sexta-feira, 12 de novembro de 2010
objectivamente falso
Hoje, numa entrevista ao semanário SOL, o Senhor D. Jorge Ortiga, Arcebispo de Braga e Presidente da Conferência Episcopal Portuguesa, diz o seguinte: “Ao olhar para o passado do PR (Cavaco Silva), vejo que desempenhou a sua missão dentro daquilo que a Constituição lhe permite e também numa linha de defesa dos valores e interesses de todos”. Ora esta afirmação é objectivamente falsa. De facto, ao promulgar “leis” injustas como a que admite a procriação artificial, o congelamento e experimentação letal em pessoas humanas na sua etapa embrionária, a clonagem das mesmas; a que liberaliza o aborto até às 10 semanas; a que “legaliza” o pseudo-casamento entre pessoas do mesmo sexo e a que retira aos pais o direito de educarem os seus filhos expondo-os obrigatoriamente a uma deformação sexual perversa nas escolas o presidente atacou os valores, designadamente os não negociáveis, e cooperou formalmente na agressão sanguinária às mais vulneráveis, indefesas e inocentes pessoas nascituras através dos mais de cinquenta mil abortos, feitos ao abrigo dessa “lei” e também da incontável multidão de pessoas embrionárias chacinadas em laboratórios terroristas e, ainda, através da dissolução da família fundada no matrimónio indissolúvel entre um homem e uma mulher e do arrebatamento aos pais do direito a educarem os seus filhos.
Acresce que o presidente podia ter recorrido ao poder de veto, podia dissolver a assembleia da república – uma vez que o regular funcionamento das instituições estava em causa em virtude do ataque prometaico aos mais elementares e fundamentais direitos humanos, podia ter renunciado ao cargo. Importa ainda sublinhar que a constituição não pode, de modo algum, substituir-se à consciência, ao direito natural e aos Direitos de Deus.
Ao expressar-se deste modo, o Senhor Presidente da Conferência Episcopal confirma nos seus gravíssimos pecados o “católico” (ele diz-se católico praticante!), induz os fiéis em erro, bem como as demais pessoas que lerem a entrevista. Por outras palavras, provoca um grave escândalo com consequências nefastíssimas na salvação das consciências.
Claro que pode dar-se o caso de o jornal não ter entendido e portanto não ser fiel ao que o Senhor Arcebispo realmente disse. Mas se assim for é necessário um desmentido rápido e formal.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Botelho desafio Alegre para jantar debate em Guimarães
Espera-se que o candidato que em 2006 se afirmava "da cidadania" aceite o repto e não se furte ingloriamente às suas responsabilidades cívicas e democráticas.
Os apoiantes de uma ou outra candidatura podem fazer a sua reserva através do seguinte número de contacto, indicando o candidato que apoiam:
.... tmv. 967.014.648 - Sr. Luís Paiva
Serão aceites não mais de 40 inscrições para cada lado.
quarta-feira, 16 de junho de 2010
sondagem sobre candidatos às presidenciais
Neste contexto, como é público, promovemos junto do "povo pro Vida" uma sondagem no sentido de encontrar a personalidade política na qual este grupo melhor se revisse. É o momento de agradecer a todos os participantes a sua valiosa colaboração. Num universo de 889 respostas positivas, os resultados foram expressivos:
1. António Bagão Félix - 323 votos (36%)
2. D. Duarte de Bragança - 174 (19%)
3. João César das Neves - 146 votos (16%)
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4. Daniel Serrão 85 votos (9%)
5. Gen. Rocha Vieira, 75 votos (8%)
6. Maria José Nogueira Pinto, 45 votos (5%)
7. Aura Miguel, 41 votos (4%)
Identificado o grupo de três personalidades cujos resultados mais se destacaram, procurámos contactá-los no sentido de conhecer a sua eventual disponibilidade para uma candidatura. Até à data de hoje, 16 de Junho, apenas o Sr. Prof. João César das Neves nos respondeu, tendo-nos informado amavelmente estar esta possibilidade "completamente posta de parte".
