quarta-feira, 23 de junho de 2010
SCUTs
2. Vemos como um atentado às liberdades individuais a obrigatoriedade de utilização de "matrícula electrónica" em todos os veículos;
3. Não parece socialmente aceitável que empresas concessionárias de infra-estruturas públicas muito lucrativas desenvolvam programas de redução drástica do recurso a operadores humanos (portageiros);
terça-feira, 22 de junho de 2010
o outro lado de "políticas sociais" facilitistas
Exma.Sra.Ministra Drª. Maria Helena André
Em primeiro lugar peço desculpa por novamente a incomodar com um problema pessoal, mas julgo que expondo o meu problema, que não é só meu, talvez o consiga minimizar
Chamo-me Cidália Machado, sou responsável pelas papelarias MULEMBEIRA na Portela LRS e tenho uma grande dificuldade em recrutar pessoal que precise de trabalhar!
A semana passada foi colocado no Jornal Correio da Manhã um anuncio para empregado/a de balcão para as nossas papelarias. No seguimento do anúncio, ligam para a loja mas aparecer é que nem vê-los.
Numa última instância, decidi reabrir a nossa ficha no Instituo do Emprego e Formação Profissional, delegação regional de Lisboa e Vale do Tejo, Centro de Emprego de Moscavide e foi por mim recepcionada uma mensagem que avisava o seguinte:
Ora estando o nosso País com a crise que é visível, havendo tão grande número de desempregados, não consigo resolver o nosso grande problema de falta de pessoal. Na minha opinião, acho que os rendimentos únicos e os subsidios de desemprego levam o nosso País à grande acomudação do pessoal e ao aumento de falta de mão de obra para produzir.
Em suma, Exma.Senhora Ministra do Emprego, sendo esta situação um pouco o espelho do nosso País, não conseguindo resolver o nosso problema, venho, por este meio pedir a sua preciosa ajuda, para não ter que fechar a loja por falta de pessoal.
Com os meus respeitosos cumprimentos,
Cidália Machado
Papelaria Mulembeira
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Comunicado do PPV sobre limitação de despesas dos partidos e presidenciais

A Direcção Política Nacional do PPV manifesta aos portugueses a sua posição diante do momento político:
1. Saudamos a iniciativa da Presidência da Assembleia da República com vista à redução das suas despesas de funcionamento e o convite lançado aos partidos no sentido da redução das dotações públicas para o seu funcionamento anual e nas campanhas eleitorais. O funcionamento do PPV assenta, desde o início, nos princípios da gratuidade e do voluntariado, pelo que se saúda qualquer redução das dotações partidárias, como uma oportunidade para que o debate político em Portugal passe a centrar-se mais no conteúdo das propostas em confronto e menos na espectacularidade do folclore político, exuberantemente vexatória para a maturidade cívica do povo português. Apesar disso, são infelizmente baixas as expectativas de que a actual classe política venha a mostrar-se capaz de, a si mesma, fazer «apertar o cinto». Fala mais alto a dependência da rede de interesses. Desta incapacidade de auto-reforma do actual "sistema" é ilustrativa a rejeição da nossa proposta de tratamento igualitário aos pequenos e aos grandes partidos em termos de isenções, tal como já acontece com... as penalizações. Em devido tempo, propusemos ao Tribunal Constitucional uma melhoria da "transparência" da Democracia, através da divulgação dos doadores aos partidos políticos. Aguardamos com natural expectativa esta decisão.
2. O PPV promoveu uma sondagem junto das bases para conhecer as suas preferências sobre eventuais candidatos presidenciais "votáveis".
