terça-feira, 16 de março de 2010

Bento XVI visita Portugal em Maio


O movimento «Portugal pro Vida» saúda e dá as boas-vindas a Portugal a Sua Santidade o Papa Bento XVI, enquanto Chefe de Estado e Sumo Pontífice da Igreja Católica.

Apelamos aos portugueses, cristãos ou não, para que se associem às diversas manifestações públicas que se preparam em Lisboa, Fátima e Porto, presididas pelo Santo Padre, mensageiro da Paz de Cristo e do Evangelho da Vida, para Portugal, para todo o mundo.

Todas as informações no portal:
http://www.bentoxviportugal.pt/

Assinar carta de boas-vindas em:
http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=Bento16


nota pastoral da C.E.P. sobre a visita do Papa Bento XVI a Portugal 1.03.2010
nota do cons. permanente da C.E.P. sobe a visita do Papa a Portugal
6.10.2009

quinta-feira, 11 de março de 2010

inverno demográfico é...

petição sobre Orçamento de Estado pro Vida

A todos os mais de mil cidadãos e cidadãs que assinaram esta petição (defendendo o fim do pagamento do aborto múltiplo pelo S.N.S.), o nosso muito obrigado. A posição do PPV é conhecida - somos igualmente contra o 1º aborto. Mas deparando-se-nos a oportunidade de reduzir o âmbito da actual lei, apoiados em declarações de directores de serviços de obstetrícia e no relativo consenso da opinião pública no sentido de não se continuar a promover a total irresponsabilidade.

O processo de aprovação do Orçamento para 2010 está muito atrasado e entretanto surgiu também a necessidade de discussão do Pacto de Estabilidade e Crescimento (PEC). Neste momento, já demos conhecimento desta proposta de medida orçamental (com impacto positivo na Vida, mas também no défice) ao Governo, aos diferentes Grupos Parlamentares, ao Sr. Presidente da A.R. e ao Sr. Presidente da República.

Contamos com todos vós para promover junto da sociedade a anuência com esta medida. Pela nossa parte, a Direcção do PPV continuará a insistir na defesa desta e de outras propostas com impacto positivo nas famílias portuguesas, presentemente tão atingidas pelo desemprego e dificuldades económicas de toda a ordem.

E não nos cansaremos de demonstrar o carácter socialmente suicida de variadas medidas legislativas contra a estabilidade da Família, aprovadas por este governo e pela Assembleia da República, ignorando que tem sido a Família a grande e verdadeira reserva de "segurança social" que tem impedido que a crise económica e social no nosso país atinja níveis ainda mais graves.

Atacar a Família, facilitando o divórcio, degradando o casamento ou liberalizando o aborto, não tem outro efeito a prazo senão o de desproteger os cidadãos mais débeis, particularmente a mulher, diante das incertezas da situação económica.

Da mesma forma, pagar abortos repetidos, significa aprofundar o inverno demográfico que já hoje atravessamos e destruir o nosso futuro como Povo.

O PPV defende, ao contrário, uma política orçamental que reconheça o esforço das famílias, das mães que querem ter os seus filhos e que hoje asseguram com sacrifício próprio o futuro de Portugal.

PRIEC - processo de reconquista islâmica da europa em curso


" Um dia milhões de homens deixarão o hemisfério sul deste planeta em direcção ao norte.
Mas não irão como amigos.
Porque irão para conquistar, e conquistarão povoando-o com as suas crianças.
A vitória chegar-nos-á através dos ventres das nossas mulheres. "

Houari Boumedienne, antigo Presidente da Argélia

















Qual o futuro da Igreja e do Cristianismo na Europa face à ameaça do Islão?



apesar de alguns sinais...






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En 1974, à la tribune de l’ONU, le président de la République Algérienne, Houari Boumediene, a déclaré : « Un jour, des millions d'hommes quitteront l'hémisphère sud pour aller dans l'hémisphère nord. Et ils n'iront pas là-bas en tant qu'amis. Parce qu'ils iront là-bas pour le conquérir. Et ils le conquerront en le peuplant avec leurs fils. C'est le ventre de nos femmes qui nous donnera la victoire ».
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Dans le Figaro du 19 décembre 2006, notre grand ami Mouammar Kadhafi déclarait :
« Sans épée, sans fusil, sans conquêtes, les 50 millions de musulmans en Europe la transformeront bientôt en continent musulman ! »
Le droit du sol fera le reste.


Sabendo o que sabemos da situação real da «condição feminina» no Islão, apesar da propaganda, irão as mulheres europeias, e em particular as portuguesas, conscientemente colaborar com a islamização da sua Europa?





