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terça-feira, 3 de maio de 2011

vida no ventre


No sábado, dia 07 de Maio, no canal National Geographic pelas 19h11(clique p/ confirmar horário)

O National Geographic Channel celebra o Dia da Mãe estreando um novo episódio da série ‘Vida no Ventre’. Cada recém-nascido é um milagre. Mas para alguns bebés, a luta pela vida começa muito antes do dia em que nascem. ‘Vida no Ventre: Luta Pela Vida’ retrata quatro gravidezes recorrendo a imagens de alta definição. Mostra também as vidas de quatro famílias e quatro equipas médicas durante o período em que o futuro dos bebés é ainda incerto.
Neste episódio de ‘Vida no Ventre’, o NGC mostra uma operação a um feto de 26 semanas para retirar tumor que tinha ligado ao seu cóccix. Acompanha também os primeiros dias de uma família que dá à luz sêxtuplos muito antes de estes estarem integralmente desenvolvidos. Outra das histórias mostra um caso num milhão: um feto que se desenvolve fora do útero materno, ou seja no abdómen da mãe. Por fim, ‘Vida no Ventre: Luta Pela Vida’ documenta uma cirurgia fetal realizada a um bebé com uma hérnia no diafragma.


terça-feira, 9 de novembro de 2010

é urgente a Vida, é urgente

Passamos pelas coisas sem as ver,
gastos, como animais envelhecidos:
se alguém chama por nós não respondemos,
se alguém nos pede amor não estremecemos,
como frutos de sombra sem sabor,
vamos caind
o ao chão, apodrecidos.




Eugénio de Andrade

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

direitos fundamentais da União Europeia



















Bem podem proclamar aos quatro ventos os tais "direitos fundamentais" da União Europeia.
«Artigo 1. o
Dignidade do ser humano
A dignidade do ser humano é inviolável. Deve ser respeitada e protegida.»

... mas o ser humano no ventre da sua mãe pode ter a sua dignidade violada, desrespeitada e desprotegida - até às 10, 12, 14 semanas, conforme o desejo arbitrário do legislador iníquo!


«Artigo 2. o
Direito à vida
1. Todas as pessoas têm direito à vida.»

... mas os já nascidos é que se arrogam o direito de proclamar quem convém ser considerado «pessoa» e quem não convém! São estas as novas «Invansões Bárbaras»!

Também na Constituição da República Portuguesa lemos:
«Artigo 24.
1. A vida humana é inviolável.»

... palavras bonitas, desmentidas pelos horrores da realidade! Há pouco tempo, quando apresentámos na RTP o primeiro tempo de antena em que apenas levantámos a ponta do véu sobre a realidade do aborto provocado, disseram-nos:
- O vosso tempo de antena... aquilo é horrível!
Respondemos qualquer coisa como isto:
- Claro que é. Andamos há anos a dizer exactamente isso.…

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Ninguém acredita em palavras ocas, em príncipios constitucionais grandiloquentes, mas inconsequentes. O grande défice que enfrentamos é um défice de Valores e de Verdade!

O bebé daquele azulejo, exposto no parque de Belém - Lisboa - frente ao Mosteiro dos Jerónimos, bem pode clamar pelo seu "direito à vida". Na prática, já poucos são os países da Europa em que os bebés vêem respeitado o seu direito absoluto à Vida que receberam no momento da concepção.

É por estas e por outras que a credibilidade dos políticos está como está! E é também por esta falta de credibilidade dos governantes que o nosso crédito externo anda mais baixo do que nunca.

E o povo que os escolheu também vai assumir a sua responsabilidade, querendo ou não, pagando o preço pelas escolhas que fez... inclusivé em referendo!

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Grandes progressos da tecnologia de incubação

«A Neonatologia e as Unidades de Cuidados Intensivos Neonatais (NICUs - neonatal intensive care unit) aumentaram muito as possibilidades de sobrevivência de bebés extremamente prematuros, com muito pouco peso. Na época anterior, pelos anos 50, bebés com peso à nascença inferior a 1400 gramas (com aproximadamente 30 semanas de gestação) raramente sobreviviam. Hoje, bebés de 26 semanas, com cerca de 500 gramas, têm já bastantes hipóteses de sobrevivência.»

Fonte: wikipédia
Parece, pois, que a tecnologia poderá não levar muito tempo até permitir que a incubação em unidades incubadoras avançadas se constitua como uma alternativa real ao aborto. A menos que para os abortófilos a questão-chave não seja efectivamente o «direito de decidir um projecto de vida pessoal" por parte da mãe, mas sim a negação ao filho de um igualmente respeitável «direito a um projecto de vida pessoal".

