terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Petição: 13.01.09 ULTIMO DIA ONLINE

A nossa petição pro-VIDA já ultrapassa as 1570 assinaturas pela internet (online), a que se somam cerca de 3000 em papel.

Hoje, terça-feira 13 de Janeiro, será o último dia de subscrição online.

No apuramento das entradas válidas, as autoridades anulam sempre algumas dezenas/centenas por incorrecções detectadas no preenchimento. Por isso é tão importante
reunir ainda mais algumas assinaturas para que não se corra o risco de ficar aquém das 4000. Este é o número de subscritores necessário para obrigar à discussão da petição em sessão plenária do Parlamento.

Vamos, pois, a um último esforço? Se puder, peça a um amigo, colega ou familiar (que ainda não tenha assinado) que o faça ainda hoje (ou lhe dê os dados para o fazer em seu nome) pelo endereço http://www.gopetition.com/petitions/revisaoleiaborto.html

E na 4ª feira, dia 14 pelas 11h30 se Deus quiser, lá estará uma delegação no edifício principal da Assembleia da República para efectuar a entrega. Aqui fica também o convite para o caso de poder lá passar e encontrar-se connosco.

De tarde, conforme anunciado, realizaremos uma "conferência de imprensa" na "Casa de Nazaré", em frente ao abortadouro dos Arcos, na R. Mãe d'Água em Lisboa.

Em nome das vidas já salvas e a salvar...
... o nosso muito obrigado!

Conceição Príncipe - Fernanda Maria da Costa Mesquita Guimarães Neves Mendes - Armando Neves Mendes - Lisete de Oliveira Primo Baltazar - Maria Leonor Ramos Semeão de Almeida Ribeiro e Castro - Acácio Pinto Valente - António Maria Almeida Braga Pinheiro Torres - Eddie Fernandes - João Ferreira - Luís António Pacheco de Freitas Paiva - Luís Botelho Ribeiro
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Imprensa clássica:
http://www.agencia.ecclesia.pt/noticia_all.asp?noticiaid=68109&seccaoid=3&tipoid=74
http://diario.iol.pt/sociedade/aborto-peticao-iol-gravidez-parlamento-ultimas-noticias/1031628-4071.html
http://dn.sapo.pt/2009/01/13/sociedade/peticao_contra_16_abortos_feitos_200.html

Blogosfera
http://doportugalprofundo.blogspot.com/2008/12/o-apelo-irresistvel-da-vida.html
http://o-povo.blogspot.com/2009/01/petio-pede-suspenso-imediata-da-lei-do.html
http://o-povo.blogspot.com/2009/01/petio-contra-lei-do-aborto-entregue.html
http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20080603041910AAvgFX9
http://monsenhorescriva.blogspot.com/2009/01/petio-pede-suspenso-imediata-da-lei-do.html
http://diasimdiatambem.wordpress.com/2009/01/10/objecao-de-consciencia/
(Brasil)
http://www.paroquiasaopedro-faro.org/
http://lucimarbueno.blogspot.com/2009/01/petio-pede-suspenso-da-lei-do-aborto-em.html (Brasil)
http://padrejoaoantonio.blogs.sapo.pt/1329481.html
http://apdeites2.cedilha.net/?p=1135

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Entrega da Petição pro-Vida no Parlamento - 4ª feira 14.01.2009 pelas 11h30

Apesar dos tempos difíceis para a cidadania em Portugal, estamos de Parabéns!

A petição a favor da revisão/suspensão/revogação da Lei do Aborto deverá dar entrada no Parlamento na próxima 4ª feira, 14 de Janeiro, pelas 11h30 SDQ. Esta petição colectiva, promovida por movimentos pro-Vida que reuniram em poucos meses cerca de 4500 assinaturas, será entregue ao Presidente da Assembleia da República e à Presidente da Comissão Parlamentar de Saúde.

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No acto de entrega desta petição, os promotores faremos a seguinte declaração:

1. A crescente frequência de abortos recorrentes é sinal de que o aborto se vai assumindo como um método contraceptivo de facto


2. Verificam-se pressões inaceitáveis sobre mães, no sentido de abortar (caso da Póvoa de Varzim), e pressões bem sucedidas sobre os médicos no sentido de introduzir no código deontológico o "relativismo ético";


3. Estamos já a sofrer em Portugal as consequências do inverno demográfico: recessão económica, desvalorização dos imóveis, menos 230.000 alunos no ensino secundário público e menos 4056 escolas em apenas 10 anos;


4. Cerca de 25 milhões de euros ao ano, dinheiro dos contribuintes hoje destinado ao aborto, devem ser canalizados para o apoio à maternidade; aos contribuintes deve, no boletim de IRS, ser dada a escolha sobre o destino da sua contribuição.


