segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

que mais será preciso para se demitir o Procurador-Geral da República?

O PPV mantém a posição de quebra da confiança institucional no P.G.R. Pinto Monteiro, posição assumida há quase dois anos (11.02.2010) e em função da qual deixou de recorrer a este órgão institucional do Estado, por nós considerado sede vacante:


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João Palma - Sócrates ousou o que nenhum outro primeiro-ministro tentara neste país. Dominador, manipulador, levou a sua obsessão ao sector da justiça e fez abalar os seus alicerces. Desrespeitando a independência do poder judicial, elaborou um plano que visava desacreditar os tribunais para mais facilmente os poder controlar.

Alterou leis, desorganizou, usou a comunicação social, promoveu aos cargos de cúpula pessoas escolhidas a dedo em função de determinado perfil de subserviência. Quase conseguiu. Só isso explica que certas pessoas ocupem certos cargos para os quais não têm, manifestamente, perfil.
Os tempos mudaram e, naturalmente, a falta de independência desses senhores só pode ter uma consequência: a sua queda, o seu afastamento a prazo. Foram os próprios que cavaram a sua sepultura. Seca a fonte, morre o fruto. O pecado não está em substituí-los. O pecado foi escolhê-los ou promovê-los. Em nome da normalidade e da reposição da credibilidade da justiça, há que devolvê-los ao lugar que a história lhes reserva. Não há populismo que os salve. O povo já percebeu que não servem e onde querem chegar.
João Palma | Correio da Manhã | 28-11-2011

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Parlamento europeu promove aborto a coberto da luta contra o sida

Apesar da mensagem enviada a todos os euro-deputados portugueses, a UE decidiu a favor do "aborto". Não espanta que esta "União" Europeia caminhe a passos largos para a sua auto-destruição.
É a mesma que se recusa a escutar a vontade dos cidadãos!


A mensagem que enviámos:
Ex.mº(ª) Senhor(a) Euro-Deputado(a),

Na qualidade de cidadão seu constituinte, venho pedir que vote contra a “resolução sobre a resposta da UE para fazer frente ao VIH/sida na UE e países vizinhos” enquanto esta pretender dar igualmente cobertura ao "direito ao aborto", indiscriminado, universal e gratuito.

Saudações democráticas

A resolução aprovada no PE (verdadeiro "tiro no pé"):

World AIDS Day Brussels -Thursday 01/12/2011

Resolução do P.E. sobre a resposta global da UE ao VIH/SIDA na UE e nos países vizinhos - Revisão intercalar da Comunicação da Comissão Europeia COM(2009)569

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Tempo de antena pro Referendo-Vida

O PPV consagrou o seu último tempo de antena de 2011 à campanha para o referendo de iniciativa popular. Este tempo de antena, com a participação de várias pessoas, irá para o ar  no dia 30 de Novembro, entre as 19h45 e as 20h00 (possivelmente às 19h54) na RTP1.
 
Assista e divulgue! 

Encontro pro-Vida em Guimarães, tarde de 1 de Dezembro

 
No dia 1º de Dezembro de 2011, 5ª FEIRA, a partir das 14h30, o povo pró-Vida reúne-se na biblioteca da colegiada da Oliveira em Guimarães, na R. de Santa Maria, junto do largo da N. Srª da Oliveira.

Quem vier de automóvel pode estacionar no parque dentro da muralha, com entrada pela R. Nuno Álvares, junto ao Tribunal (coord. GPS   Lat. 41°26'41.27"N,  Long.   8°17'28.80"W). Quem chegar a pé pelo centro histórico, encontrará a entrada assinalada, em frente da recepção da Pousada de Nossa Senhora da Oliveira.

Nesta reunião o movimento «Portugal pro Vida» propõe uma reflexão sobre  os caminhos da Causa da cidadania pro Vida. Por isso desejamos que este debate seja aberto a todos os nossos amigos e simpatizantes. 

