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terça-feira, 13 de maio de 2014
sábado, 10 de maio de 2014
quarta-feira, 30 de abril de 2014
Entrevista do cabeça de lista do Portugal pro Vida, Dr. Acácio Valente na TSF.
Conheça as nossas ideias e propostas para as eleições ao Parlamento Europeu e terá uma bela surpresa.
Apenas 7'30"
3836534
O Dr. Acácio Valente poderá ser contactado directamente através do Tm. 918 619 967
http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=
Conheça as nossas ideias e propostas para as eleições ao Parlamento Europeu e terá uma bela surpresa.
Apenas 7'30"
3836534
O Dr. Acácio Valente poderá ser contactado directamente através do Tm. 918 619 967
http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=
quarta-feira, 18 de maio de 2011
o que dizem de nós
in Sic-Notícias (cit. LUSA)
Em entrevista à Lusa a propósito das eleições legislativas de 05 de junho, Luís Botelho Ribeiro explicou que o PPV perfilha a Doutrina Social da Igreja e que na ação política não irá "diabolizar" ninguém.
O líder do PPV lembrou que "Cristo veio salvar todos" e independentemente das "opções tomadas" qualquer pessoa tem até "à hora da morte a possibilidade de redenção, até José Sócrates".
Concorrendo em 12 círculos eleitorais, o PPV quer ter representação parlamentar, manifestando-se disponível para viabilizar um governo que defenda os "valores da vida e da família".
Durante a campanha eleitoral, o partido quer mostrar que as suas preocupações vão além da sua oposição à lei da interrupção voluntária da gravidez e do casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Entre as ideias defendidas está a reforma de Justiça, o reconhecimento das famílias como "instância de segurança social", ao constituírem uma rede de apoio principalmente para os desempregados.
"A ação do governo pode ser feita através da desoneração", argumentou Botelho Ribeiro, recordando que a redução da Taxa Social única e a redução da contribuição social têm sido discussões da pré-campanha.
Para o PPV, as famílias que têm filhos não podem ser os "primeiros alvos a abater numa politica social", com o líder a recordar o corte do abono, diminuição das bolsas de estudo e o agravamento das propinas.
"E sem se proceder à reforma do Ensino Superior", criticou.
Ouvir "o país real" e recuperar os laços com os países lusófonos são outras das propostas sublinhadas.
Nas últimas eleições legislativas o PPV recolheu cerca de 8.500 votos.
Em 2009, o partido apresentou candidatos em quase todo o país, mas por "dificuldades legais" a lista em Lisboa não foi aceite, o que se "refletiu no resultado".
O orçamento desceu dois mil euros entre as duas eleições. Este ano, o PPV tem "dois mil euros virtuais", uma vez que terão de se contabilizar tempos de antena, mesmo quando estes são feitos por colaboradores que trabalham sem receber.
Pins 'artesanais' feitos com uma fita azul, a presença "bastante forte" na Internet e a pressão de colocar pessoas com dificuldades ou desempregadas nas mesas de voto, para poderem ser pagas, são algumas das ações do PPV para "dar o exemplo".
Os cabeça de lista do partido também foram convidados a prescindir dos 30 dias de dispensa dos seus trabalhos a que têm direito por lei, por estarem envolvidos na campanha eleitoral.
PL.
Lusa/fim
Partido [ Portugal ] Pró Vida disponível para viabilizar maioria governativa
Lisboa, 17 mai (Lusa) -- O presidente do Partido Pró Vida (PPV) está disponível para viabilizar uma maioria governativa que respeite os "valores da vida e da família" e defende que todos "têm possibilidade de redenção, até José Sócrates".
Lisboa, 17 mai (Lusa) -- O presidente do Partido Pró Vida (PPV) está disponível para viabilizar uma maioria governativa que respeite os "valores da vida e da família" e defende que todos "têm possibilidade de redenção, até José Sócrates".