Aguardaremos ainda alguns dias pelas respostas do Sr. Dr. Bagão Félix e do Senhor D. Duarte de Bragança.
sexta-feira, 28 de maio de 2010
procura-se um candidato "votável"

Lá como cá, no Brasil como em Portugal, os cidadãos que levam a sério a sua Consciência e os seus Valores cristãos, experimentam a mesma dificuldade em encontrar...
... um candidato "votável".
Daí que, se alguém não surgir espontâneamente, depois de identificar pela sondagem em curso os melhor posicionados, trabalharemos para obter a disponibilidade patriótica de algum deles. Conseguido isso, colocaremos à sua disposição a nossa rede de delegados e simpatizantes de forma a reunir-se o necessário número de assinaturas de cidadãos proponentes.
Desse modo conseguiremos algum espaço mediático para afirmar os nossos Valores e contribuir para o esclarecimento democrático dos nossos concidadãos.
Ganha a nossa Causa
Ganha Portugal
quinta-feira, 27 de maio de 2010
candidato pro-Vida à Presidência da República
Elencámos um conjunto de sete personalidades públicas que nos parecem preencher os pressupostos essenciais, visibilidade pública e um muito digno percurso pessoal, profissional e/ou político. É importante esclarecer que o PPV não estabeleceu qualquer contacto prévio com nenhuma destas personalidades para esta sondagem. E ignoramos completamente a sua eventual disponibilidade para uma candidatura.
Estamos simplesmente interessados no conhecimento das preferências do povo pro Vida e por isso lançamos esta sondagem cujo preenchimento e divulgação junto de amigos e familiares desde já vos agradecemos.
Para participar, escolhendo o seu candidato ou candidata preferida, por favor responda à sondagem na aba esquerda do blogue do PPV em http://portugalprovida.blogspot.com.
Portugal pro Vida
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informação biográfica sobre os sete nomes propostos:
D. Duarte Pio de Bragança
Bagão Félix
João César das Neves
Aura Miguel
Maria José Nogueira Pinto
Gen. Rocha Vieira
Daniel Serrão
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* pode o PS escolher um Presidente da República mais colaboracionista (colaboração estratégica) com as suas políticas (aborto, casamento homossexual, deseducação sexual obrigatória nas escolas, divórcio simplex)... do que Cavaco Silva?
terça-feira, 18 de maio de 2010
Comunicado do PPV sobre a promulgação da lei do casamento homossexual
1. O Presidente da República sabe que, de acordo com todos os estudos de opinião pública, a maioria dos portugueses está contra a lei do casamento homossexual. Cavaco Silva sabe também que, sem os votos daqueles que hoje estão em frontal desacordo com a promulgação desta lei degradante, não teria sido eleito presidente.
2. Ao contrário do que pretendeu fazer crer no seu discurso1, o presidente sabe que não é necessariamente verdade que, no caso de vetar a “lei”, ela passaria de qualquer maneira, porque um Presidente pode dissolver a assembleia da república e pode também renunciar ao mandato para não assinar um diploma que viole a sua consciência. Sabe também que o governo a quem estendeu a mão da "cooperação estratégica", jamais colocaria em causa a continuidade do actual presidente que, mais que qualquer outro, lhe interessa manter no lugar. E até sabe que, forçando a demissão do presidente, a sua reeleição estaria mais do que assegurada, como provou Alberto João Jardim nas eleições regionais que provocou em 2007 e veio a vencer com maioria reforçada.
3. A hierarquia católica do Patriarcado de Lisboa terá dado garantias a José Sócrates em Outubro de 2009 de que «a decisão do governo não provocará nenhuma guerra santa. [..] A Igreja continuará a repetir a sua doutrina sobre o assunto mas não sairá à rua.» segundo noticia do jornal i 2. Dividida a Igreja, o governo sentiu-se naturalmente encorajado a avançar com esta lei. Também D. Carlos Azevedo, bispo auxiliar de Lisboa e organizador da visita do Papa, defendia publicamente2 que o assunto fosse «despachado o mais depressa possível» e que quando o Papa viesse a Portugal, em Maio, a questão do casamento entre homossexuais não fosse abordada. Afinal a questão foi mesmo levantada por iniciativa do próprio Papa no encontro com as Organizações da Pastoral Social, em que Bento XVI disse3: «As iniciativas que visam tutelar os valores essenciais e primários da vida, desde a sua concepção, e da família, fundada sobre o matrimónio indissolúvel de um homem com uma mulher, ajudam a responder a alguns dos mais insidiosos e perigosos desafios que hoje se colocam ao bem comum». A pedra rejeitada pelos “construtores” tornou-se pedra angular - os temas-tabu, a não abordar, para o Santo Padre, pelo contrário, encerram «alguns dos mais insidiosos e perigosos desafios que hoje se colocam ao bem comum»3.