terça-feira, 22 de novembro de 2011

contágio

por João César das Neves, in DN

Na era da globalização um dos piores medos é a pandemia. Já surgiram várias: a sida desde 1981, SARS em 2003, gripe das aves (H5N1) em 2005 e gripe A (H1N1) em 2009. Teme-se uma pior, descrita no último filme de Steven Soderbergh, Contágio (2011). Mas o mundo sofre já a pandemia de um vírus muito mais virulento: a desconfiança.
Hoje não se acredita no sistema, autoridades, especialistas. A sociedade mediática até institucionalizou a suspeita. Uma crise financeira é um assunto perigoso e delicado, mas fica muito mais perigoso se for enfrentada ao lado de jornais que histericamente exageram cada dificuldade, antecipam obstáculos imaginários, auguram os piores fiascos. No meio de tanta gritaria mediática o que espanta é que as coisas não estejam pior.
Nos casos mais avançados da infecção incrédula vemos quem suspeita e insulta o Estado para pôr a sua fé em boatos desmiolados ou bloggers desconhecidos (como Soderbergh relata no filme). Os disparates extremistas e irónicos do Bloco de Esquerda têm mais credibilidade que discursos de ministros e estudos de organizações internacionais. As atoardas incendiárias de manifestações são levados a sério por pessoas pacatas.
No fundo dá-nos gozo ver os políticos às aranhas incapazes de solucionar a crise. Parece justiça poética e muitos sentem-se vingados e felizes com a imagem. Sem perceber que se os chefes falharem, quem sofre não são eles, mas nós. Se o capitalismo chegar ao fim, se o euro acabar, se Portugal falhar na troika, o desemprego e a austeridade de hoje parecerão brincadeira. Ao menos era bom não rir disso.
Porque esta desconfiança e cinismo significam serrar o próprio ramo em que nos sentamos. Senão por inteligência ao menos por medo devíamos acreditar no que temos, desejar que as soluções vinguem, apostar nos que mandam, em vez de torcer sempre pelo pior. Isto é uma grave doença social, que leva ao desastre. A saudável caricatura que ironiza sobre os poderosos para manter o equilíbrio social nada tem a ver com esta mesquinha calúnia que considera os responsáveis alvos das piores acusações simplesmente por serem responsáveis. Não se punem os culpados, como os ex-ministros, insultam-se os poderosos do momento. Por serem poderosos.
Qual é a causa desta atitude infecto-contagiosa? Muitos dizem que é a má qualidade dos políticos. Esta tese constitui aliás a explicação mais comum para a crise. Mas não faz sentido. Primeiro porque os actuais dirigentes não são muito diferentes dos das épocas de prosperidade. Obama não é pior que Kennedy, Sarkozy que Giscard, Passos que Soares, até Berlusconi que Mussolini. Depois, porque, ao contrário de tempos antigos, os responsáveis que temos foram escolhidos por nós. São consequência, não causa.
A origem da desconfiança é o esquecimento de um princípio muito simples, absolutamente evidente, que sempre se ensinou às crianças, mas hoje foi invertido. Desde pequeno aprendi a enorme dívida que tenho para com a sociedade onde vivo. Aquilo que ela me dá, a todos os níveis, é muito mais do que consigo entender. A cultura, segurança, alimentação, infraestruturas são apenas a parte visível. Sem ela, numa ilha deserta, viveria na miséria, se sobrevivesse. Dessa verdade sai a exigência que eu contribua o mais que possa para a comunidade, de forma a minimizar o meu débito. É importante estudar, trabalhar, poupar e esforçar-se, não para ganhar o que nunca posso merecer, mas para contribuir para o povo a quem devo tudo o que sou.
É verdade que este princípio foi abusado por alguns, usando-o em proveito próprio. Isso inverteu a atitude e hoje os indivíduos sentem que é a sociedade que lhes deve algo. As pessoas têm direito que a comunidade lhes dê emprego, casa, vida próspera. Se não dá, a culpa é dela, não nossa. Caímos numa cultura de exigência, não de cidadania, de reivindicação, não de produção e dedicação.
A última vez que esta pandemia de incredulidade surgiu no mundo, após a gripe espanhola em 1918, gerou ditaduras totalitárias que quase destruíram a humanidade.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Portugal tem a segunda taxa de fecundidade mais baixa do mundo

vd texto integral na TSF online

Nações Unidas admitem que «a falta de mão de obra ameaça bloquear as economias de alguns países industrializados». As baixas taxas de fecundidade significam menos pessoas a entrar no mercado de trabalho, numa tendência que põe em causa o crescimento económico e a viabilidade da segurança social. (consequência directa de políticas abortófilas e anti-família, como o PPV tem alertado)

A ONU diz que em alguns países mais ricos, a falta de jovens «significa incerteza sobre quem vai cuidar dos idosos e sobre quem pagará os beneficios dos mais velhos». O caso nacional nao é referido, mas nos números apresentados no relatório, Portugal surge destacado. É o segundo país do mundo com uma taxa de fecundidade mais baixa, numa medida que ajuda a prever o declínio da população.
Abaixo de Portugal só a Bósnia-Herzegóvina. Estamos iguais à Áustria e a Malta.

Enquanto a falta de mão de obra ameaça bloquear as economias de alguns países industrializados, os desempregados dos países em desenvolvimento encontram fronteiras cada cada vez mais fechadas. (em Portugal convergem os dois problemas)

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Convenção Nacional extraordinária - 1 de Dezembro, Guimarães

Convocatória

De acordo com o nº 3 do Artigo 19.º dos estatutos do Portugal pro Vida, a pedido da Ex.mª Direcção Política Nacional, convocamos todos os filiados do PPV para a sessão extraordinária da Convenção Nacional a realizar em Guimarães, no dia 1º de Dezembro de 2011, a partir das 14h30.