Congratulamo-nos com o excelente nível de receptividade, traduzido nos 889 votos recolhidos. O PPV agradece a todos os participantes pela sua valiosa colaboração. Os resultados da sondagem foram estes:
António Bagão Félix, 323 votos (36%)
D. Duarte de Bragança, 174 votos (19%)
João César das Neves, 146 votos (16%)
Prof. Daniel Serrão, 85 votos (9%)
Gen. Rocha Vieira, 75 votos (8%)
Maria José Nogueira Pinto, 45 votos (5%)
Aura Miguel, 41 votos (4%)
Os resultados fazem destacar três nomes: 1. António Bagão Félix; 2. D. Duarte de Bragança; 3. João César das Neves. Decidimos, pois, contactar estas três personalidades para conhecer a sua eventual disponibilidade para a apresentação de uma candidatura e, em caso afirmativo, pedir-lhes um esboço preliminar do respectivo «programa cívico».
Guimarães, 8 de Junho de 2010
quarta-feira, 16 de junho de 2010
sondagem sobre candidatos às presidenciais
Neste contexto, como é público, promovemos junto do "povo pro Vida" uma sondagem no sentido de encontrar a personalidade política na qual este grupo melhor se revisse. É o momento de agradecer a todos os participantes a sua valiosa colaboração. Num universo de 889 respostas positivas, os resultados foram expressivos:
1. António Bagão Félix - 323 votos (36%)
2. D. Duarte de Bragança - 174 (19%)
3. João César das Neves - 146 votos (16%)
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4. Daniel Serrão 85 votos (9%)
5. Gen. Rocha Vieira, 75 votos (8%)
6. Maria José Nogueira Pinto, 45 votos (5%)
7. Aura Miguel, 41 votos (4%)
Identificado o grupo de três personalidades cujos resultados mais se destacaram, procurámos contactá-los no sentido de conhecer a sua eventual disponibilidade para uma candidatura. Até à data de hoje, 16 de Junho, apenas o Sr. Prof. João César das Neves nos respondeu, tendo-nos informado amavelmente estar esta possibilidade "completamente posta de parte".
Aguardaremos ainda alguns dias pelas respostas do Sr. Dr. Bagão Félix e do Senhor D. Duarte de Bragança.
DEFENDA A SUA FAMÍLIA, DEFENDA A SUA CASA
Portugueses,Hoje, 10 de Junho, é dia de Portugal, dia dos portugueses espalhados por todo o mundo. É o dia de um grande povo, portanto.
Hoje vivemos tempos difíceis. Mas também estas dificuldades do presente serão ultrapassadas se conseguirmos unir-nos.
Unidos, já conseguimos em oito séculos e meio de história vencer crises porventura maiores.
Há hoje um pequeno grupo de dirigentes do nosso país que se aproveita dum certo estado de anemia cívica para fazer avançar a sua agenda, para proteger os seus interesses que pouco ou nada têm que ver com o superior interesse nacional. De pouco adiantam os nossos legítimos sentimentos de reprovação se não conseguirmos demonstrar que estamos atentos, determinados e organizados para encontrar e apresentar alternativas que valorizem a vida humana em Portugal e defendam a família, condição de continuidade deste grandioso projecto político, cultural e espiritual, sempre renovado a cada geração, chamado PORTUGAL.
É preciso afirmar:

- A quebra da natalidade e o ataque à Família são as principais causas do envelhecimento populacional, do inverno demográfico que enfrentamos e da crise que se instalou no ocidente;
- Com o aumento do numero de dependentes de prestações sociais, a população activa terá cada vez mais dificuldade em arcar com os custos da "Segurança Social";
- As famílias portuguesas são a verdadeira "Segurança Social" perante o crescente flagelo do desemprego;
- A situação social tenderá a agravar-se com as políticas impostas por dirigentes irresponsáveis: liberalização do aborto, degradação do casamento civil (divórcio unilateral, casamento homossexual), deseducação sexual obrigatória nas escolas;
- Pelo PEC, a irresponsabilidade despesista do Estado vai ser paga com o empobrecimento das famílias;
- Uma política centralista continuará a drenar as energias demográficas e criativas do interior do país para as duas metrópoles litorais (caso do spill-over effect, portagens nas SCUT, TGV...)