... E esquecer as bombas de 11 de Março de 2004 aqui ao lado em Madrid?

quarta-feira, 10 de março de 2010

DGS - nem caridade nem verdade

De pior memória que a antiga DGS, a nova DGS* não deporta mas dá subsídios à morte de bebés por nascer, do futuro de Portugal.

E também esconde...

- esconde das mães a ecografia do seu filho prestes a ser morto.

- ainda esconde dos cidadãos o número de abortos pagos pelo estado em 2009**...


Desta DGS, nada - nem caridade, nem verdade!


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notas:

* É sintomático que na página oficial da Direcção-Geral de Saúde, a última entrada (last but not least?) seja consagrada à "interrupção da gravidez", mas não exista qualquer referência à necessidade de ajuda (aliás inexistente) aos casais(hetero) que se debatem com problemas de infertilidade. Virão estas ajudas em breve... para a procriação de "casais" homossexuais?

** Em 2009, esta informação - a que todos temos direito - foi divulgada em 14 de Janeiro, quando entregávamos a nossa petição no Parlamento. Em 2010, porém, provavelmente temendo o efeito negativo sobre a consciência pública, vamos já em 10 de Março e nada - está por atender este ponto já explicitamente peticionado à Assembleia da República:

« pronta divulgação dos números oficiais dos abortos "a pedido" (I.V.G.s) praticados em 2009 pelo Serviço Nacional de Saúde - em Hospitais públicos e clínicas privadas que se dedicam à "morte planeada"; »

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recomendamos vivamente a leitura do
post «do Portugal Profundo» questionando mais uma vez a política do aborto, infeliz contraponto ao aborto da Política a que somos forçados a assistir, com o vergonhoso caso «face oculta».

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

PPV solidário com as vítimas dos aluviões da Madeira

comunicado

A Direcção Política do "Portugal pró Vida" está consternada com as graves consequências dos recentes aluviões na Madeira, que provocaram dezenas de mortos e enormes danos materiais aos seus habitantes e convida todos os filiados e simpatizantes a uma solidariedade activa.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

mensagem de apoio à manifestação pelo Casamento, pela Família

Amigos,

Em Guimarães nos fizemos PORTUGAL!
Em Aljubarrota fomos uns PROs outros!
De Sagres nos fizemos ao mar, à VIDA!

em 2004 fomos duzentos e tal mil "mais vida e mais família"
em 2005, fomos oitenta mil a pedir um referendo à procriação medicamente assistida...
em 2007, um milhão e meio disse que não queria o aborto livre
... e, com a sua abstenção, cinco milhões porventura disseram que aquilo nem era pergunta que se fizesse!
em 2009, cinco mil de nós escreveram ao parlamento pedindo a suspensa da iníqua lei...
em 2010 fomos 92.000 a pedir um referendo ao casamento homossexual...

Tudo em vão...
... este parlamento há-de sempre responder-nos «não»!

Nos últimos meses o PPV propôs a centenas de autarquias do nosso país que se pronunciassem contra a Lei do Casamento Homossexual com possibilidade de adopção de crianças e acesso á P.M.A. - muitos concelhos e freguesias aprovaram moções neste sentido, registadas nos
respectivos livros de actas. Perguntamos - podem o governo e a Assembleia da República, depois de terem chumbado o pedido do referendo pelos cidadãos, desprezar também a vontade expressa de tantos órgãos do poder local, tão democraticamente eleitos como eles próprios?

Citando Gabriel, o pensador, perguntamos ainda:
«Até quando a gente vai ficar levando porrada, porrada? Até quando vamos ficar sem fazer nada?»

Acreditamos que a resposta do povo português será: «até dia 20 de Fevereiro de 2010»!

Estamos unidos, aqui e hoje, no preciso dia e lugar em que milhares de cidadãos manifestam o que não deveria ser preciso manifestar: que só de famílias fortes se faz uma sociedade forte e não aceitaremos nunca a degradação do casamento nem a possibilidade de adopção de crianças por
"casais" homossexuais.

Há políticos, hoje, que apostam tudo no fim deste "nobre povo", desta "nação valente"; e que nada mais procuram do que torná-la de "imortal", como a cantámos, em mortal... e morta.

Por isso é tão importante esta manifestação, que o «Portugal pro Vida» convictamente apoia, e que constitui um aviso sério ao Governo, advertindo-o de que o povo não aceitará uma Lei que, além de um violento ataque à estrutura da Família, e porque o programa do PS às legislativas
de 2009 claramente rejeitava o casamento com direito de adopção, constituiria também um grave abuso do mandato eleitoral.