Se à hora marcada não houver quorum, os trabalhos desta Assembleia terão início meia hora mais tarde com qualquer número de presentes.

A agenda inclui como ponto único da ordem de trabalhos o seguinte:
       

1. extinção do partido «Portugal pro Vida»
Guimarães, 25 de Outubro de 2011



O Presidente da Mesa da Convenção Nacional,

José Carlos Areias

O Responsável-geral,

Luís Botelho Ribeiro


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Anexo - síntese da fundamentação do pedido apresentado pela DPN

Reunida no dia 22 de Setembro a Direcção Política Nacional, foi analisada e discutida uma proposta de convocação de uma Convenção Nacional extraordinária para decidir sobre a eventual extinção do PPV. Por falta de quorum foi a decisão partilhada no dia seguinte via email com os membros ausentes e suplentes. 

A proposta - apresentada pelo responsável-Geral - considera que quando promovemos a criação do PPV, tínhamos por objectivo constituir um instrumento eficaz da luta pela dignidade da vida humana em Portugal. O PPV não era, pois, um fim em si mesmo mas um meio para procurar tornar Portugal um país mais amigo da Vida e da Família. Ao longo do seu tempo de existência travámos algumas lutas que nos pareceram e parecem importantes mas, chegados ao momento presente - com um movimento nacional transversal e apartidário «pro referendo vida» já lançado e a adquirir velocidade - pode muito bem suceder que a continuidade do PPV - em que militam alguns dos principais promotores - acabe por prejudicar a Causa, retraindo adesões pessoais (p. ex. militantes de partidos) e apoios institucionais (p. ex. Igreja Católica e Rádio Renascença) que de outro modo estariam a trabalhar activamente para tornar este referendo uma realidade.

Assim, tal como nos ensina o Evangelho «se a tua mão é para ti ocasião de queda, corta-a; (Mc 9, 43)», também nós temos de ser capazes de cortar o que quer que possa causar estorvo à causa, quando, por outro lado, também sabemos que não foi possível levar até ao povo português a nossa mensagem, em virtude de graves limitações ao debate democrático (para dizer o mínimo). Esta "mudança de armas" na luta que permanece com o mesmo ânimo de sempre convida-nos a olhar para a frente sem desistir, tal como também fizeram aqueles a que nos opomos e que, pela sua persistência, conseguiram consumar a queda de Portugal na noite do "aborto livre". Cabe-nos a nós, com não menos persistência e inteligência, resgatá-lo para a civilização da Vida. Como escreveu S. Paulo aos Filipenses:  «uma coisa faço: esquecendo-me daquilo que está para trás e lançando-me para o que vem à frente, corro em direcção à meta» (Fl 3, 13-14). A nossa meta, com ou sem um movimento ou partido político PPV, continua a ser aquele Portugal pro Vida e pro Família que queremos legar a nossos filhos.

Considerando as respostas recebidas dos membros da DPN - as que contam para efeitos de votação oficial - apurou-se um resultado de 4 votos a favor da convocação de uma Convenção Nacional  e uma abstenção (Helder Sousa), sendo que Miguel Lima manifestou preferir ter esta discussão após a conclusão da campanha pro referendo, o que, no entanto, colidiria com os pressupostos invocados.

Assim, e embora - nos termos do número 3 do art.º 19º dos estatutos do PPV - a DPN pudesse convocar directamente uma Convenção Nacional extraordinária, entende a DPN fazê-lo através e em coordenação com o Senhor Presidente da Mesa da Convenção Nacional. Vimos, pois, solicitar a V. Exª a convocação de uma Convenção Nacional tendo como único ponto na agenda a discussão da eventual extinção do PPV.

Sem prejuízo das razões acima invocadas, pesa igualmente no ânimo dos dirigentes do PPV a situação de passividade, conformismo, indiferença e algum divisionismo que, como vimos alertando, se sente alastrar entre o povo pro-Vida e de que é eloquente sinal a extrema lentidão da petição a favor de um Referendo Nacional de Iniciativa Popular a favor da inviolabilidade da vida humana desde a concepção até à morte natural.

Guimarães, 28 de Setembro de 2011

Solidariamente, a DPN constituída por
Luís Botelho Ribeiro
Luís de Freitas Paiva
Miguel de Martel Lima
Helder Alves de Sousa
Carlos Varandas Nunes

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

a vergonha

por JOÃO CÉSAR DAS NEVES, in DN 2011.10.24

Cada época vive valores que considera supremos, descurando os complementares. A França da revolução dedicou-se à liberdade e igualdade, cometendo atrocidades em seu nome, como os imperialistas de Oitocentos deixaram o amor pela glória e honra cair na opressão. As gerações seguintes costumam condenar as tristes consequências das omissões, esquecendo a grandiosidade dos objectivos.