Se está inconformado e quer ter uma intervenção consequente, afirmando os valores da Vida e da Família, afirmando sem complexos a matriz cristã da Europa e de Portugal, colabore neste campanha singela. Ao longo das próximas semanas, coloque uma bandeira num local de sua casa (ou do carro) bem visível da rua.
Esta bandeira poderá ser impressa a cores (ficheiro anexo), ou - melhor ainda - pintada manualmente em família sobre a base em anexo. Desta forma procuraremos envolver directamente nesta jornada de mobilização cívica e patriótica aqueles mais novos que, dentro de poucos anos, arcarão com as mais duras consequências dos erros de hoje.
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1ª Semana
AFIXAMOS A BANDEIRA DO CONDADO PORTUCALENSE - cruz azul sobre fundo branco.
Esta bandeira representará o princípio fundacional de Portugal, Terra de Santa Maria, alargando-se para sul e mar fora, a partir da primeira capital em Guimarães.
Diante dos perigos dos campos de batalha, os primeiros portugueses não hesitaram em colocar-se sob a protecção da Cruz. Ainda hoje os jogadores da selecção nacional de futebol a ostentam sob o escudo das quinas.
Afirmemos Portugal naquilo que temos de melhor: humanismo cristão, sentido de família, abertura ao outro.
domingo, 13 de junho de 2010
pelas crianças, tudo

Caros Amigos, cidadãos e cidadãs,
As crianças de Lisboa e do Sul do País não podem ficar sem um Hospital Pediátrico autónomo e tecnologicamente evoluído.
O Ministério da Saúde pretende que as crianças que hoje acorrem ao Hospital de Dona Estefânia passem a ser tratadas num "Hospital Geral de Adultos".
Isto representa um retrocesso técnico, ético e civilizacional sem paralelo no Mundo.
Os Responsáveis do País e de Lisboa devem evitar este erro, exigindo a construção de um novo Hospital para as Crianças de Lisboa e Sul do País, perto do futuro hospital geral de adultos (Hospital de Todos os Santos-Marvila/Chelas), mas totalmente pediátrico, autónomo e servido por profissionais inteiramente dedicados à criança doente, ao contrário do que pretende o Ministério.
Alertamos também para que não se sacrifique o actual espaço do Hospital Dona Estefânia aos interesses imobiliários mas que este se mantenha dedicado à criança e às instituições que a apoiam, conforme o desejo da Rainha fundadora que há 150 anos o doou à Cidade.
Alguns políticos terminarão os mandatos, mas os seus erros continuarão a penalizar as crianças doentes de hoje e das futuras gerações.
Nós, cidadãos, pais, avós, familiares, âmago da sociedade civil, não desistiremos desta causa: "A defesa intransigente dos superiores interesses da criança"
Plataforma Cívica em Defesa de um Novo Hospital Pediátrico para Lisboa
quinta-feira, 10 de junho de 2010
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Será que o Sermão da Montanha é politicamente viável?
por Dietrich Bonhoeffer, in Ética, ed. Assírio & Alvim
Ao ver a multidão, Jesus subiu a um monte.
Depois de se ter sentado,
os discípulos aproximaram-se dele.
Então tomou a palavra e começou a ensiná-los, dizendo:
«Felizes os pobres em espírito,
porque deles é o Reino do Céu.
Felizes os que choram,
porque serão consolados.
Felizes os mansos,
porque possuirão a terra.
Felizes os que têm fome e sede de justiça,
porque serão saciados.
Felizes os misericordiosos,
porque alcançarão misericórdia.
Felizes os puros de coração,
porque verão a Deus.
Felizes os pacificadores,
porque serão chamados filhos de Deus.
Felizes os que sofrem perseguição por causa da justiça,
porque deles é o Reino do Céu.
Felizes sereis, quando vos insultarem
e perseguirem e, mentindo,
disserem todo o género de calúnias contra vós,
por minha causa.»
