1. Há uma agenda europeia anti-famílias, anti-natalidade,
anti-juventude, pro-gay, pro-"ideologia de género": quem a quiser apoiar
ou DESISTIR que vote PS/PSD/CDS-PP/BE/PCP; quem lhe quiser RESISTIR que vote
PPV. Quem apoia a realização de um novo referendo para reverter a lei
do aborto em Portugal - só tem uma opção; o Portugal pro Vida, agora
ligado a uma rede europeia de movimentos pro-família que, se os
eleitores quiserem, poderá começar a mudar as coisas a favor "das
famílias que com sacrifício próprio asseguram o futuro de Portugal... e
da Europa". Tudo isto no quadro da Declaração pro-Vida de Lisboa -
"Acreditamos que, para proteger o direito à vida de forma apropriada,
tem de ser reconhecido sem excepções ou compromissos, nas nossas
respetivas leis e constituições, cada ser humano em cada fase de
desenvolvimento como uma pessoa com direito à sua própria vida e
desenvolvimento" já subscrita por mais de 30 organizações de 23 países.
(cf. http://daconcepcaoamortenatural.blogspot.pt/2012/05/pro-life-declaration-of-lisboa.html).
2. Se um austríaco pode votar aos 16 anos, porque não há-de poder votar
um português? Quem tem medo do voto jovem? No PPV votam todos os
filiados, independentemente da idade!!! E, afinal de contas, para muitos
jovens portugueses parece que a única posição política que o sistema
lhes permite é... emigrar. (cf. http://en.wikipedia.org/wiki/Elections_to_the_European_Parliament ; http://en.wikipedia.org/wiki/Voting_age)
3. CORRUPÇÃO / LOBIS POLÍTICOS / FEDERALISMO EUROPEU - em toda a Europa
está montado um sistema que tende a afastar os cidadãos cada vez mais
das decisões e do poder real; no PPV e noutros movimentos de VALORES
verdadeiramento humanos que estão a surgir por toda a Europa, existe uma
preocupação de devolver prioridade à participação política de todos, a
par da transparência de processos de decisão e financiamento: que
partidos se disponibilizam a publicitar as respectivas contas de
campanha, designadamente abrindo ao escrutínio público as suas listas
de doadores para a campanha e montantes doados em numerário ou em
espécie... como fez e fará o PPV? Que outro movimento convida os seus
candidatos a prescindir dos 30 dias de dispensa de serviço profissional,
mantendo o seu compromisso e contributo para a recuperação nacional?
Que outro movimento ou partido promove uma ampla campanha nacional de
iniciação de jovens à participação por dentro na vida democrática,
convidando jovens - inclusivé independentes - a representá-lo nas mesas
de voto, baseado numa simples relação de confiança em valores
partilhados? (cf. in http://www.peticaopublica.com/pview.aspx?pi=P2011N6662 )
4. Qual o movimento que, nos últimos 17 anos, e mais intensamente a
partir do segundo "referendo ao aborto" se tem vindo a desdobrar em
acções tendentes a combater o projecto político trans-paridário que nos
tem precipitado neste "Inverno Demográfico", culminando com a
oficialização terrivelmente trabalhosa deste nosso PPV? Vão agora os
cristãos e todos quantos votaram contra o aborto, estão contra a
eutanásia, contra o casamento gay e contra a adopção gay... votar nos
partidos que admitem no seu seio o apoio a estas políticas destruidoras
da nossa sociedade, com elevadíssimo e já evidente impacto na vida e no
bolso das pessoas? Do PCP ao CDS todos estes partidos têm graves
responsabilidades no estado a ue se chegou e não podem continuar a
merecer a confiança e o voto os cidadãos.
É tempo de limpar a política da decadência em que está mergulhada.
É tempo de pedir também aos líderes religiosos que considerem e se
pronunciem em concreto sobre os diferentes projectos de sociedade que os
partidos pretendem realizar. Os cristãos precisam dessa Luz e Conselho.
Negar-lha será falta de Caridade e Misericórdia, senão mesmo pecado de
omissão.
É tempo de os portugueses votarem em quem diz e pensa
como os portugueses sentem e pensam a sua própria vida e a dos seus
filhos.
É tempo de votar Portugal, é tempo de votar Vida, é tempo de votar PPV - Portugal pro Vida!
Luis Botelho
quinta-feira, 3 de abril de 2014
quinta-feira, 20 de março de 2014
Fernando Castro
Faleceu hoje o nosso grande amigo e inspirador, Fernando Ribeiro e
Castro - fundador da APFN, grande activista pro Vida / Família,
apaixonado homem do mar e exemplar pai de família.Rezemos pela sua Alma, inclinemo-nos perante a sua memória e exemplo e testemunhemos à sua família - especialmente à sua amada Leonor e aos seus filhos e netos - o amor fraterno que em todos nós semeou ao longo de anos.
O Fernando Castro foi também um amigo e um Pai para todo este povo pro-Vida e pro-Família que hoje se vê órfão, mas com a certeza de que o Fernando Castro foi para o Pai interceder pela Causa que sempre animou e inspirou.
A nossa sentida e emocionada Homenagem.
quinta-feira, 13 de março de 2014
in memoriam D. José Policarpo
Bênção
de Finalistas
Saudação
ao Senhor Cardeal Patriarca
Lisboa,
17 de Maio de 2003
Senhor Patriarca,
É com grande honra e
particular satisfação que os Finalistas
das Escolas Superiores de Lisboa o saúdam
e agradecem a vossa presença para presidir
a esta Celebração, que tanta importância
tem para nós.
Damos-lhe, pois, as
nossas mais cordiais e afectuosas boas
vindas.
Somos cerca de 7.000!
Animados com o final de uma das etapas da
nossa vida, que esperamos há 4, 5 ou 6
anos, com esta festa que marca a transição
para o Mundo do Trabalho, com o lema: ”Uma
Mudança, um Desafio, uma Cultura de Paz”.
Que bom estarmos aqui!
Animados pela Fé e
querendo que Deus também tome lugar na
fase final do nosso curso, viemos aqui
para louvar, rezar, agradecer e bendizer a
Deus, por mais uma meta que alcançámos com
a Sua Graça e com o nosso esforço e
dedicação.
Muito crescemos neste
tempo e neste espaço. Cruzámo-nos com
muita gente, tocámos muitas vidas e
deixámos que tocassem a nossa.
Não é por acaso que esta
Celebração ocorre no Tempo Pascal, vivendo
a alegria da Ressurreição de Cristo.
Ninguém melhor do que Maria nos pode
conduzir a este Mistério. A Ela, a Sede da
Sabedoria, é dedicado este Ano do Rosário
e o mês em que nos encontramos. À Mãe de
Deus pedimos a Sua intercessão, para que
cada um de nós saiba ser na sua vida
profissional um digno discípulo do Seu
Filho e um bom servidor dos seus Irmãos.
Tantas pessoas a quem
agradecer estes anos inesquecíveis... A
começar pelos nossos Pais; os nossos
Professores; Funcionários; e tantos
Colegas de que muitos ficámos amigos para
a Vida.
Daqui a alguns meses tudo
será diferente. Seremos as mesmas pessoas
mas com uma nova função na Sociedade,
outras obrigações e outras
responsabilidades. Novas caras. Novo
ambiente onde poderemos marcar a diferença
com o nosso testemunho.
E para além do trabalho,
decerto, outros desafios.
E a pergunta que se
espera: Que poderemos fazer, como
deveremos agir? Bastará sermos bons
profissionais? Bastará seguir os Valores
Éticos, a Verdade e a Justiça, como já o
fazia aquele jovem que interpelou Cristo,
quando se aproximou e Lhe disse: «Bom
Mestre, que devo fazer para obter a vida
eterna?»?
Senhor Patriarca: que
respostas tem para nos dar quando nos
vacilar a Fé, a Esperança e a Caridade?
Quando não soubermos onde está o Caminho,
a Verdade e a Vida? Porventura, agora,
alguns de nós se questionam neste
sentido... ou talvez mais tarde, nalgum
momento das nossas vidas, essa dúvida nos
possa afligir...
Congratulamo-nos também
com o vosso Jubileu Episcopal que celebra
este ano. Desejamos-lhe as maiores
Felicidades! Queremos que saiba que nunca
faltarão as nossas orações e gratidão.
Conte com os nosso
talentos para construir a Civilização do
Amor e da Paz. Como assinala o Papa João
XXIII, a Paz funda-se em quatro pilares: a
verdade, a justiça, o amor e a liberdade.