Em Maio, o Santo Padre visitará Portugal.
Queremos convidar todos a subscrever a carta de boas-vindas que a partir da próxima semana será divulgada na internet. Vamos receber o Santo Padre como povo amigo da família!

«não tenhamos medo!» Estamos juntos!

Portugal pro Vida
17 de Fevereiro de 2010

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

a favor dos Cuidados Paliativos


Numa saqueta de açucar dos «cafés Delta», comemorativa do dia mundial dos cuidados paliativos, podia ler-se:

«os cuidados paliativos consideram que o doente vale por quem é
e vale até ao fim da sua vida.»


Parabéns aos cafés Delta e à Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos por terem dado as mãos por tão meritória e necessária campanha de sensibilização da opinião pública

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

comunicado da Direcção Política Nacional

A Direcção Política Nacional do PPV vem declarar publica e oficialmente a quebra da confiança no Sr. Procurador-Geral da República, por indícios graves de incapacidade para assegurar a autonomia do Ministério Público, perante a sucessão de factos por explicar no âmbito do caso Face Oculta.

A confirmar-se a interferência governamental em rádios, jornais e televisões em vésperas das eleições legislativas 2009, a que concorremos, o «Portugal pro Vida» declara-se prejudicado no acesso a um processo eleitoral livre, transparente, justo.

Portugal está a braços com um problema de liberdade de imprensa que deve ser imediatamente enfrentado pelas autoridades competentes, uma vez que está em causa o normal funcionamento das instituições democráticas que deve ser garantido pelo Presidente da República.

11.02.2010, dia do 3º aniversário do 2º referendo ao aborto (como o 1º) não-vinculativo.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

o fim da linha III


Concentração 11.02.2010 frente à A.R. em Lisboa


Petição pela Liberdade

o fim da linha II

Nós sabemos que este é o governo que se propunha(?) aumentar benefícios fiscais para a Igreja e dar talvez uma ajuda na construção da nova igreja de S. Francisco Xavier em Lisboa... mas não podemos ignorar o que os nossos olhos lêem:

Cavaco Silva
"Há nervosismo a mais na AR e nos edifícios limítrofes", citado no Abrupto

D. Manuel Clemente - Bispo do Porto
"A minha opinião é que quem tem responsabilidades acrescidas, porque é uma personalidade pública, tem obrigações maiores de coerência. Isso é um grande encargo, seja para este primeiro-ministro, seja para qualquer outra pessoa. Agora que quem tem responsabilidades públicas tem um encargo reforçado de justificação, ai isso tem"

Ana Gomes - eurodeputada socialista
"esclarecer se era, ou não, por instruções governamentais que a PT estava a negociar a compra da TVI à Prisa", acrescentando que, neste caso, "é o Estado de direito democrático que pode estar em causa".

Morais Sarmento - à Rádio Renascença,
salientou o facto de o procurador-geral da República "não ter visto indícios passíveis de censura, muito menos que justificassem uma investigação" às certidões do juiz de Aveiro divulgadas pelo Sol. "O país inteiro viu o que estava escrito no Sol. E depois querem que tenhamos confiança na justiça",

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

ASSINE E DIVULGUE ESTA PETIÇÃO - o segundo aborto deve ser pago

Acha que deve ser o Estado a pagar o segundo, terceiro e quarto aborto(!), com o país a entrar num «Inverno Demográfico» que, a prazo, irá pôr em causa o Estado Social, isto é, a sua própria reforma?

Se discorda, assine e divulgue a petição online acessível neste endereço.

Contra abortófilos, salvar, salvar!

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Foram levantadas algumas dúvidas sobre a legitimidade desta proposta à luz da doutrina social da Igreja e em particular da encíclica "Evangelium Vitae". Parece-nos claro que a proposta se deve enquadrar naquilo a que João Paulo II se referiu como limitação de danos de uma lei iníqua, impossível de banir no imediato. Ler atentamente o seu ensinamento a este propósito na encíclica Evangelium Vitae (1, 2):

«73. [...] Portanto, no caso de uma lei intrinsecamente injusta, como aquela que admite o aborto ou a entanásia, nunca é lícito conformar-se com ela, «nem participar numa campanha de opinião a favor de uma lei de tal natureza, nem dar-lhe a aprovação com o seu voto»(3)

Um particular problema de consciência poder-se-ia pôr nos casos em que o voto parlamentar fosse determinante para favorecer uma lei mais restritiva, isto é, tendente a restringir o número de abortos autorizados, como alternativa a uma lei mais permissiva já em vigor ou posta a votação. [...] quando não fosse possível esconjurar ou abrogar completamente uma lei abortista, um deputado, cuja absoluta oposição
pessoal fosse clara e conhecida de todos, poderia licitamente oferecer o próprio apoio a propostas que visassem limitar os danos de uma tal lei e diminuir os seus efeitos negativos no âmbito da cultura e da moralidade pública. Ao proceder assim, de facto, não se realiza a colaboração ilícita numa lei injusta; mas cumpre-se, antes, uma tentativa legítima e necessária para limitar os seus aspectos iníquos.»