Em entrevista à Lusa a propósito das eleições legislativas de 05 de junho, Luís Botelho Ribeiro explicou que o PPV perfilha a Doutrina Social da Igreja e que na ação política não irá "diabolizar" ninguém.
O líder do PPV lembrou que "Cristo veio salvar todos" e independentemente das "opções tomadas" qualquer pessoa tem até "à hora da morte a possibilidade de redenção, até José Sócrates".
Concorrendo em 12 círculos eleitorais, o PPV quer ter representação parlamentar, manifestando-se disponível para viabilizar um governo que defenda os "valores da vida e da família".
Durante a campanha eleitoral, o partido quer mostrar que as suas preocupações vão além da sua oposição à lei da interrupção voluntária da gravidez e do casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Entre as ideias defendidas está a reforma de Justiça, o reconhecimento das famílias como "instância de segurança social", ao constituírem uma rede de apoio principalmente para os desempregados.
"A ação do governo pode ser feita através da desoneração", argumentou Botelho Ribeiro, recordando que a redução da Taxa Social única e a redução da contribuição social têm sido discussões da pré-campanha.
Para o PPV, as famílias que têm filhos não podem ser os "primeiros alvos a abater numa politica social", com o líder a recordar o corte do abono, diminuição das bolsas de estudo e o agravamento das propinas.
"E sem se proceder à reforma do Ensino Superior", criticou.
Ouvir "o país real" e recuperar os laços com os países lusófonos são outras das propostas sublinhadas.
Nas últimas eleições legislativas o PPV recolheu cerca de 8.500 votos.
Em 2009, o partido apresentou candidatos em quase todo o país, mas por "dificuldades legais" a lista em Lisboa não foi aceite, o que se "refletiu no resultado".
O orçamento desceu dois mil euros entre as duas eleições. Este ano, o PPV tem "dois mil euros virtuais", uma vez que terão de se contabilizar tempos de antena, mesmo quando estes são feitos por colaboradores que trabalham sem receber.
Pins 'artesanais' feitos com uma fita azul, a presença "bastante forte" na Internet e a pressão de colocar pessoas com dificuldades ou desempregadas nas mesas de voto, para poderem ser pagas, são algumas das ações do PPV para "dar o exemplo".
Os cabeça de lista do partido também foram convidados a prescindir dos 30 dias de dispensa dos seus trabalhos a que têm direito por lei, por estarem envolvidos na campanha eleitoral.
PL.
Lusa/fim
domingo, 24 de abril de 2011
comunicado PPV - situação nacional e legislativas
COMUNICADO
O movimento «Portugal pro Vida» realizou no dia 16 de Abril a sua 5ª Convenção Nacional da qual, em vésperas de eleições legislativas intercalares, resulta a seguinte declaração política:
- O PPV manifesta a sua preocupação com a situação presente do nosso país, com impactos muito graves na vida dos cidadãos, das famílias e das empresas; estamos empenhados em contribuir para a ultrapassagem das actuaius dificuldades com políticas realistas que se coloquem ao lado das famílias, respeitando valores fundamentais e históricos do povo português;
- Independentemente das ajudas externas cuja negociação decorre e que deverão exigir duros sacrifícios a todos os portugueses, o PPV considera que é necessário mudar de vida e de liderança política no nosso país, uma vez que seria um grande risco colocar os «lobos o guardar o rebanho», confiando a gestão dos financiamentos obtidos por empréstimo aos mesmos governantes que já demonstaram, no passado recente, o seu “novo-riquismo” e total incapacidade para gerir com probidade e rigor os recursos públicos;
