sexta-feira, 3 de junho de 2011

entrevista a Helder Sousa, cabeça de lista do PPV Porto

Helder Sousa: "Esperamos uma mudança na política actual"

Helder Sousa, cabeça de lista do PPV pelo distrito do Porto, salienta a necessidade da criação de emprego e do desenvolvimento das empresas na região. Em entrevista ao JPN, o candidato apela a um novo "fôlego" na política do país.
Preservar "a vida humana no seu todo", protegendo os "direitos das pessoas" e os seus "direitos sociais" é o lema do partido Portugal pro Vida, de que Helder Sousa é o cabeça de lista pelo distrito do Porto.

(texto integral aqui)

ser pro Vida é ser também pro Ambiente

Continuamos a traduzir em acção consequente os nossos valores e as exortações de S.S. o Papa Bento XVI.
Leia e, se concordar, assine a seguinte petição.

PPV contra fecho das urgências da maternidade D. Estefânia

PPV contra fecho das urgências da maternidade D. Estefânia
http://www.tsf.pt/Eleicoes/Legislativas2011/Interior.aspx?content_id=1868536&tag=Outros%20Partidos|Legislativas%202011

PPV solidário com profissionais da Estefânia
http://www.tsf.pt/Eleicoes/Legislativas2011/Interior.aspx?content_id=1867300&tag=Outros%20Partidos|Legislativas%202011
O partido Portugal Pró Vida (PPV), que concorre às legislativas de domingo, esteve hoje ao lado dos profissionais do hospital D. Estefânia, em Lisboa, pela defesa de uma maternidade com «um atendimento de excelência».

«Estamos 100 por cento com eles. Onde quer que a vida e família esteja em causa o PPV está solidário», disse à Lusa Luís Botelho Ribeiro, líder do partido.
Para o PPV, Portugal precisa de «repensar todas as questões da saúde neonatal» e «não de encerrar os melhores hospitais e as melhores maternidades».
«Seguramente que aqui está em causa o direito de mães a terem os filhos nas melhores condições, num atendimento de excelência», adiantou.
Segundo Luís Botelho Ribeiro, o Ministério da Saúde tem «argumentos secretos» para decidir encerrar as urgências da maternidade da Estefânia, como a falta de pessoal da Maternidade Alfredo da Costa.
«Mas também sabemos que há falta de pessoal porque há gente a fazer abortos. Em Paredes, Penafiel, Amarante, muito próximos, há(havia) quatro sítios para fazer abortos», exemplificou.

PPV - reportagem na SIC

debate televisivo PPV x MEP

Para muitos cidadãos, cristãos e não-cristãos, o debate  PPV-MEP poderá ser esclarecedor na medida em que esclareça as diferenças de posicionamento, apesar da matriz teórica parcialmente comum.

Informa-se, pois, que o debate - já gravado ontem - será transmitido esta noite (3 de Junho) na RTP2, entre as 20h55 e as 21h15. A realização de uma ou várias reuniões entre o grupo promotor do MEP e o PS, levantada no debate, não é uma insinuação mas um dado testemunhado por pessoas de inteira confiança que puderam acompanhar esse processo.

Entrevista Luís Fadista - PPV Évora

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Agenda de fecho da campanha

6ª feira, 3 de Junho
15h00 - 21h00 - Praça da Figueira, em Lisboa
o PPV organiza um comício-convívio entre as 15h e as 21h: compareça, ponha um laço azul sobre uma camisola branca, traga sua família e vamos fazer a festa da Vida. Estará um carro de som a marcar o ponto de encontro.

