quarta-feira, 24 de abril de 2013
carta do PPV à Entidade Regul. Comunic. Social sobre modificações à Lei26/99 (pluralismo informativo)
carta do PPV à Comissão Nac. de Eleições sobre modificações à Lei26/99 (pluralismo informativo)
A
democracia tem regras que, desde o tempo da Assembleia Constituinte,
foram desenhadas tendo em vista uma democracia pluralista. Um dos
pressupostos básicos de qualquer eleição é o de que o povo é
soberano e pode, se assim entender, alterar completamente a
disposição de forças num determinado órgão representativo. Por
isso, nas condições de acesso a tempos de antena, representação
de partidos nas mesas de voto, etc., sempre se fez questão de dar a
todos os partidos as mesmas condições de participação. O
histórico, aqui, nada conta – faz-se tábua rasa. Também não
podemos aceitar que – como já sucedeu em campanhas presidenciais -
às decisões de cobertura jornalística possam voltar a presidir
critérios tão arbitrários como um suposto “estatuto de figura
pública”.segunda-feira, 15 de abril de 2013
carta do PPV à Comissão Nacional de Eleições sobre «IGUALDADE DE TRATAMENTO - pluralismo democrático»
Em eleições autárquicas é habitual que se realizem debates televisivos para as câmaras de Lisboa e Porto, tendo no passado surgido vários problemas - inclusive judiciais - devido a tentativas de exclusão de alguns partidos. Esperamos que este esforço de audições prévias seja sério, isto é, produza medidas eficazes que dispensem os intervenientes de ter de recorrer a tão extremas medidas daqui a seis meses. Como é sabido, há candidatos autárquicos com acesso a espaços televisivos de debate e de opinião, bem como dirigentes, ex-dirigentes e ex/futuros-dirigentes de partidos políticos - inclusive na RTP. Tal presença assídua junto dos eleitores distorce de modo grosseiro o ambiente eleitoral se a partidos como o PPV, uma tal presença regular é liminarmente vedada. Em nosso entender, a Comissão Nacional de Eleições não pode ignorar estes factos e dar cobertura a uma tal desigualdade de tratamento
PPV - Direcção Política Nacional,
sexta-feira, 5 de abril de 2013
novos partidos – outras ideias!
No momento em que se apresenta cada vez
mais esgotada a via política seguida, em que mais convinha reunir as
diferentes perspectivas para encontrar um novo rumo para Portugal, em
que até se fala de um “governo de salvação nacional”... eis
que um pequeno grupo de jornalistas toma conta do espaço de debate
nacional. Afastados do “plateau” - e bem - alguns dos políticos
que nos conduziram até aqui, eis que o seu lugar é ocupado... por
comentadores e jornalistas, alguns especializados... em “análise
da situação desportiva”, em táctica de futebol.Pelo "fim do silenciamento" anti-democrático das vozes dissonantes, pedimos a palavra.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
nova reclamação de pluralismo à ERC e CNE
Ex.mº Senhor Presidente da ERC,
O PPV não foi convidado para o que a RTP anunciava como «o debate dos pequenos partidos sem assento parlamentar». Inquirida pelo PPV a RTP sobre os critérios da nossa exclusão a fórmula evoluiu para «o debate dos pequenos partidos sem assento parlamentar e que concorreram em pelo menos 15 círculos eleitorais», conforme se pode verificar na página da RTP.
Logo na abertura do debate, a apresentadora afirma que «foi este o critério definido pela entidade reguladora da comunicação com os três(?) operadores televisivos». Sucede que no site da ERC não se consegue encontrar nenhuma deliberação nesse sentido, sendo que a última disponível é já de 13 de Maio. Há, portanto, razoáveis motivos para duvidar de que a responsabilidade de uma tal descriminação possa ser assacada à ERC. E se de facto houve uma referência abusiva à ERC bom seria que um tal abuso merecesse a correspondente sanção, sem prejuízo do que a Lei prevê para o período eleitoral e que, convém não esquecer, é nada mais nada menos do que a "igualdade de tratamento". Como poderia a ERC dar o seu aval a um acordo entre os "três operadores televisivos" em clara violação da Lei?
A justificação(?) oficial invoca, portanto, um critério, em nosso entender, arbitrário de «partidos que concorreram a mais de 15 círculos eleitorais», quando o critério legal que serve de base ao cálculo dos tempos de antena por parte da Comissão Nacional de Eleições, e que tanto a RTP como a ERC bem conhecem, é o do número de lugares de deputado a que os partidos concorrem.
Na verdade, e segundo a lógica democrática, como poderia ser dado o mesmo peso a um círculo como o da "emigração fora da Europa" que elege 2 deputados, e no qual em 2009 apenas votaram 8693 cidadãos, e ao círculo de Lisboa que elege 47 deputados e que registou em 2009 um total de 867.908 votantes, cerca de 100 vezes mais? É a uma tão grosseira distorção que conduz a lógica do "número de círculos", seguida pela RTP.