- A reforma do Estado Português deve começar pela Justiça, abolindo de imediato todo o rol de leis iníquas já aprovadas, deve passar por uma política social assente numa verdadeira aliança entre o Estado e as Famílias, e culminar numa re-orientação estratégica, económica e política de Portugal para as suas dimensões simultaneamente mais antigas e sustentáveis: terra, mar, lusofonia
- O PPV irá concorrer sozinho às próximas eleições legislativas, pugnando pelos valores inegociáveis da Vida e da Família, traduzidos em propostas concretas de promoção do Bem Comum em Portugal; e apresentará o seu responsável-geral como cabeça de lista por Lisboa;
- A rede nacional de simpatizantes do PPV será mobilizada para a apresentação de listas, tanto quanto possível, de iniciativa distrital, em coordenação com a Direcção Nacional de modo a maximizar os tempos de antena de rádio e televisão, oportunidades de excelência para a promoção da nossa Causa junto dos cidadãos - o movimento de cidadania para a Democracia Directa será convidado a colaborar na constituição da lista pelo círculo de Leiria;
- O PPV congratula-se com a adopção por outras forças partidárias, embora invocando a crise, da nossa postura de princípio a favor de uma campanha «low-cost», independentemente do financiamento público;
- O PPV espera que a Comunicação Social, designadamente a televisão, cumpra com abertura, isenção e pluralismo a sua função de informar correctamente os portugueses sobre as opções em debate no confronto que se avizinha e se pretende minimamente democrático
Direcção Política Nacional
Lisboa, 19 de Abril de 2011
+ info: 967.014.648
agenda PPV
24.04 - Lisboa
25.04 - Guimarães
26.04 - Lisboa / Porto / Braga
sexta-feira, 4 de março de 2011
Convocatória - Convenção Nacional do PPV para eleger nova Direcção
De acordo com o nº 1 do artigo 9 dos estatutos do partido Portugal pro Vida, após demissão da Direcção Política Nacional, convoco todos os membros para a realização de eleições da futura Direcção durante a Convenção Nacional a ter lugar em Fátima, no "Solar da Marta", no dia 16 de Abril de 2011, pelas 15h00.
Se à hora marcada não existir um quorum mínimo (metade mais um), a Assembleia terá início meia hora mais tarde com qualquer número de presentes. Após uma breve apresentação do programa da lista ou listas concorrentes, proceder-se-á à eleição por voto secreto.
Serão admitidas a votação quaisquer listas de 10 filiados, 5 efectivos mais 5 suplentes conforme prescreve o art.º 22. As listas deverão ser apresentadas até 3 dias antes das eleições, isto é, até ao dia 13 de Abril.
A apresentação pode fazer-se das seguintes formas:
1. por email para o endereço electrónico jcareias@med.up.pt, com conhecimento aos restantes elementos da mesa:
Carlos Varandas (carlosfnv@iol.pt) e Andreia de Jesus (andreia.jesus3712@gmail.com).
2. por via postal para o endereço seguinte:
Prof. José Carlos Areias
Rua Helena Vieira da Silva 374 E7/ -1d
4450 - 590 Leça da Palmeira
Porto, 4 de Março de 2011
O Presidente da Mesa da Convenção Nacional,
José Carlos Areias
> * Artigo 9.º
> 1. Em caso de vacatura da maioria dos membros de cada órgão, depois de
> esgotados os respectivos suplentes, deverão realizar-se eleições para o
> preenchimento das vagas verificadas no prazo máximo de um mês e a posse
> deverá ter lugar nos 30 dias subsequentes à eleição.
> 2. O termo do mandato dos membros eleitos nas condições do número anterior
> coincidirá com o dos inicialmente eleitos.
Se à hora marcada não existir um quorum mínimo (metade mais um), a Assembleia terá início meia hora mais tarde com qualquer número de presentes. Após uma breve apresentação do programa da lista ou listas concorrentes, proceder-se-á à eleição por voto secreto.
Serão admitidas a votação quaisquer listas de 10 filiados, 5 efectivos mais 5 suplentes conforme prescreve o art.º 22. As listas deverão ser apresentadas até 3 dias antes das eleições, isto é, até ao dia 13 de Abril.