5ª feira
12h30 - reunião com plataforma cívica em defesa do Hospital de D. Estefânia (Lisboa)
15h15 - gravação do debate com Rui Marques (MEP) a transmitir a partir das 20h55 de 6ª feira na RTP / SIC / TVI

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Tempos de antena TV
5ª feira - RTP/SIC/TVI - 19h00 (4º tempo)
5ª feira - RTP2 - 20h00 (4º tempo)
6ª feira - RTP/SIC/TVI - 19h00 (10º tempo)
6ª feira - RTP2 - 20h00 (5º tempo)

terça-feira, 31 de maio de 2011

debate com Garcia Pereira cancelado - nossa resposta

Exmos. Senhores,

Esteve esta manhã montado um estúdio na RTP, pronto para as gravações de debates agendadas para este dia.

Compareceram os moderadores da RTP, SIC e TVI, bem como os líderes dos partidos políticos agendados, com excepção do PCTP/MRPP – precisamente o requerente no procedimento cautelar decidido na passada sexta-feira.

Em face da ausência do PCTP/MRPP, são canceladas as restantes gravações de debates, agendadas para amanhã, dia 1 de Junho, de modo a evitar a sujeição dos restantes partidos aos incómodos a que foram sujeitos os partidos que hoje compareceram.

Com os melhores cumprimentos,

Nuno Santos

Alcides Vieira

José Alberto Carvalho


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resposta do PPV

Ex.mos Senhores Directores de Informação,

O PPV considera que, perante a "falta de comparência" do Dr Garcia Pereira no debate agendado para hoje - que não compreendemos - as televisões teriam andado bem se tivessem decidido realizar um outro debate, assim mesmo, entre os presentes. Desse modo já não estariam a prestar um "serviço obrigatório", obrigadas por um tribunal, mas a fazer verdadeiro "serviço público".

Tendo tido conhecimento de uma outra providência cautelar, interposta pelo MEP, e admitindo que outras possam surgir, gostaríamos de declarar, desde já, o nosso interesse e disponibilidade para participar em todos os debates que venham a ser organizados.

Saudações democráticas,

Luís Botelho Ribeiro

solidariedade com as vítimas...

... do portal das finanças

O PPV acompanha com preocupação a situação criada pelas recentes e aparentemente mal planeadas alterações na articulação via portal do Ministério das Finanças com os Técnicos Oficiais de Contas. A situação criada tem tido repercussões muito negativas até no ambiente familiar destes profissionais, obrigados a tentar aproveitar "horas mortas", em casa, para submeter documentação necessária.

Como regra, o PPV defende que quaisquer alterações a sistemas críticos sejam sempre antecedidas de um processo participado por todos os interessados, precedidas por uma completa distribuição de informação, preparadas por adequado período experimental e, finalmente, introduzidas de modo gradual, sustentado e reversível, na medida em que a emergência de "problemas de escala" pode sempre obrigar a um redimensionamento global da solução.

PPV - Direcção Política

segunda-feira, 30 de maio de 2011

em defesa do Hospital Pediátrico de D. Estefânia

o PPV apoia e divulga este apelo de uma plataforma de cidadãos que se opõe ao desmembramento (e sabe-se lá que mais) do Hospital de D. Estefânia, em Lisboa:

É cidadão, pai ou mãe? Isto diz-lhe respeito!
A Ministra da Saúde do Governo já em gestão continua o desmembramento do hospital de Dona Estefânia, pretendendo que as crianças sejam tratadas num futuro hospital de adultos (Hospital de Todos os Santos, Chelas) criado por uma Parceria Público Privada. No próximo dia 6 de Junho, um dia após as eleições, vai já fechar a moderna maternidade do hospital, deixando 2.300 grávidas e muitos bebés nascidos com malformações ou doenças graves em risco de mais complicações e atraso no tratamento cirúrgico de que o hospital é centro de referência. Não se conhece qualquer razão técnica ou de planeamento para esta medida.
No Dia Mundial da Criança, 4ª feira, às 13.00 h, os Profissionais do Hospital de Dona Estefânia sairão para os pátios em protesto silencioso de 3 minutos, manifestando o seu desacordo contra estas medidas e em solidariedade para com as crianças que ainda não tendo voz, irão sofrer as consequências das decisões agora tomadas.
Esta é uma causa de cidadania que vale a pena apoiar.
Dê um Voto de solidariedade às grávidas e crianças de hoje e de amanhã. Elas agradecem!
Passe pelo Hospital de Dona Estefânia entre as 13.00 e as 14.00 horas de 4ª feira
e participe no abaixo assinado a enviar ao novo Governo e ao novo Parlamento manifestando o seu desacordo com estas medidas.
Plataforma Cívica