Mt 5, 1-11
Jesus Cristo é (...) a única fonte de que nos advém o conhecimento da essência e da lei da história, tal como Deus as pensou e quis. Bom é o agir adequado à realidade de Jesus Cristo; o agir adequado a Cristo é agir adequado à realidade. Esta proposição - corretamente entendida - não é uma exigência ideal, mas uma enunciação que dimana da própria realidade.
Dois grandes mal-entendidos acerca desta proposição atravessam toda a história e o momento atual da cristandade. O primeiro vê em Jesus Cristo o fundador de uma nova ideologia ética que se deve aplicar à realidade histórica. O segundo vê nele apenas o Deus que diz sim a todo o real. No primeiro caso, assistimos a um eterno conflito entre as necessidades do agir histórico e a «ética de Jesus». No segundo, afirma-se como cristão o real sem conflitos.
Onde uma «ética de Jesus», por exemplo na forma de um Sermão da Montanha assim interpretado, surge separada da fé na encarnação de Deus em Cristo e na reconciliação do mundo com Deus por meio de Cristo, nascem acontecimentos fanático-revolucionários, ou a renúncia a «aplicar esta ética» à ação histórica, isto é, a privatização da ética cristã. A «ética de Jesus» ou fracassa em grande parte perante o mundo histórico - como aconteceu, por exemplo, nos movimentos dos entusiastas do período da Reforma - ou retira-se para o âmbito extraordinariamente restrito da vida privada do indivíduo, como por exemplo no pietismo ou ainda no liberalismo de um Friedrich Naumann, mas não introduz numa concreta responsabilidade histórica. Daí os lugares comuns hoje difundidos em toda a cristandade, segundo os quais com o Sermão da Montanha não seria possível fazer política e quejandos.
Predominante é aqui a conceção de uma realidade histórica subsistente em si e «dotada de leis próprias», de uma ética cristã pela sua origem e pela sua essência estranha à realidade, que a tal realidade se deveria impor. Esquece-se, pelo contrário, o facto decisivo, o único que permite conhecer a estrutura do real, a saber, a encarnação de Deus, a entrada de Deus na história, a assunção da realidade histórica na realidade de Jesus Cristo. Esquece-se que o Sermão da Montanha é a palavra daquele que se não contrapõe à realidade como estranho, como reformador, como fanático, como fundador de religiões, antes experimentou a essência do real no seu corpo e falou a partir do real como nenhum outro homem sobre a terra. O Sermão da Montanha é a palavra de quem é pessoalmente o senhor e a lei do real. Compreender e interpretar o Sermão da Montanha como a palavra do Deus feito homem - eis o mais importante quando se levanta a questão do agir histórico, e aqui deve então depreender-se que o agir adequado a Cristo é um agir adequado à realidade. (...)
O Sermão da Montanha como proclamação do amor de Deus feito homem chama o homem ao amor para com o outro homem e, justamente por isso, a renegar tudo aquilo que o impede no cumprimento desta tarefa, em resumo, chama-o a renegar-se a si mesmo. Ao renunciar à sua felicidade, ao seu direito, à sua justiça, à sua dignidade, à força e ao êxito, ao renunciar à sua vida, o homem torna-se disponível para amar o próximo. O amor de Deus liberta o olhar do homem ofuscado e transviado pelo amor de si e torna-o capaz de reconhecer de modo claro a realidade, o próximo e o mundo, torna-o assim e só assim pronto a assumir uma autêntica responsabilidade.
Por isso, o Sermão da Montanha põe o homem também diante da necessidade de agir historicamente de modo responsável. Vira-se para o indivíduo, não para que este seja algo em si mesmo, mas antes para que seja aquele que é à luz de Deus, a saber, alguém que se encontra em situação de responsabilidade histórica.