E requer, também, que se respeitem sempre,
em qualquer circunstância e sem excepção
alguma, a vida e dignidade de todos os
Seres Humanos desde o momento da concepção
até à morte natural. Estamos certos de
poder contar sempre com o Senhor
Patriarca, principal figura da Igreja de
Lisboa, que quotidianamente se entrega-
como o Bom Pastor- com o seu exemplo, a
sua vida e a sua palavra. Como
representante de Cristo é viva presença de
Deus, do seu perdão e misericórdia.
Orgulhamo-nos de o ter como Bispo da nossa
Diocese!
Senhor D. José: Queremos
ser úteis, deixar rasto, obra feita, fazer
a diferença e santificarmo-nos com o nosso
trabalho que nos realiza, que serve a Deus
e ao Próximo.
Recordaremos com saudade
este dia e este gesto com o significado
que sabemos vivamente apreciar.
Fecha-se a porta da
Universidade e conclui-se uma etapa de
formação. Mas esta porta que se fecha,
deixa ainda mais escancarada a Porta Viva
que é Cristo para Quem avançamos levando
as palavras do Santo Padre, como lema:
"Não tenhais medo de ser santos, esta é a
liberdade com que Deus vos libertou."
Rodrigo Faria de Castro
Parabéns, Papa Francisco
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
Mensagem da nova RG (responsável-geral) Joana da Câmara Pereira
Tomar, 19 de Janeiro de 2014
Amigos da causa da vida.
Hoje tomei posse como nova Responsável-Geral do PPV, Portugal Pro Vida.
Resumo do programa da nova DPN para os próximos
4
anos:
Amigos da causa da vida.
Hoje tomei posse como nova Responsável-Geral do PPV, Portugal Pro Vida.
Quero agradecer
aos
filiados a confiança que depositaram no nosso projecto e espero
estar à altura desta grande responsabilidade.
Temos nos
próximos
4 anos um trabalho muito difícil pela frente. A agenda dos
inimigos
da vida e das famílias está por todo o lado. Na Assembleia da
República, no Governo, no Parlamento Europeu, na Comissão
Europeia,
na Comunicação Social e nos movimentos cívicos. As pessoas andam
confusas e muito mal informadas.
Por
tudo isto, apelo à vossa participação, para colaborar com a DPN
(Direcção Política Nacional) do PPV. É importante que todos
encontrem uma forma de o fazer dentro das áreas que melhor
conhecem.
Elaborem um texto
ou
artigo, uma proposta política ou de propaganda das nossas ideias
e
tragam novos filiados e simpatizantes para podermos aumentar a
nossa
capacidade de intervenção política e social. Tudo será analisado
pela DPN e desde já prometo dar seguimento aos vossos trabalhos.
Temos um
programa
que foi validado nestas eleições, mas tal só será
possível com a vossa colaboração uma vez que o PPV precisa da
união de todos os membros e filiados para levar os objectivos a
bom
porto.
Agradeço que
todos
os meses os filiados apresentem os seus trabalhos, para
rapidamente
podermos crescer e ter mais força nos combates que temos em
mãos.
Só assim teremos documentação e informações úteis e
actualizadas sobre uma grande variedade de assuntos. Coragem!
Este é o momento
e
o método de trabalho que a nova DPN do PPV propõe, e agradecemos
a
vossa confiança em nós. É para o PPV um motivo de grande alegria
contarmos consigo que acredita no nosso trabalho para mudar o
curso
das políticas em Portugal.
Juntos para
servirmos Portugal e os portugueses!
Abraço pela vida,
Joana Câmara
Pereira
Responsável-Geral
do PPV, Portugal Pro Vida
-------------------------------
Por favor
indiquem
que assuntos preferem tratar.
Proposta de
assuntos
a abordar pelos filiados:
1-Vida e
Família
2-Saúde
3-Justiça
4-Segurança
Social (desemprego, pensões, reformas, entre outros)
5-Educação
6-Segurança
(forças policiais e forças armadas)
7-Política
8-Ambiente
9-Agricultura
e
Mar
10- Outros à
escolha.
-------------------------------
1-Reforçar
a coesão interna e participação dos filiados do PPV
a.
- Distribuição de funções a todos os filiados
b.
- Informação regular das nossas acções e projectos
2-
Recrutar
novos
filiados para aprofundar a nossa capacidade de combate e
alargar o
âmbitodas nossas acções.
a.
- Propomo-nos duplicar o número de filiados todos os anos,
apelando
desde já àparticipação de todos.
3-
Informar
e
esclarecer os portugueses, sobre os temas da agenda dos
movimentos e
partidosque tentam destruir Portugal através:
a.
- Comunicação por E-mail
b.
- Através do Blog do PPV
c.
- Através das redes sociais
d.
- Produção de informação vídeo em português.
4-
Lutar
contra o
aborto de forma a conseguir acabar com este crime nos
próximos 4
anos.
a.
- Continuar a apoiar a CNPRV (Comissão Nacional Pro
Referendo Vida)
na recolha de assinaturas.
b.
- Cooperar com a FPPV. (Federação Portuguesa pela Vida)
criando uma
relação institucional de mútuo respeito e suporte. - Cooperar
com
todos os movimentos Pró Vida e Pró Família da sociedade
portuguesa,
de forma estreita e empenhada.
c.
- Cooperar com todas as autoridades religiosas que defendem
a vida, a
família e os valores tradicionais da nossa cultura de forma
clara.
Destacamos o apoio dado à Igreja Católica através de consulta
e
informação regular.
d.
- Cooperar com organizações e movimentos Pró Vida e Pró
Família
de todo o mundo, particularmente do espaço lusófono.
5-
Lutar
contra a
co-adopção e adopção por pares homossexuais evitando a
implementação de leis destruidoras da instituição familiar.
a.
– Apresentar junto dos governos, deputados e sociedade civil
documentos fundamentando as nossas posições.
b.
Cooperar com todas as autoridades religiosas que defendem a
vida, a
família e os valores tradicionais da nossa cultura de forma
clara.
Especial destaque será dado à Igreja Católica através de
consulta
e informação regular.
c.
- Cooperar com organizações e movimentos Pro Vida e Pro
Família de
todo o mundo, particularmente do espaço lusófono.
d.
- Executar e participar em acções públicas de esclarecimento
ou de
contestação.
6-
Lutar
pela
justiça social apresentando propostas junto dos governos,
deputados
e sociedade-civil, e sempre que possamos e seja oportuno,
intervir em
acções públicas.
7-
Lutar
por um
desenvolvimento humano, social e económico do país através
de
propostas concretas a apresentar aos governos, deputados e
sociedade
civil.
8-
Defender
Portugal
e os portugueses junto do Parlamento Europeu e da Comissão
Europeia através da apresentação das nossas propostas
políticas.
domingo, 19 de janeiro de 2014
Nova Direcção, nova Responsável-geral Joana Câmara Pereira
Eleições internas do PPV - JAN 2014
RESULTADOS APURADOS
---------------------------
Inscritos: 104 ONLINE / 119 TOTAL
---------------------------
abst: 83 (79%) / 98 (82%)
votantes: 21
---------------------------
Lista A: 20 (95 %)
votos brancos: 1
Lista A - eleita por maioria absoluta
Presidente da Comissão Eleitoral,
Nuno Capucha
responsável-geral cessante,
Luís Botelho
-------------------------------------------------------------------
Parabéns à Joana Câmara Pereira, nova responsável-geral do PPV,
contactável pelo email oficial: portugalprovida@gmail.com
RESULTADOS APURADOS
---------------------------
Inscritos: 104 ONLINE / 119 TOTAL
---------------------------
abst: 83 (79%) / 98 (82%)
votantes: 21
---------------------------
Lista A: 20 (95 %)
votos brancos: 1
Lista A - eleita por maioria absoluta
| n.PPV | DIRECÇÃO POLÍTICA NACIONAL (5+5) | |
| 101 | Joana Câmara Pereira | |
| 103 | Nuno Capucha | |
| 89 | Carlos Fernandes | |
| 95 | Rodrigo Castro | |
| 104 | João Henriques | (efectivos) |
| 116 | Samuel Castro | (suplentes) |
| 37 | Carlos Fernando Varandas Nunes | |
| 106 | António Vilas Boas | |
| 109 | Rafael Santos | |
| 33 | Maria Leonor Ramos Semeão de Almeida Ribeiro e Castro | |
| n.PPV | CONSELHO DE JUSTIÇA (3+3) | |
| 108 | José António Duarte Moreira | |
| 59 | José Gamboa Chaves da Fonseca Ferrão | |
| 105 | Anabela Carvalho | |
| 110 | Vitor Manuel Maria Parreira da Silva | |
| 115 | Maria Oura | |
| 114 | Filipe Wolff Fernandes | |
| n.PPV | MESA DA CONVENÇÃO NACIONAL (3+3) | |
| 1 | Luís Filipe Botelho Ribeiro | |
| 111 | José Cerca | |
| 48 | Jorge Soares Nicola | |
| 113 | Margarida do Carmo Neves Guerra | |
| 12 | António Luís de Freitas Leitão | |
| 3 | Andreia de Jesus Araújo Gomes | |
| n.PPV | CONSELHO FISCAL (+5) | |
| 2 | Luís António Pacheco de Freitas Paiva | |
| 18 | Miguel Trigueiros de Martel Lima | |
| 96 | Paulo Freire Moreira | |
| 13 | Fernando Miguel Vidal Urbano | |
| 73 | Sérgio Ferreira Cales da Silva |
Presidente da Comissão Eleitoral,
Nuno Capucha
responsável-geral cessante,
Luís Botelho
-------------------------------------------------------------------
Parabéns à Joana Câmara Pereira, nova responsável-geral do PPV,
contactável pelo email oficial: portugalprovida@gmail.com
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
PPV - posição sobre proposta de Referendo à adopção / co-adopção gay
* COMUNICADO - PPV *
1. É clara e simples a posição do PPV, Portugal pro Vida, em relação à possibilidade de adopção ou co-adoção em uniões do mesmo sexo:
absolutamente contra. O superior interesse da criança está na
possibilidade de crescer no seio da família natural. No caso de tal não
ser possível, incumbirá ao Estado proteger o Direito da Criança a um Pai e uma Mãe.