Debatemos em certa ocasião esta possibilidade com Francisco Louçã, na Universidade Nova em Lisboa. Num primeiro momento, estranhámos que este reputado intelectual recusasse sequer analisar racionalmente esta possibilidade para já conceptual mas que a ciência a curto prazo não deixará de concretizar. Num segundo momento, escandalizou-nos que ainda assim insistisse no direito da mãe a matar o seu filho, podendo este ser salvo e criado pelo Estado, retirando-o com vida do ventre da sua mãe e mantendo-o por algum tempo numa incubadora avançada.

Em 2006, a pequena Amilla sobreviveu após nascer com 21 semanas e seis dias.
Bravo, Amillia!



Entretanto fez um ano, alive and kicking.





E nesta altura já está quase a fazer 3 anos!!!





Mas pouco depois, logo em 2007, no Hospital Universitário de Goettingen, nascia Kimberly Mueller, 15 semanas* antes do tempo previsto!

Sobreviveu e após um tempo nos cuidados intensivos neonatais (NICUs) foi para casa dos seus pais babados e felizes!

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A ciência e a tecnologia vão salvando vidas cada vez mais perto do limiar das 10 semanas.

Mas para Sócrates, o do "plano tecnológico", matar às 10 semanas é que é sinal de "modernidade"!!!

Let's stop the Killing... of Human babies!!!

No próximo dia 23 de Julho, quinta-feira, pelas 10h00, todos ao Parlamento para a discussão da nossa petição de SUSPENSÃO - REVISÃO - REVOGAÇÃO da lei do aborto!

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post-scriptum 20-07-2009: por lapso na interpretação do texto original, corrigimos a tradução. De qualquer forma é válida e legítima a conclusão de que a ciência caminha no sentido de viabilizar a sobrevivência de fetos cada vez mais prematuros.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

vida intra-uterina (National Geographic)

clicar na figura para ver pequeno documentário (3 min 28")
(segue-se tradução para português )


Lorne Townend: As ecografias 4D foram desenvolvidas pelo Prof. Campbell. Ele foi o pioneiro ao longo de 30 anos.

Prof. Stuart Campbell: Bom, eu não sou engenheiro, não sou um homem dos computadores. Por isso não inventei propriamente a máquina. Não aperto porcas e parafusos, coisas assim. Porém quando alguém tem uma ideia (neste campo), habitualmente vem falar comigo. Quando um novo desenvolvimento está em curso, normalmente eu estou
envolvido nisso. Numa ecografia convencional (2D), obtém-se um imagem de corte, seccionada. Não se consegue perceber como algum feto se está a comportar em relação a outro. A ecografia 3D dá-nos uma perspectiva tri-dimensional do feto ou fetos dentro do útero mas não há movimento. Com 4D vê-se a imagem tridimensional do feto e de outros que o rodeiem mas com o movimento. E é por isso que a tecnologia 4D é tão apaixonante. Neste programa visualizei 3 casais, gémeos, trigémeos, quadrigémeos, e segui-os ao longo de toda a gravidez.

voz-off: As mães estão prestes a ver as pequenas e delicadas criaturas que vão crescendo dentro delas.

Prof. Stuart Campbell: É mesmo fascinante ver um feto humano dentro do útero em todas as suas fases de desenvolvimento. Eles surpreendem-nos constantemente. Pode-se ver um feto a dar passos, como que a andar dentro do útero. Vê-se movimentos sincronizados das mãos como se o feto estivesse a sondar o espaço à sua frente, a desenvolver a sua própria percepção do espaço, tentando perceber onde está "tudo".
Mas a maior surpresa que alguma vez tive foi quando vi pela primeira vez um feto abrir os olhos. Nunca pensei que eles fizessem isso porque está escuro dentro do útero.

voz-off: Subitamente, os olhos abriram-se, as pálpebras separaram-se pela primeira vez.

















Lorne Townend:
Das coisas que mais me surpreendem são algumas das interacções entre gémeos. Os ultra-sons 4D realmente captam os empurrões e pontapés trocados entre eles - e por vezes parecem mesmo estar a brincar entre eles.

voz-off: Frequentemente o primeiro gémeo pode empurrar ou desviar o outro.

















Lorne Townend:
Conseguimos registar brincadeiras entre os fetos e mesmo um caso de gémeo desaparecido (vanishing-twin syndrome). Um dos casos que filmámos foi um conjunto de trigémeos em que um deles de facto tinha morrido umas semanas antes.
E havia um espaço vazio. Isso foi absolutamente único.


voz-off: Algumas mães confirmam que têm um gémeo desaparecido (vanishing twin) observando-o assim numa ecografia 4D.

Prof. Stuart Campbell: Eu penso que no futuro haverá toda uma nova ciência e far-se-á muita investigação, especialmente sobre a fase embrionária (early pregnancy), sobre o comportamento fetal. É uma coisa um pouco "Big Brother", sabe como é... Mas isto é o progresso, penso eu!