Mas porque o indivíduo está já, desde sempre, em situação de responsabilidade, a antiga questão de se o Sermão da Montanha se dirigia ao indivíduo como tal, mas não ao indivíduo em situação de responsabilidade para com outros, levanta-se de modo erróneo. O próprio Sermão da Montanha situa o homem em situação de responsabilidade em face dos outros e não conhece nenhum indivíduo como indivíduo. Nem ele se contenta com prepará-lo para desempenhar a sua tarefa na comunidade, antes o solicita diretamente a agir de modo responsável. Chama-o àquele amor que se manifesta agindo responsavelmente para com o próximo e que nasce do amor de Deus, o qual inclui em si toda a realidade. Assim como o amor de Deus pelo mundo não conhece limitações, assim também o amor humano que dimana do amor de Deus não está limitado a determinados âmbitos da vida e a determinadas relações. Tudo nele está incluído. O Sermão da Montanha como palavra do amor de Deus que reconcilia o mundo vale em toda a parte e sempre, ou então não nos diz verdadeiramente respeito. A vida idílica no lago de Genezaré, que de resto não foi assim tão idílica, não teve mais a ver com o amor de Deus pelo mundo do que as cidades industriais e as grandes potências políticas da nossa época. A crucifixão de Jesus Cristo é a prova mais rigorosa de que o amor de Deus está igualmente próximo e igualmente longe de todos os tempos. Um amor limitado em qualquer sentido não deveria ter acabado na cruz. Jesus morre porque Deus amou o mundo inteiro. E somos chamados a entrar neste mesmo amor por todo o mundo, selado pela Cruz de Jesus. (...)
Uma das abstrações do pensamento pseudo-realista é indicar a auto-afirmação como a única lei da ação política e a negação de si como a única lei do agir cristão e ver nelas uma oposição em que uma tese exclui a outra, uma dupla moral. Encontramo-nos aqui em face da compreensão da realidade mundana e da realidade cristã segundo a lógica dos princípios, que passa por cima da realidade da encarnação de Deus e que, por isso, não apreende nem a realidade mundana nem a realidade cristã. Que o amor de Deus pelo mundo abarque também atividade política, que a forma mundana do amor cristão possa, por isso, assumir igualmente a forma daquele que luta pela auto-afirmação, pelo poder, pelo êxito e pela segurança é algo que se pode compreender só onde se toma a sério a encarnação do amor de Deus. Manifestam-se aqui, pois, também os limites ou, melhor, os bastidores da lei da auto-afirmação na atividade política.
Agir politicamente significa assumir responsabilidades – o que não é possível fazer sem poder. O poder põe-se ao serviço da responsabilidade.
sexta-feira, 28 de maio de 2010
procura-se um candidato "votável"

Lá como cá, no Brasil como em Portugal, os cidadãos que levam a sério a sua Consciência e os seus Valores cristãos, experimentam a mesma dificuldade em encontrar...
... um candidato "votável".
Daí que, se alguém não surgir espontâneamente, depois de identificar pela sondagem em curso os melhor posicionados, trabalharemos para obter a disponibilidade patriótica de algum deles. Conseguido isso, colocaremos à sua disposição a nossa rede de delegados e simpatizantes de forma a reunir-se o necessário número de assinaturas de cidadãos proponentes.
Desse modo conseguiremos algum espaço mediático para afirmar os nossos Valores e contribuir para o esclarecimento democrático dos nossos concidadãos.
Ganha a nossa Causa
Ganha Portugal
quinta-feira, 27 de maio de 2010
candidato pro-Vida à Presidência da República
Elencámos um conjunto de sete personalidades públicas que nos parecem preencher os pressupostos essenciais, visibilidade pública e um muito digno percurso pessoal, profissional e/ou político. É importante esclarecer que o PPV não estabeleceu qualquer contacto prévio com nenhuma destas personalidades para esta sondagem. E ignoramos completamente a sua eventual disponibilidade para uma candidatura.
Estamos simplesmente interessados no conhecimento das preferências do povo pro Vida e por isso lançamos esta sondagem cujo preenchimento e divulgação junto de amigos e familiares desde já vos agradecemos.
Para participar, escolhendo o seu candidato ou candidata preferida, por favor responda à sondagem na aba esquerda do blogue do PPV em http://portugalprovida.blogspot.com.