2. O PPV considera inadmissível pretender pôr em causa o desenvolvimento equilibrado e estruturado das crianças. A adopção e co-adopção por pares homossexuais não salvaguarda os direitos das crianças e não deve ser uma opção numa sociedade evoluída.
3. No nosso sistema democrático representativo, em regra devem ser os eleitos pelo povo, os deputados da Assembleia da República, a assumir a responsabilidade da defesa do Bem Comum vertida nos respectivos programas eleitorais sufragados. Em pontos de importância grave perante os quais não exista uma indicação clara do sentir dominante do respectivo eleitorado, é legítimo o recurso ao Referendo. No caso em apreço, existem indicações suficientes de que a opinião e valores dominantes entre os eleitores quer do CDS quer do PSD apontaria para o chumbo desta iniciativa do Partido Socialista, logo em Junho de 2013. Ter deixado esta iniciativa legislativa absurda chegar a este ponto constitui, em nosso entender, uma traição dos partidos da maioria ao seu eleitorado - traição, essa, que os cidadãos fariam bem em recordar e penalizar em próximas eleições, elgendo deputados do PPV que verdadeiramente comunguem e defendam os seus valores fundamentais e inegociáveis.
4. Caso a proposta de referendo venha a ser aprovada, usaremos todos os meios democráticos ao nosso alcance para derrotar as propostas de adopção e co-adopção gay, abrindo assim também caminho à revogação do "casamento homossexual";
------------------------------
O PPV combate desde a primeira hora pela defesa da instituição familiar, tendo trabalhado activamente na organização da manifestação de 23 de Julho de 2013, em frente ao Parlamento, e na dinamização de várias iniciativas cívicas desde 2009, nomeadamente a campanha nacional da moção "pelo direito a um pai e uma mãe" conduzida junto dos decisores das autarquias locais, que atingiu os representantes de mais de 3 milhões de cidadãos (cf. entrada "pelos direitos das crianças".
Os portugueses que nos conhecem sabem que podem contar com o PPV para continuar este combate pelos Direitos das Crianças, da Família, da Vida. Não se trata de um combate contra alguém ou contra algum grupo em particular. Trata-se da defesa firme de valores que sao caros aos portugueses mas que os seus deputados tendem a esquecer porque os ditos "grandes partidos" há muito meteram os seus Princípios e Valores na gaveta.
Não o PPV.
O PPV está e estará sempre na primeira linha desta luta.
Contamos com o apoio crescente dos portugueses - também e cada vez mais pelo voto.
2. O PPV considera inadmissível pretender pôr em causa o desenvolvimento equilibrado e estruturado das crianças. A adopção e co-adopção por pares homossexuais não salvaguarda os direitos das crianças e não deve ser uma opção numa sociedade evoluída.
3. No nosso sistema democrático representativo, em regra devem ser os eleitos pelo povo, os deputados da Assembleia da República, a assumir a responsabilidade da defesa do Bem Comum vertida nos respectivos programas eleitorais sufragados. Em pontos de importância grave perante os quais não exista uma indicação clara do sentir dominante do respectivo eleitorado, é legítimo o recurso ao Referendo. No caso em apreço, existem indicações suficientes de que a opinião e valores dominantes entre os eleitores quer do CDS quer do PSD apontaria para o chumbo desta iniciativa do Partido Socialista, logo em Junho de 2013. Ter deixado esta iniciativa legislativa absurda chegar a este ponto constitui, em nosso entender, uma traição dos partidos da maioria ao seu eleitorado - traição, essa, que os cidadãos fariam bem em recordar e penalizar em próximas eleições, elgendo deputados do PPV que verdadeiramente comunguem e defendam os seus valores fundamentais e inegociáveis.
4. Caso a proposta de referendo venha a ser aprovada, usaremos todos os meios democráticos ao nosso alcance para derrotar as propostas de adopção e co-adopção gay, abrindo assim também caminho à revogação do "casamento homossexual";
------------------------------
O PPV combate desde a primeira hora pela defesa da instituição familiar, tendo trabalhado activamente na organização da manifestação de 23 de Julho de 2013, em frente ao Parlamento, e na dinamização de várias iniciativas cívicas desde 2009, nomeadamente a campanha nacional da moção "pelo direito a um pai e uma mãe" conduzida junto dos decisores das autarquias locais, que atingiu os representantes de mais de 3 milhões de cidadãos (cf. entrada "pelos direitos das crianças".
Os portugueses que nos conhecem sabem que podem contar com o PPV para continuar este combate pelos Direitos das Crianças, da Família, da Vida. Não se trata de um combate contra alguém ou contra algum grupo em particular. Trata-se da defesa firme de valores que sao caros aos portugueses mas que os seus deputados tendem a esquecer porque os ditos "grandes partidos" há muito meteram os seus Princípios e Valores na gaveta.
Não o PPV.
O PPV está e estará sempre na primeira linha desta luta.
Contamos com o apoio crescente dos portugueses - também e cada vez mais pelo voto.
Guimarães, 15 de Janeiro de 2014
Direcção Política Nacional
O Responsável-geral cessante do PPV, Portugal Pro Vida
Luís Botelho
Luís Botelho
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
HOJE!!! PPV na RTP1: dia 26 de Dezembro, entre as 19h45 e as 20h00, mais um tempo de antena para Ver, Pensar e Agir!
Caros amigos,
Caro povo pro Vida,
«Como o mandamento de 'não matar' põe um limite claro para assegurar o valor da vida humana,
hoje temos que dizer não a uma economia da exclusão e da desigualdade. Essa economia mata!», Papa Francisco
O PPV convida todos os cidadãos, especialmente os "homens e mulheres de boa vontade" e todos os cristãos, a assistir ao tempo de antena televisivo, esta noite na RTP1 entre as 19h45 e as 20h00.
Este não é "mais um" vídeo de propaganda pro-Vida. É uma verdadeira "chamada à acção", um toque a reunir de todos quantos querem uma mudança política em Portugal, uma verdadeira transformação da face da governação, voltando-a para as pessoas, subordinando a acção governativa e legislativa a valores e direitos humanos, a critérios de bem comum.
Ao longo dos ultimos 4 anos o PPV assumiu-se como uma voz independente e corajosa que não alinha pelo diapasão politicamente correcto dos partidos
do "arco da governação". Neste momento a aliança PSD-CDS, com maioria absoluta no parlamento, é a grande responsável pela manutenção da lei do aborto liberalizado tal como
a deixou José Sócrates. É dever e responsabilidade de todos os verdadeiros defensores da dignidade da Vida, a começar pelas próprias Igrejas, não ficar em
silêncio, exigir uma mudança, apoiar um novo referendo contra o aborto tornado já método contraceptivo e contra a implantação da eutanásia.
E há que exigir respeito pelos direitos das crianças, impedindo a sua adopção por casais homossexuais. Já têm tentado e voltarão à carga em breve...
NO DIA 16 DE JANEIRO ESTEJAMOS ATENTOS AO QUE SE VAI PASSAR NO PARLAMENTO. SE QUEREM REFERENDO, QUE O FAÇAM AO ABORTO-LIVRE, À DESTRUIÇÃO DE EMBRIÕES HUMANOS E À EUTANÁSIA!!!