5. Exigimos respeito pelos restos mortais dos bebés abortados;


6. Enquanto as questões acima não forem corrigidas, sem perder de vista o objectivo final da revogação, pretendemos que a Lei seja suspensa e/ou revista; também não compreendemos como é que o Tribunal Constitucional ainda não se pronunciou sobre o pedido de fiscalização sucessiva da lei do aborto - há quase 2 anos na gaveta. Temos indicações de que alguém poderá estar a preparar-se para defender que a apreciação sucessiva caducará após o fim da legislatura. Em nosso entender, perante o art.º 24º da CRP esta Lei só pode ser inconstitucional e seria escandaloso que o TC se furtasse a dar uma resposta antes do fim desta legislatura;


7. Agradecemos o apoio de todos os cidadãos e grupos do Portugal profundo e pro-Vida que tornaram possível levar esta petição ao Parlamento, forçando a sua discussão em plenário; os deputados desta legislatura (que aprovaram a lei) serão assim confrontados com as suas responsabilidades perante o povo português, já a braços com um grave problema de envelhecimento populacional. Quem de livre vontade lavrou esta lei de extermínio de bebés por nascer – na legislatura 2005-2009 - é responsável por esta Lei! O referendo não impôs a solução extremista que vingou e cuja legitimidade popular é diminuta. Obteve apenas 1 voto "sim" por cada 4 eleitores recenseados!!!

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Num segundo momento,
cerca das 15h00, realiza-se uma "conferência de imprensa" na "Casa de Nazaré" (R. Mãe de Água, frente à Clínica dos Arcos) para explicar com maior detalhe as razões e objectivos concretos presentes e futuros desta iniciativa. A «Casa de Nazaré» dá apoio a um trabalho de voluntariado pro-Vida, dirigido às mães que procuram aquele abortadouro em Lisboa.


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Como próximos passos, pretendemos manter a pressão sobre os nossos deputados, Governo e Presidente da República, batendo-nos para que, a haver algum referendo no futuro, este coloque a questão geral da "inviolabilidade da Vida Humana", hoje consagrada(?) no art.º 24 da Constituição, extraindo-se então daí todas as conclusões para legislações particulares sobre aborto, eutanásia, morte de embriões humanos, pena de morte, etc.;


Não nos auto-condenaremos ao eterno "fado das petições" que entram nas gavetas do parlamento e dão em nada! O povo pro-Vida precisa de um "exército regular" lá onde a «cultura da morte» vai avançando sem oposição.


Pretendemos tomar parte activa na redacção das leis, na formação das futuras maiorias parlamentares e na "reforma compulsiva" dos deputados que nos impuseram o «aborto livre» - para isso, esperamos vir a formalizar brevemente o movimento Portugal pro Vida.

Braga, 6 de Janeiro de 2009


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Se se identifica com os nossos princípios fudamentais e concorda com as prioridades programáticas, então junte-se a nós para concretizar este projecto imprimindo, preenchendo e devolvendo-nos a folha PPV_legalizacao.pdf.


quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

inverno demográfico já... "anda na Escola"

Fonte: http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=1062863
(recebido via mailing_list "É o carteiro" cujo alerta agradecemos)

Mais "frio" para o futuro de Portugal que a presente onda de frio polar, a "notícia" que os jornais publicam mais não é do que o corolário lógico das políticas anti-Família consistentemente prosseguidas pelos governantes do nosso país. Caso para se dizer que a seguir ao "outono democrático", Portugal entrou já no "inverno demográfico". Só nos resta trabalhar para que a ambas as tragédias se suceda enfim a Primavera do primado da Vida!

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cf. visão da ciência em http://invernodemografico.org

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Entrega em mão de «petição colectiva»

22.12.2008 N/ email à Presidência da A.R.

Ex.mºs Senhor Presidente da Assembleia da República,
Os nossos cumprimentos.

Gostaríamos de acordar com V. Ex.ª, através dos serviços do Parlamento, o modo de entrega de uma petição colectiva relativa à questão do aborto. Pela nossa parte, pretendemos fazê-lo em grupo, sendo que alguns de nós se deslocarão a Lisboa desde pontos bastante afastados. Por isso pedimos que a entrega se faça ao princípio da tarde - sugerimos as 14h30 do dia 2 de Janeiro próximo (por impossibilidade de outras datas telefonicamente ponderadas com o V/ gabinete) - e que decorra em condições de igual dignidade com outras petições colectivas já recebidas na Assembleia da República.

Feita a entrega a V. Ex.ª, gostaríamos igualmente de dispor de uma sala para falar com a comunicação social, explicando-lhe os motivos e expectativas que nos animam neste acto de cidadania participativa que já conta com o apoio de mais de 4000 cidadãos portugueses.

Com os melhores cumprimentos e votos de Boas Festas do Natal de Jesus Menino,
Luís Botelho Ribeiro
(BI ******)

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05.01.2009 15h40 Resposta da Presidência da A.R. (posterior a 2.01.2009!)

Exmo

Na sequência do vosso pedido para entrega de uma Petição relativa à questão do aborto, venho solicitar que possa dar a este Gabinete informações mais concretas acerca do assunto da referida Petição, por forma a poder ser agendada a sua entrega.

