quarta-feira, 27 de abril de 2011
sorteios da ordem do PPV nos boletins de voto
Em muitos círculos o sorteio é realizado hoje:
Tribunal de Braga - 16h00
Tribunal de Coimbra - 14h00
Tribunal de Évora - 15h00
Tribunal de Lisboa - 14h00
Tribunal de Aveiro - 14h30
Tribunal de Castelo Branco - 13h45
Tribunal de Viana do Castelo - 15h30
Tribunal da Guarda - 14h00
O acto é público. Convidamos todos os nossos amigos a assistir, tendo possibilidade!
Tribunal de Braga - 16h00
Tribunal de Coimbra - 14h00
Tribunal de Évora - 15h00
Tribunal de Lisboa - 14h00
Tribunal de Aveiro - 14h30
Tribunal de Castelo Branco - 13h45
Tribunal de Viana do Castelo - 15h30
Tribunal da Guarda - 14h00
O acto é público. Convidamos todos os nossos amigos a assistir, tendo possibilidade!
domingo, 24 de abril de 2011
comunicado PPV - situação nacional e legislativas
COMUNICADO
O movimento «Portugal pro Vida» realizou no dia 16 de Abril a sua 5ª Convenção Nacional da qual, em vésperas de eleições legislativas intercalares, resulta a seguinte declaração política:
- O PPV manifesta a sua preocupação com a situação presente do nosso país, com impactos muito graves na vida dos cidadãos, das famílias e das empresas; estamos empenhados em contribuir para a ultrapassagem das actuaius dificuldades com políticas realistas que se coloquem ao lado das famílias, respeitando valores fundamentais e históricos do povo português;
- Independentemente das ajudas externas cuja negociação decorre e que deverão exigir duros sacrifícios a todos os portugueses, o PPV considera que é necessário mudar de vida e de liderança política no nosso país, uma vez que seria um grande risco colocar os «lobos o guardar o rebanho», confiando a gestão dos financiamentos obtidos por empréstimo aos mesmos governantes que já demonstaram, no passado recente, o seu “novo-riquismo” e total incapacidade para gerir com probidade e rigor os recursos públicos;
- A reforma do Estado Português deve começar pela Justiça, abolindo de imediato todo o rol de leis iníquas já aprovadas, deve passar por uma política social assente numa verdadeira aliança entre o Estado e as Famílias, e culminar numa re-orientação estratégica, económica e política de Portugal para as suas dimensões simultaneamente mais antigas e sustentáveis: terra, mar, lusofonia
- O PPV irá concorrer sozinho às próximas eleições legislativas, pugnando pelos valores inegociáveis da Vida e da Família, traduzidos em propostas concretas de promoção do Bem Comum em Portugal; e apresentará o seu responsável-geral como cabeça de lista por Lisboa;
- A rede nacional de simpatizantes do PPV será mobilizada para a apresentação de listas, tanto quanto possível, de iniciativa distrital, em coordenação com a Direcção Nacional de modo a maximizar os tempos de antena de rádio e televisão, oportunidades de excelência para a promoção da nossa Causa junto dos cidadãos - o movimento de cidadania para a Democracia Directa será convidado a colaborar na constituição da lista pelo círculo de Leiria;
- O PPV congratula-se com a adopção por outras forças partidárias, embora invocando a crise, da nossa postura de princípio a favor de uma campanha «low-cost», independentemente do financiamento público;
- O PPV espera que a Comunicação Social, designadamente a televisão, cumpra com abertura, isenção e pluralismo a sua função de informar correctamente os portugueses sobre as opções em debate no confronto que se avizinha e se pretende minimamente democrático
Direcção Política Nacional
Lisboa, 19 de Abril de 2011
+ info: 967.014.648
agenda PPV
24.04 - Lisboa
25.04 - Guimarães
26.04 - Lisboa / Porto / Braga
quinta-feira, 21 de abril de 2011
comunicado da Federação Portuguesa pela Vida
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| foto picada da "Sábado" online |
Sobre a notícia da revista Sábado de hoje intitulada “Lei do Aborto é violada todos os dias” a Federação Portuguesa pela Vida (FPV) considera que:
1) O aborto não é um problema de higiene nem de condições hospitalares. Começamos lentamente a assistir às consequências dramáticas do presente envenenado que se quis oferecer às mulheres e às famílias portuguesas.
