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segunda-feira, 19 de julho de 2010

contra a obrigatoriedade da Educação Sexual


Mais uma vez a sociedade civil se manifesta contra a imposição da E.S. nas escolas segundo o modelo dos "profetas" do movimento internacionalista a favor do aborto, eutanásia e eugenia.

Assim, recomendamos a todos os nossos amigos - se ainda o não fizeram - a assinatura da nova petição a favor da liberdade educativa, a favor dos Direitos das Famílias, clicando aqui.

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Vale a pena ler o artigo de opinião do Prof. João César das Neves, sobre o mesmo assunto (clicar aqui).

terça-feira, 19 de maio de 2009

com a Educação Sexual obrigatória como será?

Professora acusada por abuso sexual de menores

Braga: docente da EB 2/3 André Soares terá induzido três alunos à prática de actos sexuais. Julgamento a 8 de Junho.

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E o caso do dia...

Professora suspensa por conversas sobre orgias sexuais

Provavelmente, uma vez aprovada a legislação proposta pelo PS aquilo que hoje é a excepção tenderia a tornar-se... regra.

Quem pode, pois, acusá-los de dissimulação quando confessadamente pretendem «acabar com os tabus»?...

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Firme posição do Externato Penafirme sobre projecto PS de Educ. Sexual

TOMADA DE POSIÇÃO INSTITUCIONAL SOBRE O PROJECTO DE LEI Nº. 660/X

Sendo o Externato de Penafirme uma escola que, desde sempre, tem vindo a ter como uma das suas principais preocupações e como um dos grandes objectivos da sua acção pedagógica a educação sexual dos seus alunos, está consciente de que tem autoridade moral para, em relação ao Projecto de Lei Nº. 660/X, tecer as considerações que se seguem.

1 – “Fundamentação, contextualização, enquadramento da educação sexual em meio escolar”:

  • O Externato de Penafirme reconhece que “a realidade em matéria de educação sexual nas escolas portuguesas é (…) ainda insatisfatória” e, como mostra a sua acção educativa neste campo, é dever da escola, em consonância e articulação com as famílias, proporcionar às crianças, adolescentes e jovens uma adequada educação sexual no contexto de uma educação integral. Neste sentido, e em princípio, não contesta a existência de uma Lei que regule o âmbito da educação sexual em meio escolar.

  • É, no entanto, seu dever chamar a atenção para algumas lacunas e contestar, sobretudo, alguns aspectos gravosos de que enferma o Projecto de Lei Nº. 660/X, em discussão na Assembleia da República:

  1. os motivos, as finalidades e os conteúdos curriculares explicitados no documento carecem de uma fundamentação e de uma hierarquização sólidas e coerentes, pois não enquadram suficientemente a educação sexual no âmbito de uma educação integral da pessoa humana. Note-se que só nos artigos 4º. e 5º. há referências tímidas, superficiais e genéricas, e numa perspectiva meramente teórica (ao nível da compreensão), à dimensão ética da pessoa humana. Em nosso entender, pelo contrário, deve ser à luz das dimensões antropológica, axiológica e ética que a educação sexual (como, aliás, toda a educação) encontrará os seus fundamentos, a sua contextualização, o seu enquadramento e a sua realização efectiva e consequente.

  1. no documento em apreço, a educação sexual aparece integrada no âmbito da educação para a saúde. É pouco. É redutor. O âmbito da educação sexual é muito mais vasto, muito mais abrangente e muito mais profundo do que o da educação para a saúde, por mais importante que esta seja. Pertence à dimensão fundamental do que é ser homem e ser mulher, na integralidade da respectiva diferenciação e complementaridade.

  1. É, no mínimo, estranho que, no documento, se opte por uma ordenação temporal de desenvolvimento de alguns conteúdos curriculares que denota falta de rigor científico e pedagógico, o que não será inócuo na dimensão educativa fundamental, nomeadamente no referente às suas consequências, quer no entendimento da sexualidade humana por parte das crianças e jovens quer nas opções éticas e comportamentais que a mesma necessariamente comporta. Por exemplo: preconiza-se a informação sobre meios contraceptivos antes da abordagem pedagógica das fontes, evolução, ciclos, estruturas e outros factores determinantes da fertilidade biológica dos seres humanos. Para já não falar dos aspectos psicológicos envolvidos.

2 – “Dia da Educação Sexual”

Sendo a educação sexual uma componente importante, a par de outras componentes também importantes, de uma educação integral, não faz qualquer sentido destacá-la através de um dia que lhe seja especialmente dedicado em cada ano lectivo. Procedendo desse modo, seria então lógico que se dedicasse também um dia a cada uma das outras componentes relevantes da educação. Cabe mesmo perguntar, o que exige resposta clara e objectiva, o que está na origem duma celebração especial e que fins se pretende alcançar com o evento celebrativo.

3 – “Gabinete de Informação e Apoio”

  1. Será legítimo transformar a escola numa espécie de extensão das unidades de saúde apenas em função da componente da educação para a saúde do âmbito vastíssimo da educação sexual?

