sexta-feira, 3 de junho de 2011
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Agenda de fecho da campanha
15h00 - 21h00 - Praça da Figueira, em Lisboa
o PPV organiza um comício-convívio entre as 15h e as 21h: compareça, ponha um laço azul sobre uma camisola branca, traga sua família e vamos fazer a festa da Vida. Estará um carro de som a marcar o ponto de encontro.
5ª feira
12h30 - reunião com plataforma cívica em defesa do Hospital de D. Estefânia (Lisboa)
15h15 - gravação do debate com Rui Marques (MEP) a transmitir a partir das 20h55 de 6ª feira na RTP / SIC / TVI
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Tempos de antena TV
5ª feira - RTP/SIC/TVI - 19h00 (4º tempo)
5ª feira - RTP2 - 20h00 (4º tempo)
6ª feira - RTP/SIC/TVI - 19h00 (10º tempo)
6ª feira - RTP2 - 20h00 (5º tempo)
terça-feira, 31 de maio de 2011
debate com Garcia Pereira cancelado - nossa resposta
Exmos. Senhores,
Esteve esta manhã montado um estúdio na RTP, pronto para as gravações de debates agendadas para este dia.
Compareceram os moderadores da RTP, SIC e TVI, bem como os líderes dos partidos políticos agendados, com excepção do PCTP/MRPP – precisamente o requerente no procedimento cautelar decidido na passada sexta-feira.
Em face da ausência do PCTP/MRPP, são canceladas as restantes gravações de debates, agendadas para amanhã, dia 1 de Junho, de modo a evitar a sujeição dos restantes partidos aos incómodos a que foram sujeitos os partidos que hoje compareceram.
Com os melhores cumprimentos,
Nuno Santos
Alcides Vieira
José Alberto Carvalho---------------------------------
resposta do PPV

Ex.mos Senhores Directores de Informação,
Tendo tido conhecimento de uma outra providência cautelar, interposta pelo MEP, e admitindo que outras possam surgir, gostaríamos de declarar, desde já, o nosso interesse e disponibilidade para participar em todos os debates que venham a ser organizados.
Saudações democráticas,
Luís Botelho Ribeiro
solidariedade com as vítimas...
O PPV acompanha com preocupação a situação criada pelas recentes e aparentemente mal planeadas alterações na articulação via portal do Ministério das Finanças com os Técnicos Oficiais de Contas. A situação criada tem tido repercussões muito negativas até no ambiente familiar destes profissionais, obrigados a tentar aproveitar "horas mortas", em casa, para submeter documentação necessária.
Como regra, o PPV defende que quaisquer alterações a sistemas críticos sejam sempre antecedidas de um processo participado por todos os interessados, precedidas por uma completa distribuição de informação, preparadas por adequado período experimental e, finalmente, introduzidas de modo gradual, sustentado e reversível, na medida em que a emergência de "problemas de escala" pode sempre obrigar a um redimensionamento global da solução.
PPV - Direcção Política
segunda-feira, 30 de maio de 2011
em defesa do Hospital Pediátrico de D. Estefânia
carta aberta do PPV ao presidente do CDS-PP
Ex.mº Senhor Presidente do CDS-PP,
Ex.mº Dr. Paulo Portas,
Saudações democráticas.
Por demasiadas vezes, tem o PPV vindo a ser, por pessoas ligadas ao CDS-PP, acusado de "dispersar votos" e, mais concretamente, de dispersar votos cristãos. Penso que não se pode continuar a alimentar um tal equívoco entre uma franja significativa de cidadãos, potenciais votantes num dos nossos partidos. E para que tal equívoco termine, penso que a melhor coisa a fazer será um debate entre nós, com carácter de urgência democrática.
Com toda a lealdade, desde já lhe manifesto o essencial dos pontos que aí me proponho defender, na esperança de que nem por isso se furtará ao desafio! Nós pretendemos demonstrar exactamente o contrário do que se tem dito - quem dispersa o voto cristão é o CDS-PP, ao "meter na gaveta" uma parte essencial dos seus valores originários, defraudando assim as expectativas de uma parte muito significativa da sociedade portuguesa. O PPV, pelo contrário, congrega e apela ao voto cristão (e não só), o voto de milhares de cidadãos cansados de votar num "mal menor" ou naqueles que deixaram de se comprometer com os valores fundamentais e inegociáveis da Vida e da Família.