2) Quase quatro anos após a aprovação da lei do aborto, começam a surgir “pequenos pormenores” que ameaçam a higiene política do problema: não se respeitam os três dias de reflexão, o material utilizado não está devidamente esterilizado, as infra-estruturas não estão preparadas para evitar o cruzamento de olhares das mães que esperam o parto com as mães que esperam o aborto, os médicos não são diligentes.
3) A esses problemas acrescem outros que a reportagem não refere: ao se proibir que médicos objectores de consciência possam participar no aconselhamento prévio que a lei exige, é retirada à mulher a liberdade de escolha que só existiria se lhe fosse proporcionado também o acesso à oferta de alternativas à prática do aborto; nas consultas de aconselhamento não é proporcionado às grávidas nem o acesso à lista de apoios à maternidade nem das associações que estão disponíveis a ajudar o nascimento dos seus filhos; pela omissão de visualização e entrega de uma ecografia oculta-se às mães a existência de um ser vivo no seu seio, etc.
4) Mas a verdadeira natureza do problema é que o aborto é MAU. É objectivamente mau. É um acto que pertence à categoria das coisas más - que se opõem às coisas boas. Nem sequer um esforço humano para mascarar um acto mau, pode apagar a destruição, a devastação e a ruína que lhe é inerente e que se prolongarão pelo tempo de vida da mãe a quem é retirada a possibilidade de nascimento dos seus filhos.
5) Todos os factos - impressionantes - identificados na reportagem da revista Sábado são sintomáticos de uma situação que deve ser imediatamente terminada. Neste momento, o Estado oferece o aborto como única solução às mulheres e às famílias. Oferece uma “solução” destrutiva e enganadora. E priva a sociedade inteira da riqueza (social, económica, demográfica, humana) que poderia resultar do nascimento assim impossibilitado
A FPV desafia a próxima maioria que se vier a formar e o Governo que dela resultar a:
a) Fazer uma rápida avaliação da lei actualmente em vigor e daí retirar consequências práticas imediatas de modo a proteger a maternidade, a vida, a saúde pública e o bem-comum.
b) Aceitar que mediante a correspondente iniciativa popular seja realizado um novo referendo nacional sobre a matéria em que possa ser decidida a revogação do aborto livre por opção da mulher até às 10 semanas;
c) Promova uma cultura de Vida que responda aos problemas reais dos nascimento e maternidade em Portugal de tal forma que se torne evidente no tempo mais breve possível que o aborto deve ser completamente abolido no nosso país.
A FPV, na sua qualidade de agente ao serviço das instituições que apoiam as famílias e as crianças, coloca-se à inteira disposição dos governantes para trabalhar em conjunto e, assim, combater eficaz e definitivamente o problema do aborto.
Lisboa, 20 de Abril de 2011
sexta-feira, 15 de abril de 2011
saudamos a eficácia da CNE junta das freguesias
Ex.mº Senhor Presidente da C.N.E.
Quero agradecer em nome do PPV e louvar a pronta intervenção dos serviços [jurídicos] da CNE. Depois de nos chegarem devolvidos os emails remetidos ao próprio MAI, merece especial destaque a eficácia e prontidão com que na CNE a questão foi tratada. Na verdade, a maioria das juntas de freguesia já correspondem a um pedido verbal, ou mesmo por email, de emissão da dita certidão. Bom seria que fossem todas e sem a necessidade destas reclamações. Especialmente depois de nas últimas eleições presidenciais ter sido vedado a tantos eleitores o acesso a esse direito fundamental [que é o voto] - e a nós próprios o direito de concorrer, por via da falta de diligência de algumas freguesias - bom seria que o espírito de boa colaboração levasse todas as juntas a dispensar um pedido formal por escrito*.