Portugal pro Vida
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informação biográfica sobre os sete nomes propostos:
D. Duarte Pio de Bragança
Bagão Félix
João César das Neves
Aura Miguel
Maria José Nogueira Pinto
Gen. Rocha Vieira
Daniel Serrão
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* pode o PS escolher um Presidente da República mais colaboracionista (colaboração estratégica) com as suas políticas (aborto, casamento homossexual, deseducação sexual obrigatória nas escolas, divórcio simplex)... do que Cavaco Silva?
quarta-feira, 26 de maio de 2010
pro Emprego
Preocupado com o agravamento da crise social e do desemprego, o PPV não precisa de "ser governo" para contribuir para o Bem Comum no campo da própria economia.
Há cerca de um ano criámos uma bolsa de ofertas/pedidos de oportunidades de trabalho que, embora pouco procurada, sempre terá dado os seus frutos. Por isso - e em face do agravamento do desemprego no nosso país - iremos reactivar esta iniciativa em moldes um pouco diferentes.
A estrutura da bolsa permanece muito simples, funcionando numa banda lateral do nosso blogue.
Não faremos "acepção de pessoas" ou de ofertas de emprego. No entanto, dado o carácter pro-Vida do PPV, advertimos todos os utilizadores para o facto de que "do outro lado" haverá naturalmente uma expectativa de encontrar nesta bolsa um futuro colaborador e/ou empregador com uma posição pró-Vida. Recomendamos que os CVs sejam explícitos neste aspecto.
1. AOS EMPREGADORES: pede-se que nos enviem (em formato PDF) um anúncio de até 1 página com as informações habitualmente fornecidas nos anúncios de oferta de emprego, incluindo eventuais requisitos éticos e deontológicos;
2. AOS PROFISSIONAIS, temporariamente desempregados ou interessados numa mudança de emprego ou do local de trabalho, p. ex.no sentido do reagrupamento familiar: pede-se que nos enviem o respectivo Curriculum Vitae (CV), indicando a profissão a que se candidatam, a área geográfica pretendida. Na elaboração do CV recomendamos a referência a quaisquer actividades desenvolvidas nos movimentos pro-Vida e/ou voluntariado em IPSS's e sugerimos a adopção do formato Europass CV sem prejuízo de uma forte recomendação a favor da utilização da língua portuguesa.
Envie-nos as suas ofertas ou pedidos de emprego por email para portugalprovida@gmail.com, preenchendo o campo ASSUNTO/SUBJECT com «pro-Emprego: oferta» ou «pro-Emprego: pedido» conforme o caso.
terça-feira, 25 de maio de 2010
por uma Rádio Renascença ao serviço da Igreja e do Povo
domingo, 23 de maio de 2010
a população é uma riqueza, não um factor de pobreza
Contra tal presunção, fala o dado seguinte: enquanto, em 1981, cerca de 40% da população mundial vivia abaixo da linha de pobreza absoluta, hoje tal percentagem aparece substancialmente reduzida a metade, tendo saído da pobreza populações caracterizadas precisamente por um incremento demográfico notável. O dado agora assinalado põe em evidência que existiriam os recursos para se resolver o problema da pobreza, mesmo no caso de um crescimento da população.
E não se há-de esquecer que, desde o fim da segunda guerra mundial até hoje, a população da terra cresceu quatro mil milhões e tal fenómeno diz respeito, em larga medida, a países que surgiram recentemente na cena internacional como novas potências económicas e conheceram um rápido desenvolvimento graças precisamente ao elevado número dos seus habitantes. Além disso, dentre as nações que mais se desenvolveram, aquelas que detêm maiores índices de natalidade gozam de melhores potencialidades de progresso.
Por outras palavras, a população confirma-se como uma riqueza e não como um factor de pobreza.»
excerto da mensagem do Papa Bento XVI, para o Dia Mundial da Paz, 1 de Janeiro de 2009