Uma sociedade deve sempre envergonhar-se de tudo o que faz de mal, mesmo se o sacrificou a belos ideais. A pior vergonha cultural não está, porém, nos crimes cometidos em nomes de grandes princípios. A degradação máxima é ser infiel àquilo mesmo que se erigiu como supremo. Robespierre, que assassinou centenas em nome da liberdade, é menos vil que Napoleão, que assassinou a liberdade em nome da liberdade. A maior baixeza é trair o próprio ideal.

A geração actual é herdeira de outras que cometeram terríveis violações dos direitos humanos. A nossa marca de dignidade é ter proclamado esses princípios como referência fundamental. Os futuros certamente terão muito a criticar-nos, como nós o fazemos aos antigos, mas nunca nos poderão tirar a glória dos largos esforços em prol da dignidade, liberdade e realização pessoal de todos os seres humanos. Este é o padrão por que queremos ser julgados, a referência que tomámos como guia.
É verdade que, apesar disso, na era dos direitos humanos permanecem muitas e graves violações. Todas são de lamentar, mas as mais infames são cometidas pelos que juram seguir esses ideais. Os terríveis abusos de Kadhafi, Mugabe e Chávez envergonham menos esta geração que as atrocidades de Guantánamo, defendidas por George W. Bush em nome da lei. Os primeiros atacam os direitos, enquanto o segundo os manipula dizendo defendê-los.

Nem estes casos isolados são os piores. A maior traição, a vergonha máxima seria uma sociedade que, defendendo um princípio sagrado, viesse a aceitar toda ela uma clara violação de tal valor por puro interesse. A situação mais ignóbil seria uma cultura que hipocritamente aceitasse, aberta e assumidamente, a institucionalização daquilo mesmo que jura repudiar, só porque dá jeito. Não é fácil encontrar situações dessas, mas o nosso tempo conseguiu-o. Existem seres humanos correntemente privados por lei dos seus mais elementares direitos, perante a passividade geral e o aplauso de alguns.

Ninguém pode duvidar de que um embrião constitui uma vida humana. E ela pode ser legalmente assassinada. Qualquer que seja o prisma de onde se aborde, o aborto é matar uma pessoa em gestação, violação gravíssima do direito supremo à vida. Alguém que, segundo o Código Civil pode ser perfilhado (arts. 1847.º, 1854.º e 1855.º), receber doações (952.º) e heranças (2033.º), mas a quem não se respeita a mais elementar defesa, e cuja morte é subsidiada pelo Estado. Simplesmente porque essa vida é inconveniente. Aplicada a qualquer outra, tais raciocínios levantariam objecções enfurecidas em nome dos valores actuais. Indignamo-nos pelo menor atropelo à dignidade de alguém, mas isto aceitamos sem problemas.

É verdade que tal incongruência tem razões ponderosas. Neste caso, a sociedade foi apanhada num terrível conflito de referências básicas. Dentro dos direitos humanos, o nosso tempo apregoa acima de tudo a liberdade pessoal. Somos visceralmente contra qualquer limite e opressão. Orgulhamo-nos de combater as tiranias político-económicas, mas existe outra que, sendo de foro íntimo, gostamos ainda mais de desafiar. O império do pudor e decência é muito forte; daí o axioma básico que no campo sexual deve vigorar a mais completa liberdade. Todos os comportamentos voluntários são admissíveis, e até equivalentes, em nome da sagrada liberdade erótica.

O drama surge quando esse ideal choca com os direitos básicos de alguém, que para mais não tem voz nem voto. Nesse confronto, o nosso tempo já fez a escolha. Perdeu o direito à vida. Temos toneladas de elaborações retóricas para justificar a injúria. É precisamente por isso que esta é a nossa maior vergonha.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

pelo fim dos orçamentos "de sangue" - MEXA-SE!!!

Caro/a amigo/a

Se é verdadeiramente pela Vida em palavras e acções, tem agora uma excelente oportunidade de agir e fazer a diferença, sem prejuízo da iniciativa pro-referendo que temos vindo a promover. Notícias vindas a público indicam que o Governo está a ultimar a sua proposta de Orçamento de Estado e deve apresentá-la ao Parlamento no dia 15. Por isso, temos poucos dias para lembrar aos Sr.s Ministros das Finanças e da Saúde, bem como ao Sr. Primeiro-Ministro, algumas verbas onde se poderá cortar vários milhões de euros em custos directos e indirectos (ainda mal quantificados), hoje gastos com a política de promoção e incentivo ao aborto, posta em marcha pelo governo Sócrates. Pedimos-lhe que envie já por email ou escreva no formulário do Portal das Finanças, em baixo indicado, o seguinte apelo:

«
Ex.mº Sr. Primeiro Ministro,
Ex.mº Sr. Ministro das Finanças,
Ex.mº Sr. Ministro da Saúde,
 