Com os meus melhores cumprimentos,

Helena Baptista Rodrigues

Secretária Pessoal de Sua Excelência O Presidente da Assembleia da República

Secretary to the Speaker of the Portuguese Parliament

Assembleia da República -Palácio de S. Bento - 1249-068 Lisboa -Portugal

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05.01.2009 17h03 Nossa resposta

Ex.mª Senhora D. Helena Rodrigues,

Agradecemos a sua resposta e o interesse demonstrado no pronto agendamento da entrega da Petição. Em relação ao pedido de "informações mais concretas" necessárias para o agendamento, conforme já indicámos no email anterior, o assunto tem que ver com vários problemas em nosso entender muito graves detectados na aplicação de diversa legislação sobre o aborto. Convém esclarecer que, independentemente da receptividade que venha a encontrar, nós sentimos a imperiosa obrigação de apresentar esta Petição para a qual nos mandataram alguns milhares de cidadãos portugueses. Pelo respeito que todos nos merecem, temos alguma dificuldade em entender de que forma o "assunto" possa interferir ou ter qualquer importância no agendamento da respectiva entrega ou sequer com o agendamento da respectiva discussão em plenário - embora, uma vez entregue, a responsabilidade pela fluida condução da mesma deixe efectivamente de ser nossa. Em todo o caso se quiser ter a bondade de especificar melhor as informações pretendidas, pela nossa parte teremos o maior gosto em, na data aprazada, anexar ao corpus da petição tudo o que nos for possível acrescentar e se revista de interesse para o Parlamento.

Com os nossos melhores cumprimentos,
Luís Botelho Ribeiro

PS - informamos ainda que iremos colocando os nossos subscritores ao corrente de toda a correspondência escrita que formos trocando relativamente a este assunto - que desejamos breve.

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(em actualização)


quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Ano novo, pro-Vida nova!


A todos os nossos amigos e leitores,

Um feliz ano novo de 2009, com avanços da Causa da Vida!

É certo que quaisquer felicidades e vitórias da causa da Vida não serão possíveis sem o nosso esforço e a nossa oração confiante.

Os adversários da Vida e da Família dominam o parlamento português e a política nacional. Já dão como adquirida a "conquista" do aborto e trabalham às claras na preparação da "opinião pública" para novas "ofensivas" como a eutanásia e o "casamento" entre homossexuais.

Deste lado, do lado do Portugal que é pro-Vida, chegou a hora de erguer também a nossa voz e dizer sem receio o que pensamos e queremos para o nosso país. E confiamos que ainda seremos a maioria, ou pelo menos os 41% de votantes do "não" no último referendo!

Não podemos permitir, com a nossa eventual passividade, que os actuais governantes adiem o combate à pobreza (nas suas múltiplas formas), tomem o controlo da Justiça, silenciem a voz do Portugal profundo e pro-Vida, sabotem o futuro do nosso país combatendo a família e promovendo o aborto-livre.

Como talvez nunca no passado, Portugal precisa de uma Igreja com voz forte e posições claras. E os leigos - que também são Igreja - não podem continuar a alhear-se das suas responsabilidades cívicas decorrentes da sua condição de cristãos e cidadãos. Como o Levita e o Sacerdote que, na parábola, passaram de lado daquela vítima dos salteadores que o bom samaritano viria a socorrer, não podem 2,5 milhões de católicos portugueses conscientes "passar adiante" de 12.000 vítimas do aborto em Portugal em cada ano - e a crescer!

Temos um Alcácer-Quibir todos os anos entre nós e fingimos que não é connosco? Como podemos depois queixar-nos que «a economia vai mal», que «não há futuro», que «acabou a esperança»... se aos nossos hospitais, aos médicos e enfermeiros dos serviços de obstetrícia, que treinámos para ajudarem as mães a trazer os seus filhos à luz,
encarregamos agora de os matar?


Que fazer, então?

"Ora et labora". Rezar e trabalhar pela Causa mãe de todas as causas - pela Causa da Vida que, se o quisermos verdadeiramente e dermos as mãos, será tudo menos uma causa perdida. A norte, um pequeno grupo de cristãos leigos lançou-se com entusiasmo e esperança há cerca de um ano na criação do movimento "Portugal pro Vida". Pouco a pouco, o grupo tem vindo a crescer, estendendo-se a todo o território, e a fortalecer-se na convicção da justeza desta luta e do triunfo final do Senhor da Vida.

Sem perder de vista o objectivo de criação duma "ala pro-Vida" no Parlamento, temo-nos desdobrado a apoiar todas as iniciativas que comunguem do Espírito pró-Vida e pró-Família que nos anima. Foi assim que decidimos apoiar a «Petição à A.R. para Revisão/Revogação da Lei do Aborto», iniciativas internacionais junto do Parlamento Europeu e Organização das Nações Unidas mas também campanhas de oração como as "Veladas pela Vida", os "Cercos de Jericó", a "Cruzada Nacional do Terço" e a "Oração pela Vida" em geral. Ora et labora!

Temos a convicção de que é preciso colocar em Xeque o quasi-monopólio da "Civilização da morte" (na dramática mas verdadeira expressão de João Paulo II) sobre a nossa Assembleia Legislativa e Governo. E essa é uma tarefa que pode e deve começar na nossa oração confiada a Deus... Mas precisa de ter continuidade no terreno político onde, em última instância, se têm vindo a decidir as leis iníquias que verdadeiramente nos desgraçam. Não podemos continuar a auto-limitar a nossa intervenção cívica a dezenas e dezenas de petições (algumas com mais de 80.000 subscritores!) que dão entrada nas "gavetas" do parlamento para não mais dali sair. Podemos incomodar muito mais, mexendo onde lhes dói - reivindicando para a "Civilização da Vida" o Poder de que hoje abusam para implantar o poder da morte e do "avental".