carta aberta do PPV ao presidente do CDS-PP

VER "RESPOSTA" NO FINAL DESTE EMAIL

Ex.mº Senhor Presidente do CDS-PP,
Ex.mº Dr. Paulo Portas,


Saudações democráticas.

Por demasiadas vezes, tem o PPV vindo a ser, por pessoas ligadas ao CDS-PP, acusado de "dispersar votos" e, mais concretamente, de dispersar votos cristãos. Penso que não se pode continuar a alimentar um tal equívoco entre uma franja significativa de cidadãos, potenciais votantes num dos nossos partidos. E para que tal equívoco termine, penso que a melhor coisa a fazer será um debate entre nós, com carácter de urgência democrática.

Com toda a lealdade, desde já lhe manifesto o essencial dos pontos que aí me proponho defender, na esperança de que nem por isso se furtará ao desafio! Nós pretendemos demonstrar exactamente o contrário do que se tem dito - quem dispersa o voto cristão é o CDS-PP, ao "meter na gaveta" uma parte essencial dos seus valores originários, defraudando assim as expectativas de uma parte muito significativa da sociedade portuguesa. O PPV, pelo contrário, congrega e apela ao voto cristão (e não só), o voto de milhares de cidadãos cansados de votar num "mal menor" ou naqueles que deixaram de se comprometer com os valores fundamentais e inegociáveis da Vida e da Família.

Em 2007, 243.132 eleitores de Lisboa votaram "não" no referendo do aborto. No Porto foram 294.586 e em Braga 189.102. Em todo o país 1.539.566 cidadãos afirmaram a sua posição pela Vida - representando mais de 40% da sociedade portuguesa, apesar de todas as manipulações tentadas pelo governo Sócrates, cujo "modernismo" levou os portugueses até à boca do lobo, deixando-nos completamente à mercê do FMI.

É sabido que a esmagadora maioria dos votantes no CDS-PP é pro-Vida. Apesar disso, o CDS-PP apresenta como cabeça de lista alguém que é declaradamente pro aborto e pro "casamento" gay - Teresa Caeiro. Como se tal não (a)basta(rda)sse, o partido apresenta em terceiro lugar João Rebelo, que se depreende só ter votado contra o casamento gay para simular uma "posição homogénea" do CDS, tal como também terão feito Teresa Caeiro e Assunção Cristas, assumindo declaração de voto. Também o sexto candidato, apresentado num "posto do crescimento", já que o CDS-PP tem 5 eleitos por Lisboa, o jurista Adolfo Mesquita Nunes, assume-se favorável ao "casamento" gay. Significa isto que, se o PP crescesse em Lisboa, isso representaria apenas a eleição de mais um deputado anti-família.

Como é de conhecimento público, após a legalização do casamento gay, teoricamente sem direito de "adopção de crianças", o governo fez passar por "baixo da porta" uma lei do "apadrinhamento civil" que, como se viu, silenciou o clamor do "lobby gay" a favor da adopção. E a razão deste silenciamento é apenas uma: o apadrinhamento civil dá-lhes na prática o direito de adopção que tanto reclamavam. Não temos ilusões - votando em quem aprova o casamento gay, votamos igualmente em quem abre de facto a porta à adopção gay de crianças (podem um dia ser os seus filhos!)