Hoje mesmo, 10 de Outubro, o Sr. Primeiro-Ministro lamentou publicamente a extrema dificuldade em localizar mais despesa pública passível de ser cortada na proposta de Orçamento de Estado. Vimos, por isso, lembrar ao Governo algumas verbas onde poderão ser cortados vários milhões de euros em custos directos e indirectos (ainda mal quantificados), gastos com a política de promoção e incentivo ao aborto, posta em marcha pelo governo Sócrates:

- Acabe-se imediatamente com o "aborto gratuito" no Serviço Nacional de Saúde: no referendo (não-vinculativo) o povo apenas aprovou a despenalização, não a promoção do aborto, através de subsídios públicos;
- Acabe-se
imediatamente com a atribuição do "subsídio de maternidade" e a licença de 30 dias para as mulheres que abortam, uma, duas, três... até dez vezes no mesmo ano!!!
- Acabe-se
imediatamente com a viagem e estadia paga às mulheres das regiões autónomas que vêm abortar a Lisboa;

Os Portugueses não aceitam que o dinheiro dos seus impostos seja usado para matar o seu futuro, para manchar de sangue as mãos dos profissionais de saúde e dos políticos que preparam e aprovam os Orçamentos de Estado.

Os Portugueses sabem que enquanto não sarar esta ferida aberta na nossa sociedade, nenhuma recuperação social ou económica será possível.


Enquanto matarmos os nossos filhos no ventre de suas mães, como uma maldição, tudo o que tentarmos construir ruirá! Todas as medidas para escapar à crise falharão!

Saudações cidadãs,
(nome, data)
»

Pode agora adoptar uma das duas formas possíveis de envio:

1. Preencher formulário no portal das finanças (clicar em http://213.58.158.155/wwwgp/pedido.aspx)
Nome:
Numero de contribuinte:
Assunto: proposta de cortes na despesa com o ABORTO
Descrição: (texto acima)

2. Enviar o texto acima para os seguintes endereços de email:
pm@pm.gov.pt - Primeiro-Ministro
paula.cordeiro@mf.gov.pt
, anapaula.pires@mf.gov.pt - secretárias do Sr. Ministro das Finanças
gms@ms.gov.pt - Ministro da Saúde 
gp_pp@cds.parlamento.pt - grupo parlamentar do CDS-PP
gp_psd@psd.parlamento.pt
- grupo parlamentar do PSD

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Comissão Nacional pro Referendo-Vida
Leonor Ribeiro e Castro, Maria das Dores Folque, Vera de Abreu Coelho, Carlos Fernandes, Luís Botelho, Luís Paiva, Miguel Lima, Rodrigo Castro

contactos:

email: proreferendovida@clix.pt ...... blogue: http://daconcepcaoamortenatural.blogspot.com/

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

eles não sabem o que fazem...

O que pode haver de comum entre o grupo de professores que recentemente invadiu o Ministério da Educação e uma manifestação intersindical realizada em Novembro (?) de 2006 contra o aumento da idade de reforma na função pública?... Talvez a falta de um misto de memória,  vergonha e auto-crítica.


Explico. Mesmo que os "inteligentes" da educação reduzam cada vez mais o número aconselhado de alunos por turma, em algum ponto a baixa natalidade acabará por esvaziar as salas de aula e atirar muitos professores para o desemprego. Como não compreendem esta simples evidência tantos professores que andaram e andam a espalhar alegremente pela nossa bendita «escola pública» a sua ideologia radical anti-natalista e anti-família? Podia-se mesmo levar esta interrogação ao ponto de questionar a sua aptidão científica quando verificamos a que ponto a sua cegueira ideológica pode eclipsar uma evidência.


Dirijo-me agora, aos sindicalistas pro-aborto de Janeiro de 2007. Questionei um piquete da CGTP intersindical que, à porta dos Armazéns do Chiado em Lisboa, distribuía alegremente a sua propaganda pro aborto. Perguntei-lhes como compatibilizavam racionalmente aquela posição com a manifestação realizada pouco tempo  antes contra a medida governamental de aumento da idade de reforma... naturalmente forçada pela inversão da pirâmide demográfica... que ali mesmo, inconscientemente, contribuíam para agravar!


Perdoa-lhes, Senhor, pois não sabem o que fazem.

Luís Botelho

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

crise económico-financeira: uma demolição controlada?

Estão a acontecer coisas muito graves no mundo financeiro, as quais já estão a ter um forte impacto na vida das pessoas concretas mas podem ainda estar longe do seu máximo potencial de "perturbação": económica, social e política. Na base da sucessão de eventos a que estamos a assistir, pode estar um projecto de estabelecer um poder tirânico universal que esmagará a um tempo o princípio da subsidiariedade, tão caro à DSI e que o PPV subscreve, e a própria Dignidade do Homem. Vale a este propósito o sério e explícito alerta deixado pelo Papa Bento XVI na sua carta encíclica "Caritas in Veritate":
Perante este problema, recomendamos vivamente a leitura deste artigo (em inglês) de Maurizio d'Orlando, publicado na sequela do recentíssimo agravamento do "rating" da Itália.
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Economic Crisis: a controlled demolition by Maurizio d'Orlando, in Asia News.it

The Greek crisis, the attack on Italy's debt, the risks to the euro, inflationary proposals for the dollar, and the yuan deliberately undercut are shaking countries and governments throughout the world. Everything seems to be calculated according to a plan: to build a universal economic government "of a tyrannical type". The analysis of a political economist (First of two parts).