O PPV estará, como sempre, na linha da frente deste combate a desafiar os partidos da "situação" e da "capitulação ao "lobby gay": PS-PSD-CDS-BE.
ESTÁ NA HORA DE OS CRISTÃOS CONSCIENTES DEIXAREM DE APOIAR OS PARTIDOS DA TRAIÇÃO AOS VALORES DA VIDA E DA FAMÍLIA, DANDO FORÇA AO PPV.
E hoje é o primeiro dia do resto da nossa Vida!
PPV - Portugal pro Vida
Caro povo pro Vida,
«Como o mandamento de 'não matar' põe um limite claro para assegurar o valor da vida humana,
hoje temos que dizer não a uma economia da exclusão e da desigualdade. Essa economia mata!», Papa Francisco
O PPV convida todos os cidadãos, especialmente os "homens e mulheres de boa vontade" e todos os cristãos, a assistir ao tempo de antena televisivo, esta noite na RTP1 entre as 19h45 e as 20h00.
Este não é "mais um" vídeo de propaganda pro-Vida. É uma verdadeira "chamada à acção", um toque a reunir de todos quantos querem uma mudança política em Portugal, uma verdadeira transformação da face da governação, voltando-a para as pessoas, subordinando a acção governativa e legislativa a valores e direitos humanos, a critérios de bem comum.
Ao longo dos ultimos 4 anos o PPV assumiu-se como uma voz independente e corajosa que não alinha pelo diapasão politicamente correcto dos partidos
do "arco da governação". Neste momento a aliança PSD-CDS, com maioria absoluta no parlamento, é a grande responsável pela manutenção da lei do aborto liberalizado tal como
a deixou José Sócrates. É dever e responsabilidade de todos os verdadeiros defensores da dignidade da Vida, a começar pelas próprias Igrejas, não ficar em
silêncio, exigir uma mudança, apoiar um novo referendo contra o aborto tornado já método contraceptivo e contra a implantação da eutanásia.
E há que exigir respeito pelos direitos das crianças, impedindo a sua adopção por casais homossexuais. Já têm tentado e voltarão à carga em breve...
NO DIA 16 DE JANEIRO ESTEJAMOS ATENTOS AO QUE SE VAI PASSAR NO PARLAMENTO. SE QUEREM REFERENDO, QUE O FAÇAM AO ABORTO-LIVRE, À DESTRUIÇÃO DE EMBRIÕES HUMANOS E À EUTANÁSIA!!!
O PPV estará, como sempre, na linha da frente deste combate a desafiar os partidos da "situação" e da "capitulação ao "lobby gay": PS-PSD-CDS-BE.
ESTÁ NA HORA DE OS CRISTÃOS CONSCIENTES DEIXAREM DE APOIAR OS PARTIDOS DA TRAIÇÃO AOS VALORES DA VIDA E DA FAMÍLIA, DANDO FORÇA AO PPV.
E hoje é o primeiro dia do resto da nossa Vida!
PPV - Portugal pro Vida
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
contra o "relatório Estrela" - debate com Ana Gomes
Cara Senhora Deputada,
Agradeço a sua mensagem-resposta que muito me distingue e honra, a ser verdade e não exagerada a referência aos "milhares" de emails recebidos nos últimos meses.
Escrevo para lhe comunicar que, embora reconhecendo o seu direito de votar em sentido diferente do nosso apelo, não posso aceitar que nos considere "instrumentalizados", eu e os milhares de cidadãos que em boa hora lhe escreveram a pedir que, como nossa representante, nos representasse. A expressão por si utilizada é reveladora de uma mentalidade que desrespeita os cidadãos, negando-lhes a capacidade de formar juízos autónomos e o direito de exigir responsabilidades aos seus representantes. O simples facto de que, através de uma comunicação social manipuladora, a actual classe política vá conseguindo os seus intentos e os seus mandatos em detrimentos de alternativas emergentes e sitematicamente silenciadas como o PPV que lidero, não lhe dá o direito de ofender os cidadãos, considerando-os instrumentalizados cada vez que exprimem um pensamento e uma vontade divergentes dos vossos.
Cara Senhora, embora nos corredores onde circula possam soar muito bem e "politicamente progressistas" expressões que a senhora aprendeu a repetir (e.g. "saúde sexual e reprodutiva", "direitos sexuais e reprodutivos", "métodos modernos de contracepção", "interrupção da gravidez" ou "educação sexual acessível"), deste lado bem nos apercebemos do significado e objectivo último visado por todo esse discurso internacionalmente orquestrado: morte, sacrifício de inocentes que os Estados deviam proteger e ajudar a nascer, não a ser assassinados pelo Estado, a pedido das próprias mães, muitas vezes deixadas sem alternativas porque os meios públicos foram pelo vosso discurso cativados para "políticas de morte" e não para políticas amigas da vida e da natalidade. A tais políticos, revelando um tal desprezo pelo bem comum numa sociedade em acelerado envelhecimento e decadêcia como a europeia, o melhor epíteto que lhes poderíamos oferecer, a par do benefício da dúvida, seria esse mesmo que sobre nós lançou: "instrumentalizados". Significaria que a fonte do mal que fazem estaria algures fora da sua consciência e da sua vontade.
Termino com um ponto sobre a questão da liberdade de consciência e de expressão. Uma das dimensões da campanha global de que o "relatório Estrela" representa apenas uma batalha mais, tem que ver com as limitações da Liberdade de consciência e de expressão. É irónico que o movimento socialista que tanto gosta de se apresentar como paladino destas liberdades contra todos os totalitarismos, se deixe "instrumentalizar" (para usar a sua expressão, uma vez mais) pela I.P.P.F. para, ao serviço de uma campanha ideológica - toda ela - totalitária, sacrificar inelutavelmente um dos seus principios fundamentais - o princípio da Liberdade dos cidadãos. Se este relatório admite limitações ao direito de "objecção de consciência" e mesmo de pronunciamento divergente de quantos, no seu pleno direito, rejeitam ou simplesmente não partilham da sua "cosmovisão", então está aberta a porta para a repressão por parte do Estado de todo o dissidente de consciência. Pensar isto já é mau. Passá-lo à forma escrita e com força normativa para toda a Europa, será um prego mais no caixão de uma ideia pela qual, no seu início, sonharam, trabalharam e lutaram tantos governantes e estadistas genuinamente cristãos... mas que hoje degenera e se vai degradando com iniciativas infelizes como este lamentável "relatório ESTRELA" que a Senhora diz preparar-se para sanionar com o seu voto favorável.
Em tempo de Natal, uma tal estrela nos cada vez mais escuros céus de uma Europa de-cadente... só pode ser um "buraco negro".
Atentamente,
Luís Botelho
(responsável PPV)
Por isso, lhe comunico que, hoje, votarei, em consciência, a favor do Relatório Estrela.
Senhor(a) Deputado(a),
Proteja a privacidade dos nossos filhos, vote NÃO ao Relatório Estrela.
Vote NÃO ao projeto de resolução 2013/2040 (INI), que promove, entre outras medidas, a educação sexual obrigatória nas escolas com uma perspectiva ideológica exclusiva e sectária, o acesso das crianças a preservativos gratuitos e aborto e livre para os adolescentes e limitará a liberdade de opinião sobre matérias cobertas pela chamada "ideologia de género", que repudio e mereceu recentemente uma condenação clara da Conferência Episcopal Portuguesa
Lembro-lhe que nem o governo europeu nem os governos nacionais podem assumir a tutela sobre a educação, afeto e sexualidade de nossos filhos - essa é uma responsabilidade das famílias.
Como meu representante na UE, peço-lhe para rejeitar ativamente a "Proposta de resolução do Parlamento Europeu sobre Saúde Sexual e Reprodutiva e direitos conexos", que está de novo agendada para votação no dia 10 de dezembro de 2013.
Atenciosamente,
Luis Botelho Ribeiro
Agradeço a sua mensagem-resposta que muito me distingue e honra, a ser verdade e não exagerada a referência aos "milhares" de emails recebidos nos últimos meses.
Escrevo para lhe comunicar que, embora reconhecendo o seu direito de votar em sentido diferente do nosso apelo, não posso aceitar que nos considere "instrumentalizados", eu e os milhares de cidadãos que em boa hora lhe escreveram a pedir que, como nossa representante, nos representasse. A expressão por si utilizada é reveladora de uma mentalidade que desrespeita os cidadãos, negando-lhes a capacidade de formar juízos autónomos e o direito de exigir responsabilidades aos seus representantes. O simples facto de que, através de uma comunicação social manipuladora, a actual classe política vá conseguindo os seus intentos e os seus mandatos em detrimentos de alternativas emergentes e sitematicamente silenciadas como o PPV que lidero, não lhe dá o direito de ofender os cidadãos, considerando-os instrumentalizados cada vez que exprimem um pensamento e uma vontade divergentes dos vossos.