Podem os cristãos de Lisboa que votam habitualmente CDS-PP contribuir com o seu voto para eleger dois ou três deputados pro-"casamento gay" e alguns pro-aborto no próximo parlamento? Poder, podem - mas, em consciência, não devem. Porém, podem com o seu voto no PPV dar ao CDS-PP um sinal eloquente da necessidade de clarificação das suas posições, de mudança de rumo para voltar a representar fielmente a sua "base social de apoio", transportando para o Parlamento os valores sociais cristãos que tanta falta ali fazem e que, desta vez, só poderão lá entrar, sem equívocos, através do voto no PPV.

O CDS não está só na sua apreensão face ao crescimento potencial do PPV em face do milhão e meio de votos no "não". Também o PSD percebe o perigo quando ainda esta semana, falando com a Rádio Renascença(!), o seu líder alvitrou a possibilidade de talvez, eventualmente, reavaliar a lei do aborto, ou de não bloquear uma qualquer iniciativa de cidadãos no sentido de um novo referendo... Do PS ao BE, todos entenderam e denunciaram o calculismo da manobra, vindo de quem em 2007 foi favorável ao "sim" à liberalização do aborto e em 2008 se mostrou favorável a uma proposta de "contrato civil semelhante ao casamento".

Por tudo isto, conforme manifestado acima e em nome do direito à "decisão informada" de milhares de cidadãos portugueses, hesitando entre o CDS-PP, o PSD, o PS e o PPV, venho desafiar V. Ex.ª para a realização de um debate em dia, hora e local à escolha de V/ Exc.ª, antes do termo da presente campanha eleitoral.

Melhores cumprimentos,
Luís Botelho

(responsável-geral do PPV)

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+ info:
"Teresa Caeiro, João Rebelo e Assunção Cristas apresentaram declarações de voto, justificando o voto contra pela vinculação ao partido e pela manutenção de uma “posição homogénea” do grupo" http://ww2.publico.pt/Media/revolta-em-surdina-no-ps-no-dia-do-sim-ao-casamento-gay_1416948?p=1

Nos lugares que classifica como “postos de crescimento”, Paulo Portas propôs novos nomes: o jurista e `bloguer´ Adolfo Mesquita Nunes no sexto lugar em Lisboa,

http://www.observatoriodoalgarve.com/cna/noticias_ver.asp?noticia=44196
http://www.ionline.pt/interior/index.php?p=news-print&idNota=116722

- aquando do último referendo sobre o aborto, em 2007, Adolfo Mesquita Nunes foi participar na RTP, num Prós & Contras, pelo lado do Sim. A Fátima Campos Ferreira apresentou-o como um "CDS a favor da legalização do aborto". E ele falou nesse sentido.
- no último dia de campanha do último referendo do aborto (6ª feira), a Teresa Caeiro fez divulgar a sua posição de que não votaria Não.

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Resposta automática do CDS. Leram mas não têm coragem para responder, quanto mais para aceitar o repto.

O antigo CDS acabou! Agora, no Caldas, mora o calculismo e a tibieza. Não há rasgo nem raça!
Luís Botelho, 31.05.2011

Mensagem

Para: Paulo Portas; LUSA
Assunto: carta-aberta do PPV ao presidente do CDS-PP
Enviada: 30-05-2011 01:56

lida em 30-05-2011 12:25.
Reporting-UA: cds.pt; Microsoft Office Outlook 12.0
Final-Recipient: rfc822;Presidencia@cds.pt
Original-Message-ID: mailto:4DE2EB2B.2070006@gmail.com
Disposition: manual-action/MDN-sent-manually; displayed
 
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Esclarecimento de um leitor sobre Carta Aberta a Paulo Portas do PPV
Um leitor identificado, mas que tem as suas razões para manter o anonimato, enviou-nos o seguinte comentário:
“Assinale-se que todos os deputados do CDS respeitaram a disciplina de voto, embora pudessem ter opiniões pessoais divergentes. Por outro lado, o PPV fica mal no final da carta, ao tratar por “vossa escelência” a pessoa a quem se dirigem, sem maiúsculas e com erros de ortografia. Parece que estão a “fazer pouco”.”