O PPV concorre a 183 lugares de deputado, ou seja a 80% do total de 230 deputados da Assembleia da República. Será que todos os partidos ouvidos hoje na RTP - PCTP, MPT, PPM, PTP, MEP, PNR, PAN - preenchem este quesito? Por isso vimos participar respeitosamente mais esta arbitrariedade e injustiça feita ao PPV à Comissão Nacional de Eleições e à Entidade Reguladora para a Comunicação Social, para que, querendo, tomem medidas correctivas com carácter de urgência, se porventura Portugal ainda se rege pelas regras do Estado de Direito.
pede justiça,
Luís Botelho
(reponsável.geral do PPV)
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referências:
http://www0.rtp.pt/play/#/?tvprog%3D27506%26idpod%3D56577%26fbtitle%3DRTP%20Play%20-%20PORTUGAL%20E%20O%20FUTURO%20-%20AS%20ENTREVISTAS%26fbimg%3Dhttp%3A%2F%2Fimg.rtp.pt%2Fmultimedia%2Fscreenshots%2Fentrevista%2Fentrevista_1_20110518.jpg%26fburl%3Dhttp%3A%2F%2Fwww.rtp.pt%2Fplay%2F%3Ftvprog%3D27506%26idpod%3D56577
Lei eleitoral da A.R. (Lei 14/79 - 16 Maio)
Artigo 63º
Distribuição dos tempos reservados
1. Os tempos de emissão reservados pela Radiotelevisão Portuguesa, S.A., pelas estações privadas de televisão, pela Radiodifusão Portuguesa, S.A., ligada a todos os seus emissores, e pelas estações privadas de radiodifusão de âmbito nacional são atribuídos, de modo proporcional, aos partidos políticos e coligações que hajam apresentado um mínimo de 25% do número total de candidatos e concorrido em igual percentagem do número total de círculos.
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Portugal pro Vida
ser ou não ser... eis a questão
http://portugalprovida.blogspot.com
email: portugalprovida@gmail.com
sexta-feira, 6 de maio de 2011
participação apresentada pelo PPV na E.R.C.
PPV entrega na ERC pedido urgente de reagendamento dos debates televisivos entre líderes
Agradecemos desde já a colaboração da imprensa na divulgação desta iniciativa e dos desenvolvimentos que, esperamos, venham a verificar-se em tempo útil, a bem do pluralismo e da legalidade do próximo acto eleitoral.
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apresentámos igualmente uma participação sobre o mesmo assunto junto da Comissão Nacional de Eleições.
sábado, 24 de julho de 2010
pluralismo informativo e democracia
Pelo PPV, quero acusar e agradecer a recepção da V/ comunicação com ref. CNE/SAIDA/04494 de 20.07 e o posterior telefonema de alerta para a mesma. Encontro-me em Benguela - Angola até meados de Agosto e, por isso mesmo, com algumas limitações na consulta da documentação pedida, respeitante ao «programa de campanha» e plano de comunicação com a imprensa. Mesmo assim, responderei ao pedido, uma vez que tudo foi sendo publicado no nosso sítio/blogue e encontra-se disponível para consulta pelos vossos serviços, interessados, ao que percebi, em averiguar a correcta aplicação da Lei que exige «igualdade de tratamento» das diferentes candidaturas. Ainda assim, tentarei nos próximos dias reunir e enviar-lhes alguma da informação pedida.
Não obstante, gostaria de reiterar aqui a nossa posição sobre o ambiente informativo na Lei e "no terreno":
1. A igualdade de tratamento deve ser uma preocupação permanente da Democracia, e não estar confinada aos períodos de campanha eleitoral. Este princípio não colide de modo nenhum com os critérios de interesse jornalístico, em nosso entender. A Lei deve estabelecer um tratamento mínimo ao longo do ano e não sujeitar os jornalistas a "inventar iniciativas" quando os partidos as não tomam, ou não tenham o mínimo "interesse público".
2. Durante a pré-campanha eleitoral, tomámos diversas iniciativas de que sempre informámos previamente toda a comunicação social* - e não obtiveram qualquer cobertura noticiosa televisiva - com destaque para uma jornada Braga-Lisboa em bicicleta, ao longo de 6 dias do mês de Agosto. E até a grande aposta da SIC «Gato Fedorento esmiuça os sufrágios», com um escopo claramente político, nos discriminou, não agradecendo sequer o seguinte soneto que lhes remeti:
a velha politica portuguesa esmiuçada... já fede
fedia o analista português,
mormente em se tratando de política,
e alguém teve visão apocalíptica:
"mandou-lhe" à pinha c'um gato maltês
... ou não. Mas fedorento era... eram três
... ou quatro duma raça analítica
... ou esmiúcica, de linha jesuítica
... ou laica, e na idade dos porquês.