Cara Senhora, embora nos corredores onde circula possam soar muito bem e "politicamente progressistas" expressões que a senhora aprendeu a repetir (e.g. "saúde sexual e reprodutiva", "direitos sexuais e reprodutivos", "métodos modernos de contracepção", "interrupção da gravidez" ou "educação sexual acessível"), deste lado bem nos apercebemos do significado e objectivo último visado por todo esse discurso internacionalmente orquestrado: morte, sacrifício de inocentes que os Estados deviam proteger e ajudar a nascer, não a ser assassinados pelo Estado, a pedido das próprias mães, muitas vezes deixadas sem alternativas porque os meios públicos foram pelo vosso discurso cativados para "políticas de morte" e não para políticas amigas da vida e da natalidade. A tais políticos, revelando um tal desprezo pelo bem comum numa sociedade em acelerado envelhecimento e decadêcia como a europeia, o melhor epíteto que lhes poderíamos oferecer, a par do benefício da dúvida, seria esse mesmo que sobre nós lançou: "instrumentalizados". Significaria que a fonte do mal que fazem estaria algures fora da sua consciência e da sua vontade.
Termino com um ponto sobre a questão da liberdade de consciência e de expressão. Uma das dimensões da campanha global de que o "relatório Estrela" representa apenas uma batalha mais, tem que ver com as limitações da Liberdade de consciência e de expressão. É irónico que o movimento socialista que tanto gosta de se apresentar como paladino destas liberdades contra todos os totalitarismos, se deixe "instrumentalizar" (para usar a sua expressão, uma vez mais) pela I.P.P.F. para, ao serviço de uma campanha ideológica - toda ela - totalitária, sacrificar inelutavelmente um dos seus principios fundamentais - o princípio da Liberdade dos cidadãos. Se este relatório admite limitações ao direito de "objecção de consciência" e mesmo de pronunciamento divergente de quantos, no seu pleno direito, rejeitam ou simplesmente não partilham da sua "cosmovisão", então está aberta a porta para a repressão por parte do Estado de todo o dissidente de consciência. Pensar isto já é mau. Passá-lo à forma escrita e com força normativa para toda a Europa, será um prego mais no caixão de uma ideia pela qual, no seu início, sonharam, trabalharam e lutaram tantos governantes e estadistas genuinamente cristãos... mas que hoje degenera e se vai degradando com iniciativas infelizes como este lamentável "relatório ESTRELA" que a Senhora diz preparar-se para sanionar com o seu voto favorável.
Em tempo de Natal, uma tal estrela nos cada vez mais escuros céus de uma Europa de-cadente... só pode ser um "buraco negro".
Atentamente,
Luís Botelho
(responsável PPV)
Em 10/12/2013 10:42, GOMES Ana Maria
escreveu:
Caro Senhor
Tomei
boa nota da sua mensagem.
De
facto, o Parlamento vota hoje em plenário - depois de a
primeira votação ter sido bloqueada por parte dos grupos da
direita - o
relatório da deputada Edite Estrela sobre os direitos
sexuais e reprodutivos.
Nos
últimos meses, eu e todos os eurodeputados recebemos
milhares de emails de cidadãos que considero
instrumentalizados numa campanha de desinformação, partindo
da ideia de que o relatório - não vinculativo e, portanto,
não violador do princípio da subsidiariedade - estabeleceria
o aborto como direito fundamental e promoveria a "educação
homossexual" das crianças, sendo um atentado ao direito dos
pais a educarem os seus filhos.
Na
verdade, o texto do relatório Estrela sustenta que todos os
indivíduos têm o direito a fazer escolhas informadas e
responsáveis no que se refere à sua saúde sexual e
reprodutiva, insta os Estados Membros da UE a garantirem
acesso universal a uma informação, educação e serviços sobre
os direitos sexuais e reprodutivos, sublinha que o aborto
não deve nunca e em nenhumas circunstâncias ser promovido
como uma forma de planeamento familiar e ainda que as taxas
de interrupção da gravidez devem ser reduzidas através da
prestação de uma educação sexual acessível e de métodos
modernos de contracepção. Urge ainda os países membros da UE
a garantirem um financiamento sustentável dos serviços
públicos e de organizações da sociedade civil que prestam
serviços no campo dos direitos sexuais e reprodutivos, etc.
Por isso, lhe comunico que, hoje, votarei, em consciência, a favor do Relatório Estrela.
Melhores
cumprimentos,
Ana
Gomes
De: Luis Botelho
[luisbotelhoribeiro@gmail.com]
Enviado: segunda-feira, 9 de Dezembro de 2013 20:21
Para: ESTRELA Edite
Assunto: IMPORTANTE - pedido de voto contra o RELATÓRIO ESTRELA / IDEOLOGIA DE GÉNERO
Enviado: segunda-feira, 9 de Dezembro de 2013 20:21
Para: ESTRELA Edite
Assunto: IMPORTANTE - pedido de voto contra o RELATÓRIO ESTRELA / IDEOLOGIA DE GÉNERO
Senhor(a) Deputado(a),
Proteja a privacidade dos nossos filhos, vote NÃO ao Relatório Estrela.
Vote NÃO ao projeto de resolução 2013/2040 (INI), que promove, entre outras medidas, a educação sexual obrigatória nas escolas com uma perspectiva ideológica exclusiva e sectária, o acesso das crianças a preservativos gratuitos e aborto e livre para os adolescentes e limitará a liberdade de opinião sobre matérias cobertas pela chamada "ideologia de género", que repudio e mereceu recentemente uma condenação clara da Conferência Episcopal Portuguesa
Lembro-lhe que nem o governo europeu nem os governos nacionais podem assumir a tutela sobre a educação, afeto e sexualidade de nossos filhos - essa é uma responsabilidade das famílias.
Como meu representante na UE, peço-lhe para rejeitar ativamente a "Proposta de resolução do Parlamento Europeu sobre Saúde Sexual e Reprodutiva e direitos conexos", que está de novo agendada para votação no dia 10 de dezembro de 2013.
Atenciosamente,
Luis Botelho Ribeiro
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
Não é opção progressista pretender resolver os problemas, eliminando uma vida humana
"213
Entre estes seres frágeis, de que a Igreja quer cuidar com predilecção,
estão também os nascituros, os mais inermes e inocentes de todos, a
quem hoje se quer negar a dignidade humana para poder fazer deles o que
apetece, tirando-lhes a vida e promovendo legislações para que ninguém
o possa impedir. Muitas vezes, para ridiculizar jocosamente a defesa
que a Igreja faz da vida dos nascituros, procura-se apresentar a sua
posição como ideológica, obscurantista e conservadora; e no entanto
esta defesa da vida nascente está intimamente ligada à defesa de
qualquer direito humano. Supõe a convicção de que um ser humano é
sempre sagrado e inviolável, em qualquer situação e em cada etapa do
seu desenvolvimento. É fim em si mesmo, e nunca um meio par
a
resolver outras dificuldades. Se cai esta convicção, não restam
fundamentos sólidos e permanentes para a defesa dos direitos humanos,
que ficariam sempre sujeitos às conveniências contingentes dos
poderosos de turno. Por si só a razão é suficiente para se reconhecer o
valor inviolável de qualquer vida humana, mas, se a olhamos também a
partir da fé, «toda a violação da dignidade pessoal do ser humano clama
por vingança junto de Deus e torna-se ofensa ao Criador do homem».
214. E precisamente porque é uma questão que mexe com a coerência interna da nossa mensagem sobre o valor da pessoa humana, não se deve esperar que a Igreja altere a sua posição sobre esta questão. A propósito, quero ser completamente honesto. Este não é um assunto sujeito a supostas reformas ou «modernizações». Não é opção progressista pretender resolver os problemas, eliminando uma vida humana. Mas é verdade também que temos feito pouco para acompanhar adequadamente as mulheres que estão em situações muito duras, nas quais o aborto lhes aparece como uma solução rápida para as suas profundas angústias, particularmente quando a vida que cresce nelas surgiu como resultado duma violência ou num contexto de extrema pobreza. Quem pode deixar d e compreender estas situações de tamanho sofrimento?" In Papa Francisco, Evangelii Gaudium
214. E precisamente porque é uma questão que mexe com a coerência interna da nossa mensagem sobre o valor da pessoa humana, não se deve esperar que a Igreja altere a sua posição sobre esta questão. A propósito, quero ser completamente honesto. Este não é um assunto sujeito a supostas reformas ou «modernizações». Não é opção progressista pretender resolver os problemas, eliminando uma vida humana. Mas é verdade também que temos feito pouco para acompanhar adequadamente as mulheres que estão em situações muito duras, nas quais o aborto lhes aparece como uma solução rápida para as suas profundas angústias, particularmente quando a vida que cresce nelas surgiu como resultado duma violência ou num contexto de extrema pobreza. Quem pode deixar d e compreender estas situações de tamanho sofrimento?" In Papa Francisco, Evangelii Gaudium
Há algum fundamento teológico que impeça a Igreja de baptizar bebés não-nascidos? A água baptismal não pode ser derramada sobre o ventre materno?