Nenhuma escola deverá ser obrigada a arcar com uma responsabilidade deste teor, o qual está muito afastado da sua natureza, identidade, função e missão, para além de, para tal, não estar minimamente habilitada científica e tecnicamente.

  1. A missão de qualquer escola, pelo menos a da escola que se edificou a partir das raízes da nossa milenar civilização europeia, é a de transmitir às novas gerações saberes e técnicas adquiridos, propor valores humanísticos e culturais consolidados, abrir-lhes horizontes de criatividade e progresso científico, tecnológico e cultural, educá-las segundo princípios de natureza antropológica e ética capazes de contribuir para a edificação de um ser humano adulto livre, responsável e socialmente participativo.

  1. Por outro lado, não é legítimo (na nossa opinião, será, mesmo, inconstitucional) obrigar uma escola, ainda que a mesma tenha Contrato de Associação com o Estado, a violar princípios antropológicos e valores éticos em que se fundamenta o seu Ideário/Projecto Educativo. Por isso, é inaceitável, porque viola a nossa consciência e a nossa identidade de educadores, que constroem a sua acção educativa na base de um projecto educativo fundamentado numa antropologia de raízes profundas e horizontes amplos (que se exprime numa atmosfera educativa de exigência axiológico-ética), cumprir o disposto no ponto 7 do artigo 10º. do Projecto de Lei: “distribuição gratuita de métodos contraceptivos não sujeitos a prescrição médica, existentes nas unidades de saúde”.

  1. Proposta: Em vez de se criar mais um “Gabinete de Informação e Apoio”, exclusivamente para “informação e apoio no âmbito da educação para a saúde e educação sexual”, por que não integrar estas vertentes educativas com outras já existentes ou que se considerem necessárias criar, aproveitando as estruturas actuantes na maioria das escolas, de que os Gabinetes de Psicologia são um bom exemplo, recorrendo para tal à colaboração, interna ou externa, de profissionais com formações diversificadas? Evitar-se-ia, desse modo, isolar a educação para a saúde e a educação sexual de outras componentes mais abrangentes e mais integradoras.

Do nosso ponto de vista, um «Gabinete» com estas e outras valências, com amplas componentes pluridisciplinares (no vasto campo das chamadas «educação para…») e com capacidade de articulação interdisciplinar, deixando a cada escola a decisão de realizar, ou não, a integração transdisciplinar de acordo com o respectivo Ideário/Projecto Educativo, e em consonância com as famílias e os vários profissionais de educação que exercem a sua actividade em cada uma das escolas, contribuiria decisivamente, de modo complementar para a educação integral das nossas crianças e jovens, isto é, para a única educação digna do nome.

Póvoa de Penafirme, 31 de Março de 2009

Externato de Penafirme,

O Director

A Direcção Pedagógica

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Comunicado - Educação Sexual obrigatória nas escolas? Não.

COMUNICADO

Hoje, 14 de Abril, após forte pressão de muitos cidadãos e movimentos - entre os quais o P.P.V. - teve lugar na Assembleia da República uma AUDIÇÃO PÚBLICA sobre os projectos do PS e PCP visando IMPOR a (des) Educação Sexual (E.S.) nas escolas mais info aqui

Sobre este importante tema, o PPV torna pública a seguinte posição:

1. “Educação Sexual” não deve ser apenas uma “Educação para a Saúde”, da mesma forma que o próprio conceito de Sexualidade não está limitado ao âmbito da Saúde. A Educação Sexual deve inserir-se no desenvolvimento global da pessoa, visto que “a sexualidade é um dos núcleos estruturantes e essenciais da personalidade humana, que não se reduz a alguns momentos e comportamentos, mas é, pelo contrário, um complexo que se integra no pleno e global desenvolvimento da pessoa” (1). Assim, há-de incluir componentes de informação científica e formação valorativa com dimensão ética;

2. A forma mais segura de educar os adolescentes e os jovens para uma saudável integração da sexualidade é ajudá-los a descobrir a sua identidade de homem ou mulher, que se diferenciam sexualmente e se complementam numa relação de amor. Só assim os adolescentes e jovens desenvolverão, com autenticidade, a “autonomia”, a “participação” e a "responsabilização" (2).

3. O papel da Escola e do Estado, como prevê a Constituição Portuguesa e a Declaração Universal dos Direitos Humanos, é subsidiário em relação às Famílias (3); assim, qualquer iniciativa legislativa neste domínio há-de reger-se pelo princípio do Pluralismo e garantir aos pais os seus direitos de Liberdade Educativa. Não procedendo assim, o poder político estará a impor a sua ideologia, cultura ou conceitos, àqueles que em consciência os rejeitam;

4. A Liberdade Educativa compreende, para o PORTUGAL PRO VIDA, três componentes:

I. Liberdade PARA AS ESCOLAS - i) Liberdade para cada escola pública, com os pais, definir o seu programa de Educação Sexual (autonomia pedagógica relativamente ao Governo em matéria de E.S. ) e ii) Liberdade para cada Instituição de Ensino Particular ou Cooperativo definir o seu projecto educativo próprio para a área da Educação Sexual