Portugal chegou aonde chegou sem aborto-livre, eutanásia e "casamento" gay! O caminho que o actual poder político nos vem forçando a trilhar é de perdição, corrupção e dissolução. A prazo, corresponde a um suicídio colectivo. Há que mudar de rota enquanto é tempo. Para isso, é necessário romper a bem urdida teia de controlo da informação, especialmente da televisão, a ofensiva sobre a Justiça e a tentativa surda para atirar com a religião para a "clandestinidade", para as caves da dita "esfera da intimidade" eliminando progressivamente todos os símbolos religiosos do espaço público: calando os sinos, retirando os crucifixos das salas de aula e os nomes de santos dos hospitais, atacando as capelanias hospitalares, limitando artificialmente o auditório da Rádio renascença, expulsando os profissionais de saúde pro-Vida das "comissões de aconselhamento" das mulheres, tantas vezes forçadas a abortar com a complacência de todos.

Quem proclama hoje "alto e bom som" que, ao contrário do que se lia na pergunta do referendo ao aborto, a maioria dos 12.000 abortos que se fazem no nosso país não se fazem "por livre opção da mulher"? A coacção para matar alguém, noutras circunstâncias, é um crime. Neste caso, o legislador deixou cinicamente as mulheres sozinhas com o seu suposto direito de denunciar à justiça... o seu pai, a sua mãe, o seu "companheiro"! É evidente que a presença nas "comissões de aconselhamento" de um médico pro-Vida se podia tornar muito
incómoda - e por isso o mesmo o legislador a impediu...

"Levantai-vos, vamos!" exortava-nos João Paulo II, relembrando as palavras do Divino Mestre. Há que levantar a cabeça, a voz e todo o nosso ser. Saír a terreiro proclamando a nossa proposta para Portugal. Uma proposta que não abdica do Valor da Vida, antes o afirma como fundamento de um projecto viável para Portugal.

Se considera que faz falta a
o nosso parlamento uma voz que defenda o Ideal pro-Vida, uma voz de assumida inpiração cristã sem complexos, ajude-nos a pôr de pé este projecto. Colabore na campanha de angariação das assinaturas que faltam para completarmos as necessárias 7500. Clique aqui e imprima uma ou duas folhas. Dê-as a preencher às pessoas da família e conhecidos que se identifiquem com a Causa. Depois envie-no-las por correio para a morada indicada ao fundo da página.

Com a sua ajuda, se Deus quiser, a Vida voltará a florescer em Portugal!

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Velada pela Vida - Dezembro 2008


Convidamos todas as famílias a rezar um terço pela Vida no próximo dia 25 pelas 21h00, colocando uma Vela a arder junto à janela.

O guião encontra-se disponível neste blogue e está a ser distribuido por email à escala nacional. É particularmente significativo e animador o facto de as meditações desta Velada tão importante, do dia de Natal, terem sido escritas pelo próprio Arcebispo de Braga e presidente da Conferência Episcopal, o Senhor D. Jorge Ortiga.

Alguns grupos optaram por manter as suas Veladas fora de casa. Comunicaram-nos essa disposição os cristãos de Leiria, Penafiel, Famalicão, Guarda, Faro, LISBOA e possivelmente ainda os de Portimão e da cidade da Horta nos Açores. Quem se encontrar aí perto, pode juntar-se aos grupos em oração nos seguintes locais:

Leiria - Hospital de Santo André
Penafiel - Hospital Padre Américo
Famalicão - Hospital da Misericórdia
Guarda - Casa da Sagrada Família (irmãs Dominicanas)
Faro - Hospital de Faro (entrada do lado da R. Cidade de Bolama)

outras localidades sem hospital com aborto:
Vale de Estrela (Guarda)
Aldeia Viçosa (Guarda)
Odemira (Alentejo)
[...]

E possivelmente pela primeira vez em:
Portimão - Hospital do Barlavento
Horta - Hospital Distrital
[...]

A todos desejamos um Feliz Natal em Cristo Jesus Menino - Deus Incarnado para salvação de todos os homens.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

pequenos gestos de Natal

Chegou-nos por email a proposta que aqui partilhamos convosco e à qual só acrescentaríamos o convite para os cristãos se associarem à próxima Oração/Velada pela Vida, rezando o terço em família no dia de Natal com uma vela nas janelas. O guião será publicado aqui e distribuido por email já nas próximas horas.

«Estamos quase no Natal. Vamos preparar a Sua chegada com gestos bem concretos? Aqui ficam 5 sugestões simples:

1 – Assine a petição para que seja discutida na Assembleia da República a aplicação da Lei do Aborto, que já provocou a morte de milhares de bebés.

