casa Pia" para os pedófilos que continuam à solta. Tudo se passará paredes-adentro e com a concordância comprada de muitos "apadrinhados", explorada sem escrúpulos a fragilidade da sua situação emocional e familiar.
Esquisito é que em alguma imprensa escrita esse dado sensível seja deixado completamente de lado... poe exemplo no JN. Felizmente o diário IOL e outros não deixam escapar este aspecto.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
direitos fundamentais da União Europeia

Bem podem proclamar aos quatro ventos os tais "direitos fundamentais" da União Europeia.«Artigo 1. o
Dignidade do ser humano
A dignidade do ser humano é inviolável. Deve ser respeitada e protegida.»
... mas o ser humano no ventre da sua mãe pode ter a sua dignidade violada, desrespeitada e desprotegida - até às 10, 12, 14 semanas, conforme o desejo arbitrário do legislador iníquo!
«Artigo 2. o
Direito à vida
1. Todas as pessoas têm direito à vida.»
... mas os já nascidos é que se arrogam o direito de proclamar quem convém ser considerado «pessoa» e quem não convém! São estas as novas «Invansões Bárbaras»!
Também na Constituição da República Portuguesa lemos:
«Artigo 24.
1. A vida humana é inviolável.»
... palavras bonitas, desmentidas pelos horrores da realidade! Há pouco tempo, quando apresentámos na RTP o primeiro tempo de antena em que apenas levantámos a ponta do véu sobre a realidade do aborto provocado, disseram-nos:
- O vosso tempo de antena... aquilo é horrível!
Respondemos qualquer coisa como isto:
- Claro que é. Andamos há anos a dizer exactamente isso.…
----
Ninguém acredita em palavras ocas, em príncipios constitucionais grandiloquentes, mas inconsequentes. O grande défice que enfrentamos é um défice de Valores e de Verdade!
O bebé daquele azulejo, exposto no parque de Belém - Lisboa - frente ao Mosteiro dos Jerónimos, bem pode clamar pelo seu "direito à vida". Na prática, já poucos são os países da Europa em que os bebés vêem respeitado o seu direito absoluto à Vida que receberam no momento da concepção.
É por estas e por outras que a credibilidade dos políticos está como está! E é também por esta falta de credibilidade dos governantes que o nosso crédito externo anda mais baixo do que nunca.
E o povo que os escolheu também vai assumir a sua responsabilidade, querendo ou não, pagando o preço pelas escolhas que fez... inclusivé em referendo!
quinta-feira, 27 de maio de 2010
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Paranhos (Porto) exemplar na solidariedade com os Direitos das Crianças
20.12.2009 - O Presidente de Junta comprometeu-se a agendar e levou a moção a reunião do executivo;
22.12.2009 - O executivo decidiu por unanimidade levar o assunto à Assembleia de Freguesia de Paranhos (Porto), representantiva de mais de 42.000 cidadãos eleitores;

29.12.2009 - A Assembleia de Freguesia aprovou a moção e registou em acta os 11 votos a favor, 3 abstenções e 4 votos contra. Estes (*) que votaram contra o Direito a um Pai e uma Mãe deviam explicar-se a quem neles votou - provavelmente são contra um ou vários pontos da Convenção Internacional sobre os Direitos das Crianças, subscrita por Portugal.
( * se fossem consequentes, deveriam propor aos respectivos partidos na Assembleia da República que apresentassem um projecto de abandono desta convenção por parte de Portugal )

Felicitamos os cidadãos da freguesia de Paranhos, na cidade do Porto, pela coragem e dignidade demonstrada pelos seus autarcas, a começar pelo Presidente de Junta, o Sr. Dr. Alberto A. Guedes Machado.