Milan (AsiaNews) - Just last night, Standard & Poor's lowered the credit ratings on the Italian sovereign debt, taking it from A+ to A, increasing concern of some gloomy scenarios in the global economic crisis, a crisis – we'll just say this right away – that looks to us like a "controlled demolition", with precise aims.

The contradictions inherent in the world economy and its pattern of growth have always caught the attention of AsiaNews. Since 2003 we have offered our readers an analysis that has gone against the current, one often very critical with respect to the dominant thought. In this, our special attention to Asia and particularly to China's economy has proved a valuable asset.

Thanks to it, in fact, before many others, we were able to observe and then explain some phenomena that have become common and essential elements of every serious, successive economic analysis. Globalization, so widely praised until a few years ago, was based, in fact, on a unique symbiosis: on the one hand, it has fueled Asian, and particularly Chinese, growth, focusing on exports, with annual rates of around 10%, maintained, moreover, nearly constant for about twenty years. On the other hand, the rapid transformation of Western countries and particularly of the U.S., in economies that are no longer based on manufacturing, but on services, finance and consumption (including a large military expenditure), fueled by the issuance of currency.

The duration and the pace of Chinese growth is unprecedented in history, as is the explosion of public (and private) debt, and in particular the American debt, which officially passed from roughly 60% to more than 100% in a few years. Both cases involve a fraudulent mechanism that feeds on itself: on the one hand, the strong Chinese exchange rate, strongly and artificially undervalued compared to the purchasing power parity (from 30% to 45%, an unbeatable subsidy on Chinese exports) and on the other hand, an issue of currency reserve (mainly the dollar) without restraint or limit. To clarify this last point, recall, for instance, what was said last August by the former head of the Federal Reserve [1]: "The U.S. can pay any debt because they can always print the money to do so. So there is zero chance of default." In fact, there is the certainty of insolence and arrogance of those who hold sovereign power to stamp at will exchange currency.

This arrogant affirmation is basically easy to implement, because you do not need gold and silver mines, as before, and it is not just an American monopoly: a few days ago, the Swiss National Bank said it would defend the exchange rate of the Swiss franc by likewise issuing an unlimited amount of national currency. September 16 is the date of the news of a coordinated intervention of five central banks for the provision of liquidity in dollars on the interbank market. In a week, Bernanke is likely to announce a new wave of "quantitative easing", which technically is a loosening of reserve requirements and in practice is nothing more than a form of monetary emission by buying U.S. Treasury bonds. After the QE2 in November of last year, exhausted by July of this year, it will be time for the QE3's turn, to be followed by the QE4 and thereafter until the QEn.

It involves a perverse symbiotic mechanism, and it is analysis that we have made several times, so that it is enough to just update the data to present it again. We've also written the outcome, which is almost guaranteed: a financial, banking, and finally economic collapse that is unprecedented in history. For the analysis we refer to numerous articles published over the years by AsiaNews.

Regarding the outcome, it may be appropriate to speculate on when and how. From the perspective of the time, one could say that it seems very close, because virtually all key factors in the collapse are already in place in the economic system. For example, given a rate of increase of three billion dollars a day, in the next few days, the U.S. public debt will exceed the ceiling established with difficulty in July by a parliamentary agreement between Democrats and Republicans, while in mid-October, the Greek government will have no more euros to pay its civil servants. Also significant is that last Friday, September 16, Moody's announced that it will complete its analysis of whether to reduce its assessment on the Italian public debt placed under observation for a possible downgrade three months ago. Meanwhile, last night Standard & Poor's lowered its rating for Italy from A+ to A, adding that the outlook for the country is "negative". Everything seems to coincide and the deadline seems imminent.

To cause the situation to precipitate, it seems that all that is lacking is a spark, of which there is no shortage, and this brings us to the how. The business newspapers around the world - which seem to be moving in unison, as if there were no other possible hypothesis - in regard to the debt, are talking about the risk of "contagion" between the European crisis and that of America. In reality they are very different situations and therefore in theory are easily isolated, keeping one economic area of the world separate from the other. This therefore allows one to suppose that the word "contagion" actually means that there will be a series of simultaneous or chain-reaction detonations, from the largest to the smallest, as in a controlled demolition, and that this will give the impression of a sudden spread of the fire. For example, the Italian debt has been spoken of often in the last two months, as well as how it could be the detonator of a generalized collapse of public debt throughout the world. This gives some idea of the instrumental nature of the analysis that being is proposed to us.