Pode assinar on-line e pedir a amigos, colegas ou familiares o seu acordo para preencher a petição em seu nome (sem esquecer de pedir o nº do B.I.):

http://www.gopetition.com/petitions/revisaoleiaborto

Pode também imprimir e recolher assinaturas na petição em papel, disponível em:
http://portugalprovida.blogspot.com/


2 – Apoie o grão-duque de Luxemburgo que em 1 de Dezembro anunciou que não assinaria uma lei de autorização da eutanásia, apesar de, por isso, estar já ameaçado de alteração da Constituição para lhe
diminuírem os seus poderes. Precisamos de exemplos destes!

É possível aderir à campanha de apoio através do site:
http://www.liberte-politique.com/soutien_au_Grand_Duc_du_Luxembourg/php/appel.php

... e ver um vídeo em espanhol sobre o Grão-Duque e esta decisão em:
http://www.aciprensa.com/acitv/video.php?n=23687


3 – Reze pela defesa da Vida desde o momento da concepção até à morte natural, por todos os bebés e mães em perigo, e por todos os que sofrem as consequências do aborto provocado.

Pode sempre rezar na intimidade do seu coração, mas também organizar um pequeno grupo de oração, pedir ao seu pároco para rezar por esta intenção na Missa uma vez por semana, ou escolher um dia por mês para

pôr esta intenção especial no seu grupo de oração.

E depois diga-nos, para anunciarmos no nosso site e todos estarmos unidos em espírito. Basta enviar um e-mail para oracao.vida@gmail.com

4 – É bom rezar pelos outros, mas também é bom ter quem reze por nós…
Acenda uma vela virtual no site http://www.velavirtual.com.br/asc/ do Apostolado da Oração no Brasil. Durante sete dias as missas e orações em vários conventos incluirão as suas intenções.

5 – Veja no catálogo da Ajuda de Mãe quantas coisas simples e gira
s pode dar de presente de Natal, apoiando simultaneamente as mães e os seus bebés que vivem nesta casa.


Um Santo Natal, e um Novo Ano cheio de Vida!

Thereza Ameal


sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Isabel condenada a pagar indemnização de 2400€

Conforme anunciado, foi ontem (11.12.2008) conhecido o sentido da decisão do julgamento da Isabel. Foi condenada por "difamação agravada"! No total, a «lavagem» do nome do pai da Isabel vai custar 2400 €. Serão 900€ de custas e 1500€ de indemnização* pelo atentado à honra do pai.

As mensagens de apoio que em boa hora enviastes, chegaram ao seu destino e podemos testemunhar que muito confortaram a Isabel no deste dia em que, em consequência (indirecta) de ter aceite de Deus o filho que seus pais não queriam, acabou por ouvir da boca do juiz a sua condenação à face da justiça humana.

Fomos quatro os que lá estivemos a testemunhar presencialmente o nosso e vosso apoio à Isabel. Estivemos em silêncio e sem qualquer palavra trocada com o pai ou a mãe, autores da queixa. Não foi sem perplexidade que vimos desvalorizado o facto objectivo da coacção a abortar (eloquentemente demonstrado pela expulsão de casa), e a "paternal" admoestação final à Isabel pelo atendado público à "Honra do pai", num tempo em que a violência doméstica (como a que ela continuada e heroicamente sofreu por via da expulsão de casa e violência verbal documentada) até já constitui «crime público»!!!

Para a desejada absolvição da Isabel não terá sido considerado suficiente que:

- a Isabel tivesse sido alvo de uma pressão familiar a tal ponto intensa que se poderia, sem exagero, classificar na lei actual (aprovada depois dos factos) de "violência doméstica": foi imediatamente posta fora de casa (facto não desmentido pelos pais); foi insultada repetidas vezes (conforme atestaram testemunhas); esteve sujeita a internamento psiquiátrico por depressão; todo este tempo cuidou do filho ao qual tentou proteger; nunca apresentou qualquer queixa pela violência do tratamento recebido dos pais; e foi finalmente repelida na sua tentativa de reaproximação ao pai acompanhada do filho já nascido;

- fosse a quente e na sequência deste incidente que decidiu escrever à Igreja, questionando se - após ter pretendido forçá-la a abortar - seu pai reuniria condições para continuar a ministrar ao Povo de Deus a Sagrada Comunhão;

- e que também a quente, pensando que os fiéis teriam o direito de saber de quem recebiam a Comunhão, fizesse publicar a mesma carta num jornal local - facto que em Tribunal declarou ignorar ser crime e de que se mostrou arrependida (embora incomensuravelmente menos grave do que aquele a que os seus acusadores tentaram induzi-la: à luz tanto da antiga lei do aborto como da nova)

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A Isabel ainda não comunicou a sua decisão de recorrer ou não da sentença, especialmente do grau de "qualificação". Por outro lado - e ignoramos a que ponto alguma pressão possa ter sido exercida pela nossa solidariedade e oração - já depois de nos retirarmos a Isabel terá recebido um primeiro e surpreendente sinal de disponibilidade para uma conciliação com o pai, esperemos que sincero e consequente.

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Oxalá deste incidente possa surgir alguma luz e uma real determinação de todos nós, igreja e sociedade portuguesa, no sentido de não permitir que os interesses da imagem e prestígio públicos continuem, na prática, a sobrepor-se ao valor maior que é a Vida. Se é esta moral de «pecados privados, públicas virtudes» a prática consciente de cristãos com responsabilidades nas paróquias, deixa de ser surpreendente a má-consciência de alguns ditos «cristãos» perante repetidos apelos à Oração pela Vida.