Enquanto outros se enredam em cálculos de "oportunidade política" ou em estudos de "legitimidade jurídica" de uma moção autárquica, os autarcas de Paranhos acolhem, discutem e votam democraticamente as questões que lhes são colocadas pelos cidadãos. Dão-lhes resposta em tempo útil, como se exige, e assim dignificam a função política que, em genuína proximidade com os seus eleitores, exercem.
Esperamos que, em face dos crescentes sinais de que o Governo se prepara para incluir a adopção de crianças na legislação do casamento homossexual, também as Assembleias Municipais de Lisboa e do Porto discutam e se pronunciem a favor ou contra a moção:
Toda a criança tem desde o nascimento o direito a ser criada e educada
por um pai e uma mãe, sempre que possível os seus pais biológicos.
22.12.2009 - O executivo decidiu por unanimidade levar o assunto à Assembleia de Freguesia de Paranhos (Porto), representantiva de mais de 42.000 cidadãos eleitores;
29.12.2009 - A Assembleia de Freguesia aprovou a moção e registou em acta os 11 votos a favor, 3 abstenções e 4 votos contra. Estes (*) que votaram contra o Direito a um Pai e uma Mãe deviam explicar-se a quem neles votou - provavelmente são contra um ou vários pontos da Convenção Internacional sobre os Direitos das Crianças, subscrita por Portugal.
( * se fossem consequentes, deveriam propor aos respectivos partidos na Assembleia da República que apresentassem um projecto de abandono desta convenção por parte de Portugal )

Felicitamos os cidadãos da freguesia de Paranhos, na cidade do Porto, pela coragem e dignidade demonstrada pelos seus autarcas, a começar pelo Presidente de Junta, o Sr. Dr. Alberto A. Guedes Machado.
Enquanto outros se enredam em cálculos de "oportunidade política" ou em estudos de "legitimidade jurídica" de uma moção autárquica, os autarcas de Paranhos acolhem, discutem e votam democraticamente as questões que lhes são colocadas pelos cidadãos. Dão-lhes resposta em tempo útil, como se exige, e assim dignificam a função política que, em genuína proximidade com os seus eleitores, exercem.
Esperamos que, em face dos crescentes sinais de que o Governo se prepara para incluir a adopção de crianças na legislação do casamento homossexual, também as Assembleias Municipais de Lisboa e do Porto discutam e se pronunciem a favor ou contra a moção:
Toda a criança tem desde o nascimento o direito a ser criada e educada
por um pai e uma mãe, sempre que possível os seus pais biológicos.
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
pronunciamento local pelos Direitos das Crianças

concelhos de Portugal no sítio da ANMP
Últimas adesões comunicadas à plataforma:
Assembleias Municipais:
Lisboa, Cascais, Penafiel, Paredes, Porto, Guimarães, Braga, Alenquer, Sintra, Barreiro, Oeiras, Moita, Loures, Faro, Vila Real, Funchal, Ferreira do Zêzere, Ponta Delgada, Ovar, .............................. 2.417.163 cidadãos representados
Assembleias de Freguesia:
ALENQUER - AbrigadaTOTAL............. 3.045.681 cidadãos
ANADIA - Mogofores
BARREIRO - Alto do Seixalinho
CASCAIS - Alcabideche, Carcavelos, S. Domingos de Rana
ESPOSENDE - Mar
GONDOMAR - Rio Tinto
GUIMARÃES- Oliveira do Castelo, São Paio, São Sebastião, São Torcato,
Creixomil, Fermentões
FARO - Sé
GUARDA - Vila Fernando, S. Miguel de Jarmelo, Sé, S. Vicente
LISBOA - Alto do Pina, S. João de Deus, S. João de Brito, Santa Isabel, S. Domingos
de Benfica
LOURES - S. António dos Cavaleiros
MOITA - Baixa da Banheira
OEIRAS - Oeiras e S. Julião da Barra, Paço de Arcos
OVAR - Válega
PAREDES - Castelões de Cepeda, Duas Igrejas, Lordelo, Sobrosa, Rebordosa, Gandra
PENAFIEL - Penafiel
PONTA DELGADA - S. Pedro, Fajã de Baixo
PONTE DE LIMA - Anais
PORTO - Campanhã, Paranhos
SANTO TIRSO - Vila das Aves
SINTRA - S. Martinho,
VILA FRANCA DE XIRA - Alverca
VILA NOVA DE FAMALICÃO - Riba de Ave, Joane
VILA NOVA DE GAIA - Mafamude
VILA REAL - Nossa Senhora da Conceição
VISEU - São José
........................... 628.518 cidadãos representados
--------------------------------------------
Pode-se adaptar o exemplo de moção a favor dos direitos das crianças aqui disponível.