Given this alleged "contagion", AsiaNews must also look a little more closely at the possible spark of the next probable fire: Italian events. Italy had more or less the current level of public debt at the beginning of the nineties. During the current crisis, the Italian public debt, which has increased by 7% of the GDP, has been the one with had the lowest rate of increase from 2007 to 2011. In comparison, the United Kingdom (47%), the United States (38%) and Japan (37%), have had much greater increases (the record is Ireland, with an increase of 65%)[2]. Italy also approved two operations, a few months apart, to reduce the budget deficit. The first, in July of last year, of 25 billion and the second on September 15 with a further reduction of 55 billion euros: no small thing, in relation to the Italian GDP and the fact that the Western economy is at a stage that is much more contractive than expansive in tendency. Then take into account that Italy has initiated measures to reduce structural deficits of pension and health spending, with long-term effects, while other countries have not only not reduced their spending, but on the contrary have approved laws that in the future will cause a sharp increase. For example, in the United States the value of future spending commitments ("unfunded liabilities") without coverage is about 115 thousand billion dollars, and this means that the U.S. public debt is actually much higher [3], about 840% of the GDP, compared to the one published, of roughly 100%.

From a technical standpoint, therefore, Moody's decision last June to put the Italian public debt under observation for a possible downgrade, makes no sense. If, later this month, after Italy has adopted and implemented a double maneuver of a fast and sharp reduction of the public deficit, operational since 2011, Moody's should confirm, as is likely, a pejorative assessment, the situation would become ridiculous. This pejorative assessment should have been made 10, 20, 30 years ago, when the Italian public debt was growing, not now. Doing it now is very suspicious.

The fact is that whoever is providing these ratings - Moody's, Standard & Poor's and Fitch, the three assessment ("rating") agencies for debt securities - has no credibility in terms of independence and impartiality, because of the enormous conflict of interest due to the controlling shareholders' cross-shareholdings. From the following table, below, Moody's bad faith is also evident. Moody's owes its worldwide monopoly - which it shares with the two other sister agencies - to a private company, very little known outside of very narrow circles, the International Swaps and Derivatives Association, Inc., ISDA. It is the consortium of an exclusive group of players in the derivatives market, whose total nominal value of exchange is approximately 10-12 times the world GDP. It is therefore sad, but only logical, that a small company like Moody's is likely doing a small favor, a little illicit trade, at the expense of the common folk.

It will probably be this very agency to provide the spark to trigger the collapse of the global financial and monetary system. It will therefore be a controlled demolition, such as that of the WTC building 7 [4], the third building that collapsed in New York on September 11, 2001, several hours after the two planes had crashed into the Twin Towers. Clearly, before anyone could ever imaging that the Berlusconi government, this mess, would be able to get the safeguarding of Italian public finances approved, someone decided that Italy was to be "pulled down" in the fall. Despite the unexpected inconsistency, it was not possible, it can be inferred, to modify the script in a hurry, since it was carefully prearranged long beforehand, for the benefit of the argumentative logic of the international media. The show must go on according to the original script.

Though without (unfortunately) a copy of this lineup, it is still fairly easy to intuit, and below we give a reading of it. The explosion of the crisis in Greece, as has been said, is expected by mid-October. This, however, does not have sufficient detonating power because Greece is too small a country too ignite a general crisis. The script therefore provides for a further step, and it is the French and German banks' turn, which have a strong amount of Greek government bonds, especially the French Société Générale, BNP Paribas and Crédit Agricole. So far so "good", everything is proceeding according to script, with no troubles.

From here on out there is ingrafted, however, the downgrading of Italian public debt, part of the scripted logic made less credible by the two maneuvers of Berlusconi's government. According to the script, being themselves in difficulty, the French banks must reduce their investment in the Italian titles placed under observation or demoted, and of which they are among the largest holders. In October, therefore, some effects should have added up in a dramatic crescendo, extending to all of Europe, like in 1848. It turns out that an eighty billion (25 +55) reduction, 10% of the Italian public spending, is not enough: we need another hundred. The analysis is correct, but putting the country on a diet too quickly can cause failure, in this case riots and insurrections. There will be these, too, but it is not enough. At this point one has to insert a twist, a reversal of fortunes: the Federal Reserve announces that, together with the International Monetary Fund, it will intervene to save the Euro, provided that the European countries do their part. It's a brilliant move, the world stock markets recover, apparently, and the riots cease. Berlusconi, however, must go away, at any rate, because so it is written in the script. He did not fall on the public accounts, he did not fall on Ruby the Heartbreaker, aka Karima El Maghroub, aka Karima Heyek [5]. But something will be found; it's sufficient to apply the Libya schema [6]. Berlusconi is forced to resign by a revolution - "spontaneous", of course - and either a "transitional" government or one for "national unity" is set up.