Se nós, cristãos, aceitamos que isto aconteça entre nós, que moralidade teremos para pregar a nossa moral ao mundo? Há que formar os cristãos portugueses na Doutrina da Igreja relativamente ao Evangelho da Vida, incansavelmente reafirmado pelos Pastores e tudo fazer para que a dúvida se não instale e floresça.


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* Em abstracto e comparando com outros casos, até se poderia ser tentado a fazer uma leitura, observando que o tribunal não reconhece afinal grande valor à honra de um ministro extraordinário da Comunhão que tentou forçar a filha a abortar... Especialmente se compararmos o montante de 1500€ com o valor fixado, ainda em Setembro deste ano, de indemnização por danos causados à honra de Paulo Pedroso, pelo Tribunal da Relação de Lisboa, em 131.000€ (cento e trinta e um mil euros)!

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Mãe opta pela Vida... e acaba em tribunal!

Amanhã, quinta-feira dia 11, pelas 14h00 será lida no tribunal da Póvoa de Varzim a sentença da Isabel, uma jovem mãe solteira que, após ter decidido levar a sua gravidez até ao fim e denunciado a violência da pressão familiar e social no sentido de abortar, se viu processada... pelo próprio pai! Para nós, militantes pró-Vida, é especialmente doloroso verificar como a pressão para abortar pode partir de uma família "muito cristã" e até de um ministro da comunhão... (ainda no activo?) Por isso, não será sem algum sentido de penitência pelo desnorte do "povo de Deus" que lá estaremos amanhã, solidários com a Isabel que - no momento decisivo - optou pela Vida.

Convidamos os que puderem a estar ali presentes, dando o conforto moral possível à Isabel. Aos que não podem ir, pedimos as vossa orações e uma simples mensagem de Solidariedade e Esperança para esta Mãe, sozinha diante da justiça humana e da própria família que a levou ao banco dos réus. Essa mensagem de pode ser enviada para o endereço i.morete@yahoo.com.br e para portugalprovida@oniduo.pt. Nós a imprimiremos para lha entregar em mão no tribunal. Mesmo à última hora poderão ser enviadas mensagens por SMS para o seguinte número: 917500157. Em anexo transcrevemos parte do apelo que recebemos do grupo de pessoas que nestes últimos 3 anos têm sido toda a "família" e apoio da Isabel.

Oxalá a nossa onda solidária anime outras mães para que tenham, como a Isabel, coragem para resistir à chantagem fatal, venha ela donde vier.

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«A história de vida é a situação a que uma jovem se submeteu por ter engravidado e por ter decidido ter o filho, contra forças poderosas que insistiam para que ela abortasse. Agora está a contas com a justiça – e provavelmente irá ser condenada – porque denunciou publicamente aquele que a queria forçar ao aborto – o próprio pai.

Uma história de vida

Uma jovem engravidou e decidiu ter o filho, contra a vontade da família que insistia para que ela abortasse. A Isabel (é o nome verdadeiro) é uma enfermeira na casa dos trinta anos, solteira.

A Isabel contou aos pais que estava grávida e que queria o filho. Os pais são pessoas muito «piedosas» frequentadoras da Igreja, sendo pai ministro da comunhão (creio eu que é assim que lhe chamam). A reacção foi violenta e o pai terá dito «és enfermeira, sabes muito bem como te livrar disso». Isto foi ouvido nas declarações da Isabel em tribunal. De facto a Isabel está a ser julgada porque, na sequência de contactos pressionantes de parte da família, principalmente por intermédio de uma irmã, insultando-a (por ser a vergonha da família) já depois do filho ter nascido, a Isabel publicou num periódico da Póvoa de Varzim a história das pressões para abortar. Nessa altura (cerca de meio ano após o nascimento do filho que teve o direito a nascer) a Isabel andava fortemente deprimida e, talvez num instinto de autodefesa que nós, fora da situação, não conseguimos compreender, fez publicar a tal notícia (também escreveu para a hierarquia da Igreja).


O pai da Isabel processou-a pela publicação e o julgamento ocorreu no dia 3 de Dezembro de 2008 (quarta-feira). Segundo pessoas que a acompanharam de perto, depois de a Isabel ter denunciado o pai, o estado de saúde da Isabel melhorou. Qualquer bom psicólogo será capaz de explicar este comportamento da Isabel.

Fiquei estarrecido por ver como o julgamento decorreu, porque foi muito pouco valorizado que tenha havido ou não pressão para que o aborto ocorresse, estando, o próprio juiz mais interessado em saber como foi possível que ela, enfermeira, não tivesse conseguido evitar a gravidez. O advogado de acusação também praticamente incidiu na coisa «gravíssima» que foi aquela denúncia pública lida em todos os cafés da Póvoa e todos incidiam em perguntar o que levou a Isabel a fazer a denúncia pública.

Segundo pessoas que a acompanharam de perto, depois de a Isabel ter denunciado o pai, o estado de saúde da Isabel melhorou. Qualquer bom psicólogo será capaz de explicar este comportamento da Isabel, talvez comparando-o comportamento do animal acossado. Sabemos de outros casos em que, infelizmente, o suicídio foi a saída.