A apresentação pode fazer-se das seguintes formas:
1. por email para o endereço electrónico jcareias@med.up.pt, com conhecimento aos restantes elementos da mesa:
Carlos Varandas (carlosfnv@iol.pt) e Andreia de Jesus (andreia.jesus3712@gmail.com).
2. por via postal para o endereço seguinte:
Prof. José Carlos Areias
Rua Helena Vieira da Silva 374 E7/ -1d
4450 - 590 Leça da Palmeira
Porto, 4 de Março de 2011
O Presidente da Mesa da Convenção Nacional,
José Carlos Areias
> * Artigo 9.º
> 1. Em caso de vacatura da maioria dos membros de cada órgão, depois de
> esgotados os respectivos suplentes, deverão realizar-se eleições para o
> preenchimento das vagas verificadas no prazo máximo de um mês e a posse
> deverá ter lugar nos 30 dias subsequentes à eleição.
> 2. O termo do mandato dos membros eleitos nas condições do número anterior
> coincidirá com o dos inicialmente eleitos.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
sábado, 24 de julho de 2010
pluralismo informativo e democracia
Ex.mº Senhor Presidente da Comissão Nacional de Eleições,
Pelo PPV, quero acusar e agradecer a recepção da V/ comunicação com ref. CNE/SAIDA/04494 de 20.07 e o posterior telefonema de alerta para a mesma. Encontro-me em Benguela - Angola até meados de Agosto e, por isso mesmo, com algumas limitações na consulta da documentação pedida, respeitante ao «programa de campanha» e plano de comunicação com a imprensa. Mesmo assim, responderei ao pedido, uma vez que tudo foi sendo publicado no nosso sítio/blogue e encontra-se disponível para consulta pelos vossos serviços, interessados, ao que percebi, em averiguar a correcta aplicação da Lei que exige «igualdade de tratamento» das diferentes candidaturas. Ainda assim, tentarei nos próximos dias reunir e enviar-lhes alguma da informação pedida.
Não obstante, gostaria de reiterar aqui a nossa posição sobre o ambiente informativo na Lei e "no terreno":
1. A igualdade de tratamento deve ser uma preocupação permanente da Democracia, e não estar confinada aos períodos de campanha eleitoral. Este princípio não colide de modo nenhum com os critérios de interesse jornalístico, em nosso entender. A Lei deve estabelecer um tratamento mínimo ao longo do ano e não sujeitar os jornalistas a "inventar iniciativas" quando os partidos as não tomam, ou não tenham o mínimo "interesse público".
2. Durante a pré-campanha eleitoral, tomámos diversas iniciativas de que sempre informámos previamente toda a comunicação social* - e não obtiveram qualquer cobertura noticiosa televisiva - com destaque para uma jornada Braga-Lisboa em bicicleta, ao longo de 6 dias do mês de Agosto. E até a grande aposta da SIC «Gato Fedorento esmiuça os sufrágios», com um escopo claramente político, nos discriminou, não agradecendo sequer o seguinte soneto que lhes remeti:
a velha politica portuguesa esmiuçada... já fede
fedia o analista português,
mormente em se tratando de política,
e alguém teve visão apocalíptica:
"mandou-lhe" à pinha c'um gato maltês
... ou não. Mas fedorento era... eram três
... ou quatro duma raça analítica
... ou esmiúcica, de linha jesuítica
... ou laica, e na idade dos porquês.
O certo é que chamaram à chacota
A nata da Maçada, um presidente...
(Mau grado, enfim, os ares já de cota)
A pontos que «igualdade (de) tratamento»
Cá nesta democrácia defunta...
É ser chamado aos «gato fedorento»!
Em rigor, porém, a falta de um agradecimento não chegaria a ser descriminação - é "apenas" falta de educação.