The new government, lacking the legitimacy of an election, is very weak and internally divided. It therefore fails to carry out the necessary cuts and the reduction of public debt and in a couple of months, despite the American intervention, Italy is forced into insolvency. Being one of the major European Union countries, the effect is the disintegration of the Euro. At this point, the finish line is finally in sight: the Fed has, in fact, issued an avalanche of dollars sufficient to make the situation irreversible. After a few months, at least six, more likely a year, the final act of the drama goes on stage: burdened by the weight of the bank bailouts of 2008, 24 thousand billion dollars, from QE1, QE2, QE3, ..., QEn, from the failed safeguarding of Europe, the dollar crashes, and with it, a hundred years after its establishment, the Federal Reserve.

With the demise of the dollar, derivative contracts are worthless and the ISDA members who had been privy to the script in advance celebrate: they had converted as much as they could into gold and silver. On the ashes of the Fed, there commence negotiations to divide the shares of a new, single world currency, reserved for each macro-region of the world. It doesn't take much imagination. In fact, the money already exists: it is the counting unit of the International Monetary Fund, the Special Drawing Rights (SDR). You simply need to broaden the composition, now made up of dollars, euro, yen and pounds, coins that at this point of the story are now defunct. Having established the new single currency, leaders proceed to formalize the establishment of a central world bank and then of a world government, with the consequences that one might imagine.

Apart from the concrete, elevated and catastrophic risk of a world war stemming from differences of interest, what we don't like about this project is simply everything. But what is more outrageous and disgusting is the falsehood and artificiality with which it is pursued, while what worries most is the risk to the freedom of billions of people. It is, in fact, a plan to establish a Superstate, in which to cage the whole earth in a kind of Soviet Union. It is the premise for this "dangerous universal power of a tyrannical type" of which the Pope wrote in his encyclical, "Caritas in Veritate".

Table: author's elaboration of data derived from: Stephen G. Cecchetti, MS Mohanty, Fabrizio Zampolli, The Future of Public Debt: Implications and prospects, BIS Working Papers No 300, see: http://www.bis.org/publ/work300.pdf.

2007 2010 2011


forecast
2007-2011

Increase

Austria 62% 78% 82% 20%
France 70% 92% 85% 29%
Germany 65% 82% 99% 20%
Greece 104% 123% 130% 26%
Ireland 28% 81% 93% 65%
Italy 112% 116% 119% 7%
Japan 167% 197% 204% 37%
The Netherlands 52% 77% 82% 30%
Portugal 71% 91% 97% 26%
Spain 42% 68% 74% 32%
United Kingdom 47% 83% 94% 47%
United States 62% 92% 100% 38%

NOTE1 “The United States can pay any debt it has because we can always print money to do that. So there is zero probability of default", see Patrick Allen, CNBC, No Chance of Default, U.S. Can Print Money: Greenspan, Aug. 7 2011, http://www.cnbc.com/id/440516832 See the table at the bottom of the page.
3 See: Laurence Kotlikoff, “A Hidden Financial Crisis,” in Finance & Development, September 2010, Vol. 47, No. 3 : “U.S. government debt is not $13.5-trillion (U.S.), which is 60 per cent of current gross domestic product, as global investors and American taxpayers think, but rather 14-fold higher: $200-trillion - 840 per cent of current GDP. Hence let's get real, The U.S. is bankrupt", Prof. Kotlikoff.
4 See:http://rememberbuilding7.org/10/
5 The careless girl, on at least one occasion before the events, presented Police officers with a different and contrasting identity document according to which, based on the year of birth, she not was a minor.
6 See: http://www.asianews.it/notizie-it/La-guerra-di-Libia,-another-Vietnam-21393.html

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Vaticano critica financiamento [da ONU] a programas de aborto

Lisboa, 16 set 2011 (Ecclesia) – O Vaticano qualificou esta quinta-feira como “totalmente inaceitáveis” as tentativas de financiar projetos de contraceção e aborto no plano de cuidados de saúde materna.
Na 18ª sessão do Conselho dos Direitos Humanos da ONU, o observador permanente da Santa Sé disse esperar que “a comunidade internacional consiga reduzir a mortalidade materna promovendo intervenções eficazes, que se baseiem nos valores mais profundos e no conhecimento médico e científico, respeitando a sacralidade da vida desde a sua conceção à morte natural”.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Reino Unido restringe lei do aborto



O Ministério da Saúde pretende anunciar um plano para um novo sistema de aconselhamento prévio das mulheres que pretendem abortar. As mudanças visam dar às mulheres mais "espaço para respirar".

O plano deverá introduzir a exigência de um aconselhamento por entidade independente [das clínicas de aborto], realizado em instalações diferentes e por uma equipa que não realiza abortos. Os críticos das clínicas abortistas defendem que o "aconselhamento" realizado por estas está enviesado na medida em que estas são geridas como qualquer negócio privado [...].