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
mensagem do responsável-geral cessante a todos os amigos e filiados na hora de passar o testemunho
Estimados amigos,
Em Dezembro próximo realizar-se-ão eleições gerais internas no PPV e decidi não apresentar qualquer candidatura. A situação do país é a que todos conhecemos. As constantes ameaças à causa abraçada pelo PPV exigem de todos nós uma grande união mas, porventura, também uma mudança de estratégia para a qual esta minha difícil decisão deve abrir espaço.
Embora preenchendo um espaço ideológico não representado pelos outros partidos, e sendo formado por pessoas altamente motivadas para levar a sério o pensamento social cristão, o PPV não conseguiu até hoje um apoio significativo de grupos e movimentos de sociedade civil – especialmente alguns ligados à Igreja Católica e à Federação Portuguesa pela Vida - que, em princípio, comungam os mesmos ideais e – acreditámos nós – estariam disponíveis para algum tipo de colaboração no seu aprofundamento e afirmação cívica.
Em quatro anos de existência, podemos mesmo concluir que estes revelam uma clara desigualdade de tratamento entre nós e partidos “do poder” como o PSD e o CDS. Ainda que não possamos afirmar peremptoriamente que para a Igreja haja “filhos e enteados” políticos, a verdade é que nos foram fechadas portas que, pelo contrário, se mostravam escancaradas para os partidos que, embora há dois anos à frente do governo, nada de significativo fizeram para reverter a onda da “cultura da morte” herdada do consulado Sócrates. Em alguns casos, chegaram a reforçá-la, votando p. ex. ao lado dos socialistas, comunistas e bloco de esquerda a favor da adopção gay.
Parece que um tal poder continua a merecer a aprovação da Igreja Portuguesa – como se depreende das mais recentes declarações do Sr Cardeal emérito de Lisboa, D. José Policarpo, e do silêncio conformado da Conferência Episcopal. O apoio activo e “inequívoco” (sic) dado a uma petição europeia (one of us) que também apoiámos, contrasta de modo gritante com a omissão de comunhão com a petição nacional pro-referedo vida que, como é sabido, promove uma comissão muito próxima do PPV.
É verdade que em determinados momentos assumimos algumas posições de questionamento público de algumas atitudes pontuais, públicas e de carácter político de certos membros da Hierarquia, como o Sr D. José Policarpo, o Sr. D. Januário Torgal Ferreira ou o Sr. Reitor do Santuário de Fátima – P.e Cabecinhas. Teriam essas atitudes ferido algum orgulho pessoal e redundado na nossa quasi-excomunhão de facto? Ignoramos. O que temos por certo é que, nestas condições, será melhor para o PPV afastarmo-nos do seu leme e do fielGPS, permitindo a abertura de canais de entendimento sem os quais, receio bem, a causa da Vida e da família não conseguirá fazer caminho numa sociedade portuguesa cada vez mais laicizada e afastada dos valores sociais e humanos fundamentais.
Portugal, como o exército de D. Sebastião, caminha hoje ao lado do seu “rei” para o desastre completo. O Estado Social dissolve-se, o emprego fragiliza-se, a segurança de pessoas e bens desvanece-se, a Justiça agoniza, as Escolas barbarizam-se ou fecham, os Hospitais e maternidades matam!... Temos hoje esse “fraco Rei” que, nas palavras de Camões, “faz fraca a forte gente”. Por isso se torna cada vez mais insubstituível um partido como o PPV que ajudei a fundar e continuarei a servir, ajudando lealmente a nova Direcção. Exorto todos os nossos filiados e amigos a cerrar fileiras na defesa da causa comum, pedindo cada um aos dirigentes das associações e movimentos em que participe - incluindo os líderes religiosos – uma maior disponibilidade para dar as mãos ao serviço da causa do bem-comum, não apenas nas palavras mas também por actos de cidadania.
Guimarães, 8 de Novembro de 2013
Luís Botelho
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
CONVENÇÃO NACIONAL do PPV - Eleições Gerais - ADIADA PARA 4 DE JANEIRO
Caros amigos,
Conforme decidido em reunião de hoje, a Direcção Política Nacional entende ser de propor um adiamento da Convenção Nacional de Dezembro para o dia 4 de Janeiro.
[...]
Peço aos membros da mesa da Convenção, especialmente ao seu presidente Doutor José Carlos Areias, que se pronunciem sobre a alteração à convocatória que, por motivos de força, sentimos ser melhor fazer chgar aos filiados.
Melhores saudações pro-Vida,
Luís Botelho
------------------------------
* CONVENÇÃO NACIONAL ADIADA PARA 4 DE JANEIRO *
Convenção Nacional do PPV
Conforme decidido em reunião de hoje, a Direcção Política Nacional entende ser de propor um adiamento da Convenção Nacional de Dezembro para o dia 4 de Janeiro.
[...]
Peço aos membros da mesa da Convenção, especialmente ao seu presidente Doutor José Carlos Areias, que se pronunciem sobre a alteração à convocatória que, por motivos de força, sentimos ser melhor fazer chgar aos filiados.
Melhores saudações pro-Vida,
Luís Botelho
------------------------------
* CONVENÇÃO NACIONAL ADIADA PARA 4 DE JANEIRO *
Convenção Nacional do PPV
Convocatória
De acordo com o nº 2 do artigo 8º, a alinea b) do artº 18º, e a alinea a) do nº 2 do art.º 19º dos estatutos
do partido Portugal pro Vida, convoca-se uma sessão electiva da Convenção Nacional tendo como único ponto da
ordem de trabalhos a realização de eleições gerais para todos os órgãos directivos nacionais.
Recomenda-se a todas as listas concorrentes que apresentem igualmente um orçamento para 2014 a discutir e aprovar
na mesma sessão.
Esta Convenção Nacional deverá ter lugar na região de Lisboa, em local a anunciar, no sábado - dia 7 de Dezembro de 2013
pelas 15h00.Se à hora marcada não existir um quorum mínimo (metade mais um), a Convenção terá início meia hora mais tarde com qualquer
número de presentes. Após uma breve apresentação do programa da lista ou listas concorrentes, proceder-se-á à eleição
por voto secreto.
Convida-se toda a família PPV a viver este momento de democracia interna como uma oportunidade para, num espírito de sadia
participação democrática, discutir caminhos alternativos para o nosso futuro comum - no PPV e em Portugal - sendo um dado
que o actual responsável-geral Luís Botelho informou da sua intenção de não apresentar uma recandidatura.
As listas deverão ser apresentadas até 3 dias antes das eleições, isto é, até ao final dia 4 de Dezembro - presencialmente ou por via
electrónica, nos termos estatutariamente prescritos.
1. por email para os endereços electrónicos jcareias@med.up.pt e portugalprovida@gmail.com;
2. por via postal para o endereço seguinte:
Prof. José Carlos Areias - PPV
Rua Helena Vieira da Silva 374 E7/ -1d
4450 - 590 Leça da Palmeira
Caso não exista uma lista para algum dos órgãos, poderá a Convenção Nacional decidir soberanamente sobre
a eventual admissão de listas no local ou o adiamento da respectiva eleição.
Porto, 1 de Novembro de 2013
O Presidente da Mesa da Convenção Nacional,
José Carlos Areias
cf. estatutos no blogue oficial do PPV
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
participação contra apropriação partidária das cores da bandeira nacional
Ex.mº Senhor Presidente da Comissão Nacional de Eleições,
Ex.mº Senhor Procurador-Geral Adjunto António Manuel da Rocha Ferreira Marques,
Ex.mº Senhor Procurador-Geral Adjunto José Manuel de Morais dos Santos Pais,
O «PPV - Portugal pro Vida» verificou nas recentes eleições autárquicas que a candidatura do Partido Socialista fazia um uso, em nosso entender, abusivo da bandeira nacional - embora sem o escudo - como grafismo de fundo da sua comunicação escrita. Verificámos directamente o facto na campanha em Guimarães, onde também estavamos envolvidos. Mas estamos em crer que tal práctica do P.S. estará generalizada ou, em todo o caso, muito difundida entre as suas candidaturas autárquicas e/ou legislativas.