Em 2007, 243.132 eleitores de Lisboa votaram "não" no referendo do aborto. No Porto foram 294.586 e em Braga 189.102. Em todo o país 1.539.566 cidadãos afirmaram a sua posição pela Vida - representando mais de 40% da sociedade portuguesa, apesar de todas as manipulações tentadas pelo governo Sócrates, cujo "modernismo" levou os portugueses até à boca do lobo, deixando-nos completamente à mercê do FMI.
É sabido que a esmagadora maioria dos votantes no CDS-PP é pro-Vida. Apesar disso, o CDS-PP apresenta como cabeça de lista alguém que é declaradamente pro aborto e pro "casamento" gay - Teresa Caeiro. Como se tal não (a)basta(rda)sse, o partido apresenta em terceiro lugar João Rebelo, que se depreende só ter votado contra o casamento gay para simular uma "posição homogénea" do CDS, tal como também terão feito Teresa Caeiro e Assunção Cristas, assumindo declaração de voto. Também o sexto candidato, apresentado num "posto do crescimento", já que o CDS-PP tem 5 eleitos por Lisboa, o jurista Adolfo Mesquita Nunes, assume-se favorável ao "casamento" gay. Significa isto que, se o PP crescesse em Lisboa, isso representaria apenas a eleição de mais um deputado anti-família.
Como é de conhecimento público, após a legalização do casamento gay, teoricamente sem direito de "adopção de crianças", o governo fez passar por "baixo da porta" uma lei do "apadrinhamento civil" que, como se viu, silenciou o clamor do "lobby gay" a favor da adopção. E a razão deste silenciamento é apenas uma: o apadrinhamento civil dá-lhes na prática o direito de adopção que tanto reclamavam. Não temos ilusões - votando em quem aprova o casamento gay, votamos igualmente em quem abre de facto a porta à adopção gay de crianças (podem um dia ser os seus filhos!)
Podem os cristãos de Lisboa que votam habitualmente CDS-PP contribuir com o seu voto para eleger dois ou três deputados pro-"casamento gay" e alguns pro-aborto no próximo parlamento? Poder, podem - mas, em consciência, não devem. Porém, podem com o seu voto no PPV dar ao CDS-PP um sinal eloquente da necessidade de clarificação das suas posições, de mudança de rumo para voltar a representar fielmente a sua "base social de apoio", transportando para o Parlamento os valores sociais cristãos que tanta falta ali fazem e que, desta vez, só poderão lá entrar, sem equívocos, através do voto no PPV.
O CDS não está só na sua apreensão face ao crescimento potencial do PPV em face do milhão e meio de votos no "não". Também o PSD percebe o perigo quando ainda esta semana, falando com a Rádio Renascença(!), o seu líder alvitrou a possibilidade de talvez, eventualmente, reavaliar a lei do aborto, ou de não bloquear uma qualquer iniciativa de cidadãos no sentido de um novo referendo... Do PS ao BE, todos entenderam e denunciaram o calculismo da manobra, vindo de quem em 2007 foi favorável ao "sim" à liberalização do aborto e em 2008 se mostrou favorável a uma proposta de "contrato civil semelhante ao casamento".
Por tudo isto, conforme manifestado acima e em nome do direito à "decisão informada" de milhares de cidadãos portugueses, hesitando entre o CDS-PP, o PSD, o PS e o PPV, venho desafiar V. Ex.ª para a realização de um debate em dia, hora e local à escolha de V/ Exc.ª, antes do termo da presente campanha eleitoral.
Melhores cumprimentos,
Luís Botelho
(responsável-geral do PPV)
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+ info:
Nos lugares que classifica como “postos de crescimento”, Paulo Portas propôs novos nomes: o jurista e `bloguer´ Adolfo Mesquita Nunes no sexto lugar em Lisboa,
http://www.observatoriodoalgarve.com/cna/noticias_ver.asp?noticia=44196
--
Resposta automática do CDS. Leram mas não têm coragem para responder, quanto mais para aceitar o repto. O antigo CDS acabou! Agora, no Caldas, mora o calculismo e a tibieza. Não há rasgo nem raça! Luís Botelho, 31.05.2011
Para: Paulo Portas; LUSA
Assunto: carta-aberta do PPV ao presidente do CDS-PP
Enviada: 30-05-2011 01:56
lida em 30-05-2011 12:25.