II. Liberdade PARA AS FAMÍLIAS - Liberdade para cada Família (pais e filhos solidariamente) decidir em que módulos/aulas os seus filhos deverão participar ou não, sem penalização na avaliação final; (as aulas rejeitadas poderão ser substituídos por horas de estudo acompanhado);

III. Liberdade PARA OS PROFESSORES, permitindo-lhes
, mediante justificação escrita, abster-se de dar quaisquer módulos de E.S. estranhos à sua formação científica ou atentatórios da sua consciência moral;

Comissão Instaladora Nacional do PPV
Guimarães, 13 de Abril de 2009


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Referências:
(1) Conf. Episcopal Portugesa, "Nota sobre A Educação da Sexualidade, 2.",
CEP 2005
(2) Parecer da Comissão Episcopal da Educação Cristã, Novembro 2005

(3) «Não há direitos das crianças garantidos sem garantir os direitos dos pais», declaração de Jerónimo de Sousa, líder do PCP, na "Associação Pomba da Paz" em Loures, cit. no JN de 1.04.2009, pág.9

quinta-feira, 26 de março de 2009

Carta aos Bispos portugueses


Ex.cias Rev.mas:

Respeitosas saudações em Jesus e Maria!

Após a aprovação, em 19 de Fevereiro passado, do Projecto-lei que “impôe a obrigatoriedade da educação sexual nas escolas”, um grupo já grande de famílias tem feito esforços para fazer chegar à Comissão de Educação e Ciência, que discute esta lei na especialidade, a expressão da sua repugnância por uma lei que vai contra a liberdade de educação, ideológica e religiosa de muitas famílias. Temos ainda tentado alertar a opinião pública através da internet, já que o acesso à comunicação social em assuntos como este nem sempre é bem-vindo (mesmo na que se intitula ‘católica’)!

Todos nós sabemos que os deputados do Parlamento não se atreveriam a passar nenhuma lei deste género (ou do aborto, casamento dos homossexuais, etc) se não estivessem convencidos de que a maioria das pessoas, mesmo católicas, não tem formação moral católica sólida sobre estes assuntos. Sabem que a reacção é quase nenhuma!

Em relação à lei da educação sexual, sabemos de fonte segura, que tem sido um real incómodo para a referida Comissão e para os grupos parlamentares a chegada de um não esperado número de cartas de descontentamento sobre este assunto.

Para nós pais, o problema é grave e é real, já a partir de Setembro, que se aproxima. Não nos passa pela cabeça deixar que os nossos filhos, crianças e jovens, sejam confrontados com aulas de uma verdadeira deseducação sexual, sem moral e sem princípios, que deixará inevitavelmente marcas, e contrária ao esforço que fazemos em casa de uma educação no Amor, integral, voltada para o dom que é a Vida e o dom de Deus mesmo! Educação sexual, sim, dada por nós, com critério, em casa, ou com ajudas que nós elejamos, adaptadas à unicidade de cada criança.

POR tudo isto, pelos nossos filhos, e mais, por todas as crianças de Portugal, PEDIMOS AJUDA!

COMO SE PODERÁ DEIXAR O REBANHO ENTREGUE AOS LOBOS OU AO SEU PRÓPRIO ERRO, que o levará à sua própria infelicidade e destruição (destruição do Amor, destruição de famílias, crime, ...)?


Senhores Bispos, não há mal que não traga a oportunidade do bem! Neste momento em que tantos leigos se empenham em iniciativas de cidadãos, em iniciativas de oração, e até em iniciativas políticas, PODERIAM OS SENHORES BISPOS AJUDAR-NOS A CHEGAR A TODO O REBANHO, através das Paróquias e dos grupos das paróquias?

Nesta hora em que, lei após lei, numa precipitação imensa, se formaliza a hostilidade de Portugal a Deus, que poderá a Igreja fazer de importante, que não seja actuar aqui e agora numa Evangelização real sobre estes problemas actuais??????????

Sabemos que os cristãos não vão a cursos de formação nem a catequeses à noite se lhas propusermos, mas muitos ainda participam na Missa Dominical e ouvem a homilia... Se os cristãos não acreditam nas verdades básicas do seu catecismo, não seria fundamental usar as homilias para os formar, em vez de se dirigirem a voos mais altos, que, sem essas bases, ficam estéreis?

Tomo a liberdade, de seguida, de enviar outro mail aos Senhores Bispos com o material que gostaríamos de fazer chegar aos Párocos e grupos paroquiais, assim como outros artigos de interesse. Com certeza que estamos disponíveis para receber as correcções, sugestões e conselhos que tornem toda esta acção mais eficaz. Pelo triunfo de Cristo e Maria nas nossas famílias e corações!

Sempre grata e com a expressão do meu máximo respeito por V/s Ex.cias Rev.mas,

Fernanda Mesquita Guimarães Mendes