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(1)
João Paulo II, Carta Enc. Evangelium vitae, n. 73, Ed. A.O. - Braga, 1995, pág.s 121-122

(2) http://www.vatican.va/holy_father/john_paul_ii/encyclicals/documents/hf_jp-ii_enc_25031995_evangelium-vitae_po.html

(3) Congregação para a Doutrina da Fé, Declaração sobre o aborto provocado, 18.11.1974, n.22: AAS 66 (1974), 744


quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Plano inclinado


Aos sábados, pelas 22h00, vale a pena ver o programa de debate na SIC notícias «PLANO INCLINADO». Moderado por Mário Crespo, tratando os principais temas da actualidade, conta ainda com Medina Carreira, Nuno Crato e João Duque.

A sua alegada classificação pelo Primeiro-Ministro como "um problema a solucionar", torna o seu seguimento um acto de cidadania crítica, um acto de resistência e de mobilização pela Liberdade.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

o fim da linha

por Mário Crespo*

«Terça-feira dia 26 de Janeiro. Dia de Orçamento. O Primeiro-ministro José Sócrates, o Ministro de Estado Pedro Silva Pereira, o Ministro de Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão e um executivo de televisão encontraram-se à hora do almoço no restaurante de um hotel em Lisboa. Fui o epicentro da parte mais colérica de uma conversa claramente ouvida nas mesas em redor. Sem fazerem recato, fui publicamente referenciado como sendo mentalmente débil (“um louco”) a necessitar de (“ir para o manicómio”). Fui descrito como “um profissional impreparado”. Que injustiça. Eu, que dei aulas na Independente. A defunta alma mater de tanto saber em Portugal. Definiram-me como “um problema” que teria que ter “solução”. Houve, no restaurante, quem ficasse incomodado com a conversa e me tivesse feito chegar um registo. É fidedigno. Confirmei-o. Uma das minhas fontes para o aval da legitimidade do episódio comentou (por escrito): “(…) o PM tem qualidades e defeitos, entre os quais se inclui uma certa dificuldade para conviver com o jornalismo livre (…)”. É banal um jornalista cair no desagrado do poder. Há um grau de adversariedade que é essencial para fazer funcionar o sistema de colheita, retrato e análise da informação que circula num Estado. Sem essa dialéctica só há monólogos. Sem esse confronto só há Yes-Men cabeceando em redor de líderes do momento dizendo yes-coisas, seja qual for o absurdo que sejam chamados a validar. Sem contraditório os líderes ficam sem saber quem são, no meio das realidades construídas pelos bajuladores pagos. Isto é mau para qualquer sociedade. Em sociedades saudáveis os contraditórios são tidos em conta. Executivos saudáveis procuram-nos e distanciam-se dos executores acríticos venerandos e obrigados. Nas comunidades insalubres e nas lideranças decadentes os contraditórios são considerados ofensas, ultrajes e produtos de demência. Os críticos passam a ser “um problema” que exige “solução”. Portugal, com José Sócrates, Pedro Silva Pereira, Jorge Lacão e com o executivo de TV que os ouviu sem contraditar, tornou-se numa sociedade insalubre. Em 2010 o Primeiro-ministro já não tem tantos “problemas” nos media como tinha em 2009. O “problema” Manuela Moura Guedes desapareceu. O problema José Eduardo Moniz foi “solucionado”. O Jornal de Sexta da TVI passou a ser um jornal à sexta-feira e deixou de ser “um problema”. Foi-se o “problema” que era o Director do Público. Agora, que o “problema” Marcelo Rebelo de Sousa começou a ser resolvido na RTP, o Primeiro Ministro de Portugal, o Ministro de Estado e o Ministro dos Assuntos Parlamentares que tem a tutela da comunicação social abordam com um experiente executivo de TV, em dia de Orçamento, mais “um problema que tem que ser solucionado”. Eu. Que pervertido sentido de Estado. Que perigosa palhaçada.»

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* o JN lá saberá porque não publicou - o PPV publica.