O certo é que chamaram à chacota
A nata da Maçada, um presidente...
(Mau grado, enfim, os ares já de cota)
A pontos que «igualdade (de) tratamento»
Cá nesta democrácia defunta...
É ser chamado aos «gato fedorento»!
Em rigor, porém, a falta de um agradecimento não chegaria a ser descriminação - é "apenas" falta de educação.
3. Publicámos em 7 de Julho no nosso blogue** uma síntese da nossa posição em relação ao jornalismo televisivo. Aí expressamos a nossa incompreensão perante a diferença de tratamento em relação a outros partidos recentemente criados... mas em Lisboa. E manifestámos também a nossa estranheza pela não transmissão de uma reportagem efectivamente gravada pela RTP no dia 22 de Abril no Parlamento. O assunto era tão polémico que a relatora da comissão que o analisou, a deputada Helena Terra do PS, no seu relatório sobre nós escreveu que acusámos, afrontámos e ofendemos o Parlamento. E mesmo assim - ou talvez por causa disso - a televisão pública que gravou a peça entendeu afinal não a transmitir. Não convinha...
4. Durante a campanha eleitoral, a nossa maior queixa visa precisamente uma decisão - em nosso entender - injusta da CNE. No dia 16 de Setembro a CNE impediu a transmissão do primeiro tempo de antena do PPV na TVI por alegadamente o termos entregue naquela estação umas 22 horas antes de ir para o ar, e não exactamente as 24horas que previa o "regulamento". Esta atitude da CNE, que não esqueceremos, mereceu e merece ainda o nosso mais veemente protesto. Escudando-se numa interpretação literal de um regulamento cujo espírito é exactamente o de procurar garantir que as diferentes candidaturas podem emitir a sua mensagem política nas melhores condições, e estando garantido que a TVI tinha todas as condições e mais algumas para mandar para o ar o referido "tempo de antena" do PPV, a sua proibição por parte da CNE minou de forma muito grave a nossa confiança na isenção desta Comissão. Também manifestámos a nossa discordância com o critério seguido pela CNE na escolha dos tempos a cortar quando vimos recusada a nossa lista em Lisboa. E mantemos.
5. Além disso, os portugueses não compreendem que os «tempos de antena» televisivos tenham passado para o período de "antes do telejornal" com a anuência da C.N.E. Esta comissão investe fortemente no apelo ao voto, com anúncios em autocarros, no metro, em jornais, revistas e televisões mas depois não zela tão diligentemente como podia, para que os portugueses, que supostamente quer que vão votar, sejam pelos partidos convenientemente informados das respectivas propostas... É o que se depreende de ter aceite que os tempos com manifesto conteúdo político sejam "atirados" para um horário com menor audiência, depois de nos primeiros anos da democracia, os portugueses se terem habituado a ver os tempos de antena, ao fim do jantar após o "telejornal".
6. Conforme tem sido amplamente noticiado, o chamado caso «PT / TVI» encerra talvez a maior e mais bem-sucedida operação organizada de manipulação da informação no "Portugal dito democrático". Com o afastamento consumado de Manuela Moura Guedes do «Jornal de Sexta» e de José Eduardo Moniz das funções de Direcção até então desempenhadas, a sanidade do ambiente televisivo em que decorreram as eleições legislativas ficou, no nosso entender, gravemente ferida. Perante uma manipulação de uma tal dimensão, parece-nos que resultará completamente absurdo um relatório com minudências sobre os segundos consagrados ao partido A ou B, mas que acabe por deixar em claro, para memória futura, uma operação montada por homens de mão do Secretário-Geral do Partido Socialista, que resultou na mudança de linha editorial da estação televisiva líder de audiência, particularmente do seu «Jornal de Sexta». Prove-se ou não a existência de ordem directa de José Sócrates, qualquer dúvida ficará desvanecida pela simples enunciação do clássico «quid prodest?»
7. A partir deste momento, adicionaremos o endereço cne@cne.pt (ou outro que entretanto nos indicarem) à nossa lista de contactos de imprensa garantindo assim que qualquer dos nossos comunicados e informação será convenientemente recebido no vosso Observatório do Pluralismo Informativo ao mesmo tempo que nos jornais, rádios, blogues e televisões do país. Assim podereis fazer o vosso trabalho e nós o nosso, o qual, face às naturais limitações organizativas, não contempla por ora a elaboração e execução de um «plano de campanha» nem, infelizmente, um registo exaustivo das acções e contactos estabelecidos.
Atentamente,
Luís Botelho Ribeiro
* anexamos lista dos nossos contactos email junto da imprensa.
