Caros amigos,
Recebi hoje uma alegria que quero e devo partilhar convosco que
contribuistes ou de alguma forma ajudastes a divulgar o apelo «uma
escola para Angola». Recebi hoje as primeiras fotografias da escola
já com o telhado e portas. Em breve há-de estar pronta a receber
muitos «meninos (e meninas) do Huambo» ávidos de aprender «coisas de
sonho e de verdade», como dizia a canção do Paulo de Carvalho. Ontem
mesmo recebi um telefonema de lá a relembrar-me da necessidade de
formação contínua dos professores. Sei que com as salas prontas,
teremos igualmente muitas solicitações nesse sentido - eles contam
connosco e, segundo o relato do Prof. Salomão, já se pré-inscreveram
1800 professores de toda a região...
Hei-de precisar, pois, de reunir um conjunto de formadores
disponíveis para graciosamente, via internet, partilharem os seus
conhecimentos via internet com aqueles que do lado de lá do mar
querem prestar um melhor serviço às crianças e jovens que lhe estão
confiados. Confio que conseguiremos, como no passado, mobilizar a
generosidade dos portugueses para, desta feita, partilharem o valor
imaterial do seu saber e experiência com os nossos irmãos de Angola.
Mas agora a hora é de alegria partilhada e de um grande abraço de
agradecimento por aquilo que se conseguiu começar, com a nossa
pequena ajuda e a boa-vontade dos angolanos que, perante a nossa
iniciativa, se mobilizaram para fazer o resto. Em anexo uma foto de
como a Escola da missão do Tchinjenje se encontrava antes e como já
se encontra agora.
Bem hajam,
Luís Botelho
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sexta-feira, 4 de março de 2011
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
uma escola para Angola
Em meados do mês de Outubro, lançámos um apelo a doadores disponíveis para ajudar a reconstrução da escola da missão da Kamela-Tchindjenje, na província de Huambo - Angola.
«De visita a Angola, em Fevereiro e Julho deste ano, conheci e decidi ajudar financeiramente a reconstrução de uma escola. Tendo funcionado por largos anos, a destruição da guerra-civil obrigou a desactivar, tal como sucedeu à própria missão onde funcionava - a missão da Kamela no município de Tchindjenje, província de Huambo e diocese de Benguela, em Angola. A capacidade desta escola pode chegar aos 840 alunos, distribuídos por 3 turnos, e 8 salas de 35 alunos em cada uma, pelos padrões locais.»
... mais informação aqui
Conforme prometido, no final de Novembro foi contabilizado o total de donativos recebidos e da soma de 743,25 euros foi hoje dada ordem de transferência para os Missionários Saletinos responsáveis pela missão.
Em nome dos padres saletinos e dos 840 «meninos do Huambo» que no futuro irão beneficiar daquelas salas, a todos os doadores e a quantos fizeram circular o apelo, deixamos um caloroso DA PANDULA («Obrigado» em Umbundu).
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Listagem dos donativos:
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Comprovativo da transferência para a conta dos missionários saletinos:
ref. PGE 0940 0000 0771 2
(aguardando doc da CGD)
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«De visita a Angola, em Fevereiro e Julho deste ano, conheci e decidi ajudar financeiramente a reconstrução de uma escola. Tendo funcionado por largos anos, a destruição da guerra-civil obrigou a desactivar, tal como sucedeu à própria missão onde funcionava - a missão da Kamela no município de Tchindjenje, província de Huambo e diocese de Benguela, em Angola. A capacidade desta escola pode chegar aos 840 alunos, distribuídos por 3 turnos, e 8 salas de 35 alunos em cada uma, pelos padrões locais.»
... mais informação aqui
Conforme prometido, no final de Novembro foi contabilizado o total de donativos recebidos e da soma de 743,25 euros foi hoje dada ordem de transferência para os Missionários Saletinos responsáveis pela missão.