3. Publicámos em 7 de Julho no nosso blogue** uma síntese da nossa posição em relação ao jornalismo televisivo. Aí expressamos a nossa incompreensão perante a diferença de tratamento em relação a outros partidos recentemente criados... mas em Lisboa. E manifestámos também a nossa estranheza pela não transmissão de uma reportagem efectivamente gravada pela RTP no dia 22 de Abril no Parlamento. O assunto era tão polémico que a relatora da comissão que o analisou, a deputada Helena Terra do PS, no seu relatório sobre nós escreveu que acusámos, afrontámos e ofendemos o Parlamento. E mesmo assim - ou talvez por causa disso - a televisão pública que gravou a peça entendeu afinal não a transmitir. Não convinha...
4. Durante a campanha eleitoral, a nossa maior queixa visa precisamente uma decisão - em nosso entender - injusta da CNE. No dia 16 de Setembro a CNE impediu a transmissão do primeiro tempo de antena do PPV na TVI por alegadamente o termos entregue naquela estação umas 22 horas antes de ir para o ar, e não exactamente as 24horas que previa o "regulamento". Esta atitude da CNE, que não esqueceremos, mereceu e merece ainda o nosso mais veemente protesto. Escudando-se numa interpretação literal de um regulamento cujo espírito é exactamente o de procurar garantir que as diferentes candidaturas podem emitir a sua mensagem política nas melhores condições, e estando garantido que a TVI tinha todas as condições e mais algumas para mandar para o ar o referido "tempo de antena" do PPV, a sua proibição por parte da CNE minou de forma muito grave a nossa confiança na isenção desta Comissão. Também manifestámos a nossa discordância com o critério seguido pela CNE na escolha dos tempos a cortar quando vimos recusada a nossa lista em Lisboa. E mantemos.
5. Além disso, os portugueses não compreendem que os «tempos de antena» televisivos tenham passado para o período de "antes do telejornal" com a anuência da C.N.E. Esta comissão investe fortemente no apelo ao voto, com anúncios em autocarros, no metro, em jornais, revistas e televisões mas depois não zela tão diligentemente como podia, para que os portugueses, que supostamente quer que vão votar, sejam pelos partidos convenientemente informados das respectivas propostas... É o que se depreende de ter aceite que os tempos com manifesto conteúdo político sejam "atirados" para um horário com menor audiência, depois de nos primeiros anos da democracia, os portugueses se terem habituado a ver os tempos de antena, ao fim do jantar após o "telejornal".
6. Conforme tem sido amplamente noticiado, o chamado caso «PT / TVI» encerra talvez a maior e mais bem-sucedida operação organizada de manipulação da informação no "Portugal dito democrático". Com o afastamento consumado de Manuela Moura Guedes do «Jornal de Sexta» e de José Eduardo Moniz das funções de Direcção até então desempenhadas, a sanidade do ambiente televisivo em que decorreram as eleições legislativas ficou, no nosso entender, gravemente ferida. Perante uma manipulação de uma tal dimensão, parece-nos que resultará completamente absurdo um relatório com minudências sobre os segundos consagrados ao partido A ou B, mas que acabe por deixar em claro, para memória futura, uma operação montada por homens de mão do Secretário-Geral do Partido Socialista, que resultou na mudança de linha editorial da estação televisiva líder de audiência, particularmente do seu «Jornal de Sexta». Prove-se ou não a existência de ordem directa de José Sócrates, qualquer dúvida ficará desvanecida pela simples enunciação do clássico «quid prodest?»
7. A partir deste momento, adicionaremos o endereço cne@cne.pt (ou outro que entretanto nos indicarem) à nossa lista de contactos de imprensa garantindo assim que qualquer dos nossos comunicados e informação será convenientemente recebido no vosso Observatório do Pluralismo Informativo ao mesmo tempo que nos jornais, rádios, blogues e televisões do país. Assim podereis fazer o vosso trabalho e nós o nosso, o qual, face às naturais limitações organizativas, não contempla por ora a elaboração e execução de um «plano de campanha» nem, infelizmente, um registo exaustivo das acções e contactos estabelecidos.