in Infovitae 1479 - Sexta-feira 3 de Junho de 2011
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(resposta enviada ao Infovitae e ainda não publicada)

Esclarecimento ao anónimo que defende(?) o CDS da carta do PPV

Caro/a anónimo/a, obviamente não pretendemos "fazer pouco" de ninguém. As gralhas que encontrou no final da nossa carta são isso mesmo - gralhas naturais em quem prescindiu do direito a 30 dias de dispensa de serviço e se manteve no seu posto todo este tempo.  Todos os candidatos do PPV oferecem o seu tempo extra à Causa, mantendo-se em pleno no trabalho e nas suas famílias.
O CDS é que não honra os seus pergaminhos quando, apesar de dispor de tantos "profissionais da política", não ousa debater connosco - e até as cartas de "esclarecimento" são assinadas por anónimos. Receiam o quê? Não assinam porquê? De facto a tibieza instalou-se no largo do Caldas onde, na impossibilidade de desmentir o que sobre a sua duplicidade escrevemos, se põem a contar-nos as gralhas. A ver vamos se o povo português lhes dá prémio ou castigo...
Aqui no PPV, toda a gente assina o que escreve. Quem defende a causa justa, não tem medo como o que o CDS-PP demonstra.

Atentamente,
Luís Botelho
( cabeça de lista por Lisboa que em 2011 convidou Teresa Caeiro e Paulo Portas para debater e ambos se furtaram )

sábado, 28 de maio de 2011

entrevista a Carlos Varandas - PPV Guarda

Jornal de Negócios – SIC, RTP e TVI condenadas a realizar debates com todos os partidos que o desejem até dia 3

in Jornal de Negócios

O Tribunal decidiu condenar a RTP, SIC e TVI em mil euros por cada dia decorrido desde hoje até ao dia 3 de Junho “em que não cumprirem” a decisão de realizar debates com todos os partidos.

O Tribunal de Oeiras condenou hoje as televisões generalistas a realizarem debates frente a frente com todos os partidos concorrentes às legislativas até ao último dia da campanha, dando razão a uma providência cautelar interposta pelo PCTP/MRPP.

O Tribunal decidiu condenar a RTP, SIC e TVI em mil euros por cada dia decorrido desde hoje até ao dia 3 de Junho “em que não cumprirem” a decisão, advertindo que incorrem na prática do “crime de desobediência qualificada” em caso de infracção.

A decisão do Tribunal, a que a Agência Lusa teve acesso, determina que a organização dos frente a frente visam “a participação de um representante do requerente” (PCTP/MRPP) e de participantes “das restantes forças e partidos políticos concorrentes às eleições legislativas” de 5 de Junho “na medida em que cada um destes últimos assim o deseje”.

Os debates televisivos, no formato de 10 frente a frente, foram realizados entre os líderes dos cinco partidos com assento parlamentar, e decorreram entre 6 e 20 de Maio.

Na providência cautelar que interpôs, o MRPP declarava que não foi convidado a participar naqueles debates apesar de se encontrar nas mesmas condições dos outros partidos concorrentes e acusa as televisões de conluio para evitarem cumprir o princípio da igualdade de tratamento.

O Movimento Esperança Portugal tinha também interposto uma providência cautelar com o objectivo de participar nos debates junto do mesmo tribunal que a julgou, na passada quarta-feira, improcedente.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

novo tempo de antena rádio - clip3

Banda sonora do 3º tempo televisivo, com testemunhos valentes de Raquel Madureira, Paulo Maia, Teresa e Dinis, Miguel Martel, Clara Maranhão, Carlos Fernandes, Luis Botelho e de António Luís Leitão, recebido por email.

Deverá ir para o ar na próxima semana, dias 1 e 2 de Junho. (consultar grelha de emissões PPV)