Melhores cumprimentos,
Luís Botelho Ribeiro
* [do próprio interessado, que não tem o número de eleitor visível no seu cartão de cidadão, que pode não ter internet, e normalmente não tem muito... tempo a perder]
Quero agradecer em nome do PPV e louvar a pronta intervenção dos serviços [jurídicos] da CNE. Depois de nos chegarem devolvidos os emails remetidos ao próprio MAI, merece especial destaque a eficácia e prontidão com que na CNE a questão foi tratada. Na verdade, a maioria das juntas de freguesia já correspondem a um pedido verbal, ou mesmo por email, de emissão da dita certidão. Bom seria que fossem todas e sem a necessidade destas reclamações. Especialmente depois de nas últimas eleições presidenciais ter sido vedado a tantos eleitores o acesso a esse direito fundamental [que é o voto] - e a nós próprios o direito de concorrer, por via da falta de diligência de algumas freguesias - bom seria que o espírito de boa colaboração levasse todas as juntas a dispensar um pedido formal por escrito*.
Melhores cumprimentos,
Luís Botelho Ribeiro
* [do próprio interessado, que não tem o número de eleitor visível no seu cartão de cidadão, que pode não ter internet, e normalmente não tem muito... tempo a perder]
quinta-feira, 14 de abril de 2011
e-silenciamento II

...Não é apenas o FMI que regressa sempre... no PPV já estamos cansados de reclamar contra o encerramento e mudar de endereço electrónico CLIX. É claro que há sempre quem não goste de ouvir a verdade. Mas isso é razão para "matar/calar o mensageiro"?
Desta vez foi o ppv.portugal.pro.vida@clix. No passado já tinha sido o ppv.portugalprovida@clix, portugalprovida@clix, etc...
E andamos nisto há anos. Quando nos deixarão em Paz?
Para quando uma intervenção das autoridades "democráticas" em defensa do nosso direito de intervenção?
Para quando uma palavra justa e solidária da ANACOM, do Provedor de Justiça... da Igreja Católica?
Já basta!
Recorramos à cidadania. Os nossos amigos podem ajudar pedindo explicações. Para tal basta preencher uma interpelação no seguinte endereço:
http://cliente.clix.pt/ -> CONTACTO (na tab mais à direita)
(no campo telefone clix, colocar 255777428)
------------------
teor da nossa reclamação, apresentada às 8h52 de 14.04.2011:
«Ex.mºs responsáveis do serviço Optimus CLIX,
A última vez foi em Maio de 2010. Voltaram a encerrar-nos uma conta de email sem pré-aviso. Gostaríamos que tivessem a gentileza de explicar os motivos e, não os havendo, repor a conta ppv.portugal.pro.vida@clix.pt em funcionamento.
Temos um congresso no próximo fim de semana e eleições legislativas daqui a mês e meio e não é bom que o comportamento dos serviços OptimusClix se torne um tópico de debate político. Temos assuntos bem mais importantes a discutir.
Cumprimentos,
Pela Direcção Política Nacional do PPV,
Luís Botelho Ribeiro ( responsável-geral )
nota:
consideramos pública toda a correspondência entre nós trocada a este respeito.»
quarta-feira, 13 de abril de 2011
sábado, 9 de abril de 2011
sexta-feira, 8 de abril de 2011
à atenção do Ministro da Administração Interna
Ex.mº Senhor Ministro da Administração Interna,
Considero inaceitável que um pedido de esclarecimentos hoje mesmo enviado à DGAI, utilizando o endereço de email que consta da sua página oficial, venha devolvido. Estamos a preparar as nossas listas de candidatura e há Comissões Recenseadoras (Juntas de Freguesia) a recusar passar as indispensáveis certidões de capacidade eleitoral. É inadmissível que a DGAI, entidade sob a responsabilidade de V. Ex.ª, possa estar a prestar informações erradas às freguesias que a consultam ou, como foi o meu caso, a rejeitar a correspondência electrónica recebida.
Os cidadãos reclamam uma abertura do sistema democrático à sua participação mas o regime teima em fechar-se.
Apresentamos o nosso mais veemente protesto. O povo exige medidas correctivas imediatas, sob pena de nova distorção da verdade democrática em mais um acto eleitoral neste regime dito democrático.
Cumprimentos,
Luis Botelho Ribeiro
(responsável-geral do PPV)
-------- Mensagem Original --------
pós - texto:
tu quodque?