Atentamente,
Luís Botelho Ribeiro
* anexamos lista dos nossos contactos email junto da imprensa.
** cf. http://portugalprovida.blogspot.com/2009/07/as-televisoes.html
nota: teor da posição do PPV actualizado a 26.07.2010
Pelo PPV, quero acusar e agradecer a recepção da V/ comunicação com ref. CNE/SAIDA/04494 de 20.07 e o posterior telefonema de alerta para a mesma. Encontro-me em Benguela - Angola até meados de Agosto e, por isso mesmo, com algumas limitações na consulta da documentação pedida, respeitante ao «programa de campanha» e plano de comunicação com a imprensa. Mesmo assim, responderei ao pedido, uma vez que tudo foi sendo publicado no nosso sítio/blogue e encontra-se disponível para consulta pelos vossos serviços, interessados, ao que percebi, em averiguar a correcta aplicação da Lei que exige «igualdade de tratamento» das diferentes candidaturas. Ainda assim, tentarei nos próximos dias reunir e enviar-lhes alguma da informação pedida.
Não obstante, gostaria de reiterar aqui a nossa posição sobre o ambiente informativo na Lei e "no terreno":
1. A igualdade de tratamento deve ser uma preocupação permanente da Democracia, e não estar confinada aos períodos de campanha eleitoral. Este princípio não colide de modo nenhum com os critérios de interesse jornalístico, em nosso entender. A Lei deve estabelecer um tratamento mínimo ao longo do ano e não sujeitar os jornalistas a "inventar iniciativas" quando os partidos as não tomam, ou não tenham o mínimo "interesse público".
2. Durante a pré-campanha eleitoral, tomámos diversas iniciativas de que sempre informámos previamente toda a comunicação social* - e não obtiveram qualquer cobertura noticiosa televisiva - com destaque para uma jornada Braga-Lisboa em bicicleta, ao longo de 6 dias do mês de Agosto. E até a grande aposta da SIC «Gato Fedorento esmiuça os sufrágios», com um escopo claramente político, nos discriminou, não agradecendo sequer o seguinte soneto que lhes remeti:
a velha politica portuguesa esmiuçada... já fede
fedia o analista português,
mormente em se tratando de política,
e alguém teve visão apocalíptica:
"mandou-lhe" à pinha c'um gato maltês
... ou não. Mas fedorento era... eram três
... ou quatro duma raça analítica
... ou esmiúcica, de linha jesuítica
... ou laica, e na idade dos porquês.
O certo é que chamaram à chacota
A nata da Maçada, um presidente...
(Mau grado, enfim, os ares já de cota)
A pontos que «igualdade (de) tratamento»
Cá nesta democrácia defunta...
É ser chamado aos «gato fedorento»!
Em rigor, porém, a falta de um agradecimento não chegaria a ser descriminação - é "apenas" falta de educação.
3. Publicámos em 7 de Julho no nosso blogue** uma síntese da nossa posição em relação ao jornalismo televisivo. Aí expressamos a nossa incompreensão perante a diferença de tratamento em relação a outros partidos recentemente criados... mas em Lisboa. E manifestámos também a nossa estranheza pela não transmissão de uma reportagem efectivamente gravada pela RTP no dia 22 de Abril no Parlamento. O assunto era tão polémico que a relatora da comissão que o analisou, a deputada Helena Terra do PS, no seu relatório sobre nós escreveu que acusámos, afrontámos e ofendemos o Parlamento. E mesmo assim - ou talvez por causa disso - a televisão pública que gravou a peça entendeu afinal não a transmitir. Não convinha...