Reporting-UA: cds.pt; Microsoft Office Outlook 12.0 Final-Recipient: rfc822;Presidencia@cds.pt Original-Message-ID: mailto:4DE2EB2B.2070006@gmail.com Disposition: manual-action/MDN-sent-manually; displayed
“Assinale-se que todos os deputados do CDS respeitaram a disciplina de voto, embora pudessem ter opiniões pessoais divergentes. Por outro lado, o PPV fica mal no final da carta, ao tratar por “vossa escelência” a pessoa a quem se dirigem, sem maiúsculas e com erros de ortografia. Parece que estão a “fazer pouco”.”
Luís Botelho
domingo, 29 de maio de 2011
sábado, 28 de maio de 2011
Jornal de Negócios – SIC, RTP e TVI condenadas a realizar debates com todos os partidos que o desejem até dia 3
O Tribunal decidiu condenar a RTP, SIC e TVI em mil euros por cada dia decorrido desde hoje até ao dia 3 de Junho “em que não cumprirem” a decisão de realizar debates com todos os partidos.
O Tribunal de Oeiras condenou hoje as televisões generalistas a realizarem debates frente a frente com todos os partidos concorrentes às legislativas até ao último dia da campanha, dando razão a uma providência cautelar interposta pelo PCTP/MRPP.
O Tribunal decidiu condenar a RTP, SIC e TVI em mil euros por cada dia decorrido desde hoje até ao dia 3 de Junho “em que não cumprirem” a decisão, advertindo que incorrem na prática do “crime de desobediência qualificada” em caso de infracção.
A decisão do Tribunal, a que a Agência Lusa teve acesso, determina que a organização dos frente a frente visam “a participação de um representante do requerente” (PCTP/MRPP) e de participantes “das restantes forças e partidos políticos concorrentes às eleições legislativas” de 5 de Junho “na medida em que cada um destes últimos assim o deseje”.
Os debates televisivos, no formato de 10 frente a frente, foram realizados entre os líderes dos cinco partidos com assento parlamentar, e decorreram entre 6 e 20 de Maio.
Na providência cautelar que interpôs, o MRPP declarava que não foi convidado a participar naqueles debates apesar de se encontrar nas mesmas condições dos outros partidos concorrentes e acusa as televisões de conluio para evitarem cumprir o princípio da igualdade de tratamento.
O Movimento Esperança Portugal tinha também interposto uma providência cautelar com o objectivo de participar nos debates junto do mesmo tribunal que a julgou, na passada quarta-feira, improcedente.
sexta-feira, 27 de maio de 2011
novo tempo de antena rádio - clip3
Deverá ir para o ar na próxima semana, dias 1 e 2 de Junho. (consultar grelha de emissões PPV)
PPV
no referendo votou "não"? Vote agora PPV
a causa de todas as mães, a mãe de todas as causas
ser ou não ser, eis a questão
valorizando a Vida, superamos a crise
quem ganha é você
Para Portugal, e em força!
TELEVISÃO: próximos tempos de antena
RTP1 / SIC / TVI
| 27.05 | 3' | 2º | 19h00 |
RTP2
| 28.05 | 3' | 9º | 19h30 |
RÁDIO: próximos tempos de antena
RFM
| 27.05 | 5' | 1º | 11h20 |
Rádio Comercial
| 27.05 | 5' | 1º | 11h35 |
RDP - Antena 1
| 27.05 | 5' | 1º | 11h35 |
Rádio SIM e canal RR
| 27.05 | 5' | 1º | 11h40 |
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Leonardo Silva, cabeça de lista por Braga, hoje no Porto Canal
Hoje, 5ª feira, 26 de Maio, pelas 23:30 horas será entrevistado no canal (por cabo) Porto Canal, o Prof. Leonardo Silva, cabeça de lista do PPV por Braga, professor de História no ensino secundário, com especialidade na àrea do Ensino Especial, e ex-presidente da ACAPO - Braga.
PPV considera "curta" proposta do PSD de rever lei do aborto
“É preciso coragem política para apresentar um referendo à norma constitucional, segundo a qual a vida humana é inviolável”, disse Luís Botelho Ribeiro em declarações à agência Lusa.
O presidente do PPV referiu que “uma pergunta dessa abrangência já não vai ter impacto apenas sobre o aborto, mas também sobre a eutanásia”, acrescentando: “já não voto sobre os outros, mas também sobre mim próprio”.
Para o PPV, num referendo vinculativo ao artigo 24º [ da Constituição ], os portugueses poderão dizer que “querem um país onde não haja pena de morte [ para adultos imputáveis e também não ] para as crianças com menos de 10 semanas, nem para as pessoas em fim de vida, que possam ser vistas como um encargo para o Estado”.