---------------------------------------------
fonte dos endereços utilizados:
http://www.mai.gov.pt/index.php?s=contactos-ministerio
http://www.dgai.mai.gov.pt/?area=205
Considero inaceitável que um pedido de esclarecimentos hoje mesmo enviado à DGAI, utilizando o endereço de email que consta da sua página oficial, venha devolvido. Estamos a preparar as nossas listas de candidatura e há Comissões Recenseadoras (Juntas de Freguesia) a recusar passar as indispensáveis certidões de capacidade eleitoral. É inadmissível que a DGAI, entidade sob a responsabilidade de V. Ex.ª, possa estar a prestar informações erradas às freguesias que a consultam ou, como foi o meu caso, a rejeitar a correspondência electrónica recebida.
Os cidadãos reclamam uma abertura do sistema democrático à sua participação mas o regime teima em fechar-se.
Apresentamos o nosso mais veemente protesto. O povo exige medidas correctivas imediatas, sob pena de nova distorção da verdade democrática em mais um acto eleitoral neste regime dito democrático.
Cumprimentos,
Luis Botelho Ribeiro
(responsável-geral do PPV)
-------- Mensagem Original --------
| Assunto: | Undelivered Mail Returned to Sender |
|---|---|
| Data: | Fri, 8 Apr 2011 12:39:52 +0100 (WEST) |
| De: | MAILER-DAEMON (Mail Delivery System) |
| Para: | portugalprovida@gmail.com |
This is the mail system at host mxin1.rnsi.mai.gov.pt.
I'm sorry to have to inform you that your message could not
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For further assistance, please send mail to postmaster.
If you do so, please include this problem report. You can
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The mail system: host 10.1.9.3[10.1.9.3] said: 550 5.7.1 Message
rejected due to content restrictions (in reply to end of DATA command)
-----------------------
Exm.ºs Senhores,
Importa esclarecer urgentemente com que base legal pode ser negada a
um(a) cidadã(o) uma certidão de capacidade eleitoral (pedida
pessoalmente pelo próprio) com vista à participação nas nossas listas de
candidatura.
Na alínea b) do n.º4 o art.º 24º da Lei Eleitoral da A.R. diz apenas isto:
«b) Certidão de inscrição no recenseamento eleitoral de cada um dos
candidatos, bem como do mandatário,
identificando-os em função dos elementos referidos no nº 2.»
Não diz que tem de ser o mandatário, o presidente, ou quem quer que
seja. Pelos vistos, a Junta de Freguesia em causa (Lisboa) alega ter
sido pela DGAI em sentido contrário, o que nos parece no mínimo estranho.
Cumprimentos,
Luís Botelho
informam-me na minha Junta de Freguesia que para me passarem a Declaração de Eleitor, a fim de fazer parte de uma lista eleitoral, as forças concorrentes têm que fazer o pedido da emissão, em nome da pessoa em causa ao abrigo do dec.-------------------------------------------
Esta informação foi-lhes transmitida pela DGAI.
Com os meus cumprimentos.
pós - texto:
tu quodque?
The mail system: host 10.1.9.3[10.1.9.3] said: 550 5.7.1 Message rejected
due to content restrictions (in reply to end of DATA command)
The mail system: host 10.1.9.3[10.1.9.3] said: 550 5.7.1 Message rejected due to content restrictions (in reply to end of DATA command)
fonte dos endereços utilizados:
http://www.mai.gov.pt/index.php?s=contactos-ministerio
http://www.dgai.mai.gov.pt/?area=205
à atenção dos senhores presidentes de junta
Chamamos respeitosamente a atenção de V.s Ex.ªs para os art.ºs 93º e 94º da Lei nº 13/99, de 22 de Março. Alguns candidatos que se têm dirigido às Juntas de Freguesia têm visto recusados os seus pedidos de emissão das certidões, o que consubstancia a prática de um crime punível com «pena de prisão até 6 meses ou pena de multa até 60 dias».
... com a agravante de que alegam ter, para esse comportamento, o aval da DGAI!