A sentença vai ser lida na quinta-feira, dia 11 de Dezembro de 2008. A Isabel pode ser condenada por ter denunciado o pai, atitude talvez considerada escabrosa, talvez comparável às acusações de violência pornográfica que são feitas a quem mostra fotografias de crianças mortas por aborto. Seria importante que a Isabel recebesse mensagens de apoio para: i.morete@yahoo.com.br

Pela Vida!


Fiquei estarrecido por ver como o julgamento decorreu, porque foi muito pouco valorizado que tenha havido ou não pressão para que o aborto ocorresse, estando, o próprio juiz mais interessado em saber como foi possível que ela, enfermeira, não tivesse conseguido evitar a gravidez. O advogado de acusação também praticamente incidiu na coisa «gravíssima» que foi aquela denúncia pública lida em todos os cafés da Póvoa e todos incidiam em perguntar o que levou a Isabel a fazer a denúncia pública.

Segundo pessoas que a acompanharam de perto, depois de a Isabel ter denunciado o pai, o estado de saúde da Isabel melhorou. Qualquer bom psicólogo será capaz de explicar este comportamento da Isabel, talvez comparando-o com o comportamento do animal acossado. Sabemos de outros casos em que, infelizmente, o suicídio foi a saída.

A sentença vai ser lida na quinta-feira, dia 11 de Dezembro de 2008. Temo seriamente que a Isabel seja condenada por ter denunciado o pai, atitude talvez considerada escabrosa, talvez comparável às acusações de violência pornográfica que são feitas a quem mostra fotografias de crianças mortas por aborto.

Agora vai o desafio. Têm ocorrido, em determinados dias do mês, encontros de amigos que fazem orações pela vida, às quais nunca fui porque há vários meses que tenho sempre aulas às quintas-feiras até às 23h30. Então porque não, desta vez, além das orações, se vá directamente ao terreno onde se trava uma batalha? Mais propriamente o que está a acontecer é o sacrifício de alguém que ousou denunciar. E porque não aparecerem os Amigos pela Vida no tribunal da Póvoa de Varzim às 14 horas do dia 11, quinta-feira? Não seria para pressionar ninguém, nem seria qualquer manifestação, seria somente um apoio moral à Isabel que, por certo, vai sofrer mais um bom bocado se de facto for condenada. [...]

Gostaria de ajudar a Isabel a acreditar outra vez no Mundo.»

Promover o aborto credencia como Defensor dos Direitos Humanos?

«[...] A Rádio Renascença não contente com a ajuda, objectiva, descarada que concedeu aos abortófilos - ao longo destes anos e em especial aquando do último referendo sobre o aborto – hoje anunciou, no noticiário das 17h, que para comemorar o sexagésimo aniversário da Declaração dos Direitos do Homem iria transmitir um programa com a presença de Mário Soares e Adriano Moreira. Esta estação emissora sabe muito bem que o primeiro responsável pela introdução da legalização e estatização do assassinato de crianças nascituras, em Portugal, foi precisamente o fundador do Partido Socialista. Conhece também que ele nunca disso se arrependeu tendo inclusive apoiado o sim à liberalização total do aborto até às dez semanas, no último referendo. A Rádio Renascença convida, pois, para dissertar sobre os direitos humanos um personagem sinistro responsável moral e político pelo atropelo e esmagadura do primeiro de todos os direitos - o direito à vida -, fundamento e origem de todos os outros. Como a própria declaração afirma no seu preâmbulo: “ … o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros da família humana e dos seus direitos iguais e inalienáveis constitui o fundamento da liberdade, da justiça e da paz no mundo”. A dignidade, isto é, o valor excelente, excelso, sublime, inegociável, único, que exige respeito, justiça e amor não é concedida ou conferida por qualquer outra pessoa, pela sociedade ou instituição mas é inerente à natureza humana ou, se quisermos, é própria de todo e qualquer ser humano, só pelo facto de o ser. Por isso, no artigo 3º explicita o que já está dito: “Todo o indivíduo tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal.” É pois inteiramente claro que Mário Soares através da elaboração, aprovação e promoção das “leis” iníquas do aborto arrebatou a uma multidão de indivíduos “o direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal”. [...]»

Nuno Serras Pereira, in Infovitae 10.12.2008

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Espanha marcha contra os abortadouros

.- El partido Alternativa Española (AES) convoca a una marcha contra las clínicas abortistas en España el próximo 26 de diciembre como protesta ante el incremento de abortos practicados en España bajo el "teórico peligro para la salud de la madre"..

AES lanzó la convocatoria luego de que el Ministerio de Sanidad y Consumo revelara que "en el año 2007 se produjeron 112 mil 138 "asesinatos legales" de niños en el vientre materno", de los cuales el 96,93 por ciento de ellos se realizó "amparándose en un teórico peligro para la salud de la madre".