** cf. http://portugalprovida.blogspot.com/2009/07/as-televisoes.html
Assunto Eleição da Assembleia da República de 27 de Setembro de 2009
A fim de permitir a apreciação do tratamento jornalístico conferido às candidaturas no
âmbito da eleição em referência, solicito e agradeço a V. Ex.a que, com a brevidade
possível, seja enviado a esta Comissão o programa de campanha e das acções
realizadas por esse partido, com referência ao período de campanha eleitoral (de 13 a
25 de Setembro de 2009), bem como a indicação daquelas que foram comunicadas aos
órgãos de comunicação social e a identificação destes.
nota: teor da posição do PPV actualizado a 26.07.2010
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Comunicado do PPV sobre limitação de despesas dos partidos e presidenciais

A Direcção Política Nacional do PPV manifesta aos portugueses a sua posição diante do momento político:
1. Saudamos a iniciativa da Presidência da Assembleia da República com vista à redução das suas despesas de funcionamento e o convite lançado aos partidos no sentido da redução das dotações públicas para o seu funcionamento anual e nas campanhas eleitorais. O funcionamento do PPV assenta, desde o início, nos princípios da gratuidade e do voluntariado, pelo que se saúda qualquer redução das dotações partidárias, como uma oportunidade para que o debate político em Portugal passe a centrar-se mais no conteúdo das propostas em confronto e menos na espectacularidade do folclore político, exuberantemente vexatória para a maturidade cívica do povo português. Apesar disso, são infelizmente baixas as expectativas de que a actual classe política venha a mostrar-se capaz de, a si mesma, fazer «apertar o cinto». Fala mais alto a dependência da rede de interesses. Desta incapacidade de auto-reforma do actual "sistema" é ilustrativa a rejeição da nossa proposta de tratamento igualitário aos pequenos e aos grandes partidos em termos de isenções, tal como já acontece com... as penalizações. Em devido tempo, propusemos ao Tribunal Constitucional uma melhoria da "transparência" da Democracia, através da divulgação dos doadores aos partidos políticos. Aguardamos com natural expectativa esta decisão.
2. O PPV promoveu uma sondagem junto das bases para conhecer as suas preferências sobre eventuais candidatos presidenciais "votáveis".
Congratulamo-nos com o excelente nível de receptividade, traduzido nos 889 votos recolhidos. O PPV agradece a todos os participantes pela sua valiosa colaboração. Os resultados da sondagem foram estes:
António Bagão Félix, 323 votos (36%)
D. Duarte de Bragança, 174 votos (19%)
João César das Neves, 146 votos (16%)
Prof. Daniel Serrão, 85 votos (9%)
Gen. Rocha Vieira, 75 votos (8%)
Maria José Nogueira Pinto, 45 votos (5%)
Aura Miguel, 41 votos (4%)
Os resultados fazem destacar três nomes: 1. António Bagão Félix; 2. D. Duarte de Bragança; 3. João César das Neves. Decidimos, pois, contactar estas três personalidades para conhecer a sua eventual disponibilidade para a apresentação de uma candidatura e, em caso afirmativo, pedir-lhes um esboço preliminar do respectivo «programa cívico».
Guimarães, 8 de Junho de 2010
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Desigualdade de tratamento dos partidos
Ex.mº Senhor Procurador do Ministério Público junto do Tribunal Constitucional
A Lei 19/2003, de 20 de Junho, relativa ao financiamento dos partidos políticos e das campanhas eleitorais, prevê no seu Artigo 10º um conjunto de benefícios – isenção de IVA, imposto de selo, contribuição autárquica e outros, aos partidos políticos. Porém, no artigo 11º da mesma lei estes benefícios são, quanto a nós, arbitraria e injustamente suspensos «Se as listas de candidatos apresentados pelo partido nessas eleições obtiverem um número de votos inferior a 50000 votos, excepto se obtiver representação parlamentar».
Parece-nos que a actividade política desenvolvida nos ditos “pequenos partidos” é qualitativamente tão consentânea com os fins de utilidade pública invocados no art.º 10, como a actividade dos “grandes partidos”. Parece-nos, pois, que o princípio de discriminação contido na alínea b) do artigo 11º da Lei 19/2003 penaliza a qualidade da nossa democracia e atenta contra o princípio do pluralismo democrático e da igualdade de oportunidades que se deve garantir à partida entre os diferentes concorrentes a cada acto eleitoral - cujo desfecho se desconhece – segundo o mesmo princípio que atribui iguais tempos de antena a todos.
Por tudo isto, vimos solicitar ao Sr. Procurador do Ministério Público, junto do Tribunal Constitucional, que suscite a fiscalização da constitucionalidade do referido artº 11.
Paredes, 3 de Maio de 2010
Pede deferimento,Portugal pro Vida