Em nossa opinião, tal prática viola o espírito do nº3 do artº 12º da Lei dos Partidos Políticos onde se lê que «O símbolo não pode confundir-se ou ter relação gráfica ou fonética com símbolos e emblemas nacionais nem com imagens e símbolos religiosos». Embora se possa alegar que não se trata do uso do "simbolo", parece-nos evidente que o uso destas cores visa estabelecer uma identificação consciente ou sub-consciente das candidaturas socialistas com o interesse nacional, representado nas cores da bandeira - elas mesmas, como se sabe, deliberadamente escolhidas em 1911 para identificar o país com o regime e partido republicano (P.R.P.) vitoriosos no 5 de Outubro.
Fig. 1
a) b) c)
Fig. 1
a) ilustração das manifestações do P.R.P. por ocasião do "ultimato inglês" contra o "mapa cor-de-rosa"
b) bandeira nacional escolhida em 30 de Junho de 1911
c) brochura do Partido Socialista nas autárquicas 2013 em Guimarães
Num momento em que, a propósito de declarações do Sr. Ministro dos Negócios Estrangeiros, tanto se discute o grau de maturidade das democracias portuguesa e angolana, é interessante verificar como neste aspecto particular as coisas são tão semelhantes. De facto, também naquele "país irmão" um partido - MPLA - se apropria impunemente das cores da respectiva bandeira nacional angolana, induzindo nos cidadãos eleitores uma ambiguidade entre a realidade do "partido do governo" e o Estado.
Fig. 2

.
a) b)
Fig. 2
a) bandeira do partido angolano MPLA
b) bandeira nacional angolana
O movimento «Espírito de Guimarães» considera que, a bem da transparência e até da decência democrática, devem os símbolos nacionais ser respeitados por todos os partidos, abstendo-se de os utilizar para benefício próprio. Nesse sentido, apresentamos uma reclamação contra esta prática do Partido Socialista. Apresentamos esta reclamação à Comissão Nacional de Eleições e ao Ministério Público junto do Tribunal Constitucional, esperando que, ainda que a mesma não produza efeitos práticos directos (ao que já estamos habituados), desperte nos visados senão um impulso de pudor, pelo menos algum receio de que este tema regresse incomodamente em próximos actos eleitorais.
Guimarães, 10 de Outubro de 2013
Luís Botelho
----------------
cf. Lei Orgânica n.º 2/2003 de 22 de Agosto in http://www.parlamento.pt/Legislacao/Documents/Legislacao_Anotada/LeiPartidosPoliticos_Anotado.pdf
Artigo 12.º
Denominações, siglas e símbolos
[...]
3 - O símbolo não pode confundir-se ou ter relação gráfica ou fonética com
símbolos e emblemas nacionais nem com imagens e símbolos religiosos.
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(aqui publicamos a resposta recebida a 15.10.2013, 12h00 - via email)
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(nossa resposta enviada a 17.10.2013)
Ex.mº Senhor Presidente da C.N.E.,
Em nome do partido PPV escrevi a V. Exª no passado dia 11, tendo entretanto recebido no dia 14 uma resposta do Gabinete Jurídico da CNE com um conjunto de interessantes informações sobre casos precedentes que já partilhei com a restante Direcção Política, embora sem saber se a resposta de dia 14 constitui efectivamente a resposta oficial da CNE à nossa reclamação. A nossa dúvida justifica-se porque as razões que nos são apresentadas... também valem para o caso das bandeiras de Angola e do MPLA. Se a posição final da CNE fosse efetivamente a que do Gabinete Jurídico recebemos, então isso significaria que também considera lícita a apropriação evidentíssima da bandeira do Estado Angolano... pelo MPLA - ou vice-versa.
A explicação alternativa para a coincidência das cores escolhidas pelo PS com as da bandeira nacional só poderia ser exactamente isso: uma coincidência. Nesse caso, façamos o seguinte exercício. Quais seriam as probabilidades de alguém - inocente e aleatoriamente - escolher para a sua comunicação exectamente as cores nacionais? Admitindo que, inspirando-se na generalidade das bandeiras partidárias ou nacionais, o designer hesitasse inicialmente entre um padrão com uma, duas ou três cores diferentes. Perguntando ao Google "quantas cores há", obtemos a seguinte lista: vermelho, laranja, anil, violeta, amarelo , azul, verde. Se a estas juntarmos o preto e o branco, obtemos um total de 9 cores. Isto daria um total de 9 bandeiras possiveis com apenas uma cor, 9x8=72 bandeiras a duas cores diferentes e 9x8x7=504 bandeiras com três cores diferentes. Estamos, portanto, em face de uma extraordinaríssima coincidência quando verificamos que das 585 bandeiras possíveis (9+72+504), os designers do PS foram acertar em cheio na combinação de cores que constitui a nossa bandeira nacional. Extraordinaríssima, pasmosa e singular coincidência, tomar alguém de olhos completamente vendados, perfeitamente ao acaso... a bandeira nacional de entre 585 possíveis!!!
Ainda que na letra da lei se possa discutir a ilicitude do procedimento do PS - e nós entendemos que o é - se não é uma "esperteza" democraticamente reprovável a apropriação por parte de um partido das cores nacionais que nos devem representar e identificar a todos como povo unido para lá das divisões ideológicas e partidárias... então de futuro tudo nos será permitido: usar respeitosamente o hino nacional como tema da nossa campanha, mudando a letra aqui e ali - substituir respeitosamente o escudo da bandeira nacional pelo laço azul do PPV, etc, etc, etc.
Senhor presidente da C.N.E.,
Confiamos que do exposto facilmente ressaltará a conclusão evidente de que, numa Democracia madura e prestigiada, todos os partidos deveriam espontaneamente observar os limites da decência política, abstendo-se de alimentar quaisquer confusões com os símbolos nacionais. Não sendo esse o caso, a julgar pelo comportamento adoptado pelo Partido Socialista, esperar-se-ia ao menos que a publicação por parte da C.N.E. de uma recomendação ou interpretação vinculativa viesse repor a normalidade. O momento seria excepcionalmente apropriado, visto que não nos encontramos em qualquer periodo eleitoral ou pré-eleitoral.
A questão que aqui se coloca é mais de Democracia do que de estrito Direito. Merecemos e esperamos uma resposta mais que jurídica.
Saudações democráticas.
Pelo PPV,
Luís Botelho
Guimarães, 16 de Outubro de 2013
Ex.mº Senhor Procurador-Geral Adjunto António Manuel da Rocha Ferreira Marques,
Ex.mº Senhor Procurador-Geral Adjunto José Manuel de Morais dos Santos Pais,
O «PPV - Portugal pro Vida» verificou nas recentes eleições autárquicas que a candidatura do Partido Socialista fazia um uso, em nosso entender, abusivo da bandeira nacional - embora sem o escudo - como grafismo de fundo da sua comunicação escrita. Verificámos directamente o facto na campanha em Guimarães, onde também estavamos envolvidos. Mas estamos em crer que tal práctica do P.S. estará generalizada ou, em todo o caso, muito difundida entre as suas candidaturas autárquicas e/ou legislativas.
Em nossa opinião, tal prática viola o espírito do nº3 do artº 12º da Lei dos Partidos Políticos onde se lê que «O símbolo não pode confundir-se ou ter relação gráfica ou fonética com símbolos e emblemas nacionais nem com imagens e símbolos religiosos». Embora se possa alegar que não se trata do uso do "simbolo", parece-nos evidente que o uso destas cores visa estabelecer uma identificação consciente ou sub-consciente das candidaturas socialistas com o interesse nacional, representado nas cores da bandeira - elas mesmas, como se sabe, deliberadamente escolhidas em 1911 para identificar o país com o regime e partido republicano (P.R.P.) vitoriosos no 5 de Outubro.
Fig. 1
a) b) c)
Fig. 1
a) ilustração das manifestações do P.R.P. por ocasião do "ultimato inglês" contra o "mapa cor-de-rosa"
b) bandeira nacional escolhida em 30 de Junho de 1911
c) brochura do Partido Socialista nas autárquicas 2013 em Guimarães
Num momento em que, a propósito de declarações do Sr. Ministro dos Negócios Estrangeiros, tanto se discute o grau de maturidade das democracias portuguesa e angolana, é interessante verificar como neste aspecto particular as coisas são tão semelhantes. De facto, também naquele "país irmão" um partido - MPLA - se apropria impunemente das cores da respectiva bandeira nacional angolana, induzindo nos cidadãos eleitores uma ambiguidade entre a realidade do "partido do governo" e o Estado.