--------------------------------------------
Ao blogue Do Portugal Profundo, pelo posicionamento fundamentado e colaboração na divulgação desta acção - enquanto muitos outros se calam - aqui fica o nosso Muito Obrigado!
(particularmente interessante a acesa discussão na caixa de comentários)
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
A 'coisificação' da criança
por Maria José Nogueira Pinto
(artigo publicado no DN, 12.11.2009)
No recente estudo de opinião efectuado pela Eurosondagem, 45,5% dos inquiridos concordam com o casamento homossexual, contra 49,5%, que se opõem. Contudo, à pergunta "E com a adopção por casais homossexuais?", o resultado do "não" (68,4%) mais que triplica o do "sim" (21,8%).
Um número significativo dos inquiridos - embora não maioritário - concorda que a união de duas pessoas do mesmo sexo possa ser integrada na categoria de um casamento civil, porque, julgam eles, o contrário significaria uma discriminação. Não têm tempo, paciência ou liberdade de espírito para pegar na questão e pô-la no seu lugar certo, nem que seja por um mero exercício intelectual: não há discriminação quando se trata diferentemente o que é diferente, nem o que é diferente passa a ser igual através da alteração de alguns artigos do Código Civil. A única consequência será destituir de qualquer sentido o casamento civil, que, ao perder os seus pressupostos e objectivos, fica reduzido a um contrato subtraído à liberdade contratual das partes, por uma inexplicável ingerência do Estado. Porque se duas pessoas do mesmo sexo se podem casar não há razão para proibir o casamento a termo certo (5, 10, 20 anos) ou o casamento poligâmico (um homem e três mulheres, uma mulher e dois homens). Fazia mais sentido a devolução deste contrato às partes, hetero ou homossexuais, permitindo que cada um estabelecesse livremente o modelo da sua união.
Quanto à segunda pergunta, isto é, se concorda ou não que casais homossexuais adoptem crianças, quase metade dos que antes diziam "sim" ao casamento dizem, agora, "não" à adopção. É que enquanto o casamento só envolve os próprios, a adopção implica terceiros, crianças que não têm capacidade de exprimir a sua vontade e, por isso, precisam de quem as represente. Ora, sendo ao Estado que compete esta função, e sendo o Estado, ele próprio, o legislador, na prática as crianças ficam sem representante que defenda o seus superiores interesses. Aqui a situação complica-se e, à cautela, quem antes dizia sim passa a dizer não.
A ausência de debate permitiu que uns ocultem, e muitos desconheçam, um inexorável nexo de causalidade: o casamento dos homossexuais acarretará, automaticamente, o direito a adoptarem. Também aqui, basta um mero exercício intelectual. De facto, assentando a iniciativa legislativa no princípio da igualdade, uma vez esta estabelecida por lei, não poderá manter-se uma capitis diminutio em nome da diferença. Porque é ela - a diferença - que cria dúvidas quanto à adopção, dúvidas que terão de ser engolidas após a aprovação da lei sob pena de se estar a consagrar casamentos de primeira e casamentos de segunda, ao arrepio de todo o discurso oficial e, julgo mesmo - agora sim -, da Constituição.