Pelo menos quatro juntas de freguesia recusaram-se, num primeiro momento, a passar as certidões de capacidade eleitoral aos próprios cidadãos que em pessoa as pediam em freguesias dos concelhos de Viana do Castelo, Famalicão, Évora e de Castro Marim - pelo menos num caso, alegadamente a partir de "esclarecimentos" erróneos da DGAI, consultada pelos funcionários da Junta.
Por esse facto, publicámos um aviso no nosso blogue, chamando a atenção para as implicações criminais de tal postura, violando o disposto nos art.ºs 93º e 94º da Lei do recenseamento - Lei nº 13/99, de 22 de Março.
... com a agravante de que alegam ter, para esse comportamento, o aval da DGAI!Pelo menos quatro juntas de freguesia recusaram-se, num primeiro momento, a passar as certidões de capacidade eleitoral aos próprios cidadãos que em pessoa as pediam em freguesias dos concelhos de Viana do Castelo, Famalicão, Évora e de Castro Marim - pelo menos num caso, alegadamente a partir de "esclarecimentos" erróneos da DGAI, consultada pelos funcionários da Junta.
Por esse facto, publicámos um aviso no nosso blogue, chamando a atenção para as implicações criminais de tal postura, violando o disposto nos art.ºs 93º e 94º da Lei do recenseamento - Lei nº 13/99, de 22 de Março.
terça-feira, 5 de abril de 2011
segunda-feira, 4 de abril de 2011
sexta-feira, 1 de abril de 2011
A decisão de Cavaco
sexta-feira, 25 de março de 2011
demissão do primeiro-ministro - COMUNICADO da Direcção Política
1. O PPV congratula-se com o pedido de demissão apresentado pelo primeiro-ministro responsável pela liberalização do aborto em Portugal, pela legalização do casamento homossexual, pela banalização do divórcio, pelos mais violentos cortes jamais aplicados em políticas sociais tão consensuais na sociedade portuguesa como o "abono de família" e as "bolsas de estudo", ao mesmo tempo que mantinha intocável o «subsídio de maternidade» para as mulheres que, recusando ser mães, decidem abortar. Esperamos que, a bem do futuro do nosso país, o processo político agora iniciado seja concluído de forma rápida e conclusiva com uma nova maioria parlamentar, agora favorável às famílias portuguesas, com coragem para enfrentar os problemas económicos e sociais criados ou agravados pelos governos de José Sócrates, desde logo anulando imediatamente todas as suas medidas anti-Vida e anti-família.
2. Perante o cenário criado, o PPV dispõe-se a apresentar-se a eleições legislativas antecipadas se for essa a decisão do senhor Presidente da República, levando aos portugueses um programa de restauração de uma «política de valores», de promoção da Vida e da Família, reconhecendo o esforço de quantos com sacrifício próprio - e apesar do governo - lutam pela sustentabilidade demográfica e social de Portugal.
3. Repudiamos a postura da chanceler alemã Angela Merkel para com Portugal nos últimos tempos, especialmente na sequência do pedido de demissão de José Sócrates. Recorrendo a um argumentário típico de qualquer usurário, e presumindo um direito - que não lhe reconhecemos - de ingerência na política interna portuguesa, esquece deliberadamente alguns factos da maior importância e de sua exclusiva responsabilidade:
- o seu apoio a José Sócrates prolongou desnecessariamente a sobrevivência política deste, atrasando gravemente a recuperação da credibilidade do estado português, inapelavelmente indexada à credibilidade (ou falta dela) do primeiro-ministro demissionário. O último "balão de oxigénio" oferecido na recente visita de vassalagem a Berlim, foi apenas o último acto de uma já longa tragédia;
- a obstinação no seu apoio a Sócrates acumulada com o "mau perder" hoje (24.03) evidenciado perante o seu afastamento, deixam por demais evidente o seu interesse em manter no lugar o político que, tão volátil noutras decisões, neste caso manteve os seus compromissos inconfessados com a economia alemã. Vendendo o futuro do seu povo em troca de alguns milhões de marcos alemães para comprar TGVs alemães, Sócrates manteve a sua obstinação até ao fim, indiferente ao seu próprio «povo à rasca», a braços com os cofres do Estado vazios e as contas para pagar aos credores;
- a falta de subtileza e sentido de decência leva a mesma chanceler Angela Merkel (que os portugueses não reconhecem nem elegeram) a apressar-se a chamar o líder da oposição e presumível sucessor de Sócrates, repetindo-lhe o seu "Diktat".