Asimismo, AES denunció "el hecho objetivo de que Comunidades gobernadas por el Partido Popular, y especialmente Madrid, encabecen el ranking en la tasa de abortos"; y agregó que ello "demuestra que la teórica ‘defensa de la Vida’ que mantienen los dirigentes populares en su discurso, incluyendo a Esperanza Aguirre, no pasa de ser un recurso demagógico con el que acallar conciencias y ganar votos".

Por esta razón, los dirigentes de Alternativa Española afirmaron que su partido "va a convocar, dentro de su continua acción en defensa del Derecho a Vivir, manifestaciones en toda España, ante las clínicas abortistas, bajo el lema de ‘España es vida’".

"AES quiere denunciar que, con los datos en la mano, parece evidente que estamos ante un continuado fraude de ley, tolerado por las autoridades, tanto nacionales como autonómicas, siendo éstas últimas competentes en materia sanitaria, que en la práctica han autorizado el aborto libre en España. Las políticas puestas en marcha, tanto a nivel nacional como autonómico, por populares y socialistas, han conseguido convertir el aborto en un método anticonceptivo más; por lo que debemos pensar que éste era su objetivo", agregaron.

Grão-duque de Luxemburgo recusa-se a homologar eutanásia

Está em curso uma campanha europeia de apoio ao grão-duque Henrique de Luxemburgo, que no 1º de Dezembro anunciou que não assinará uma eventual lei de autorização da eutanásia. Em 11 de Dezembro deverá discutir-se, em segunda leitura no Parlamento do Grão-Ducado, uma lei de despenalização da eutanásia e do suicídio assistido. É preciso apoiar os (poucos) homens de Estado que ainda se mantêm com coragem... enquanto os temos.

Adira à campanha através do site:

http://www.liberte-politique.com/soutien_au_Grand_Duc_du_Luxembourg/php/appel.php

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Abaixo-assinado contra o aborto como direito humano

Por ocasião do 60.º aniversário da Declaração dos Direitos Humanos no próximo dia 10 de Dezembro, a C-FAM organizou, juntamente com outras organizações pró-vida e pró-família, um abaixo-assinado contra a intenção de declarar o aborto como um Direito Humano, pela ONU.

O documento, que já foi subscrito por cerca de 30 mil pessoas, só na versão portuguesa, defende “o direito à vida de cada ser humano, da concepção até a morte natural, tendo cada criança o direito de ser concebida, nascida e educada no seio de uma família, baseada no matrimónio entre um homem e uma mulher, sendo a família o grupo de unidade natural e fundamental da sociedade”.

Todas as assinaturas serão apresentadas na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque, no dia 10 de Dezembro.

A C-FAM, líder da campanha, é uma organização fundada em 1997 para acompanhar e promover a vida no debate sobre políticas sociais nas Nações Unidas e outras instituições internacionais.


Mais informações em http://www.c-fam.org/publications/id.97/default.asp

(repost de anúncio já aqui publicitado a 6 de Outubro)

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Sei muito bem

Nuno Serras Pereira

03. 12. 2008

As novas mulheres de Jerusalém não se limitam a chorar Jesus compadecendo-se dos seus sofrimentos. Procuram mover o coração das megeras actuais para que reconhecendo-O nos filhos que geraram lhes tomem amor e renunciem a condená-los a uma morte brutal.

Desde que a ignóbil violência, a que falsamente se chama lei, entrou em vigor, a soberba petulante das mães grávidas que se dirigem aos matadouros de crianças inocentes tem vindo a crescer. O tom antes envergonhado foi substituído pelo descarado e a ignorância fingida por um reconhecimento malvado.

Uma mãe de dois filhos, como outra entre tantas, vai abater o terceiro que traz em si.

- Já tenho dois, não quero este filho!

Perplexa a voluntária pergunta timidamente se tem consciência de que traz uma vida humana no seu seio.

- Pois então não hei-de saber! Julga que eu sou palerma!

Engasgada a voluntária lembra que o resultado será a morte do bebé nascituro.

- Olha a novidade! Sei muito bem que vou matá-lo como já fiz a outros! Não quero este filho! Não quero!

Mas podemos ajudar, continua a voluntária, temos meios para disponibilizar, se tem dificuldades económicas…

- Quais dificuldades!, o dinheiro sempre se arranja. Ele agora é cá algum problema. Eu não quero este filho e se vier outro terá o mesmo destino! Irra que me bastam dois! Quero o melhor para eles e não lhes há-de faltar nada!

Pois, mas faltar-lhes-ão irmãos…

Infelizmente este não é um caso único mas cada vez mais frequente. Em Portugal, como diz a Leonor, “é proibido” ter o terceiro filho. Não por imposição legal mas por coacção mental, digo eu.

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E neste entretanto o nosso Presidente da república anda entretido com o... Estatuto Político-Administrativo dos Açores. E talvez, após 19 de Dezembro, até o envie para o Tribunal Constitucional, depois de não ter atribuído uma tal "dignidade" à iníqua lei do Aborto!

Prioridades invertidas de quem - quiçá a sonhar com o apoio do PS para um segundo mandato - se comprometeu com a ideia da "cooperação estratégica"...

como quem - em posição de fraqueza política - abdica incondicionalmente...

como quem... "vende a Alma ao Diabo"...

como quem, enfim, ignora ou esquece que "Roma não paga a traidores"!

PPV