Perante estes factos, o PPV vem a público manifestar a sua posição política
1. O PPV discorda e lamenta profundamente a decisão de promulgação da lei do casamento homossexual pelo presidente da república. Todos os pressupostos relevantes, invocados pelo presidente no seu esboço de auto-justificação, apontavam para uma decisão de sentido contrário ao anunciado. Delapidou a sua base de apoio e deu um exemplo mais da incoerência entre os valores pessoais e a acção pública – de que temos numerosos exemplos na política portuguesa. Os portugueses não compreendem esta “facada nas costas” do Papa Bento XVI, pouco depois da aparente cordialidade durante toda a sua visita, terminada apenas há 3 dias.
2. Impõe-se, cada vez mais, que os portugueses conscientes da importância da Família para o futuro da sociedade portuguesa encontrem uma personalidade disponível para se candidatar à Presidência oferecendo garantias de agir sem receio de sacrificar a carreira política aos ditames da sua consciência. Nenhum dos candidatos anunciados preenche este requisito - nem Cavaco Silva, nem Manuel Alegre, nem Fernando Nobre que hoje mesmo (17.05) assumiu a sua divergência em relação ao Papa nas questões do aborto e família. Seria uma tragédia cívica que os milhões de portugueses que partilham as nossas posições relativamente ao aborto e à família, não tivessem em quem votar nas próximas presidenciais, e se vissem constrangidos pela consciência a abster-se ou votar em branco.
3. Perante a confusão instalada entre os seus fiéis, bom seria que a hierarquia católica e os bispos evangélicos esclarecessem os cristãos sobre as reais implicações do compromisso de «imitação de Cristo». Não parece conciliável a postura passiva defendida por alguns reponsáveis cristãos com a atitude do próprio Cristo que saiu à rua a enfrentar os “vendilhões do templo” a quem «fazendo um chicote de cordas» (Jo 2, 15) expulsou Ele mesmo do Templo.
4. A concluir a sua mensagem, disse o presidente: «Há momentos na vida de um País em que a ética da responsabilidade tem de ser colocada acima das convicções pessoais de cada um». Registamos esta declaração de assunção de responsabilidades políticas e morais de Cavaco Silva pelas consequências que trará à sociedade e economia portuguesas esta lei do casamento homossexual.
Portugal pro Vida (e pro Familia)
1http://www.presidencia.pt/?idc=22&idi=41152
2http://www.ionline.pt/conteudo/38003-socrates-tranquilo-cardeal-recusa-guerra-santa-ao-casamento-gay
3http://www.bentoxviportugal.pt/documentos_ver.asp?noticiaid=894
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Encorajamento ao Sr. Presidente da República
Coragem, Sr. Presidente, defenda a família. Na comunicação desta noite, os verddeiros portugueses esperam do seu presidente que tome posição pela dignidade do verdadeiro casamento e pelo direito das crianças a um pai e uma mãe. Seria muito mau, depois de tantas atenções com o Santo Padre, espetar-lhe agora esta "faca nas costas", aprovando o "casamento homossexual".
Melhores cumprimentos,
(nome)
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Solidariedade com a Polónia
Lamentamos que a crise das cinzas vulcânicas tenha impedido muitos Chefes de Estado de expressar presencialmente a sua solidariedade com o luto das famílias atingidas e de todo o povo.
Desejaríamos que, a exemplo do presidente Checo, em cuja capital se encontrava e não dista mais que 466km de Cracóvia, o Presidente português, que na mesma altura deixava Praga de automóvel, se tivesse disposto a participar nessa cerimónia - a que não faltaram os presidentes da Rússia, Ucrânia e Lituânia, o cardeal Sodano em representação do Papa Bento XVI e até o primeiro-ministro... de Marrocos.