4. Durante a campanha eleitoral, a nossa maior queixa visa precisamente uma decisão - em nosso entender - injusta da CNE. No dia 16 de Setembro a CNE impediu a transmissão do primeiro tempo de antena do PPV na TVI por alegadamente o termos entregue naquela estação umas 22 horas antes de ir para o ar, e não exactamente as 24horas que previa o "regulamento". Esta atitude da CNE, que não esqueceremos, mereceu e merece ainda o nosso mais veemente protesto. Escudando-se numa interpretação literal de um regulamento cujo espírito é exactamente o de procurar garantir que as diferentes candidaturas podem emitir a sua mensagem política nas melhores condições, e estando garantido que a TVI tinha todas as condições e mais algumas para mandar para o ar o referido "tempo de antena" do PPV, a sua proibição por parte da CNE minou de forma muito grave a nossa confiança na isenção desta Comissão. Também manifestámos a nossa discordância com o critério seguido pela CNE na escolha dos tempos a cortar quando vimos recusada a nossa lista em Lisboa. E mantemos.
5. Além disso, os portugueses não compreendem que os «tempos de antena» televisivos tenham passado para o período de "antes do telejornal" com a anuência da C.N.E. Esta comissão investe fortemente no apelo ao voto, com anúncios em autocarros, no metro, em jornais, revistas e televisões mas depois não zela tão diligentemente como podia, para que os portugueses, que supostamente quer que vão votar, sejam pelos partidos convenientemente informados das respectivas propostas... É o que se depreende de ter aceite que os tempos com manifesto conteúdo político sejam "atirados" para um horário com menor audiência, depois de nos primeiros anos da democracia, os portugueses se terem habituado a ver os tempos de antena, ao fim do jantar após o "telejornal".
6. Conforme tem sido amplamente noticiado, o chamado caso «PT / TVI» encerra talvez a maior e mais bem-sucedida operação organizada de manipulação da informação no "Portugal dito democrático". Com o afastamento consumado de Manuela Moura Guedes do «Jornal de Sexta» e de José Eduardo Moniz das funções de Direcção até então desempenhadas, a sanidade do ambiente televisivo em que decorreram as eleições legislativas ficou, no nosso entender, gravemente ferida. Perante uma manipulação de uma tal dimensão, parece-nos que resultará completamente absurdo um relatório com minudências sobre os segundos consagrados ao partido A ou B, mas que acabe por deixar em claro, para memória futura, uma operação montada por homens de mão do Secretário-Geral do Partido Socialista, que resultou na mudança de linha editorial da estação televisiva líder de audiência, particularmente do seu «Jornal de Sexta». Prove-se ou não a existência de ordem directa de José Sócrates, qualquer dúvida ficará desvanecida pela simples enunciação do clássico «quid prodest?»
7. A partir deste momento, adicionaremos o endereço cne@cne.pt (ou outro que entretanto nos indicarem) à nossa lista de contactos de imprensa garantindo assim que qualquer dos nossos comunicados e informação será convenientemente recebido no vosso Observatório do Pluralismo Informativo ao mesmo tempo que nos jornais, rádios, blogues e televisões do país. Assim podereis fazer o vosso trabalho e nós o nosso, o qual, face às naturais limitações organizativas, não contempla por ora a elaboração e execução de um «plano de campanha» nem, infelizmente, um registo exaustivo das acções e contactos estabelecidos.
Atentamente,
Luís Botelho Ribeiro
* anexamos lista dos nossos contactos email junto da imprensa.
** cf. http://portugalprovida.blogspot.com/2009/07/as-televisoes.html
Assunto Eleição da Assembleia da República de 27 de Setembro de 2009
A fim de permitir a apreciação do tratamento jornalístico conferido às candidaturas no
âmbito da eleição em referência, solicito e agradeço a V. Ex.a que, com a brevidade
possível, seja enviado a esta Comissão o programa de campanha e das acções
realizadas por esse partido, com referência ao período de campanha eleitoral (de 13 a
25 de Setembro de 2009), bem como a indicação daquelas que foram comunicadas aos
órgãos de comunicação social e a identificação destes.
nota: teor da posição do PPV actualizado a 26.07.2010
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
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