Luís Botelho considerou essencial que o PSD esclareça a sua posição sobre o referendo: “Era bom que o PSD dissesse que, se ganhar, vai apresentar uma proposta legislativa de reposição, pelo menos, da situação anterior, porque nenhum dos referendos foi vinculativo”.
+ artigos aqui:
Passos rejeita apresentar mudanças à lei do aborto
Secretária de Estado da Igualdade diz que proposta de PSD para recuar na lei do aborto é "absurda"
Ministra da Saúde considera que recuar na lei do aborto seria "um retrocesso"
Sócrates chocado com declarações de Passos Coelho
PCP e BE criticam posição de Passos sobre lei do aborto
Lei do aborto deve ser «reavaliada», diz Passos Coelho
artigos relacionados (tema do dia 26.05.2011)dispensamos os mornos
Por estes dias, o "povo pro vida" tem sido bombardeado com apelos negativos com um destinatário mais ou menos comum - o PS de José Sócrates. Longe de mim defendê-lo, está bem de ver. O problema do "cidadão pro vida" diante do boletim de voto, no entanto, mantém-se. É que da "exclusão de partes" donde só conseguimos retirar o PS, ainda sobram uns 15 ou 16 quadrados onde pode ser legítimo a um bom cristão colocar a "cruzinha". E é disso que se trata agora. Quem quiser falar ou escrever para o "voto cristão em consciência" - não pode ficar-se por um confortável "neste(s) não", há-de ser consequente e comprometer-se com um "naquele(s) sim".
O problema é que, para isso, pode ser levado a reconhecer que não será muito cristão aconselhar um eleitor de Lisboa a votar em Teresa Caeiro - que aprova a Lei da IVG - ou aconselhar um eleitor de Aveiro a votar em Paulo Portas - que no debate do casamento gay se esgueirou para as últimas filas do parlamento... Também não será muito fácil aconselhar um "voto cristão" no PSD-Lisboa de Fernando Nobre que, além de concordar com a lei do aborto, também parece seguir aquela ideia de que "o que hoje é mentira, amanhã já pode ser verdade", no PS-Leiria de... Basílio Horta, já para não falar do PS-Lisboa de Ferro Rodrigues, "el solidário"...
Basta, pois, de indicações vagas, de evasivas, de sugestões. Exige-se coragem, clareza, poder de discernimento a quem se propõe influenciar. (Não é o meu caso, não escrevo para influenciar mas para lutar pelo PPV, para pedir o voto cristão no PPV; estou comprometido "até ao pescoço" no combate o PPV; não invoco qualquer estatuto de independência em abono da minha "opinião"). Não estou aqui para influenciar, mas claramente para pedir o voto dos cristãos que querem deveras acabar - e já! - com o aborto liberalizado em Portugal, e não esperar mais quatro anos, mais 80.000 bebés sacrificados e todo o rasto de irreparável dor que eles deixarão se não os salvarmos... com o nosso voto!
A partir de agora, à laia de quem diz "se querem o nosso voto..." também nós vos dizemos: "se querem a nossa atenção..." então indiquem-nos, justificando, em quem pode, sem contradição, ser depositada a confiança do "voto cristão". Não por acaso, convidámos há vários meses várias "personalidades" para gravar depoimentos nos nossos tempos de antena. "Apenas" o Prof. Daniel Serrão acedeu a dar-nos o seu testemunho, tal como já o dera generosamente em 2009, correndo o risco de, embora independente, ser "conotado" com o PPV. Felizmente, há pessoas tão grandes que não se atrapalham diante de obstáculos tão pequenos...
A terminar, uma palavra à Rádio Renascença, a Emissora Católica Portuguesa. Em relação ao PPV, tem mantido a posição politicamente correcta da equidistância, do tratamento "igual a todos os outros", embora sabendo que em 1975, se cá deste lado os portugueses tivessem adoptado a mesma atitude que tiverem "em relação a todos os outros" órgãos de comunicação social ocupados... ela teria ficado nas mãos do "inimigo". Talvez tenha chegado o momento de separarmos as águas, de conhecermos e reconhecermos (também com o voto, também com a antena) quem assume o combate entre a "civilização da Vida" e a "cultura de morte" no terreno da política, como insistentemente nos pede o Papa Bento XVI. Homenagear o Beato João Paulo II implica escolher um campo e não se ficar como os mornos (Ap 3, 16).
O tempo presente dispensa os mornos*.


