É esta a verdadeira questão. Não estamos perante um mero exercício intelectual, nem no âmbito restrito da contenda política. É mais grave, é mais sério. As crianças adoptáveis são crianças privadas, por diversos motivos, dos seus pais biológicos. Vêm de famílias tão ausentes que se tornaram inexistentes e são entregues à tutela do Estado, a quem compete providenciar um novo projecto de vida que passa pela realização do direito de cada criança a ter um pai e uma mãe adoptivos, na falta dos biológicos. A tarefa é enorme e só quem nunca lidou com estas crianças, os seus percursos, as dúvidas e angústias na construção de um novo destino assente no respeito absoluto pelo melhor interesse de cada uma delas, pensa que uma promessa eleitoral transformada em lei pelo Parlamento, sem um maior escrutínio da sociedade, pode varrer todos os valores e princípios que enformam o sistema de protecção dos menores.
Esta lei pode ser a consagração da "coisificação" das crianças, a sua utilização como uma coisa, um adorno de uma mera simbologia. Uma irresponsabilidade atroz para a qual ninguém recebeu mandato.
(artigo publicado no DN, 12.11.2009)
No recente estudo de opinião efectuado pela Eurosondagem, 45,5% dos inquiridos concordam com o casamento homossexual, contra 49,5%, que se opõem. Contudo, à pergunta "E com a adopção por casais homossexuais?", o resultado do "não" (68,4%) mais que triplica o do "sim" (21,8%).
Um número significativo dos inquiridos - embora não maioritário - concorda que a união de duas pessoas do mesmo sexo possa ser integrada na categoria de um casamento civil, porque, julgam eles, o contrário significaria uma discriminação. Não têm tempo, paciência ou liberdade de espírito para pegar na questão e pô-la no seu lugar certo, nem que seja por um mero exercício intelectual: não há discriminação quando se trata diferentemente o que é diferente, nem o que é diferente passa a ser igual através da alteração de alguns artigos do Código Civil. A única consequência será destituir de qualquer sentido o casamento civil, que, ao perder os seus pressupostos e objectivos, fica reduzido a um contrato subtraído à liberdade contratual das partes, por uma inexplicável ingerência do Estado. Porque se duas pessoas do mesmo sexo se podem casar não há razão para proibir o casamento a termo certo (5, 10, 20 anos) ou o casamento poligâmico (um homem e três mulheres, uma mulher e dois homens). Fazia mais sentido a devolução deste contrato às partes, hetero ou homossexuais, permitindo que cada um estabelecesse livremente o modelo da sua união.
Quanto à segunda pergunta, isto é, se concorda ou não que casais homossexuais adoptem crianças, quase metade dos que antes diziam "sim" ao casamento dizem, agora, "não" à adopção. É que enquanto o casamento só envolve os próprios, a adopção implica terceiros, crianças que não têm capacidade de exprimir a sua vontade e, por isso, precisam de quem as represente. Ora, sendo ao Estado que compete esta função, e sendo o Estado, ele próprio, o legislador, na prática as crianças ficam sem representante que defenda o seus superiores interesses. Aqui a situação complica-se e, à cautela, quem antes dizia sim passa a dizer não.
A ausência de debate permitiu que uns ocultem, e muitos desconheçam, um inexorável nexo de causalidade: o casamento dos homossexuais acarretará, automaticamente, o direito a adoptarem. Também aqui, basta um mero exercício intelectual. De facto, assentando a iniciativa legislativa no princípio da igualdade, uma vez esta estabelecida por lei, não poderá manter-se uma capitis diminutio em nome da diferença. Porque é ela - a diferença - que cria dúvidas quanto à adopção, dúvidas que terão de ser engolidas após a aprovação da lei sob pena de se estar a consagrar casamentos de primeira e casamentos de segunda, ao arrepio de todo o discurso oficial e, julgo mesmo - agora sim -, da Constituição.