Em nome dos padres saletinos e dos 840 «meninos do Huambo» que no futuro irão beneficiar daquelas salas, a todos os doadores e a quantos fizeram circular o apelo, deixamos um caloroso DA PANDULA («Obrigado» em Umbundu).
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Listagem dos donativos:
---------------Comprovativo da transferência para a conta dos missionários saletinos:
ref. PGE 0940 0000 0771 2
(aguardando doc da CGD)
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segunda-feira, 13 de abril de 2009
Comunicado - Educação Sexual obrigatória nas escolas? Não.
Hoje, 14 de Abril, após forte pressão de muitos cidadãos e movimentos - entre os quais o P.P.V. - teve lugar na Assembleia da República uma AUDIÇÃO PÚBLICA sobre os projectos do PS e PCP visando IMPOR a (des) Educação Sexual (E.S.) nas escolas mais info aqui
Sobre este importante tema, o PPV torna pública a seguinte posição:
1. “Educação Sexual” não deve ser apenas uma “Educação para a Saúde”, da mesma forma que o próprio conceito de Sexualidade não está limitado ao âmbito da Saúde. A Educação Sexual deve inserir-se no desenvolvimento global da pessoa, visto que “a sexualidade é um dos núcleos estruturantes e essenciais da personalidade humana, que não se reduz a alguns momentos e comportamentos, mas é, pelo contrário, um complexo que se integra no pleno e global desenvolvimento da pessoa” (1). Assim, há-de incluir componentes de informação científica e formação valorativa com dimensão ética;
2. A forma mais segura de educar os adolescentes e os jovens para uma saudável integração da sexualidade é ajudá-los a descobrir a sua identidade de homem ou mulher, que se diferenciam sexualmente e se complementam numa relação de amor. Só assim os adolescentes e jovens desenvolverão, com autenticidade, a “autonomia”, a “participação” e a "responsabilização" (2).
3. O papel da Escola e do Estado, como prevê a Constituição Portuguesa e a Declaração Universal dos Direitos Humanos, é subsidiário em relação às Famílias (3); assim, qualquer iniciativa legislativa neste domínio há-de reger-se pelo princípio do Pluralismo e garantir aos pais os seus direitos de Liberdade Educativa. Não procedendo assim, o poder político estará a impor a sua ideologia, cultura ou conceitos, àqueles que em consciência os rejeitam;
4. A Liberdade Educativa compreende, para o PORTUGAL PRO VIDA, três componentes:
I. Liberdade PARA AS ESCOLAS - i) Liberdade para cada escola pública, com os pais, definir o seu programa de Educação Sexual (autonomia pedagógica relativamente ao Governo em matéria de E.S. ) e ii) Liberdade para cada Instituição de Ensino Particular ou Cooperativo definir o seu projecto educativo próprio para a área da Educação Sexual
II. Liberdade PARA AS FAMÍLIAS - Liberdade para cada Família (pais e filhos solidariamente) decidir em que módulos/aulas os seus filhos deverão participar ou não, sem penalização na avaliação final; (as aulas rejeitadas poderão ser substituídos por horas de estudo acompanhado);
III. Liberdade PARA OS PROFESSORES, permitindo-lhes, mediante justificação escrita, abster-se de dar quaisquer módulos de E.S. estranhos à sua formação científica ou atentatórios da sua consciência moral;
Comissão Instaladora Nacional do PPV
Guimarães, 13 de Abril de 2009
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Referências:
(1) Conf. Episcopal Portugesa, "Nota sobre A Educação da Sexualidade, 2.", CEP 2005
(2) Parecer da Comissão Episcopal da Educação Cristã, Novembro 2005
(3) «Não há direitos das crianças garantidos sem garantir os direitos dos pais», declaração de Jerónimo de Sousa, líder do PCP, na "Associação Pomba da Paz" em Loures, cit. no JN de 1.04.2009, pág.9
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