Fig. 2

.
a) b)
Fig. 2
a) bandeira do partido angolano MPLA
b) bandeira nacional angolana
O movimento «Espírito de Guimarães» considera que, a bem da transparência e até da decência democrática, devem os símbolos nacionais ser respeitados por todos os partidos, abstendo-se de os utilizar para benefício próprio. Nesse sentido, apresentamos uma reclamação contra esta prática do Partido Socialista. Apresentamos esta reclamação à Comissão Nacional de Eleições e ao Ministério Público junto do Tribunal Constitucional, esperando que, ainda que a mesma não produza efeitos práticos directos (ao que já estamos habituados), desperte nos visados senão um impulso de pudor, pelo menos algum receio de que este tema regresse incomodamente em próximos actos eleitorais.
Guimarães, 10 de Outubro de 2013
Luís Botelho
----------------
cf. Lei Orgânica n.º 2/2003 de 22 de Agosto in http://www.parlamento.pt/Legislacao/Documents/Legislacao_Anotada/LeiPartidosPoliticos_Anotado.pdf
Artigo 12.º
Denominações, siglas e símbolos
[...]
3 - O símbolo não pode confundir-se ou ter relação gráfica ou fonética com
símbolos e emblemas nacionais nem com imagens e símbolos religiosos.
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(aqui publicamos a resposta recebida a 15.10.2013, 12h00 - via email)
Exmo. Senhor
Em
resposta a comunicação de V. Exa. sobre o assunto em referência,
informo que a CNE já foi chamada a pronunciar-se sobre o uso de símbolo
nacional, regional ou autárquico em material de propaganda
partidária, não se afigurando tratar-se do caso em apreço.
- Em 2005, a propósito da
utilização
de um dos elementos do símbolo nacional no material de propaganda da
candidatura de Mário Soares a CNE deliberou que «não
parece abusivo que os candidatos à Eleição para o Presidente da
República, de cariz unipessoal, possam utilizar o símbolo nacional ou
elementos deste no material de propaganda eleitoral, desde que tais
fontes não sejam elas próprias a principal “mancha” do
material de campanha, situação, essa sim, que podia levar à
confundibilidade com materiais oficiais» (deliberação de 28 de dezembro de 2005 – ata 20)
- Em 2008, a propósito da utilização da bandeira dos Açores em material de propaganda partidária
a CNE reiterou o seu entendimento nesta matéria no sentido de que “nada
impede o uso respeitoso de símbolos regionais pelas candidaturas desde
que a autoria do material de propaganda se encontre devidamente
identificada e não sejam esses símbolos a principal “mancha” ou o tema
central do material de campanha.”
(cf. Deliberação de 23.09.2008 – sessão plenária n.º 119)
- Sobre a utilização de símbolos heráldicos em material de propaganda, tem sido entendimento constante da CNE «não
haver impedimento legal ao uso respeitoso dos símbolos heráldicos pelas
candidaturas, aconselhando contudo que o símbolo/brasão seja
inserido no material de propaganda por forma a evitar confusão junto dos eleitores quanto à titularidade do meio de propaganda.
Deste modo, e ainda de acordo com o entendimento da CNE
«a autoria do material de propaganda deve estar devidamente
identificada e não sejam esses símbolos a principal
“mancha” ou o tema central do material de campanha. Com efeito, a
atividade de propaganda eleitoral deve desenvolver-se com respeito pela
possibilidade de o cidadão eleitor formar a sua opinião livremente, o
que pode não suceder se, pela simbologia heráldica
utilizada houver uma identificabilidade entre as atuações
institucionais e as condutas partidárias.»
No
caso vertente, não está em causa a utilização de um símbolo nacional em
material de propaganda partidária, mas a utilização de algumas das
cores da bandeira nacional nesse material, afigurando-se
que tal facto não constitui qualquer ilícito eleitoral.
Com os melhores cumprimentos
Ana Cristina Branco
Gabinete Jurídico
Comissão Nacional de Eleições
Av. D. Carlos I, 128-7º • 1249-065 Lisboa
Tef: +351 213923800 • Fax: +351 213953543
(Refª 6763, de 11.10.2013)
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(nossa resposta enviada a 17.10.2013)
Ex.mº Senhor Presidente da C.N.E.,
Em nome do partido PPV escrevi a V. Exª no passado dia 11, tendo entretanto recebido no dia 14 uma resposta do Gabinete Jurídico da CNE com um conjunto de interessantes informações sobre casos precedentes que já partilhei com a restante Direcção Política, embora sem saber se a resposta de dia 14 constitui efectivamente a resposta oficial da CNE à nossa reclamação. A nossa dúvida justifica-se porque as razões que nos são apresentadas... também valem para o caso das bandeiras de Angola e do MPLA. Se a posição final da CNE fosse efetivamente a que do Gabinete Jurídico recebemos, então isso significaria que também considera lícita a apropriação evidentíssima da bandeira do Estado Angolano... pelo MPLA - ou vice-versa.
A explicação alternativa para a coincidência das cores escolhidas pelo PS com as da bandeira nacional só poderia ser exactamente isso: uma coincidência. Nesse caso, façamos o seguinte exercício. Quais seriam as probabilidades de alguém - inocente e aleatoriamente - escolher para a sua comunicação exectamente as cores nacionais? Admitindo que, inspirando-se na generalidade das bandeiras partidárias ou nacionais, o designer hesitasse inicialmente entre um padrão com uma, duas ou três cores diferentes. Perguntando ao Google "quantas cores há", obtemos a seguinte lista: vermelho, laranja, anil, violeta, amarelo , azul, verde. Se a estas juntarmos o preto e o branco, obtemos um total de 9 cores. Isto daria um total de 9 bandeiras possiveis com apenas uma cor, 9x8=72 bandeiras a duas cores diferentes e 9x8x7=504 bandeiras com três cores diferentes. Estamos, portanto, em face de uma extraordinaríssima coincidência quando verificamos que das 585 bandeiras possíveis (9+72+504), os designers do PS foram acertar em cheio na combinação de cores que constitui a nossa bandeira nacional. Extraordinaríssima, pasmosa e singular coincidência, tomar alguém de olhos completamente vendados, perfeitamente ao acaso... a bandeira nacional de entre 585 possíveis!!!
Ainda que na letra da lei se possa discutir a ilicitude do procedimento do PS - e nós entendemos que o é - se não é uma "esperteza" democraticamente reprovável a apropriação por parte de um partido das cores nacionais que nos devem representar e identificar a todos como povo unido para lá das divisões ideológicas e partidárias... então de futuro tudo nos será permitido: usar respeitosamente o hino nacional como tema da nossa campanha, mudando a letra aqui e ali - substituir respeitosamente o escudo da bandeira nacional pelo laço azul do PPV, etc, etc, etc.
Senhor presidente da C.N.E.,
Confiamos que do exposto facilmente ressaltará a conclusão evidente de que, numa Democracia madura e prestigiada, todos os partidos deveriam espontaneamente observar os limites da decência política, abstendo-se de alimentar quaisquer confusões com os símbolos nacionais. Não sendo esse o caso, a julgar pelo comportamento adoptado pelo Partido Socialista, esperar-se-ia ao menos que a publicação por parte da C.N.E. de uma recomendação ou interpretação vinculativa viesse repor a normalidade. O momento seria excepcionalmente apropriado, visto que não nos encontramos em qualquer periodo eleitoral ou pré-eleitoral.
A questão que aqui se coloca é mais de Democracia do que de estrito Direito. Merecemos e esperamos uma resposta mais que jurídica.
Saudações democráticas.
Pelo PPV,
Luís Botelho
Guimarães, 16 de Outubro de 2013
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
40 dias pelas vida: 25Set. - 3 Nov.

Caros amigos
Queriamos agradecer uma vez mais a sua participação nos "40 dias pela vida" do ano passado.Este ano os "40 dias" decorrem de 25 de setembro a 3 de Novembro no período das 9:00-21:00.
Podem-se inscrever para turnos de apenas uma hora em www.40diaspelavida.org( clicar em participar)
Pedia-lhe o favor de voltar a participar, bem como o de se fazer co-responsável pelo sucesso destes novos "40 dias" conseguindo levar familiares e amigos.
Por favor tome dois minutos para seguir a sua lista de contactos
no telemóvel identificando as pessoas que poderão querer associar-se. E
convide-as uma a uma.Pedia-lhe o favor de voltar a participar, bem como o de se fazer co-responsável pelo sucesso destes novos "40 dias" conseguindo levar familiares e amigos.
Com amizade
Paula Pimentel Calderón
(Plataforma 40 dias pela Vida)
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