É esta a verdadeira questão. Não estamos perante um mero exercício intelectual, nem no âmbito restrito da contenda política. É mais grave, é mais sério. As crianças adoptáveis são crianças privadas, por diversos motivos, dos seus pais biológicos. Vêm de famílias tão ausentes que se tornaram inexistentes e são entregues à tutela do Estado, a quem compete providenciar um novo projecto de vida que passa pela realização do direito de cada criança a ter um pai e uma mãe adoptivos, na falta dos biológicos. A tarefa é enorme e só quem nunca lidou com estas crianças, os seus percursos, as dúvidas e angústias na construção de um novo destino assente no respeito absoluto pelo melhor interesse de cada uma delas, pensa que uma promessa eleitoral transformada em lei pelo Parlamento, sem um maior escrutínio da sociedade, pode varrer todos os valores e princípios que enformam o sistema de protecção dos menores.
Esta lei pode ser a consagração da "coisificação" das crianças, a sua utilização como uma coisa, um adorno de uma mera simbologia. Uma irresponsabilidade atroz para a qual ninguém recebeu mandato.
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
dois milhões...
sem agências de comunicação a fabricar "factos políticos"...
com os jornais nacionais distraídos...
com o "lobby gay" à perna...
Quer as cúpulas queiram, quer não queiram...
... o povo vai falar!
Convidamos todos os cidadãos a informar-se da data e hora da sua Assembleia de Freguesia e Assembleia Municipal. Embora não podendo intervir, poderá ser interessante assistir e verificar as diferenças entre o discurso das cúpulas dos actuais partidos portugueses... e as suas bases, os elementos mais próximos do Povo.
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com os jornais nacionais distraídos...
com o "lobby gay" à perna...
Quer as cúpulas queiram, quer não queiram...
... o povo vai falar!
Convidamos todos os cidadãos a informar-se da data e hora da sua Assembleia de Freguesia e Assembleia Municipal. Embora não podendo intervir, poderá ser interessante assistir e verificar as diferenças entre o discurso das cúpulas dos actuais partidos portugueses... e as suas bases, os elementos mais próximos do Povo.
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COMUNICADO
Ao contrário do Governo que pretende legalizar o casamento homossexual sobre um fundo de silêncio...
.. nós tornamos o silêncio ensurdecedor. Já estamos a dar voz a 2.033.830 cidadãos!
Já lançámos a discussão nas Assembleias Municipais de Lisboa, Cascais, Penafiel, Paredes, Porto, Guimarães, Braga, Alenquer, Sintra, Barreiro, Oeiras, convidando os respectivos autarcas a lançar agendar o assunto sempre oportuno dos Direitos das Crianças.
E o «silêncio ensurdecedor» vai chegar também às freguesias de Mogofores ANADIA, Guimarães (Oliveira do Castelo) GUIMARÃES, Guimarães (São Paio) GUIMARÃES, Guimarães (São Sebastião) GUIMARÃES, São Torcato GUIMARÃES, Alto do Pina LISBOA, Rio Tinto GONDOMAR, Castelões de Cepeda PAREDES, Duas Igrejas PAREDES, Lordelo PAREDES, Sobrosa PAREDES, Penafiel PENAFIEL,Mafamude VILA NOVA DE GAIA, Anais PONTE DE LIMA, Viseu (São José) VISEU, S. Domingos de Rana CASCAIS, Rebordosa PAREDES, Riba de Ave FAMALICÃO, Vila das Aves SANTO TIRSO, Joane FAMALICÃO, Campanhã PORTO, Creixomil GUIMARÃES, Fermentões GUIMARÃES, S. Martinho SINTRA, Oeiras e S. Julião da Barra, OEIRAS, S. João de Deus LISBOA, Alto do Seixalinho BARREIRO, ...
.. e a cada dia mais freguesias e concelhos aderem!
Lisboa 25.11.2009
Plataforma Nacional pelos Direitos das Crianças
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