Perante tudo isto, o PPV sente-se na obrigação de vir a público afirmar a sua convicção de que há responsabilidades a partilhar comunitariamente pelas dívidas contraídas por Portugal, e por outros países em dificuldades, para financiar projectos que, em larga medida, não serviam os seus interesses mas sim os de quem precisava de nos "impingir" as suas tecnologias, incapaz de as rentabilizar com base apenas no respectivo mercado interno.
Não é moralmente aceitável - e por isso não acontecerá - que duas ou três novas gerações em Portugal tenham o seu futuro comprometido porque nas décadas de 1990 e 2000 a classe política portuguesa se vendeu aos interesses de terceiros, esquecendo os legítimos interesses e aspirações do seu próprio povo.
Os portugueses podem contar com o PPV para a construção de um futuro de esperança para Portugal no quadro da Europa e da Lusofonia.
PPV - Direcção Política Nacional
Guimarães, 24 de Março de 2011
2. Perante o cenário criado, o PPV dispõe-se a apresentar-se a eleições legislativas antecipadas se for essa a decisão do senhor Presidente da República, levando aos portugueses um programa de restauração de uma «política de valores», de promoção da Vida e da Família, reconhecendo o esforço de quantos com sacrifício próprio - e apesar do governo - lutam pela sustentabilidade demográfica e social de Portugal.
3. Repudiamos a postura da chanceler alemã Angela Merkel para com Portugal nos últimos tempos, especialmente na sequência do pedido de demissão de José Sócrates. Recorrendo a um argumentário típico de qualquer usurário, e presumindo um direito - que não lhe reconhecemos - de ingerência na política interna portuguesa, esquece deliberadamente alguns factos da maior importância e de sua exclusiva responsabilidade:
- o seu apoio a José Sócrates prolongou desnecessariamente a sobrevivência política deste, atrasando gravemente a recuperação da credibilidade do estado português, inapelavelmente indexada à credibilidade (ou falta dela) do primeiro-ministro demissionário. O último "balão de oxigénio" oferecido na recente visita de vassalagem a Berlim, foi apenas o último acto de uma já longa tragédia;
- a obstinação no seu apoio a Sócrates acumulada com o "mau perder" hoje (24.03) evidenciado perante o seu afastamento, deixam por demais evidente o seu interesse em manter no lugar o político que, tão volátil noutras decisões, neste caso manteve os seus compromissos inconfessados com a economia alemã. Vendendo o futuro do seu povo em troca de alguns milhões de marcos alemães para comprar TGVs alemães, Sócrates manteve a sua obstinação até ao fim, indiferente ao seu próprio «povo à rasca», a braços com os cofres do Estado vazios e as contas para pagar aos credores;
- a falta de subtileza e sentido de decência leva a mesma chanceler Angela Merkel (que os portugueses não reconhecem nem elegeram) a apressar-se a chamar o líder da oposição e presumível sucessor de Sócrates, repetindo-lhe o seu "Diktat".
Perante tudo isto, o PPV sente-se na obrigação de vir a público afirmar a sua convicção de que há responsabilidades a partilhar comunitariamente pelas dívidas contraídas por Portugal, e por outros países em dificuldades, para financiar projectos que, em larga medida, não serviam os seus interesses mas sim os de quem precisava de nos "impingir" as suas tecnologias, incapaz de as rentabilizar com base apenas no respectivo mercado interno.
Não é moralmente aceitável - e por isso não acontecerá - que duas ou três novas gerações em Portugal tenham o seu futuro comprometido porque nas décadas de 1990 e 2000 a classe política portuguesa se vendeu aos interesses de terceiros, esquecendo os legítimos interesses e aspirações do seu próprio povo.
Os portugueses podem contar com o PPV para a construção de um futuro de esperança para Portugal no quadro da Europa e da Lusofonia.
PPV - Direcção Política Nacional
Guimarães, 24 de Março de 2011
domingo, 20 de março de 2011
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